Poesias sobre Ciências

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No Brasil, o ensino científico não deve ser determinado pela preferência metafísica de uma maioria, assim como a religião não deve ser transformada em ciência por decisão política.

Uma lei não se torna cientificamente verdadeira porque foi aprovada pelo Parlamento; uma hipótese não se torna juridicamente obrigatória porque foi publicada em uma revista científica.

A mente científica não é aquela que possui respostas para tudo, mas aquela que consegue abandonar uma resposta quando os fatos deixam de sustentá-la.

Reconhecer os limites do conhecimento científico não significa rejeitar a ciência. Significa, justamente, levar a sério a distinção entre evidência, hipótese, interpretação e aquilo que permanece desconhecido.

Entre o dogma religioso e o dogma cientificista existe uma fronteira preciosa: a humildade epistemológica.

A dúvida científica é produtiva porque aceita a possibilidade de estar errada; a dúvida dogmática é apenas uma certeza usando máscara.

A verdade científica não precisa de fiéis; precisa de evidências, crítica e possibilidade de refutação.

O que acontece quando uma descoberta científica desafia os limites estabelecidos pela norma jurídica?

O que acontece quando uma descoberta científica atravessa as fronteiras do conhecimento e encontra os limites da norma jurídica?

A consciência permanece um dos grandes desafios filosóficos e científicos, com consequências para questões jurídicas envolvendo autonomia e responsabilidade.

O progresso científico amplia aquilo que podemos fazer; o Direito deve perguntar, antes, aquilo que devemos fazer.

Se o conhecimento científico expande continuamente as fronteiras do possível, o Direito precisa expandir, na mesma proporção, as fronteiras da responsabilidade.

O conhecimento científico transforma o horizonte do possível; o Direito transforma esse horizonte em um espaço de permissões, proibições, responsabilidades e direitos.

Os enfermeiros forenses, autoridades técnico-científicas, trabalham na enfermagem forense com as vítimas de violência, familiares e agressores, alinhando a saúde e a justiça, tendo sempre a ética como seu alicerce primordial.

O ser é; o não-ser não é. Toda construção jurídica, filosófica ou científica que pretenda atribuir existência ao inexistente incorre em contradição ontológica.

Lideranças acadêmicas e intelectuais utilizam teorias científicas para negar a criação divina e afastar a sociedade da verdade espiritual.

O ensino de teorias científicas voltadas a negar a vontade de Deus nas universidades atua contra a salvação das pessoas humildes.

O desconhecido não pertence aos deuses nem aos cientistas; pertence à realidade, antes que alguém reivindique o direito de interpretá-la.

“Em um mundo cada vez mais rendido à razão científica, para alguns, professar a fé deixou de ser sinal de convicção e passou a ser tratado como loucura.”

Descritos de um antigo achado científico, mas as revisões bibliográficas não sugerem tais relatos. Escrevem os próprios idealismo, mas os conceitos não são distintos. Sonhos de um tempo adormecido, na esperança de acordarem no passado esquecido.