Praça
“Tende piedade da sabedoria, oh meu Deus, pois a ignorância tenta queima-la em praça pública.”
Giovane Silva Santos
Amo subir o morro até a praça da igreja de Nossa Senhora do monserrat.
Lá do alto tenho o Rio aos meus pés.
A visão do relógio da central do Brasil
marca uma hora qualquer
de um dia qualquer
de um momento único.
A menina de trança amarrada com fita pensa ser a dona do mundo.
Faz o sinal da cruz diante do altar
Abraça a árvore da praça
Faz do coreto um castelo.
Desce o morro contado casas e espalhando sorrisos
Essa menina de trança desce a rua onde mora entra em casa
com a alma carregada de sonhos reais e concretos.
A vida é um teatro
A vida é uma graça
Parece criança na praça
Um sobe e desce danado
Que deixa a gente cansado
A escada da vida mais parece um tobogã
Gritos, gargalhadas, euforia
A respiraçāo falha
E caímos na malha da alegria
A tristeza faz parte
Mas podemos também compartilhar
Com quem se pode confiar.
Maria A. S. AVILA
SÉRIE MINICONTOS:
PEDRA NA GENI
Era tarde de domingo. A praça, da "cultura". Mas o culto era ao macho alfa que feria de morte a Geni, sobre a égide do machismo estrutural...
Amada Cidade de Rodeio
Na Praça do Centro
da minha amada
cidade de Rodeio
o florescimento
dos Ipês Amarelos
inspiram olhar
para o tempo
e agradecer por
este coração batendo
de amor por você.
Cada inspiração que busco
é como se eu construísse
no mundo um novo coreto
no meio da praça,
e se por acaso alguém
venha buscar abrigo
que seja sempre bem-vindo.
Porque sou da época que
poucos conheciam
a Carta do Folclore Brasileiro
e se vivia o Folclore por
amor ao país o ano inteiro.
Cada inspiração me faz
serenata e dama da sacada,
porque amar para mim
sempre será tudo ou nada.
Porque sou da época que
não ser cordial e romântico
não era convenção,
e se vivia em busca de ter
alguém para entregar o coração.
A vida é uma garça
A vida é uma garça,
Uma garça branca
Voando na praça.
Na praça
Há vida:
A graça da garça branca
Voando no infinito...
No céu,
Um ponto branco:
A garça
Com a graça da vida.
(Suzete Brainer)
A nova vida (nem tanto) paulistana
Praça do shopping
Almoço
Pai e filho ao lado
Nenhuma palavra
O adolescente curva-se ao celular
Olhos e mãos fixos no aparelho
De repente, nem tão de repente assim,
Quatro palavras saem do pai:
__ Vou ali. Já volto...
Filho continua mais curvado do que nunca
Mira e digita com dedos ávidos
Nem levanta a cabeça
Arre, que incômodo é esse que incomoda tanto!
Rio comigo, pois nesse contexto
Não é possível fluir palavras
Pai retorna
Arruma as coisas coletivas: mochila, capa, agasalho, guarda-chuva
Mais uma palavra é dita:
__ Vamos...
E lá se vão pai e filho
Cada qual em seu mundinho mundano e quadrado
Talvez redondo ou triangular
Tão paulistano!
Olho à minha frente...
Prato posto com alimentos saudáveis
Rio de novo...
Minha vida flui...
Cadeira vazia à frente transmite mensagens:
* Os amigos invisíveis estão por perto (parentes, mentores, guias, anjo da guarda)
* Os amigos encarnados, também presentes,
Estão em meu coração e em meus pensamentos
Isso é bom demais
Acalenta.
Rio...
A vida flui
Pois ela precisa prosseguir em seus intentos.
julho/ 2024
Seus lábios, doces como o céu estrelado, fazem de cada beijo no banco da praça um refúgio eterno nas noites escuras, onde o tempo para e só o nosso amor brilha, mais forte que qualquer estrela.
A angústia do amor
Há uma moça bonita no banco da praça, parece refletir-se sobre a bancada.
Chorando com seus longos cabelos jogados pelo rosto, me parece que o motivo é por um jovem e belo moço.
Sua pele é pálida, entretanto é macia. Me veio um questionamento;
"quem faria isso contra uma pobre menina?"
Os olhos puxados, o sorriso de alegrar qualquer paspalho.
Hoje o dia é sombrio, um inverno com chuva. Ela usa um cachecol, uma bota e uma luva.
Todas as vestimentas tintas da cor de vinho, como coloração versátil, meio avermelhada.
Ela recebe uma ligação, pega o celular e o arremessa no chão. Se corrompe na dor e se destrói por amor.
A angústia se espalha
A mágoa a consome.
Quem foi esse horrível homem?
Página do meio
Uma pessoa bebe café
e folheia um livro
na praça alguém
senta-se e faz o mesmo
a cozinheira mexe a panela
e lê a página do meio
o passageiro,
na poltrona,
verifica a título
e abre o livro
na sala de espera
não é diferente
à sombra do guarda-sol,
na areia,
tem outro que folheia
a poesia impoluta
está em toda a gente
ao fundo, o mar:
verdadeiro
poema natural!
12 atividades e momentos que o casal pode usufruir juntos.
01- passear no park, shopping, praças, locais públicos e praias com a esposa , faz com que o casal saia da rotina.
02- Massagem no pé, e nas pernas da esposa ou esposo, com algum creme ou óleo específico, enquanto assistem alguma coisa interessante na tv depois de um dia estressante.
03 - Simplesmente comer pipoca no mesmo recipiente assistindo um bom filme;
04 - Ficar abraçados em um igarapé de águas geladas, recordando o passado, vivendo o presente e planejando o futuro do casal e da família.
O5- ficar sentado em algum lugar onde se possa contemplar o entardecer e as cantorias pássaros.
06 - Deixar uma carta misteriosamente, com duas ou três notas, de 50 reais, ou duas de 100, pode ser quantia a gosto, mais tem que se colocar em baixo do travesseiro, para quando a pessoa for se deitar tenha a surpresa.
07. Ficar abraçados em um ambiente aconchegante e frio, aquecendo um ao outro
08- Ir a um hotel os casal e pedir uma ótima refeição, acompanhada de uma boa bebida da escolha dos dois
10. Uma viagem de barco a noite contemplando o céu estrelado
11. Ir para um resort por um fim de semana pelo menos 2 ou 4 vez ao ano a sós.
12. Tendo uma boa condição, os dois podem por um ano morar em uma outra cidade de aluguel, junto as crianças para conseguirem descontrair a vida.
A política no Brasil não evolui simplesmente pela mudança de comando na praça dos três poderes. Não interessa qual é a ideologia vigente. A classe pobre, trabalhadora e escravizada doutrora, esvaiu-se perante a solidariedade socialista, e se metamorfoseou em uma classe pobre oportunista e anêmica, egocêntrica e desocupada.
170524
Nas ruas de São Luís, onde poetas repousam,
A Praça exalta versos, em honra aos seus laços.
Ferreira, Catulo, Nauro e Sousândrade,
Caminhamos pelos versos que a memória invade.
Bandeira, José, Gonçalves na trama,
Maria Firmina, Dagmar, e Lucy na chama.
Palavras que dançam como folhas ao vento,
Na Praça dos Poetas, o tempo é momento.
Mirante que abraça o horizonte vasto,
Vendo o Maranhão, onde o passado é contrasto.
Entre versos e olhares, a cidade se revela,
No poético trajeto, a alma se encantela.
"Corações Ancestrais", São Luís em poesia e pin-hole,
Nas páginas, o tempo se desenha como um farol.
Cada verso, um eco de corações que resistem,
Pin-hole, artista da luz, em cada imagem persiste.
A cidade, um poema entrelaçado nas vielas,
Corações ancestrais, guardiões de memórias singelas.
O pin-hole, como um portal para o passado,
Em cada clique, um diálogo com o tempo marcado.
Palavras e imagens dançam nessa sinfonia,
São Luís, em cada rima, uma poesia viva e vazia.
Corações ancestrais, pulsando nas linhas,
Pin-hole, capturando instantes como pequenas vinhas.
"Praça sem árvores é o mesmo que uma casa sem teto, um computador sem internet ou uma estante sem livros. Precisamos de mais árvores nos espaços públicos."
"Enquanto alguns se preparam para o 'grande reset', outros preferem ficar na praça dando milho aos pombos."
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