Príncipe
PRÍNCIPE, SAPO E REI
Era um príncipe que virou sapo,
E um sapo que virou rei.
Já contei minha mentira.
Agora contem as de vocês?
Nara Minervino
MINHA RUA (soneto)
Das tuas sombras dos oitis a saudade ficou
És a rua do príncipe dos poetas, laranjeiras
Coelho Neto, onde sonhei de mil maneiras
E alegre por ti minha felicidade caminhou
Das tuas pedras portuguesas, o belo, cabeiras
Ao chegar de minas só fascinação me criou
Se triste em ti andei também o jubilo aportou
Me viu ser, indo vindo emoções verdadeiras
Em tuas calçadas a minha poesia derramou
Criando quimeras, quimeras tais derradeiras
Da Ipiranga a Pinheiro Machado o tempo passou
Em ti a amizade os vizinhos em nada mudou
Carrego tua lembrança, lembranças inteiras
Rua da minha vida, estória comigo onde estou...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Fevereiro, 16 de 2017
Cerrado goiano
ao dia 16 de fevereiro 1976,
quando chegamos ao Rio de Janeiro...
Eu posso ser a rainha do planeta
O príncipe encantado
A vilã da novela
Eu posso ter um monte de dinheiro
Viajar o mundo inteiro
Te chamar pra ir comigo
Mas nada disso vai fazer você me olhar
Mas nada disso vai fazer você se apaixonar por mim
Se o que eu tenho e o que eu sou não valem mais
Não acho justo a vida me ensinar
De um jeito tão cruel
Como se fosse só assim pra entender
Que você não é pra mim
História dos dois Príncipes
Em um belo reino, existia 2 príncipes , um era um belo príncipe q o reino inteiro conhecia e amava-lo , do outro lado existia um príncipe que tinha exatamente 3 fans, esse principe uma vez no ano fazia um peça de teatro , por alguns dias o reino até ficava mais por lado dele mas depois de alguns dias tudo voltava como antes , o Principe "R" cheio de fans por todo o reino.
Mais esse tão grande principe não sabia oque iria por vim
Início de algo (2)
Em um belo dia o Principe "G" ,como todo o ano revolvel fazer uma peça de teatro e decidiu chamar o Principe "R" para participar , na peça ele seria um belo homem rico que ajuda a sociedade com o seu dinheiro . Enfim a peça não deu certo e o principe "G" conseguiu o grande contato do príncipe "R" , e ali começou um único de alguma coisa
Ele era o meu príncipe,
Que de encantado não tinha nada,
Seu cavalo era negro como a madrugada,
Seu manto era falso,
Seu cetro a própria iniquidade,
Pior que sapo,
Sapo é bicho,
Não tem consciência,
E ele, sabe o estrago que fez...
Tudo que eu o confiava,
Com suas mãos quebrava,
Assim como meu coração,
Minha inocência,
A nossa aliança que você enganosamente me deu, era só minha,
Casei sozinha,
Você sabia,
Teu dedo da aliança ficou preto,
Da cor da tua alma vazia de engano vasto,
Quem ama, não abandona,
Você foi de longe minha maior vergonha,
Príncipe desencantado,
Me derrubou do cavalo.
Eu acredito em amor e novela
Eu acredito no príncipe e na cinderela
Eu acredito nas mentiras
Que ela me diz
Eu também minto
Que sou feliz
Um dia eu sonhei com o tal príncipe encantado. Ele era como nos filmes de cinema, montado no seu cavalo branco e cheio de ternura. Mas eu cresci e entendi que ser príncipe vai muito além. Ser príncipe não é apenas ser amável em um gesto isolado que se espera de uma sociedade machista. Ser príncipe é entender que que o lugar das mulheres é onde elas querem, que sua roupa não as definem, que o seu "não" vale mais do que o seu "sim". Que homem bom é homem que ama, cuida e respeita a cima de tudo.
Ela não tá buscando nenhum príncipe encantado que chegue num cavalo branco não... Se for educado, souber valorizar uma mulher e não escrever "agente vamos" já tá valendo!
Sabe o conto de fadas sobre a princesa que espera pelo corajoso príncipe ir salvá-la? É, esta história não será desse tipo.
Castelo da Realidade...
Um dia a princesa mágica Verdade,
encontrou o príncipe Amor,
no castelo da Realidade.
O Amor e a Verdade se tornaram UM, tudo virou Luz.
Porque só onde tem Luz,
tem Amor e tem Verdade.
E essa união foi tão intensa que a vida nasceu.
E seus passinhos de criança são leves,
e seus olhos tem LUZ.
Ela fala sempre a Verdade,
vibra paz e união.
Muitas chaves a vida tem,
para abrir UM coração.
Brasil: lendo Brasil
Eu gostaria mesmo de aderir a persuasão da leitura, o príncipe de Maquiavel, leviatã, Espírito das leis, O mito da caverna, República, mas até hoje só consegui ler Asas partidas Gibran kalil, pois bem, será possível entender/ler nosso Brasil sem aprofundar nas letras e resenhas filosóficas e literárias, sei que meu estado é uma federação gentil, uma pátria /terra de amor, ofertando água da vida e a fértil terra produtiva, uma constituição teórica e cientificamente estudada, baseando nosso pacto social, e aí, uma prática imoral e desproporcional, um mecanismo de febril canal, o dinheiro, poder e muita corrupção, desigualdade, desmatamento, urbanismo sem saneamento, uma lamentável cultura, uma infeliz estrutura, perde se o poder da natureza, viola a sensibilidade da partilha, uma política, politicagem e armadilha, lobos em matilhas, cruel e infeliz sarapatel, um avanço desordenado, penso que até os índios já são norteados por esse prospecto, é isso um pouco e tudo mais, organizações de marginais, nas esquinas e mais altas esferas, como parar as bestas feras, orar, nascer, surgir, emergir o grito, do anseio respeitoso de toda criação, a nova condição de um reinar, renovo, criar um estado novo, partir da educação, consciência espiritual, sei não, sei lá, vamos ler a mente aqui e acolá, procurando, lendo pode se encontrar.
Giovane Silva Santos
Você foi o príncipe da minha vida, a quem eu não soube guardar, por imaturidade não medir o meu ciúmes, e não valorizei o seu amor, e o seu jeito de amar, queria muito poder voltar atrás e fazer tudo diferente.
"A crença de que a ética política é irreconciliável com a ética cristã e que o príncipe tudo pode para conquistar e se manter no poder, transformaram a política brasileira numa confraria de escroques e canalhas."
'Culpado!'
Deus, seja misericordioso comigo pecador! - Lucas 18:13
O grande "príncipe dos pregadores" Charles Haddon Spurgeon costumava contar a história de um duque que entrou em um navio de cozinha e foi lá embaixo para conversar com os criminosos que cuidavam dos remos. Ele perguntou a vários deles quais eram suas ofensas. Quase todos os homens alegaram que ele era inocente, culpando alguém ou acusando o juiz de aceitar suborno.
Um jovem rapaz, no entanto, respondeu: “Senhor, eu mereço estar aqui. Eu roubei algum dinheiro. Ninguém tem culpa a não ser eu. Sou culpado. ”Ao ouvir isso, o duque gritou:“ Seu patife, você! O que você está fazendo aqui com todos esses homens honestos? Saia de sua companhia imediatamente! ”O duque ordenou que este prisioneiro fosse libertado. Ele foi libertado, enquanto o resto foi deixado para puxar os remos. A chave para a liberdade desse prisioneiro era sua admissão de culpa.
Isso também é verdade na salvação. Até que uma pessoa esteja disposta a admitir: "Eu sou um pecador necessitado de salvação", ele não pode experimentar a liberdade da culpa e da condenação.
Você já disse: “Eu me declaro culpado”? Se não, faça isso agora mesmo. Você nunca pode salvar a si mesmo, então receba o Senhor Jesus como seu Salvador, colocando sua confiança nEle. Então, uma vez que você esteja livre da culpa e do poder do pecado, você conhecerá a alegria do perdão e da liberdade.
Admitindo que somos culpados,
Reconhecendo nosso pecado,
Então confiando no sacrifício de Cristo
Nos fará limpos por dentro. —Sesper
O pecado traz medo; confissão traz liberdade. Richard DeHaan
Sou uma bruxa
Oh! Homem magia
Oh! Fantasma do príncipe
Faço meu corpo um caldeirão
Levo-o para montanhas das pedras
E coloco no fogo do sol
Oh! Homem magia
Oh! Fantasma do príncipe
Entrego-o
Entrego o meu temperamento
A carência em mim
Os cristais quebrados
As lágrimas como fachos no templo
Oh! Homem magia
Oh! Fantasma do príncipe
Faço o meu corpo uma arrecadação
Onde depositas resíduos sólidos do teu ego
Com pernas bambas e alma negra
A desilusão caí com os teus cabelos
Oh! Homem magia
Oh! Fantasma do príncipe
A magia da tua conquista desvanece
Como um elogio ao teu sorriso
Assisto a máscara a cair de um lado
Com o cabo da vassoura
Mexes no caldeirão os restos pastosos
Do orgulho ferido, querido e amado
Oh! Homem magia
Oh! Fantasma do príncipe
Busco a receita de manter-me agarrado
Quando o teu corpo tem braços de vento
e as tuas pernas são brisas do amanhecer
A grade dos teus dentes soltam
As palavras, as ervas daninhas
Que o meu corpo não merecia
Uma pitada de “não te amo”
Apimentada com a voz gélida
Oh! Homem magia
Oh! Fantasma do príncipe
A fantasma do teu toque
Penetra o mistério na minha mente
O meu corpo já não é um caldeirao
As montanhas ja são as pedras que a seguram
O sol não é o fogo que vai-lhe aquecer.
Oh! Homem magia
Oh! Fantasma do príncipe
Continuo a percorrer este caminho de outono
Continuo a ser a bruxa
Que anseia pelo amor
Que tem medo da morte das flores
Que bebe chás de joaninhas
Que coleciona- as folhas partidas
E que escolheu esquecer-te.
Oh! Homem magia
Oh! Fantasma do príncipe
O invisível Pequeno Príncipe, ficara feliz, pois lembrou-se de sua frase:
"O essencial é invisível aos olhos, e só se pode ver com o coração."
A dor provou ser sua parceira de anos, a mais fiel.
O amargo do café tornou-se reflexo dos sentimentos.
O ardor nos olhos ao olhar o sol tornou-se reflexo de dias comuns
monótonos e desilusórios, são lemas da canção que soa.
As lágrimas insistem em apagar seus sonhos,
Pequeno príncipe, reescreva seus sonhos.
As lágrimas insistem em tirar seus sorrisos,
Pequeno príncipe, não deixe de sorrir.
As lágrimas encharcaram suas roupas,
Pequeno príncipe, não se resfrie.
E por escrever tanto, ele se despiu.
E ainda, percebeu-se invisível.
Despido e invisível, percebeu-se feliz.
Ele tornara-se mais fiel a si do que a covarde dor que o acompanhava.
