Poesias de 20 Linhas
A TODAS AS MÃES
Para homenagear as mães,
Eu escrevo essas poucas linhas
Desejando felicidades
A todas as mamãezinhas
As mães ricas, as mais ou menos,
E também as pobrezinhas,
Por que dentro do seu lar
A mãe é uma rainha.
Ai, se eu pudesse!
Está perto da minha mãezinha.
Neste doze de maio, desejo felicidades
A todas as mães brasileiras
As mães brancas, as negras
E também as estrangeiras.
Para as mães casadas
E também pras mães solteiras...
Peço proteção à mãe do céu
Que do Brasil é padroeira
A todas as mães...
...Que sejam felizes a vida inteira!
Toda inspiração para tecer algumas linhas de autoajuda não é para ninguém senão a quem escreve.
Geralmente nos identificamos com mensagens e frases expostas na rede, e é com isso que crescemos um pouco mais com as experiências de outros.
Quando conseguimos abrir nosso coração para as pontas dos dedos, pode acreditar que o pensamento descrito estará recheado de energia positiva e com isso ter o poder de transformar e tranquilizar teu dia.
O Tempo....
O Tempo Passa, e as Linhas que puxavam meus sonhos de infância se perderam, em relação aos brinquedos a pilhas ou a bateria, realizações pela metade, tempo de alegrias e de prazeres, encanto pelo novo, que nos chama a atenção, mundo vazio, coisas alheias calam o nosso choro desde ali, então aprendi que: a grama do vizinho é sempre mais verde, ensinamento desnecessário a vida. A alma do homem tem uma sede voraz, somente quando buscamos a JESUS esta sede é saciada....
Em muitos castelos existem rainhas.
Vou escrevendo agora nestas linhas.
Sobre uma emocionante história.
Que é claro não sai da memória.
Um príncipe e uma grande paixão.
Uma linda camponesa de grande coração.
Ele com toda sua riqueza.
Ela com muita belesa.
Por ela o príncipe loucamente se apaixonou.
Ele continuava sendo o único homem que ela desejou.
Para a camponesa o príncipe foi se declarar.
E para o príncipe ela começou a falar.
Não tenho o dinheiro do imposto por enquanto.
Ele disse só vim olhar mais de perto seu encanto.
Ela ouvindo aquilo deu risada.
E ele ficou sem entender nada.
Então a tocou, e sentindo sua pele suave como a pétala de uma flor.
Ele finalmente se declarou, camponesa você nasceu para ser meu amor.
Os dias passavam.
E eles se amavam.
Claro como loucos apaixonados se casarão.
E agora esta em papel tirado do meu coração.
Autor: César Augusto Moreira.
Andando por linhas paralelas
existe sempre um destino sempre inusitado
em chances entre milhões ou mais
Vivemos sempre nos encontrando com o novo
e inusitado, um potencial além dos nossos alcances.
SUAS LINHAS SÃO CHEIAS DE..
Palavras puras cheias de amargura logo vem a pergunta será que isso afetou as sua conduta? palavras cheias de ódio e de rancor,algumas feitas até por amor e outro pelo que passou. Palavras são palavras.Nada mais que isso.Será? Pode ser que sim pode ser que não Escrever pode ser um vicio.daqueles que é difícil de ser curado. Quando você menos perceber esta presa em uma caneta e papel. A tal caneta que te prende ou te liberta Pode parecer bobagem e dai?Não custa nada sentir "no bom sentido! Ou pode ser sem sentido mesmo". Ás vezes é melhor você escrever do que sair dizendo alguém. Chega o dia e escrevo em caderno velho e linha já escrita. chegar mas rápido a ela.Sei lá? Cai a noite e lá vai você escrever. Ai você se pergunta.Eu não era assim? Lá vou eu me questionar de novo! Isso é um sufoco. 29/11/2007 18:00
Dizem que Deus escreve certo por linhas tortas...
Eu acho que Ele escreve certo por linhas retas. O problema é que Deus escreve muito e tem letra de médico...
Tome a mão.
Diga meu futuro olhando essas linhas que mais parecem arames farpados.
Diga o que serei.
Diga o que nunca terei.
Diga se continuo lutando
Ou se é melhor acostumar-me com a solidão.
Diga se terei amor
Diga se as lutas passarão
Diga se serei feliz junto de quem amo.
Diga-me.
Diga se serei amado como sempre duvidei.
Diga se viverei num lugar tranquilo onde o sol se põe mais tarde.
Diga se verei a noite apenas pra me inspirar.
Diga tudo: exceto meus medos
São eles que, às vezes, me impedem de lutar.
Se descobrir algo além, guarde para si.
Apenas diga o que eu preciso para seguir.
Apenas diga algo que tire o tormento de minha alma.
Não peço que mintas, apenas oculte coisas ruins
Dentro de mim já tem o suficiente para tirar-me a tranquilidade.
Por favor, diga-me apenas coisas que tragam pelo menos uma fresta de um sorriso.
Não tire de mim essa ponta de esperança que me diz todo dia:
Tudo vai dar certo. Um dia.
Linhas,Estradas,Ruas Destinos em comum que Entram por
acasos na nossas vidas amores amizades Que não tem nossão
e nem coerencia mas se não falar amor por se amar minha fonte
a morena mas linda que já vi com os olhares mas profuntos mas
intenções Mas puras a voz mas linda e doce que pode me acalmar
e bela mas Sincera que eu já vi a pela mas sedosa que já toquei
E os cheiros dos mas cheirosos jardins perdidos da Babilonia
Os sentimentos mas lindos estão escritos no teu olhar.
A pureza em suas mãos.
deicha ja inventeei
Os sentimentos mas lindos estão escritos no teu olhar.
A pureza em suas mãos.
A lindesa em teu corpo.
Morena da cor de janbo ,
Você me facina.
Me deucha completo eternamente
Hoje , amanhã e sempre
No sopro do vento, as sombras dançam,
Lâminas de luz cortam a escuridão avançam.
Linhas que sufocam, em silêncio gritam,
Ecoam canções de reis, em triunfos que fitam.
Azul profundo, escada celeste,
Doce melodia na língua, um banquete.
Vultos se agitam, prelúdio de luta,
Farpas na alma, o destino refuta.
Silêncio dos mares, sereias a cantar,
Solidão e amor, no abismo a se afogar.
Coração acelerado, fraco, em desespero,
Cortes abertos, a dor, um mero desterro.
Anestesiados sentidos, força fingida,
Noite clama por fora, por dentro, dividida.
Ventos carregam desesperos, em fuga,
Ciclos do tempo, medos que se anulam.
Guia-nos algo, alguém, no vazio imenso,
Curvas vastas, fim incerto, intenso.
Planícies ocas, solidão impossível,
Ainda há vantagem, visão indelével.
Linhas e dimensões, memórias fixadas,
Quase palpáveis, no tempo ancoradas.
Adormeço os sentidos, pausa na jornada,
A fresta do salto, ainda não chegada.
As linhas na testa não contam sua histórias, marcam o caminho por onde você trilhou, seus medos e inseguranças.
As curvas próximas aos lábios, marcam o quanto você foi feliz e se permitiu viver, sorrir e curtir apesar das adversidades.
25122024
O comunismo do capitalismo
Nas linhas da lógica e da razão,
O trabalhador labuta com dedicação,
Fabrica geladeiras, carros, aviões, mansões.
Mas o salário não condiz,
Com a possibilidade de ter uma, eis a raiz.
No socialismo, a ideia é clara e nobre,
Cada um recebe pelo que produz, sem manobra,
Mas no comunismo, a igualdade é o mote,
Onde todos teriam o mesmo voto.
Na Bíblia, um exemplo de amor e partilha,
O maior comunista em sua trilha,
Jesus, que dividiu pães e peixes na mão,
Oferecendo perdão, gesto de união.
Assim, entre salários e ideais a pairar,
A busca por equidade segue a caminhar,
Que cada coração se abra à compaixão,
E encontre na partilha a verdadeira razão.
O Senhor Da Dor !
Sob As Faces Do Fascismo
Tenebrosas são as linhas que mapeiam a tua face aterradora
Por qual tende a vociferar injurias maltrapilhas,
Ostentadas mentiras descabidas
Que em preces nutrificam a violência
O preconceito e a fome de sentença
A inculpar os mortos que ainda nos restam livres
Padecentes da tua maldade doentia
Sempre vivos relutantes a te negar...
Só lhe resta então renegar tudo do que nunca você foi,
Ou, restrinja-se ao nada, do que nada você é,
Para que um dia... Quem sabe...
Fazer-se ser senhor do que coisa alguma um dia será.
'JOSÉ ERA SINOPSE'
José era sinopse,
linhas vazias,
extinção.
Apanhara estrelas,
sonhos avulsos.
Jogara com o destino.
Equilibrou partidas.
Abandonou-as.
Caiu,
levantou-se...
José era sinopse
Imbuíra melancólicas pressuposições,
caminhos tortuosos,
veredas.
Correra de encontro aos ventos,
equilibrando-se em cordas,
fumaredas.
Sem orações,
abraços,
ou reiterações...
José era sinopse,
mas transformou-se é compêndio,
documentários.
Fixou amor,
caracteres,
permanência.
Redige a própria história.
Com seus conglomerados temas,
tenta haurir reflexões,
escrever trajetórias,
poemas...
'PROSAICO'
Linhas trançadas e o azul meio amarelado amorna o infinito.
Acima das águas turvas, acinzentada com as mãos entrelaçadas no medo. Tenta gritar, mas ele afugenta-se.
Direciona-se à alma, espetando o sol sem reflexo.
Mutilado em pensamentos, o azul subterrâneo transforma-se ...
E a pausa, agora loucura, fez-se revoada.
O trilhar da esperança, face oculta dos sonhos, deixa a clarão do rosto sombria.
E a fantasia da felicidade, fez-se gelo.
Escorregadia rumo à mãe terra, esfacelando-se no ar.
Voltando de onde outrora saiu medonho.
É assim que direciono o teu rosto: prosaico e sem flores.
'MORFOLOGIA''
Olhar perfurante,
Cabelos negros,
Rio escaldante.
Aproxima essas linhas...
Nesse luar...
Quero você,
Baralhando paisagens,
Misturando essas frases...
Abraça-me com palavras,
Letras dos meus dias,
Metamorfose de magma.
Cria expressões...
Converte o presente:
Dor ausente!
Vem ser: vocabulário,
Meu dicionário de dados!
Há sempre manchas
Manchas nos tetos das nossas casas
Casas imperfeitas
Com suas linhas retas
Dessas, que na pressa do prazo estipulado
São quase perfeitas
Pois o "quase"
Quase sempre existe
E liga os fatos por linhas tortas.
Triste enredo!
Inimigo do atraso
O retrato em 3 por 4
De erros esquecidos nos desvãos da vida
Entra a luz pelas janelas
Basta olhar de perto
Retratados na memória
Guardando em segredo a tudo
O certo e também o errado
Todas, por obra do acaso, tem paredes tortas
Onde penduramos nossas redes
Onde perduramos a tanta preguiça
Vendo a vida passar por ali
Eu, daqui de onde estou
Vejo que há sempre uma volta
Uma volta no voo dos pássaros
Uma volta a mais no linho da rede
Um inseto preso na teia de aranha
Dando voltas e mais voltas
E só isso
Pois tudo que importa é o resultado
Oculto atrás da porta
Findos prazos, cumpridos a todos os compromissos
Porque "sempre" é muito tempo
E o tempo não volta
Justamente aquele que sempre sobrava
Agora falta
Não há mais lugar pra folhas mortas no quintal
Todas elas já foram varridas
Não há mais lugar pra belas folhas novas
As árvores já se encontram abarrotadas
Não há vagas para flores em nenhum jardim
Não há mais lugar pra água em nossos jarros
Não há mais lugar pra erro em nossas vidas.
Edson Ricardo Paiva.
Rabiscando a vida.
Rabiscando
Sobre as linhas retas
Que não posso ver
Vindas lá da luz do céu
Encobrindo o breu, que nos convida
Com palavras que não posso ouvir
Nada é incrível, no entanto
Elas são tão claras
Quanto a cara imprecisa
De sorriso obscuro
Escondida, atrás do muro da vida
Quanto o brilho do ouro, que não tenho
Mas eu sei quanto estão lá
Vou rabiscando em desenhos
Solução pra tantos medos
Quantos enredos mirabolantes
Entretanto, nada inverossímeis
Pois eu sei o quanto estão elas
Sob a luz das velas
Sob o malho de cinzéis
Prontas pra se revelar
Talvez como simples rascunhos
Sob a força dos punhos
e a constãncia da vontade
Essas, em linhas não tão retas
Pois a verdade se curva
Pra se alinhar com o horizonte
Azulado e verdejante
Cujo limite do olhar não alcança
Não alcança de olhar aberto
É preciso um pensar mais longe
Pra poder enxergar
O que esteve tão perto
Mas oculto sob o malho dos cinzéis
Quantos céus e quantos outonos
Verão teus olhares mornos
Teus ouvidos vitrificados
Quantos vasos queimarão teus fornos
Carentes de um olhar mais puro
De enxergar no escuro
Encobertas pelo breu que te convida
A enxergar de forma assim, tão clara
A cara da vida?
Edson Ricardo Paiva
FLOR DE ALGODÃO...
Sutileza na escultura, flocos, capucho, lã ou eflúvios em vapor?
Linhas tênues cirzidas em brancura...
Ou encaixou nuvens numa flor?
Lua minguante é sorriso...
Beijo quando está cheia...
Não há linhas, traços, corrosão, melancolia, ondas, portos, holofotes ou equações...
Sol e lua vivem em chamas, galanteio em pleno cosmos, tempestade é condimento e zomba dos muros.
(Leonice Santos)
