Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
Vejo notas pessoais,
pensa respira e ela tá ali ainda,
se trocando, bota salto alto ,
somente para andar daqui para la,
De lá para cá,
ela só vai almoçar,
Mas para ela como se tivesse indo para um baile de gala
foi o marido persegue,
paquitinha do rolê,
afinal de contas o que interessa para ela realmente
Será que o amor interessa,
momento junto,
lançamento que a sociedade pensa dela,
nota pessoal, o jeito que ela anda de salto pela casa me deixa excitado
e ao mesmo tempo atordoado,
porque afinal de contas para que tanta maquiagem,
Tanta beleza descartável,
Para esconder a beleza natural dela.
O ser humano, até então, ainda, notoriamente primitivo no trato dos seus desiguais, está evoluindo bem e já alcançou, inclusive, o patamar de gladiador, no ambiente virtual. Às redes sociais tornaram-se uma espécie de coliseu e o celular é a espada que assassina o adversário do escravo que está na arena protagonizando o espetáculo da vez enquanto satisfaz os seus imperadores na demanda dos seus interesses.
Pão e circo - nada mudou comparado à velha Roma
AS BORBOLETAS
E as borboletas ainda voam
Às tardezinhas roubando de algum jardim
palavras ao meu poema
E trazem assim, tênue uma a uma,
as palavras, Nem percebem
que o que me faz escrever
são as asas que voam fremente ao vento.
Sem esse compromisso de dizer
ou mostrar-se contente.
Sem a ânsia de viver sabendo que logo
Irá nascer do casulo ou renascer.
E as borboletas se vão aos jardins
Para morrerem feito palavras no papel.
Diz o ditado que “há sempre uma luz no fim do túnel”. E ainda bem que existe túnel para nos fazer lembrar que a luz pode por um tempo até enfraquecer, mas jamais apagar. Pois a presença de Deus clareia as nossas vidas e ilumina o mundo de cura, saúde e misericórdia. Oremos!
Por cada novo dia que ainda virá
Só agradeço a chance de recomeçar
Eu quero tanto estar onde nem mesmo eu sei
Me desafio a não parar
Meu desafio, não parar
Enquanto houver o que trazer, enquanto houver o que buscar
“Muito se vive e muito se aprende, o bastante ainda é distante pela dimensão do muito oculto.”
Giovane Silva Santos
Fale bem das pessoas, ainda mais de você mesmo. Seus problemas e defeitos devem ser resolvidos através do autoconhecimento! Transforme sua amargura em doçura e então apresente essa transformação ao mundo! Assim conquistará a admiração ao invés da piedade!
Sorte daqueles que agarram com força a dádiva de se apaixonar. Mais sorte ainda é de quem pode viver isso de maneira recíproca.
Por favor, Deus, me ajude. Por que ainda tento? Por que ainda… Você nunca me deu nada. Toda vez que peço alguma coisa, você fica tipo: “Ah, precisa de ajuda? Eu te ajudo. Brincadeira. Vou te ferrar mais um pouco.”
Tava assistindo ainda a pouco o programa Persona em Foco da TV Cultura com o ator Edson Capri que ao ser rememorado sobre um interessante episódio ocorrido aqui, no tradicional espetáculo de Fazenda Nova, Pernambuco, da Paixão de Cristo, lembro disso, em que ele interpretou personagem principal e precisou fazer uns exames de rotina para emagrecer, perder uns quilinhos e uma discreta barriguinha para se parecer mais, uma lipoaspiração, e descobriram, sem querer, que ele tinha um câncer instalado no pulmão e grande conforme ele mesmo salientou; forçando-o a se submeter com urgência a outra cirurgia mais séria, o que não impediu de atuar na ocasião, apesar de... Posteriormente, uma repórter da revista Veja, entrevistando-o, lembrou a curiosa "coincidência" e disse que o Cristo tinha lhe salvado, então! Ele contrariou-a e disse que não, Cristo tem outras pessoas mais importantes pra se preocupar, o que lhe salvou foi o teatro. Não ocorre ao famoso artista que não era um teatro qualquer, convencional, entre quatro paredes, era o maior teatro ao ar livre do mundo, veio lá do Sul pra cá e que ele só fez a cirurgia por causa do personagem específico da sagrada encenação que resultou, casualmente, na descoberta da silenciosa e traiçoeira doença, se não ficaria sem saber. Agradeça ele, eternamente ao personagem do Cristo, sim! No mínimo deve ser um ateu.
LUME
O amanhã ainda tarda, talvez demore demais,
Para acalmar a saudade, que sua ausência me traz.
Os sentimentos confusos causam maior nostalgia,
Nas águas das minhas lembranças, soçobram as alegrias.
Velejo no barco do tempo, sopram ventos da esperança,
No seu abraço o meu porto, que a visão não alcança.
Não há calmaria em meu peito: lágrimas correm revoltas!
Nuvens se movem no céu, todas esperam sua volta.
Busco no olhar um sinal, assim como a luz dos faróis,
Que orientam as naus nos caminhos dos atóis.
Espero que a brisa do mar devolva a mim seu perfume,
Quando em meu coração, o sol renascer com seu lume.
Ainda que o isolamento social seja desagradabilíssimo, evitar a transmissão de um vírus pode ser crucial para salvar vidas.
O inferno nunca vai entender que um crente mesmo estando fraco dentro da igreja,ainda assim é mais forte do qualquer tempestade,porque o poder de Deus se aperfeiçoa na nossa fraqueza."
