Poesias de Dor
"A cura para toda dor que sentimos,
muitas vezes está no amor que não oferecemos e apodrece dentro de nós"
Por mais que possamos sofrer
Vale a pena usar o coração sempre
Porque quem ama sente a dor;
mas nunca deixa de esperar...
Sobre esconder a minha dor no
fundo da gaveta do coração.
Nem todos os dias consigo.
Mas todos os dias eu tento.
🥀
Muita dor que sinto
É de tanto pensar tanto cismar
Deixo de pensar, sinto a dor fraquejar
Desligo meu pensamento …
Controlo meu sentimento …
De tanto pensar … recear …
Enveneno meu ser … fico a sofrer
A solução é alimentar meu ser
Mergulho no prazer …
Vou ser forte … enganar meu sentimento
Vou me mimar, que seja uma gota
É pequenina mas é minha …
O poder é meu, vou ilustrar meu pensamento …
Que seja ilusão; mas não vou matar meu coração …
Vou resistir tornar me forte, vou agir, vou agarrar
oportunidade
Provar a mim e a Deus, que tenho vontade
Ser especial, é provar que somos capaz
De não cometer os mesmos erros atrás
Levanto me, agarro me a Deus Superior
Vaporizo meu pensamento …
Disciplino se tiver que ser
Mas Este Desafio vou Vencer
A noite a lua,
De dia o sol,
Vivo tudo,
O frio,
O calor,
Alegria,
E a dor,
Até amor,
A família,
Amigos,
Mas Sozinho sigo,
Tento achar,
O mar,
Pra poder me encontrar,
Me perco,
Depois te acho,
Olho e vejo,
Daí percebo,
Pequeno riacho,
E uma vizinha,
Sozinha,
Lavando roupa,
Criança no colo,
E bem lá no solo,
A plantação,
Bonitas maçãs,
E hortelãs,
No meio um sorriso,
Por que,
tudo isso?
Nem sei,
Pra que?
Ou mesmo,
Por que?
Que o vento sopra,
O dia raia,
A tropa,
E a traia,
Se arruma,
Se vai perder o rumo,
E tudo vai,
Morrer.
A Arte
"A arte é uma redenção — Ela livra da vontade e portanto da dor — Torna as imagens da vida cheias de encanto — A sua missão é reproduzir-lhe todas as cambiantes, todos os aspectos — Poesia lírica — Tragédia, comédia — Pintura — Música; a ação do gênio é aí mais sensível do que noutra arte. "
Sobre a "eterna" perda:
Sei muito bem o que isso representa. Essa dor aguda, profundíssima na alma, causada pelo abismo da "inexistência"
Daqui a pouco vão dizer que tudo isso não passa de dor de cotovelo e recalque, por parte de um populacho que sequer nunca teve o prazer de fazer uma viagem Internacional e com muita pompa. Longe disso...
É óbvio que a crítica, não se limita ao "usufruimento" das benesses que o "cargo" de Primeira Dama, oferece! Não!!! Ninguém será hipócrita ao ponto de dizer que as senhoras primeiras damas não podem desfrutar de todos os privilégios a elas estendidas. O problema está na ostentação DESEQUILIBRADA e DESPROPORCIONAL, envolvendo gastos exorbitantes num momento inapropriado e caótico. Por exemplo: a tragédia em Rio Grande do Sul. A ainda recuperação da estabilidade econômica ( Nacional e Mundial, por causa da instabilidade causada pelo coronavírus. E o hotel onde estão hospedados, cuja diária ( provavelmente paga com custos de recursos do dinheiro Público Brasileiro) custa 60 mil Reais!!! O que estamos a presenciar, é tão somente viagens "Presidencial" que mais se assemelham a um "passeio" turístico internacional, financiado com verbas Públicas. Esse tal "Pai" dos pobres está agindo como um "filhinho" rico. E sua esposa, assemelha-$e a uma patricinha de Beverly Hills.
🇧🇷
Tô mal de mim
Tô mal do mundo
E essa dor que eu sinto
Machuca profundo
Eu não sei o que
Eu não sei de onde vem
Só não quero estar
Nem falar com ninguém
Me abandone aqui
Nesse quarto escuro
Não quero incomodar
Assim é mais seguro
Vou chorar baixinho
Até cair no sono
E esquecer quem sou
Quem sabe assim
De mim
Eu volto a ser dono
... e diante
do que podemos considerar
como a mais profunda dor
e o inexpressivo conforto do nada,
me renderei sempre a primeira,como única e inequívoca percepção
de que estou vivo
e caminho!
Esta Pátria mergulhou
num oceano profundo
de dor, ódio e tristeza;
e por rebeldia não vou
entregar o meu peito
à sorte e a rudeza,...
Desejo estar inteira
e pronta para quando
a hora certa chegar,
por isso fui construir
um abrigo interno
para de ti jamais ir;
Prefiro falar no sonho
de mais de mil e uma
noites de amor ao luar,
e não é por frieza,
porque sei que tenho
que ser fortaleza e crer
que tudo vai passar,...
No exílio em solo pátrio
firme e circunstancial,
em tempo de frio austral
e confusa distância social:
até nos dias mais duros
vivo te buscando como
quem vive o tempo todo
se aventurando por novos mundos.
A dor e as penas alheias
me emocionam de tal
maneira que parecem
que todas me pertencem,
mesmo eu sendo inteira
feita de ferro e de fogo.
O latido do cão no canto
desta pequena cidade,
embala a douta solidão
que me instrui sem receio
a tocar no teu coração.
Enlevando o meu beijo
como oriental incenso
desconhecido que adentra
a janela do teu quarto
sem pedir permissão
trago nudez e celebração:
À ter contigo o previsto
encontro como quem
colhe o fruto raro,
porque de ti angariou
o encanto seráfico,
O pensamento teu
vive a ler o meu
que vive no mundo da Lua
em constante refúgio
deste mundo que remói
o quê nem viveu,
só para ferir o adversário.
O quê a gente anseia
só a nós de fato interessa,
sem relógio no pulso
e sem satisfação ao mundo:
um amor sem nenhuma pressa.
Versos submersos e imigrantes
nas lágrimas
dos dezenove mártires de Güiria,
(Sentindo as dores de quem fica).
E indo com todos que estão indo
em busca de vencer a pobreza
e não sofrer mais injustiças:
(É com eles que opto sempre ficar).
Porque quando o coração do povo
dói é ali que o meu
não para de doer até curar,
(Há tragicamente 127 militares presos).
E a justiça para o General sequer
deu um minuto de ar,
e preso ele não deveria estar;
(Não há previsão quando vão o libertar).
Para a História ainda piorar
a Corte Internacional de Justiça
parece que quer reinventar a roda
e produzir uma nova História
para talvez a vida desta Nação tumultuar,
(Os bloqueios não param de matar,
e muitos fingem que esta
verdade não é digna nem de falar).
A Corte não respeitou o quê já
havia sido decidido
pela Convenção de Genebra de 1966,
Que o Sol da Venezuela
nasceu, nasce e nascerá no Esequibo;
Em prosa e verso não vou parar
de falar que o Esequibo é da Venezuela,
e não há ninguém na Terra
que possa com dedo o Sol da verdade tapar.
A dor da saudade
não rima com nada
além do absurdo
que tem crescido,
E anda golpeando
em absoluto
os corações dos filhos
dos presos políticos,
É desse jeito que para
todos assim tem sido,
É da minha janela
que tenho sempre visto:
A consciência não
permite fingir
que não é comigo,
Em pleno Natal
nada se sabe o quê
vem acontecendo com
os presos de consciência,
Não me permito viver
do mal da indiferença,
nada mais se sabe do General.
Em pleno inverno e dor
na Pátria do Condor
estamos mergulhados
num oceano profundo
de prisões políticas.
A nuvem de gafanhotos
serve como alegoria,
corpos foram devastados
por esta pandemia
e há flores nos calabouços
pelo golpe lá da Bolívia.
Em pleno inferno em vigor
vou contando em prosa
e verso o quê se passa
aqui no meu hemisfério
que a verdade foi naufragada.
Há tempos venho contando
sobre desaparecimentos
forçados, uma boa tropa
sofrida e estilhaçada,
por uma convivência
radicalizada numa Pátria
que pelo Império
vem sendo assediada.
Não se tem mais nenhuma
notícia de um General
que está preso injustamente,
e agora sobre um velho
e bom líder tupamaro
preso por um falso positivo;
e tantos outros que estão
passandopessimamente.
Ninguém sente ou sabe
do outro e nem da dor que
se esconde atrás da tela
para enfrentar a Humanidade
que vem se assemelhando
a cada dia mais com
mais de uma quimera,
No digital todo mundo
até o ser digital é terra
extraterrestre ou estrangeira,
ou alma que todo o tempo berra,
Porque cada um sente
diferente até quando se cala.
no silêncio
escuto a dor
da nossa despedida
cheia de saudade
por saber
que não terei mais você
dentro do meu abraço
que viverá
uma intensa solidão
nas frias madrugadas.
o pânico dentro de mim
o medo do fim
não chegar em lugar nenhum
sem jejum
deixo a dor dominar
sem ninguém para amar
dizem que a vida é bela
não sei se essa ou aquela
não sei para onde ir
já pensei em fugir
e só fiquei
porque te encontrei.
