Primavera
O Melhor de Mim – Nicholas Sparks
Na primavera de 1984, os estudantes Amanda Collier e Dawson Cole se apaixonaram perdidamente. Embora vivessem em mundos muito diferentes, o amor que sentiam um pelo outro parecia forte o bastante para desafiar todas as convenções de Oriental, a pequena cidade em que moravam. Nascido em uma família de criminosos, o solitário Dawson acreditava que seu sentimento por Amanda lhe daria a força necessária para fugir do destino sombrio que parecia traçado para ele. Amanda, uma garota bonita e de família tradicional, que sonhava entrar para uma universidade de renome, via no namorado um porto seguro para toda a sua paixão e seu espírito livre. Quando o verão do último ano de escola chegou ao fim, a realidade os separou de maneira cruel e implacável. Vinte e cinco anos depois, eles estão de volta a Oriental para o velório de Tuck Hostetler, o homem que um dia abrigou Dawson, acobertou o namoro do casal e acabou se tornando o melhor amigo dos dois. Seguindo as instruções de cartas deixadas por Tuck, o casal redescobrirá sentimentos sufocados há décadas.
Autor: SPARKS, NICHOLAS
Tradutor: MORAIS, FABIANO
Editora: ARQUEIRO
Assunto: LITERATURA ESTRANGEIRA – ROMANCES
Idioma: português
Ano de Lançamento: 2012
Número de páginas: 272
QUANDO SETEMBRO VIER!...
Ah!...
Quando setembro vier!...
As flores em primavera...
Felizes e alegres a bailar farão festas...
E em festas de primaveras...
Embriagado de amores: Ana, Adry, (aninha)...
Torto e coxo de felicidades...
Certamente
Estarei velho...
Ainda assim...
Decrépito e chato...
Sairei correndo envergado
Até a Feira de Santa Ana...
Chegando a Princesa do Sertão...
Gritarei como o trovão o teu Santo Nome...
Oh minha doce e querida Ana!...
Atirar-me-ei em teus braços...
E teus doces pés beijarei
Como ponto de partida...
Para alcançar os teus lábios querida...
Oh Mar de prazer e loucura!...
Banhar-me-ei de suor, amor e vida!...
Amar-te-ei em plena Avenida...
Avenida Maria Quitéria...
E descarrilado lá se me vou trem bala
Neste cenário deserto...
Onde o nosso Amar declamará versos...
Gemendo Doces Sinfonias...
Aninha!...
Meu
Lindo
Amor!..
Nem flores, nem frutos
Minha mente me faz pensar que na primavera não irei florescer, não darei frutos.
Meus pensamentos não congelaram no inverno, mas sinto que sequei como as folhas no outono.
Quanto mais reflito, vejo o mesmo da janela da alma e envelheço.
Tem algo lá, muito parecido com cinzas ou apenas pó.
Não rejeito o amor romântico, apenas o evito.
Me assemelho a um redemoinho, sem vento.
Nem flores, nem frutos
Minha mente me faz pensar que na primavera não irei florescer, não darei frutos.
Meus pensamentos não congelaram no inverno, mas sinto que sequei como as folhas no outono.
Quanto mais reflito, vejo o mesmo da janela da alma e envelheço.
Tem algo lá, muito parecido com cinzas ou apenas pó.
Não rejeito o amor romântico, apenas o evito.
Me assemelho a um redemoinho, sem vento.
OUTRA VEZ
Sempre a primavera
e estas ganas de fugir das paredes.
Gira a roda
ser outra vez virgem
para deixar outra vez de sê-lo
gira a roda
molhar-me em a tormenta
com uma sombrinha de riso
como una menina má
gira e gira
a verde sangue seiva
germina em minhas cadeiras.
...
E na Primavera, depois que os ventos gélidos do Inverno lhes deram a oportunidade para refletir, eles se propuseram à florescer e desabrochar de seus âmagos a olência universal do amor, cuja dormência fora algo propriamente estabelecido por eles mesmos quando deixaram o ódio e a descompaixão tornarem-se seus imperadores. Mas ora os tempos lhes são novos, suas terras, logo após a escuridão e o sofrimento, tornaram-se férteis, e as cores propiciadas pelas distintas pétalas formam um infinito arco íris de esperança e paz!
Um relacionamento a dois é como as estações do ano. Primeiro, a primavera, tudo são flores, clima agradável;
com o casamento segue o verão. Clima quente, mas com muita
festa. Em seguida entra o outono, trazendo amenidades para
o casal, como as árvores descartam suas folhas, também é
época de jogar fora muitas coisas que foram importantes.
E por fim, o inverno. A frieza se instala, o diálogo
termina e ambos, sós, esperam pela morte.
A QUARTA PRIMAVERA.
A quarta primavera na ausência da flor.
Especie única do meu jardim.
Extinta, órfão meu quintal ficou.
Morando no meu imaginário.
Do polén a lembrança fecundou....
O nectar do quintal não é mais tão doce assim.
O espinho que nunca me feriu,
da flor que exalava o jardim.
O beijo e o carinho regavam a flor.
Mato a saudade ao ver colibris.
A flor que na minha vida passou.
Celeste, Deus, a flor, querubins.
"maternus sempre lembrae"
Científico nome da flor
Do meu sentimento que não jaz.
Brotam as palavras que em poesia lhe dou.
Autor: Carlos Henrique R. de Oliveira.
Uma vida é como um ano, existem quatro estações. Na primavera você flouresse, nasce, bonito enche os olhos de quem passa e te observa com calma, no verão o calor está a flor da pele, e você sente o desejo te consumir, você é ativo, faz, acontece, é tudo demasiado e absurdamente envolvente. Quente. No outono você sente chegar a monotonia, você senta, observa mais, está frágio, quase sem vida, te resta pouco, sua folhas caíram quase por completo. E quieto você sente o inverno chegar, frio, doloroso, morto.
Amigos são como as estações: Na primavera estão ali se abrindo floridos e nos dando a fragrância da amizade. No verão, brilhado no céu da companhia, da alegria, aquecendo os dias de domingos. No outono, se despedem, despindo a árvore antes florida e vão embora e nos deixam cair murchos e tristonhos, formando tapetes de insegurança e medo, com sua partida. Já no Inverno nos deixam sem agasalho no frio da saudade, formando nuvens de lágrimas, num céu nublado de decadência (crepúsculo) e nos desejando uma próxima Primavera..
As quatro estações do ano
É no outono da vida que a gente lembra, que já se foram a primavera e o verão e que o inverno se aproxima.
Das possíveis comparações, já passamos pelas cores alegres e fortes, já deixamos as temperaturas amenas, já erramos e tivemos as nossas chances de aprender para acertar.
Agora partimos para um certo recolhimento, as feições se tornam mais sérias, mesmo que a gente não queira e tente disfarçá-las.
Cada estação tem as suas belezas, mas é importante que a gente esteja vestido de acordo e esteja sempre preparado para uma retirada rápida e estratégica.
Quando o jovem erra a gente perdoa e diz que foi um engano. Quando um velho erra a gente diz que repetir os erros é burrice.
E, a qualquer tempo, para um coração gelado pode aparecer um casaco antigo, esquecido em algum canto da memória.
Que a primavera desabroche em suave profusão de cores, borboletas esvoaçantes, campos floridos e corações gratos pela vida.
Um dia talvez olharemos
Para o céu
E vamos perceber que tudo
Se passou.
Que a primavera chegou
E as flores por fim se renovou.
E olharemos para as pétalas
Que caíram mas não com os mesmos olhos, porque não sentiremos falta delas.
Pois surgirão outras novas
Em seu lugar.
E quando a primavera for embora não ficaremos triste dessa vez porque sabemos que certamente ela voltará com novos renovos a fim de que surjam frutos em nós
E assim possamos ser transformados novamente....
Existem dias da Primavera que simplesmente nascem chuvosos, mas não podemos esquecer que para que as arvores floresçam, precisamos de água.
As flores da minha primavera:
ODES A CAMÉLIA
Com meu queijo no peito
caminho jururu…
No jardim encontro
a Camélia,
lacrada, frágil e solitária.
Cheia de mistérios e segredos.
Feito eu,
estava rubra de chorar…
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