Pulo
Quanto mais nos elogiamos, mais nos escondemos dentro de si.
29/11/2022
Santo Antônio do Salto da Onça/RN
Quando calamos para ouvir,
Ajudamos a elevar um outro ser.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Terra dos Cordelistas
01 janeiro 2025
Às vezes o maior obstáculo
para seguirmos em frente
somos nós mesmos.
Santo Antônio do Salto da Onça RN Terra dos Cordelistas
18 janeiro 2025
É no silêncio onde encontraremos a nossa força maior.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN Terra dos Cordelistas
13 fevereiro 2025
Alguém só fez porque
um dia acreditou que faria.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
14/06/2025
Santo Antônio é afamada
Por ter uma fera sonsa
E por isto é chamada
Terra do Salto da Onça.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
29/06/2025
Do amor
Amor é coração aos saltos.
é salto no escuro
é admirar com cérebro e coração
é companhia
é solidão
é coração apertado
é frio na barriga
é a mais inexplicável explicação
é pregos na estrada
é duelo de espadas
é começo, meio, fim
é solução.
Seus pés pisaram a areia branca... quente, macia.
Num salto, molhou os pés no mar... a água fria.
Incerto ainda, o corpo todo mergulhou num movimento certo
deixou-se levar pelas águas do mar,
as ondas de leve a balançar.
O calor... o frio
A vida... a morte.
O corpo inerte.
As ondas... o movimento contínuo,
ir e vir... quebrar e reconstruir.
Então...
seus pés pisaram de novo a areia quente
agora milhões de ideias em mente...
e a vida toda pela frente.
Ser racional
Um salto no desconhecido pode ser intenso, alguém pode se ferir, ou da de cara com a terra prometida.
Somos seres dotados dos verbos, explorar, crescer e evoluir, com isso podemos conquistar, usufruir e cuidar do novo para que ele possa continuar à existir.
De frágil aqui só o salto que eu uso... porque de resto... sou bruta, rústica e sistemática...
Durona, brava e bem teimosa.. adoro pagar pra ver... adoro correr o risco e amo demais da conta contrariar... pimenta só arde pra quem prova...
Faço das minhas lagrimas sorriso..
piso em cima..
com meu salto 15..
porque amo as voltas que o mundo da..
ontem vc me fez de boba..
hoje vc se humilha.. me quer de volta..
e eu nao ligo a minima..
porque pra vc..
aprendi a nunca mais estar disponivel
Descer do salto ? Querida...
So se for pra trocar por um novo..
Cabeca erguida.. salto 15..
Poderosa... e muito bem resolvida...
Ponho meu salto. Meus óculos escuros. Visto de confiança e saio, poderosa, absoluta, emponderada. Está para nascer quem vai apagar meu brilho. Aqui nem a lua pode comigo! Aprendi a me amar e não aceito que me impeçam de voar.
Veste de alto estima, coloca um salto 15 e vai ser feliz menina...passa aquele batom que te favorece demais...se veste de si, se enche de confiança, levanta essa cabeça e bora ser feliz que a vida não espera!!!
O Limiar
No limiar, não há ventos que empurrem,
nem mares que convidem ao salto.
Há apenas o peso da pergunta tardia:
“E se?” – um eco que se dissolve no vazio.
Aqui, a alma desperta tarde demais,
não para agir, mas para contemplar o que não foi.
Os olhos, antes cegos pela marcha do hábito,
enxergam, mas não movem os pés.
É tarde para o recomeço,
não porque o tempo se esgotou,
mas porque o coração se aquietou
no conforto áspero do mesmo lugar.
Há uma estranha paz em não cruzar,
em não arriscar o salto que devora o chão.
Covardia ou prudência?
Ou apenas a certeza silenciosa
de que o homem pertence ao seu medo
mais do que ao seu desejo?
O limiar não pede pressa,
não exige escolhas,
não grita nem sussurra;
ele apenas está –
uma linha imóvel entre o ser e o nada.
O despertar chega como uma lâmina,
fina, fria, cortando o véu da ilusão.
Mas a ferida não sangra coragem,
apenas o conforto amargo de saber:
a vida continua, mesmo no não-agir.
E assim, o homem se curva,
não à força da mudança,
mas à aceitação de sua própria fraqueza,
encontrando, no limiar,
não um início,
mas um fim que se alonga.
"Salto envolto da fantasmal dançarina.
Explode e calha sem quase tirar os pés do chão ou sacar os seus ditados da vanguarda.
Sem cores, sem dores. Assim como a visão do observador.
Já passou como o vento ou como o tempo."
