Poesia Viagem Viajar
Abstrato
Debulhando letras, salpicando metáforas
e metonimia, dá vida a sua viagem
e nas paisagens... algum sorriso culpado,
inocentemente parte do enredo.
Move-se com as notas e elas pairam no ar
encantam os ouvidos, transporta sonhos
perfume, doce lembrança, partitura nas batidas
do coração, Instintivo melodia desejos.
Displicente passeia pelas noites, pena vagueia
nos sonhos que dormem, ler Brida, interpretá-la?
...seriam os olhos teus? Seriam teus olhos?
Que amortecem os medos e os arrepios...
Brida di Beenergan
VIVEMOS DEPOIS DA VIAGEM?
Seguimos vivendo não só pela lembrança dos que ficam,
mas pelas memórias que levamos.
Nossos rastros, pelo avanço natural do tempo,
um dia se dissiparão.
O que carregaremos, então, na consciência imortal?
Levaremos as feridas abertas dos tombos
ou os aprendizados em cicatrizes tatuados?
As mágoas dos desapontamentos
ou a cura das nossas ilusões?
As imperfeições dos nossos pais
ou a retidão de suas intenções?
Eventual tropeço dos nossos filhos
ou a alegria de tê-los feito caminhar?
O que absorvemos desta vida
e o que escolhemos levar?
Que a mochila “da nossa viagem” seja leve,
contendo só o necessário
para um retorno breve.
*Essa abordagem é reencarnacionista e é “apenas” a minha forma de pensar sobre a continuidade da vida. Confie na sua própria percepção, que de antemão respeito.
A Viagem
O trem é um só, com muitos vagões;
O trem é um só, com vagões diferentes;
O trem é um só, contemple as regiões;
O trem é um só, não sejam apenas divergentes;
O trem é um só, aproveite a vida;
O trem é um só, viva a oportunidade;
O trem é um só, mas um dia chegará a partida;
O trem é um só, que chegue a ida pela idade;
O trem é um só; plante o amor;
O trem é um só; demonstre seu valor;
O trem é um só, mostre o seu ser;
O trem é um só, volte para novo resplandecer;
By José Schmitsler Filho
Na vida sou mais um passageiro.
A viagem é minha, mas é Dele o roteiro.
Então, nem me importa o nevoeiro.
Viagem inspiradora
Senhoras e senhores,
Humanos de todo mundo,
Acabei de chegar de uma demorada viagem que fiz,
Nela,
Vi esbanjar beleza dessa terra natureza,
Pura realeza !
Passei por países,
Entre eles minha terra Brasil de vinil,
Fui ao Chile, Equador e Argentina,
Terra menina Paraguaia e Uruguai,
Regiões da América Latina,
México , Canadá e Alasca,
Vi na proeza inusitada,
Todos na algazarraz e belas taças de cristais,
Polo Norte e com sorte passei na África que não é assim tão pequena,
Madagascar ,Índia,China e Japão,
Coreia do sul e do Norte,
Austrália que é quente demais e lá quase queimei a visão,
Nova Geórgia no sul do Pacífico,
Rússia duquesa e Inglaterra,
E falei com Reis , príncipes e princesas,
Sabor de calor,
Atravessei mares com barcos á velas e aeronaves,
Vi traduções primárias e secundárias,
Vi também tradições peculiares,
Vi sedução em tristes olhares,
Vi também lágrimas de tanta felicidade,
Na robusta moldura do meu imaginário olhar de Poeta,
Fui colhendo e degustando para isso aqui escrever,
Culturas cultivadas,
Umas bem cuidadas e outras abaladas e absurdas,
Espelhos que ninguém usam,
Colhi palavras que vinham com vento,
E inspirei para isso tudo dizer,
A cor do céu é azul,
A cor da mata é verde,
A cor do sangue é vermelho,
A cor da água que bebemos é incolor,
No fundo de um isopor há,
Uma geleira que insiste ainda mais se congelar,
Insiste em fechar nossos olhos,
Não podemos aceitar,
Não podemos ser reféns,
Não podemos ser o que muitas pessoas querem que sejamos,
O sistema foi criado para todos viverem,
Ousadia na composição,
Fraternal lá pelos confins,
Lamentável é a sina,
Não me excluo desse tema,
Todos temos na face o nosso próprio emblema,
Somos almas e somos vidas,
Somos humanos aguardando certas culturas e tradições serem iliminadas,
E nos soltarem desse cativeiro que insiste nos fazer de refém...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Pode parecer clichê, mas eu gosto
Me interessa nessa viagem
Gente que olha olho no olho
Que tem cheiro de flor
Até em dias chuvosos
Me interessa nessa viagem
O eco de algumas falas
Quando a boca se cala
Mas do coração dispara
Me interessa nessa viagem
Quem me faz sentir importante
Que com um simples gesto
Me ganha a todo instante
Me interessa nessa viagem
Quem declara seu amor em silêncio
Como voa um beija-flor
Sendo vento nas folhas
Faz dançar todo jardim
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 08/04/2021 às 18:15 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
A viagem da vida
Ela tramita.
Cala e também grita.
Tarde serena.
Maré violenta.
O silêncio estrondoso.
A mente que agita.
Trafega incessante.
De norte a sul.
Conduz o pensamento.
Ora equilibrado.
Ora turbulento.
O delírio como forma de vida.
Pois a realidade.
O conceito de sanidade.
É uma esperança atrevida.
Claro.
Precisa se alimentar um contexto vivo.
Que a morte não seja o forte.
A trilogia consciente.
É entender.
Que realmente é dado um universo.
Entender as vezes é perverso.
Se faz necessário então.
Andar, continuar mesmo na escuridão.
Se nesse infinito labirinto surgir a luz.
Entenderemos então.
Valeu a pena.
Ou não.
Vaidade como diz Salomão.
Ora, eu na quietude.
Cansado e exausto.
Vivendo cada fato.
Preciso manifestar.
Se a alma permite.
Esperança, fé e confiança.
Eu sou e quero ser desse time.
Não corri atrás do vento.
Talvez fui ou sou incapaz de viver esse intento.
De pé, rápido ou lento.
Continuo.
Alimentando.
Dar vida e sensatez.
Coerência ao pensamento.
A vida ampla, a criação, a subjetividade.
O desafio de estar, ser, que nada seja vão.
Nessa nossa condição.
De pertencer a esse firmamento.
Não pedi, mas nasci.
Se estamos, eu você, aqui.
Vamos resistir na viagem da vida, infinita simples assim.
Giovane Silva Santos
Uma mudança na viagem.
Olá!
Eu ia passando e me deu vontade de parar,
Acabei passando direto,
Mas algo muito forte me mandou fazer o retorno e voltar,
Peguei essa estrada,
Ja fazem três dias que nela estou viajando para outro mundo,
A fome apertou e a sede também,
Preciso de um banho,
E se não for incômodo,
Um prato de comida para me alimentar,
E para concluir,
Parei para conhecer um pouco desse lugar,
Percebo que são belas invernadas,
Vastos campos verdes e férteis,
E vastas Campinas muito lindas,
Além daqui,
Vejo muitas curvas,
E parecem ser perigosas,
Permita-me pernoitar nesse humilde recinto ?
Ok,
Vou tirar a bagagem do carro,
Amanhã bem cedinho irei partir,
Saí das vias públicas,
Com a agitação da cidade grande
Ao longo do tempo me deixou um pouco fora de mim,
Vou ficar um pouco fora delas,
Quem sabe posso me recompor,
Apartir desse chão que ainda tenho que percorrer,
Terei muitas surpresas para eu voltar a viver,
Amigos!
Lá,
É bom e ao mesmo tempo não é,
Nobre viajante,
Aqui no interior é bom,
Fique por alguns dias,
Você vai gostar,
Experimente,
Após sua experiência nesse sertão,
Decidas -se,
Ou fique ou continua,
Mas caso eu queira para sempre aqui morar?
Sinta-se ja residente,
O verde e nosso,
Aloje-se,
E seja para sempre feliz....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
O horizonte do homem
Uma viagem com paradas diferentes.
Um café na tristeza.
Um lanche na riqueza.
Um almoço saboroso.
Um jantar amargo.
A jornada continua.
Angústias e amarguras.
Alívio e esperança.
Aflições, preocupações, pecados e muitas reclamações.
Flerte constante entre o limiar dos opostos.
Felicidade e muita realização.
Enfim, sim, continua a jornada.
Ora equilíbrio, ora oscilante.
Vai tecendo o homem o seu horizonte.
Singularidade jamais.
Aliás.
Peculiar, impar cada um e cada qual.
Mas as manifestações, as situações são termos do plural.
Homem bom e homem mau.
Homem sereno, homem irracional.
O universo não pode nunca ser geral.
A identidade da semelhança.
A criação diferente o homem domina a confiança.
Homem eclético, em que toda via o toar entra numa enquete.
Quantos juízes, quantos tribunais.
Até parece que não importa.
Aberto as compotas, dos rios correntes.
Aprisionados por elos.
Dado que o essencial é apenas um.
Viver é entender que existe um julgamento singelo.
Enquanto não chega o fim de cada profecia.
Apocalipcamente, diariamente.
Os selos abertos.
As taças, os castiçais.
Subentende superficial.
Mas o juiz é real.
Todos os dias.
São variadas fontes.
Requer cuidado.
Viver é perigoso, é ser desafiado.
Repito, do meu baixo pensar e imaginar.
Daquela oração no monte.
O horizonte do homem.
O homem e seu horizonte.
Giovane Silva Santos
Filosofia literária da vida.
Poderia ser um conto.
Um caso.
O devaneio pronto.
A viagem de um tonto.
Brincadeira de adulto.
Lírico e prosaico.
Romântico.
Uma figura.
Um mosaico.
Não deixa de ser literatura.
O contexto da leitura.
Que também tem fantasia.
Esboço de quem não conhece.
O que verdade tece.
Além do tempo e do dia.
Filosofia, sim, certeza.
A expressão da natureza.
A identidade do homem e do estado.
O sentir e pensar.
Expressar e construir.
A maneira peculiar de ver, receber e reagir.
Um romance entrelinhas.
Do anseio, do entender, compartilhar e viver.
Não é vão essas linhas.
No peito.
De um isolado sujeito.
Estampada uma tardia identidade.
Mesmo percebendo.
Que o medo tece remendos.
É nessas entranhas de palavras lançadas.
Um sonho íntimo e portátil.
Armazenada na esperança da mente.
Vencer a característica volátil.
Dessa mesma mente.
Que sente.
Porém.
Nem mesmo sei esse repentino tardio.
Talvez se a juventude obedecesse, seria diferente.
Nada, claro que não.
Natureza é uma aptidão moldada.
Aliás a personalidade pode ser forjada.
Criar se uma identidade, ainda que sonhada.
O homem é a imagem do ilimitado.
Auto surpreso de um tempo frustrado.
A vida.
Segmento rico, contrito, uma constelação indecifrável.
No meu cantinho, poderia chamar de jornal, campo, futebol, carnaval.
Política, inteligência, uma bolha, um parque variado de conhecimento.
Um contexto amplo não há quem mede, não há quem ...é meça ou mida, partindo de medida. kk
A filosofia é literatura da vida.
Giovane Silva Santos
"Viver...
é uma deliciosa viagem...
o Leniscata da alma...
do futuro ao presente...do presente ao passado...e
então nascemos outras vezes...entenda...
não estamos indo para o futuro...
estamos voltando para o nosso passado...
por isso enrrugamos".
O vinho é uma arte abstrata,
Onde os olhos, olfato e palato se encontram, numa viagem sensorial, familiar e histórica,
Seu artista,
O enólogo,
Seu ateliê a vinícula,
Sua matéria prima os vinhedos,
Seu Pincel são as Vitis,
E eu uma enófila,
Transmitindo em poesia a profissão Sommelier,
Trazendo cada garrafa pronta em sensações de letra,
Amor em transcrição,
Poesia engarrafada,
Uma canção que toca o coração.
Ei moça! Por que choras à janela de sua vivenda?
-Pra fingir uma viagem de despedida na janela do trem em desencaixe, mesmo sabendo que nem as lágrimas me deixarão...
-Foste abandonada pra se fazer assim?
-Nunca, nem viajei e tão pouco tive um amor...
-Razão do choro e soluços!
Alguns choram por terem vivido um amor que não deu certo. Outros por nem terem viajado!!
"A viagem de uma alma se inicia quando a vontade de voar é maior e o desejo de aprender é maior que o de sonhar".
Hoje sou o sono que na noite perdi
Soterrada pela imensa gravidade
Em viagem diária e inevitável
Ao planeta madrugada
GDFDS
Você é uma utopia
Viagem na imaginação
Sorrisos bobos de canto
que causam borboletas no estômago.
Uma chuva gelada no verão,
a música mais linda de Tom Jobim,
você é poesia em movimento.
Me faz brincar com os sonhos
Imaginar a perfeição imperfeita
Desse mundo tão sem graça
aos olhos da maioria.
Ventos
Viagem envolvente
Navega nas turbulências fascinante da vida
Onde sinuosas curvas conecta com ar revigorante.
Viagem à um tempo onírico
Logo eu, que sempre viajei em muitos mundos, cheguei ao seu.
Eu, sempre achei que o tempo jamais iria se ajoelhar diante de mim! pude provar que sim, o relógio parou.
Todos os mundos, todos os tempos, toda a natureza, tudo estava em meus braços
Em tempo que não vi passar, você e toda tua aura repousou em meu colo.
Cada parte de um universo infindável estava ali, adormecida.
O tic tac do relógio, rugindo contra mim, cessou em um largo e estrondoso silêncio.
Em meio ao silêncio, o universo estava ali, em meus braços.
Eu, maravilhado, pude observar a vasta beleza contida em um único lugar, você em meu colo.
A serenidade de um beija flor, repousa em meus braços.
Seus caudalosos cabelos espalhados generosamente sobre minhas mãos.
Viajei em seu universo, e quando você despertou, seu doce sorriso marcou o reinício, e o relógio voltou ao seu tempo.
Admirado sem fim
Um sonho bom para sonhar
Uma viagem boa para viver
E ter nas fotos momentos
Tão belos sentimentos nosso.
Se eu posso tocar seus olhos
Com a delicadeza de um beija flor
Que trás no coração o cheiro do amor...
Que belo foi o beijo de flor e beija flor
Que alma bonita que voa o céu
Livre para ir e fazer o que quiser.
Mas é como as Borboletas
que preferem o jardins..
Pode voar e voar alem das nuvens
mas deseja permanecer em ti.
Eu sou assim um admirador sem fim.
Da flor você é o melhor odor
O cheiro perfeito do amor.
Do céu a abelha rainha o mel
Voou livre da paixão fiel beija flor.
O encantado e mágico sonho
de sempre voar nas asas do amor...
Tudo um dia acaba a flor e o beija flor
Todo sonho se realiza e se poetiza
O amor sempre capaz e também se eterniza.
Com calma dentro da linda jornada na alma da amada...
Assim continuamos ricos de amor
Pelas longas estradas da existência...
A quém salienta com retidão que ali passou.
Duas alma que se beijou e o momento se eternizou.
Para ambos que bebeu dos lábios alheios o próprio amor.
O resgate de memórias
lembra uma viagem em que
os aromas
os sabores
as texturas
os sons
a temperatura
as experiências sensoriais
são as chaves
que abrem as portas
para o encontro com
o inusitado…
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