Poeta
Eu ainda acredito em Luís de Camões, Álvares de Azevedo/SP – (Poeta por excelência), William Shakespeare e em mim é claro, que também sou poeta e ainda acredito no AMOR.
"Como dizia o poeta: amar é querer estar preso por vontade, porém, às vezes o amor nos prende contra a nossa própria vontade."
Um dia sonhei em ser um escritor, um poeta...me apaixonei e amei uma pessoa...depositei minhas esperanças e sonhos, fiz os mais belos poemas e texto, abrir minha cabeça para novas ideias, tentei me moldar pra ser a pessoa da qual ela queria que eu fosse mas de nada adiantou, não fui capaz de fazer ela me amar, mas uma coisa eu posso dizer, eu tentei, insistir para que tudo desse certo, eu não desistir fácil, mas eu não posso força a ninguém, enfim me encontro numa pior situação em minha vida muitas coisas aconteceram, pessoas que confiei (risos) me decepcionou, me abandonou, logo no meu pior momento, eu sinto que eu não vou estar preparado para outra relação logo, ainda doi muito, mas tenho que esquecer-la...e enfim mais um de meus sonhos foi destruido e esse eu trocaria tudo, só para viver com ela, e enfim acabou o que achei que fosse para sempre mais é verdade uma frase " O pra sempre, sempre acaba" e termino esse texto dizendo, um dia sonhei em muita coisa.
dera eu ter sido poeta dos antigos
sentiria menos dor, sem falsos amigos
sentiria mais amor, e feliz teria vivido
Posso ser um tolo, bobo um poeta, mas neste instante você olharia para cima, viria os poemas que escrevi no teto enquanto o sono não vinha e a saudade apertava...
Já fiz alguns poemas,
Mais não me considero poeta.
Histórias de amor já expressei,
Mais nunca publiquei.
Meu jeito de ser está incluso,
Mais ainda muito confuso.
As palavras não querem mais a boca,
E sim o papel.
Escrever não é obrigação,
Mais apenas uma distração.
Não escrevo para milhões de pessoas,
E sim apenas para você.
NÃO SOU POETA
Quem me dera se eu fosse poeta
E dos amores saber contar
Falaria dum amor verdadeiro
Porque da verdade o amor não sabe calar.
Quem me dera prosar em versos
Os sentidos de um coração
Falaria que não há mentiras
Quando se vive uma grande paixão.
Ah, quem me dera recitar poemas
Nos traços desse teu olhar
Pô-lo-ia em declame teu sorriso
E tuas formas de me encantar.
Mas infelizmente não sou poeta
E do amor não sei falar
Se soubesse viveria em teus dias
E nunca mais sairia de lá.
"Os bens do poeta: um fazedor de inutensílios, um
travador de amanhecer, uma teologia do traste, uma
folha de assobiar, um alicate cremoso, uma escória
de brilhantes, um parafuso de veludo e um lado
primaveril”.
( excerto "XII - Sábia com trevas", no livro "Arranjos para assobio" (1980), em 'Poesia completa: Manoel de Barros'. São Paulo: Editora Leya, 2010.)
Um poeta nunca morre
Apenas adormece
Entre palavras e versos escritos
Seu coração está sempre aflito
Um poeta nunca morre
Apenas adormece
Entre amores mal resolvidos
Seu coração está sempre em prece.
Essa poesia não é minha
A poesia nunca é do poeta
O mesmo só é canal que aponta
A porta do desejo.
Das desapontadas dores de sua alma
Em fina figura que se vai na tinta
É a imagem do que lhe fura a alma
Um fingidor e suas mentiras.
A poesia nunca morre,
O poeta sim,
Ele morre de amor
Ele vive um poema que não é dele.
Muitas vezes a dona ou o dono está longe
Mas bem perto de seu coração.
E nesse coração ele se contenta
Com a mentira de uma esperança vazia
Sobre o peso da saudade na rejeição
E do desejo que lhe afagar a alma,
Assim ele se despede em seu coração.
As vezes eu fico poeta.
Poeta sim,não poetisa! Poeta.
As vezes eu fico poeta, quero falar de amor, embora eu tenha medo! Falar de amor é coisa de poeta e, eu sou mulher.
O que é coisa de mulher? Hoje em dia está difícil saber, depois deste tal empoderamento. Pra mim coisa de mulher é sofrer, pois mesmo amando, casou-se com quem não queria , por medo de se oferecer pra quem tanto queria... Coisa de mulher é, sofrer por medo de ser vista com maus olhos , por seu amado... Coisas de mulher é...sofrer
Sou Caipira
Sou pé na terra
poeta na estrada
mineiro da serra
e sua esplanada...
Eu vim do cheiro do cerrado
fogão de lenha, teto esfumaçado
lamparina, sem forro o telhado
chão batido, manhãs com mugido do gado.
Cresci no curral, junto de peão
viola, causos, anedota e mentira
nutrindo a inocente imaginação
sem que o tempo a aluíra
Sou araguarino, menino, alma cuíra... Caipira!
