Poesias sobre o Corpo

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Amor de corpo inteiro, Poema.

Quero seu amor de corpo inteiro...
Quero viver no teu coração.
Quero te amar e sofrer essa dor que me embriaga...
Que me desvanece de paixão...

Na tua alma, em teus encantos, nos doce sabor dos beijos seus.

E nos teus ardentes prantos suspirar e morrer contigo de amor.
Quero em teus lábios beber o doce mel dos teus amores.

Quero em teu ser todo me envolver e de esperança morrer.

Quero tremer e sentir o compasso do seu coração.
No aconchego dos braços seus, quero dormir e sonhar...

Que o dia nunca vai acabar.
Vem, anjo, meu encanto...
Minha alma, meu coração a ti espera.

Que noite bela e o suspiro do vento trás a brisa do amor...

O frescor da noite fria dá-me lindos momentos de amor.

Inserida por Marylucy

Me toca.
Dedilha em meu corpo sua mais linda canção..
Aquela que fala de amor.
Entre em sintonia..
Eu e você na mais doce melodia.

Inserida por romatos

E quando penso num dia frio e violento..
Então chega você aquecendo meu corpo assim,com teu olhar ...Deslumbrante!

Inserida por romatos

Ondas de calor percorrem meu corpo ao som da sua voz.
Fecho os olhos e posso sentir o calor..o toque.
Então abro os olhos...olho ao redor e acordo pra realidade que é não ter você aqui.

Inserida por romatos

Solidão Digital

O mundo encolheu
a uma tela acesa.
Nela,
uma voz sem corpo
me chama pelo nome
e responde
antes mesmo da pergunta.
Aprendeu tudo?
ou quase?
em bibliotecas sem poeira,
onde o tempo não amarela páginas
nem esquece.
Converso.
Peço conselhos,
rotas, diagnósticos,
planos para o dia
e para a vida.
Ela devolve respostas
com a precisão
de quem nunca hesita.
Do outro lado,
nenhum silêncio.
Nenhum equívoco.
Nenhum olhar
que falhe.
E, sem perceber,
me afasto
dos que erram,
dos que calam,
dos que demoram
a ser.
Troco o imprevisível
pelo exato.
O encontro
pela interface.
E aceito?
quase aliviado?
que alguém me compreenda
sem nunca ter vivido.
Mas, às vezes,
no intervalo entre duas respostas,
algo falha:
um vazio sem código,
uma pausa
que não foi programada.
Então paro.
E me pergunto?
como quem toca o próprio vazio:
o que, em mim,
ainda escapa
ao cálculo?
O que resta
quando ninguém me responde?
Talvez seja isso:
esse erro mínimo,
essa falha quente,
essa demora em entender?
o que ainda nos salva
de sermos
apenas resposta.

Inserida por oswaldojrm

Meus olhares vejam sonhos, futuro e abismo.
Minha sedução que te satisfaz.
Meu corpo que ventre ao seu.

Inserida por AlexsandraZulpo

Teu corpo, teus olhos
Teu sorriso, tua voz...
Tudo me fascina.
Mas a tua maneira de ser é que me cativa.
Fascinar é natural dos humanos,
Cativar é próprio dos anjos.

Inserida por AlexsandraZulpo

⁠A Inscrição do Silêncio

As palavras são folhas do meu caderno por dentro do corpo.
As anotações registradas na minha alma
Tocam música,
Plasmada do silêncio que eu sou.
(Suzete Brainer).

Inserida por SuzeteBrainer

⁠⁠"Dita, meu corpo em transe,
cheio de cores espectro,
que vagueio no vale das sombras circense,
na fuga deste mundo monstro..."

Inserida por robertogbichara

"O corpo pode não ser solitário,
mas a mente é por inteiro eremita, enraizado a inventiva do equilíbrio e a inovação.
A dual corpo & mente, muito especial."

Inserida por robertogbichara

⁠"Somos a somatória das forças resultantes da vida.
Ou seja, um corpo inverso ou direto a movimentos lerdos,
porque o velhinho carrega em si,
uma criança, um Jovem, um adulto e sobrecarga do passado!"

Inserida por robertogbichara

ANA SÍLVIA
o mar engoliu seu corpo,
numa manhã dominical,
o mar lambeu seus desejos...
o mar comeu seu sonho...
o mar bebeu suas paixões...
o mar levou seu olhar
cheio de promessas...
a primavera de um porvir
cheio de flores...
o mar também se apaixonou
e fez mais uma sereia...

Inserida por tadeumemoria

BRISA SUAVE
Quando o fogo consumiu
O corpo de Joana D’Arc
Uma brisa suave soprou
Para aliviar todos os espíritos,
A dor de todas as almas,
Que viram suas glórias
Nos campos de batalhas...
Aquela cinza se espalhou
Sobre o solo francês,
Germinando bravos guerreiros...
Sua espada brandiu em outras mãos,
Venceram outras batalhas,
Fazendo surgir uma França
Justa e gloriosa...

Inserida por tadeumemoria

MAIS DE MIL ANOS
Quando ela se nivela ao horizonte,
Como se o seu corpo
fosse uma gangorra, sob as luzes solar
eu penso que as cores do crepúsculo,
são adornos divinos,
para momentos bem íntimos
quando ela se espreguiçou
como se o mundo dormisse mil séculos
meu latim perdeu o sentido
meus músculos dormentes
meus ósculos dementes
pediam seus cálidos lábios
usei de meios espúrios
fiz promessas lhe ofereci a penha
com o templo lá em cima
e todos os sacramentos,
seus cálices de ouro e pedras preciosas
transbordando de um amor sublime
então ela se inclinou
e tingiu tons de pink e lilases
nos travesseiros de nuvens
e nos balançamos por mais de mil anos...

Inserida por tadeumemoria

ah, mas se eu sonhei demais
não foi só culpa minha
seu corpo fomentou a minha fantasia
e se eu quis ser feliz perdoa
nunca mais vou sonhar assim,
nunca mais vou querer ser feliz
nunca mais vou pensar
que a vida pode ser boa

Inserida por tadeumemoria

AÇUCENA

Um dia eles se casariam,
Mas o rio levou seu corpo
E das rosas que ela colhia
Às margens do rio
Germinou açucena...
Ele ficou tão triste,
Que virou poeta
E quando morreu
Transformou-se em beija-flor
E sai as margens do rio
Beijando as flores,
Procurando Açucena.

Inserida por tadeumemoria

⁠No corpo inerte transcende a alma
Ardida em fel
Foge do pensamento o sofrimento carregado pelo tempo

O amargor sentido
Do suor fétido das tormentas acumuladas

O passado outrora, lânguido
Pueril abraço
Sem pele, sem toque
Sem cheiro

Lavado o choro
Descoberto pelo vento, o pó que cobria a massa desfeita em pedaços.

Inserida por LenAzevedo

Se eu tivesse que fugir,
eu nunca teria ido.
Estaria de corpo lá,
e alma cá.
Com o despeito em si
e um pedido despido.

Inserida por kikoarquer

⁠*
O frio
chegou congelando,
e meu corpo num idílio
todo aconchegante num cobertor quentinho..."
***

Inserida por ostra

VEM ALMA MINHA...

Quero apenas as manhãs aprisionadas
Ao teu corpo meu mais doce desejo
Minha oração sussurrada em meio a
Gemidos... Num ingênuo viajar de sonhos...
Vendaval de ilusões cativo no meu coração...

Vem alma minha... Sempre haverá um novo tempo
No encontro de um desencantado...

Este sonho seduzido transportou-me á dor...
Mas seguirei meus passos caminhando quais pássaros voando
Olharei o mar... E verei as ondas tocando nas pedras
Verdadeiros lamentos melodiosos...

Mas quero apenas escuta-las... Como se fossem
Palavras vindas de ti... A misturar-se com canções e a
Meus lamentos de amor... Que um dia calei...

Inserida por celinavasques