Poesias sobre o Corpo

Cerca de 13856 poesias sobre o Corpo

Sua luz natural
Se confunde com o luar
O contorno do seu corpo
Insinua a beleza
Das suas curvas...
O perfume dos seus cabelos...
A maciez dos seus toques...
O calor dos seus lábios...
O sabor dos seus beijos...

Inserida por ricardo_barros_1

Sua lembrança invade minha alma
O desejo queima meu corpo como chama
Meus lábios entreabertos imploram pelos seus beijos
Cujo sabor ainda guardo em minha memória
Será que pensa em mim?
Será que arde por mim?
Será que é dela também
A minha história?

Inserida por ricardo_barros_1

Desejo...
Mais que isso...
O corpo grita por todos os poros e expressa os desejos que as palavras não foram suficientes para expressar...

Inserida por ricardo_barros_1

⁠Deita-te em meu leito
Permita-me beijar teus pés
E acariciar delicadamente teu corpo
O perfume das flôres de pequi confunde-se com o do teu cabelo
Caliandra, a Ciganinha, enriquece o contorno dos teus seios
Os velhos Ipês e Flamboyants são as testemunhas desse momento
O "diz que diz" do vento em suas folhas e o refrigério da correnteza das minhas águas
Parecem saudar tua presença
Deita teu corpo em meu abraço
Descansa em meu regaço
E me faça feliz...

Inserida por ricardo_barros_1

⁠Primeiros Batimentos
de um Corpo sem Vida

a fábula do sonâmbulo
desperto, pode significar
o que você quiser.

mas há uma questão,
que nunca é relativa:

existem sempre
duas versões
da história.

a primeira
é aquela que
o opressor conta

e a segunda
é a que ele oculta.

10/10/23

Inserida por michelfm

⁠Não escaparás do escopo.
Esmerilhando as incompatibilidades,
Causamos a fusão em nosso corpo.

Inserida por michelfm

⁠Eu quero
encostar
o meu olhar
no teu olhar

te desejar
como o crente
deseja o céu

te despir
corpo e alma
de seu silêncio
a sua solidão
do fio de cabelo
aos dedos dos pés.

Inserida por Ancelmobento

A Profecia


A profecia não vem do futuro.
Ela nasce no corpo cansado
De alguém que aprendeu a prever dor
para não ser surpreendido.


Ela se veste de certeza,
fala firme,
diz: “vai acontecer novamente”,
“a paz não dura”,
“algo sempre vem”.


Mas a profecia não é vidente.
Ela é exausta.


Ela olha para trás
Para todas as noites atravessadas,
Para todos os medos acumulados
e chama memória de destino.


Quando o descanso falta,
a mente constrói mapas de medo.
Não para te enganar,
mas para te proteger.
Ela prefere anunciar a tempestade
a permitir a esperança de um dia de Sol.


A profecia não quer te matar.
Ela quer te poupar.
Ela acredita, ingenuamente,
que se você não esperar nada,
nada poderá te ferir.


Mas ela erra.
Porque confunde repetição com eternidade.
Confunde “aconteceu muitas vezes”
com “acontecerá para sempre”.


A profecia do cansaço é convincente
porque fala alto quando você está fraca.
Ela não precisa gritar —
basta repetir.


E ainda assim…
ela não é lei.
Ela é sintoma.


Quando o corpo descansa,
a profecia perde a voz.
Quando a dor é dividida,
ela fica menor.
Quando alguém fica,
ela vacila.


Talvez hoje
você não consiga ignorá-la.
Tudo bem.
É cansativo agora.


Hoje basta saber isto:
profecias também vacilam.
E algumas só existem
até alguém segurar sua mão
e dizer:
“isso não é o futuro —
é só o agora pedindo descanso.”

Inserida por madcarolina

⁠Quando meu corpo desfalecer e eu deixar esta vida

Peço que vá ao meu túmulo

Mas leve uma gérbera vermelha

E se você se lembrar de mim, leia meus poemas e eu estarei lá em cada verso.

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Só os sem ética, escrúpulos, assassinos do corpo e reputações, podem tentar nos parar em nossos compromissos sociais a favor de uma educação libertadora, sem assédio moral, com transparência e democracia na escola pública.

Samuel Nunes de Andrade

03/06/2024

Inserida por samuelnunesdeandrade

O mesmo Cristo que disse:
"Isto é meu corpo"
também falou:
"Estive com fome e me destes de comer".
Não existe comunhão plena
enquanto houver injustiça social!

Inserida por gilbertobegiato

⁠A poesia ganha corpo
Ganha cor
Ganha veste
A poesia se traveste
De onda de puro furor
Condena a majestade
Ao ínfimo chão gelado
E traz ao trono o infame
De versos adocicados
A poesia emudece
Quem cansa de ouvir falar
Entretece seu tecido
Como um rio vir a ser mar.
A poesia empertigada
Sobre a sobra da centelha
Engana os olhos incautos
Refrigera, queima, beira
À loucura ensandecida
Ao brio do terno pastor
Fulgura o novo tempo
Canta o cântico d'amor.
A poesia hiberna dentro
Da pele de quem consome
Seus atos, aços clementes
Seus pesos, uivos e fomes.

Inserida por noi_soul

⁠Ela conduz o meu corpo
Dança o que a alma sente
Ela que esconde o meu rosto
Sorve o mundo inclemente

Manibus

Inserida por noi_soul

⁠Cuide do seu corpo
De maneira que seus cuidados não escravizem suas ações
Cuide da sua mente
De uma maneira que seus cuidados não escravizem seu pensamento
Cuide da sua alma
De uma maneira que seus cuidados não escravizem seu sentimento
Cuide do seu espírito
De uma maneira que seus cuidados não escravizem você inteiro...

Inserida por noi_soul

⁠Seus dedos percorrem
A extensão do meu corpo
Seu respirar ofegante
Encontra o meu ser louco.
E desse modo incomum
Entregamos o tesouro
Você morando em mim
E eu sorvendo você todo.

Inserida por noi_soul

⁠O fogo crepita
Lascas do seu corpo
Fulguram entre as cinzas
Nos entendemos em meio às chamas
E esta cama
Já não tem sossego
Sem nós...

Inserida por noi_soul

⁠quanto custa ser mulher?
quanto custa viver no corpo-mulher
numa sociedade degradante dos direitos de apenas existir
mulher
numa balança que sempre despenca para o lado mais frágil
onde está a fragilidade?
o ser-mulher é criadora da vida
a gênese é dela
o útero é dela
o poder é dela
mas o medo é daqueles que a desejam subjugada
medo da potência-mulher
medo do fogo-mulher
medo da deusa-mulher
e, quando desperta do sono e dos pesadelos,
vê com clareza a certeza do tempo:
a mulher é o basilar elemento.

Inserida por noi_soul

⁠A #ARANHA

Seus delírios são teias de aranhas...
Em brumas que envolvem seu corpo...
Luz submersa em sonhos...

Anda pelas calçadas vizinhas...
Rede de perdidos sentimentos...
Os dias de paixão terminaram...
Sussurros perdidos no tempo...

Lançada à própria sorte...
Enquanto balança em um fio...
Pendurada ela está...
Rumo ao desconhecido...

Entre tantas verdades e outras tantas mentiras...
Desejos esquecidos...
Nem as lembranças já são ditas...

Ainda busca um lugar ao céu...
Com o perdão por tantos lamentos...
Os tantos guardados...
Das venturas esquece...
Enfatizando os lamentos...

Forma-se a teia...
Esperança sem cor...
Predadora de mim...
Do que foi o nosso amor.

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria

⁠#AO #TEMPO

Perguntei ao tempo...

Por que você me beija e me abraça...
Entra em meu corpo...
E minha alma toca...

Me deixa frágil...
Tão vulnerável...
Tira de mim a maciez da minha pele...
E lentamente, me transformando,
Dobra-me à sua vontade...

Plateia meus cabelos...
Tira meu sorriso tão belo...
As rugas, obrigado, eu as aceito...

Faz minhas mãos tremerem...
Minhas pernas ficarem fracas...
Os olhos turvam...
E diante do espelho...
Perco a graça...

Me disseram que você cura tudo...
Porém nunca curou meu coração...
Ao contrário...
Trouxe-me mais decepção...

De você, eu corro
E fugindo, sempre me alcanças...
Levou de mim tantos e tantas...
Trouxe-me tantas lágrimas...
Deixando tantas lembranças...

É verdade...
Já me fez sorrir...
Me fortaleceu...
Deu-me razão...
Por isso ainda estou aqui...

Você voa...
Eu rastejo...
E sonhando...
Desejo ser feliz...
Vou vivendo...
Me ajeitando...
Nem sempre como eu quis...

Dizem que você é sábio...
E a tudo responde...
Por que ficas calado?
Não me dizes nada...

Por que me tocas?
Por que invade minha alma?

E O TEMPO RESPONDEU:

É PORQUE VC ME DESAFIA...
E NÃO COMPREENDES...
O QUE SOU EU...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

⁠Era cedo...
Lavei e perfumei meu corpo...

O vento frio bateu no meu rosto trazendo-me a vontade de um café bem quentinho...

Existe um tempo certo para tudo...

Os amores são como os grãos de café na máquina de moer...

Primeiro um...
Depois outro...
E depois mais outro...

E todos vão para o mesmo destino...

Próximo?

Sandro Paschoal Nogueira