Quadro
Palácio de Queluz: Um Encontro de Descolonização
No quadro "Palácio de Queluz", proponho uma inversão simbólica da história: e se os povos indígenas brasileiros atravessassem o Atlântico, invadissem Portugal e reivindicassem o que lhes foi tirado?
Recrie o Palácio de Queluz como palco de uma devolução imaginária. Não se trata apenas de revanche, mas de justiça histórica, em que as riquezas extraídas das terras indígenas voltam às suas origens. A recente repatriação do manto tupinambá da Dinamarca, após mais de 300 anos, inspira essa reflexão. Esse símbolo sagrado ecoa a luta dos povos indígenas por memória e pertencimento.
Vocês podem considerar esse pensamento utópico, mas, se o trouxermos para os dias atuais, veremos que a colonização persiste em novas formas. À medida que as big techs continuam a colonizar nossos territórios, explorando dados e lucros sem retribuir de forma justa às comunidades afetadas, temos uma nova versão da exploração que repete as dinâmicas coloniais do passado.
Minha busca aqui não é apenas despertar a imaginação, mas também provocar uma inquietação política. Essa inversão desafia as narrativas de poder, expõe as feridas da incursão portuguesa e provoca a pergunta: o que significa devolver o que foi tomado?
Assino esta obra como um gesto artístico e político, para repensarmos os lugares que ocupamos no passado e os que podemos recriar no futuro.
O pecado forma um quadro horrendo nas pessoas e na cultura.
__Sem a intervenção de Deus, não temos como tratar com o pecado.
Quadro da vida
A vida é como um grande quadro no qual cabe a você decidir quais cores e formas colocar, tudo não passa de uma noção de pesperquitiva. Da forma que você vê e interpreta as coisas, se você vê o mundo de forma negativa tudo que iram aparecer na tela serão seus medos mais profundos. Esse será seu tormento. Suas correntes. Agora, se você vê a belezas escondidas no mundo o que iram aparecer na tela serão suas conquistas, sonhos e vitórias. Essa será sua felicidade. Suas asas.
Por isso, pinte, crie, desenhe, experimente, não tenha medo de tentar novas formas e cores pois você só encontrará o que procura se tentar. Vamos, mãos a obra pintor da vida.
Na vida cada momento é importante e se torna um verdadeiro quadro, portanto aproveite a vista e aprimore cada traço.
Sempre me pergunto: será que é preciso inovar sempre, sempre? Não se pode escrever um livro, pintar um quadro, fazer um filme? Simplesmente. Muitas vezes estamos inovando sem saber, fazendo uma coisa que é necessária e vem do fundo. E há tanta inovação falsa, para chocar, chamar a atenção.
Ah, se eu acordasse todo dia com o seu bom dia
De tanto café na cama, faltariam xícaras
Me atrasaria só pra ficar de preguiça
Se toda arte se inspirasse em seus traços
Então qualquer esboço viraria um quadro
Um dia fui andar e em um sobressalto comecei a observar uma moça na lagoa a brincar com os patos que ali estavam a nadar, era bela e muito singela, uma linda menina que não sabia o que pensar pois o mundo a sua volta conseguia iluminar, seu nome, não me lembro, mas suas feições me hipnotizaram tão indevidamente que eu não conseguia sair daquele lugar, ela me encantou e encantou a todos que passavam ali, pois com leves movimentos conseguia maravilhar e me levava a pensar como alguém tão linda poderia existir e ao mesmo tempo eu não poder me aproximar, porque nos fez assim? Tão longe um do outro que nunca poderemos nos encontrar e eu fiquei naquele banco, no lago, esperando que um dia o que eu sentia em um retrato fosse transformado.
Se a gente olhar com um filtro do amor, vai perceber que todos os detalhes que compõem a nossa trajetória podem ser peças de um quebra-cabeça que vai formar um grande quadro, quase uma pintura divina.
Todo amor é imortal. Até mesmo os que, diante da impossibilidade, tiveram que ser escondidos, como o segredo de Da Vinci no quadro da Mona Lisa.
Siga os três passos para transformar a tua esperança em certeza agora!
1- Procure imagem(s) que represente a tua esperança.
2- Pegue tua esperança e coloque em uma foto ou faz uma espécie de colagem. (Teus sonhos, - materiais ou não...e Etc...)
3- Cole a foto na parede ou faça um quadro de fotos e coloque em um lugar estratégico para você.
Agora vem uma pequena introdução do sentido dos três passos do caminho da transformação da esperança para a certeza!
O que é a fé?
Fé é quando por exemplo, esta foto da esperança que você está olhando, deixa de ser esperança e passa ser a certeza! Certeza daquilo que se espera. Isto é a fé! Tome posse da sua esperança! A partir de hoje ande no nível de certeza!
Tenha fé em Deus e tão importante quanto, é ter fé em si mesmo! Acreditar que a capacidade de superação e realização não muda com as intempéries que aconteceram em sua vida!
Viva um dia de cada vez!
Nada em nossas vidas está escrito, fechado e consumado. Você à cada passo tem que colocar uma nova cor no grande quadro que vai pendurar no final da sua vida !
Viver e morrer no final são as mesmas coisas o que muda em nós é a história.
Quadros
(F.Franklin)
Lá estava ele, pendurado numa parede imóvel, o enfeite na sala de estar.
Mas afinal, de onde veio?
A imagem tingida, as cores entrelaçadas...
A harmonia, e o conceito. ..Não surgiram do nada.
Antes de carregar uma história, antes de se tornar vivo, uma imagem animada ou triste, o quadro nasceu no interior do artista.
E alma de artista é sempre pulsante e inteligente.
Sonham, criam situações e cores, cenas surreais e cenas de amores... depois tudo se materializa.
Eu ganhei um quadro em grafite, mas minha'alma o via colorido!!!
Frida Kahlo
Faz uma tela sentida:
Prepara pincéis e tintas,
Um'alma exposta, ferida...
O que ela externa, tu pintas.
Carrega nas cores quentes:
Rosto? Amarelo-pavor.
Ígneas lanças nos dentes;
Na boca, maçã do amor.
Nos olhos, usa três cores:
Tenta azul, verde e cinzento.
Tons de finados amores...
Arco íris em tormento.
Não poupes nas cores frias!
Põe púrpura nos cabelos.
Nos seios, como farias?
Cor de gelo, sem apelos.
Nem penses ficar com ela;
Assim, ela te domina!
Crava no corpo da tela
A fria espada da China.
Fêmea louca que se esvai?
Ah... Não te sintas dorida.
É tinta o sangue que cai.
É bela e ainda tem vida.
(Verônica Marzullo de Brito)
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