Portugal
https://tvi24.iol.pt/sociedade/portugal/covid-19-gentil-martins-acusa-governo-de-incompetencia-simples-na-gestao-da-ajuda-dos-medicos-voluntarios
Cento e quarenta médicos é tal;
Número dos TAIS desconsiderado;
Por este a nós tal governar malvado;
Da saúde em que há tanta GENTE mal!
Sem quererem, pois, qualquer ordenado;
Ofereceram-se para ajudar;
Nem que fosse pra a uma VIDA salvar;
Vendo esse oferecer ser rejeitado.
Porque enviaram cartas pra vós três;
Mas de vós sequer tiveram resposta!!!
Por isso Marta, Marcelinho e Costa;
Um dia há-de chegar a vossa vez!
Como podeis: Marta, Costa e Marcelo;
Rejeitar tão bom voluntariado;
Que a centenas de nós vinha salvar?!...
Será por não sentirdes o chorar;
De um POVO a tão morrer abandonado;
Por em vós não ver valer de um martelo?
Enfim!!!!!!!!!!! mas o futuro de vós dirá.
Certo dia, ao falar dos nossos novos médicos esta perita [ministra da doença do nosso Portugal] disse:
“O acesso à especialidade é importante, mas uma força de trabalho em saúde deve ser diversificada. Não se faz só com a oferta de especialistas altamente qualificados. Temos a necessidade de ter várias tipologias e não têm de ser todas da mesma natureza. Um não-especialista pode ser igualmente qualificado”, disse esta ministra da Saúde!!!
Logo, assim vai a nossa saúde/doença em Portugal…
Não andeis, pois, agora o povo a culpar;
Por tão graves faltas em vós tão havidas;
Que vão resultar em vidas perdidas;
Devido a esse a tais desconsiderar.
Mesmo a em tanto morrer, a ver-se a dar;
Por todos os cantos da nossa Bola;
Andou a tal estúpida armada em tola;
Dizendo que em tal nada ia faltar!
Quer ela quer o nosso papagaio;
Andam ambos agora a nós culpar;
Mas não impediram a esse em tal votar;
Que mais foi para o infectar, puro ensaio!!!
Andaram a obrigar a um emigrar;
Os da saúde profissionais;
Por sequer pra especializar tais;
Cá garantirem bom assegurar!
Porque e segundo esta “esperta” ministra;
Que os tão tem pra si todos no privado;
O haver tais para o povo adoentado;
Basta o em: na tal de espera havida lista!
Tem andado a negar o a tais formar;
Tal como a explorar com mau vencimento;
A esses tantos que à vida dão alento;
Cem horas por semana a trabalhar!!!
Sim, cem; ou até mesmo algumas tais mais!
Pra “buracos” dela e doutros taparem;
Sempre com o intuito de a nós salvarem;
Secundarizando a vida nos tais.
Agora que eles vão ter que escolher;
A quem de nós salvar, por não poderem;
Já tão cansados por nós tão fazerem;
É bom que em nós jamais haja o esquecer!!!
De quem em vez de ter assegurado;
Tais recursos humanos, desprezou;
Quando a emigrarem tanto os obrigou;
Pois cá tão se queriam ter formado.
Por isto e muito mais, ó Tone Costa;
Que passas a vida a aguentar ministro/as;
Da justiça, saúde e do trabalho;
Manda-o/as é lá com um Cê, pra o baralho!
Porque em nós este delas dar nas vistas;
Cheira muito pior que a pior bosta.
Não andeis, pois, agora o povo a culpar;
Por tão graves faltas em vós tão havidas;
Que vão resultar em vidas perdidas;
Devido a esse vosso desmazelar.
Covi-19 e o Vacinar a TODOS [falo por nós] em Portugal…
Porque ainda a nós falta mais de um ano;
Pra podermos dizer: fui vacinado;
Vamos com vírus redobrar cuidado;
Pra vermos se em tal acha em nós engano!
Porque ele por ser coisa em nós só pega;
Como em mim já duas vezes pegou;
Por favor que infectado a mim passou;
Provocando em meu corpo um dizer: chega!!!
Por isso e com muito cuidado havido;
Tal por pouco com éFe a mim podia;
Ter mandado com Cê, lá pra o baralho!...
Valeu-me a esposa e todo o seu trabalho;
Pois não fora ela este soneto havia;
Pra vos contar passado em vírus tido.
Devido a tê-lo apanhado em novembro;
Desta vez pela esposa a mim passado;
Por sem ela a viver ter recusado;
No odor e paladar inda o em mim lembro.
Por isso políticos desta Bola:
Apostai muito forte nas vacinas;
Pois só esse havido em essas meninas;
A em TODOS, permitirá o ir pra escola.
Fazer uma excursão para França, acidentalmente parar em Portugal, chamar eles de franceses, roubar o que eles têm e ensinar 1 nova religião.
O Portugal.
os lobos são muitos, os lúcidos são poucos.
ninguém sabe o que quer,
ninguém conhece que alma tem,
tudo é incerto,nada é verdadeiro,
tudo é disperso, nada é inteiro,
nada é certo,tudo é imperfeito,
hoje és nevoeiro,tempestade,vento,
meu amigo,sem alma ,sem amor,
sem rei,nem lei,sem brilho,sem luz,
dos palácios comidos de mofo,escuros ,
vazios,vagueiam as almas,sem paz,
como os mendigos esfomeados e sujos,
como o silêncio hostil da saudade,
arder de frio,morto em cinzas,
o Portugal meu amigo,meu irmão,
os lobos são muitos,os lúcidos são poucos.!
Colônia independente? De Portugal sim... Mas atualmente somos um território Norte Americano dentro da América do Sul.
Acerca da Eutanásia ter sido despenalizada em Portugal.""Não me dá alegria por ser um assunto triste demais , mas dá-me satisfação em pensar que as pessoas agora são livres de fazerem com a sua vida o que bem entenderem - e quem as ajudar no mais alto grau de misericórdia ,não tenha que ir preso - ainda há comum senso e teor de democrático neste país ."
Você pode conhecer Londres Paris, Portugal, Rio de janeiro
mais se você tiver humilde você nunca sairá de dentro
de você.
Portugal, Portugal
um beleza sem igual
Eu vós tinha dito a respeito dos campos e das flores,
do pão, do queijo e do vinho,
do frio gostoso de abril e desse
povo tão acolhedor que nós aquece a alma
Portugal, Portugal
em todo canto um encanto natural
Tu és saudade e felicidade
na hora da despedida
Saudades do natal em Portugal, das ruas de Lisboa e de Coimbra, do cheirinho da fumaça da lareira, e do frio que gela a face.
“C’est la vie, Rose…”
Diziam os velhos em Portugal — e com razão — que as pessoas só mudam quando lhes tocam ao bolso.
Tocou no bolso, muda-se o tom, o gosto, a moral.
Muda-se até o santo de devoção.
Gente que um dia comeu no prato do progresso,
Hoje cospe nele com desprezo,
Mas o tempo cobra — e às vezes cobra com juros.
Porque a vida, Rose… C’est la vie.
Mas nem sempre é tão “rose” assim.
O Brasil viu surgir gente que foi a primeira da família a entrar numa universidade.
Gente que teve casa própria, comida na mesa, dignidade no peito.
Tudo isso graças a políticas sociais que agora são tratadas como esmola,
Por quem se esqueceu de onde veio, ou finge que chegou lá por mérito próprio.
E aí, quando o vento virou, muitos viraram juntos.
Esqueceram a mão que lhes estendeu o prato.
Agradeceram sorrindo, e depois votaram com o bolso.
Tem também os que foram enganados — não tiveram olhos pra ver.
Mas há outros… há os que viram e aplaudiram. Por conveniência.
E esses são os mais perigosos.
Porque enquanto um homem foi perseguido e não encontraram nada além de dignidade,
O outro rasgou bandeira, traiu a pátria e ainda saiu aclamado.
Vai entender…
A verdade, minha cara Rose,
É que inteligência não se pendura na parede.
Sabedoria não se ensina em PowerPoint.
E caráter… ah, caráter não muda com o câmbio do dólar.
— Nereu Alves
Setembro de 2003 em Portugal
Está um lindo dia
O sol brilhante o céu sem nuvens
Dá vontade de sair.
Imagino o mar deve estar magnífico
Mas estou presa as raízes
Dos meus sonhos infantis.
Coisas que idealizei
Momentos que revelei
Decisões que tomei
Estão agora reflectidos
Em minha face lânguida
Da perversidade que não imaginei.
Sofro ora agora
Pelo destino que me dei
Que outrora não consegui, livrar-me.
Chora meu coração
Pela empatia que concebe
Pelo outro sofrimento.
O quê deu errado?
Quem foi o culpado?
Que magia negra foi esta?
Que consegue sempre me consternar
Colocando-me com o ego arrependido
Daquilo que não quis fazer?
Foram erros de placenta
Que a regressão não consegue explicar.
Concepção talvez indesejada
Que reflecte na pessoa mal amada
De forma desesperada
Mas não consegue se livrar.
Passo agora este mal presságio
Para os entes mais queridos
Que no futuro se acharão esquecidos
Do ventre que os gerou
Moribundos e mal amados
Na mesma cadeia de valor.
Pernambuco
Conhecer Pernambuco é giro, como se diz na boa gíria de Portugal.
Baila-se cavalo marinho pra esquecer-se a lida negreira
Nos batentes dos pandeiros, da rebeca e do ganzá.
Na colheita e na caçada indígena
A velocidade impetuosa do ganzá a arrebentar maracatu.
Pólvora, cachaça e limão.
Mamulengo, que delícia, dá pra ri e pra chorar.
Da quadrilha, do maxixe e do galope, vem o frevo se exaltar.
É alegria da tesoura da pernada do carrossel nos passinhos a sublimar.
Tem a coco a pastoril a ciranda
É pra tudo o carnavá.
Além da linda Oh! Linda tem Recife
De arrecifes de corá.
Em Guimarães aconteceu...
algo de muito importante, pois!
Foi o tempo, em que Portugal, nasceu.
Como um só Português povo.
E foi assim, oh vós que não sabeis!
E para que outra verdade, tal não penseis!
Pois Portugal nasceu um dia...
Isso eu tanto mencionar queria.
Estava o Islamita, povo neste país...
Mas Deus tal assim não quis.
Que formou reinos cristãos,
que em união, deram as mãos!
Depois da de luta contra o Islão,
formaram-se reinos: De Castela,
Navarra, Aragão e também de Leão!
Que dos cruzados, tiveram a mão!
Tendo o rei Afonso VI de Leão,
À França pedido ajuda contra o Islão...
Vieram dois cavaleiros, cruzados, guerreiros,
que de Borgonha vieram ligeiros!...
Foram o conde Dom Henrique,
E o conde Dom Raimundo,
que contra os mouros, ninguém lhes resiste.
Pois estavam estes em quase, todo o mundo...!
Para recompensa dos cruzados,
O Afonso VI, uma doação aos ousados,
Cavaleiros fez, com satisfação!
E com grande emoção!...
Ao conde Dom Henrique, Portucalen doou.
Ao conde dom Raimundo a Galiza entregou.
E com suas filhas os bem casou.
Que por seu sogro ficou!...
Dona Teresa foi a que Dom Henrique casou,
E deste casamento, um príncipe, nasceu.
O menino Afonso Henriques, que assim se chamou.
Mas o menino muito cresceu e logo se fortaleceu.
O conde Dom Henrique, a Portucalen independente,
de Leão tanto queria, que tal tinha em mente,
Mas isso, foi grande tormento...quem diria!
Porque o rei de Leão, tal não queria.
Mas, a morte a Dom Henrique matou,
E Dona Teresa o território proclamou!
Para a casa de seu pai o destinou.
Até que seu filho, não gostou.
Jovem era de idade, quando a igreja de Braga,
e a nobreza de portucalen, o infante apoiou.
Ele em Coimbra, aos quinze anos, cavaleiro se denominou.
E da sua mãe não temeu, ainda que com muita praga!
O jovem príncipe estas terras amou,
E de Seu pai se lembrou e a mãe enfrentou.
Com força avançou para São Mamede.
Sem nenhum da mãe mesmo medo!
As de Portucalen tropas, venceram,
as de Dona Teresa perderam.
Dona Teresa por seu filho presa terá sido.
E assim um país terá nascido!
O reino de Portugal em Guimarães nasceu,
Com o rei Dom Afonso Henriques, o conquistador,
Que a esta terra, ao povo, todo bem o deu,
E de Portugal, foi rei e senhor!
Ouve tu Portugal! País de longes terras!
Que aos homens fizeste muitas guerras.
Lembra-te dos teus erros e das tuas faltas.
Sobre os povos, tens muitas culpas.
Tu que nos mares, foste senhora.
As gentes mataste, também.
Nem em tudo fizeste o bem!
Por força dos homens, foste detentora,
Escravos trazias de África muitos.
Aos judeus, mataste e roubaste,
E de ti foram todos expulsos.
Pelo fogo, muito povo queimaste.
Arrepende-te pois então nesta hora.
Sim faz isso sempre e agora!
Em tempos de crise muita, de verdade assim era em Portugal!
Queria a Nobreza que Portugal, independência perdesse.
E ao rei de Espanha e de Castela que o país se lhe desse.
Mas neste país, havia povo de alma grande afinal!
Que logo a mestre Dom João deu todo o apoio,
E entre o rei de Espanha e Portugal, houve batalha.
Em Aljubarrota esta grande guerra assim foi.
E Dom João I, venceu, pois nele não houve falha.
E uma mulher muito inteligente e vitoriosa,
a sete castelhanos, com uma pá do forno matou,
Disso foi muito ágil muito engenhosa!
Ela é a do povo muito e grande guerreira,
que a João I muito na guerra ajudou!
E foi do povo, a de Aljubarrota padeira!!!
Helde
A Camões, honra e valor!
Porque foi poeta do amor.
E falou de Portugal…
Do seu grande historial!..
Oh! Velho do Restelo, cala-te!
Porque, Portugal ainda será…
Cala-te! Cala-te!... Cala-te!...
Porque Nuno, Álvares Pereira, ressuscitará.
E Dom Dinis, foi rei trovador.
E Dona Isabel, foi rainha…
E Inês de Castro, morreu por amor.
Cala-te! Porque o Brasil e Angola, são reais!
E Portugal, é sempre, terra linda!...
E nela eternamente, não haverá, mais ais!...
Portugal e ESPANHA!
Terras de povos de vária ordem.
E culturas tamanhas.
De valores, que no tempo permanecem.
Descendentes sois,
Dos povos seguintes pois:
Társis, Iberos, Celtas
E de outras origens.
Cartagineses, Gregos, Fenícios,
Lusitanos e Romanos.
Godos e Mouros.
Povos de vários principios.
De diversas religiões.
Uns pagãs, outros cristãos.
Vós nações Ibéricas.
Que fostes, senhoras das Américas.
Do mundo,
E de mares muito.
Terras de artistas,
Camões, poetas, Amália, fadistas.
Vinde para Deus,
Que dos vossos pais e de vós é criador.
Do universo é Senhor.
Verdadeiros, são valores seus!
Eis que vem.
Para reinar eternamente.
Pois fim, não tem,
Seu reino, que será para sempre!!!
