Poesias sobre rosas
Lírios ,rosas e girassóis ...
e todas as flores do jardim do amor...
quando o assunto é você um paraíso de amor luz e paixão brilha no céu de meus sonhos como noite estrelada...
e a Lua prata, em seu crescente junto ao cintilar de estrelas, encanta o coração e este sorri feliz...
e é assim quando Amor fala ao meu coração...
e é assim porque a vida me brindou com sua presença...
Dádiva mais preciosa...
minha lua e estrelas...
meu Amor!
Estrela da sorte
Até mesmo se outras rosas me, prometerem amor.
As magoaria só pra nunca vê seu, amor por mim, murchar.
Alguns seres humaninhos são feito rosas, exalam perfume, com seu carinho, doçura e compaixão!
Outros, preferem ou insistem em causar dor e machucar com seus espinhos...
Sou de rosas
Sou de lua
Sou de samba
Mulher de taças
Mulher de noites e praças
Mulher cigana
Mulher de rua e flor
28/02/2022
Inspiração
vem de gota d’água,
pétalas de rosas,
nuvens no azul sem fim.
Inspiração é
sentimento,
vem do sangue,
do rancor,
desalento…
Minha poesia
é demais pesada
para ser carregada
por outro alguém…
Tenho em mim
um coração que mais
chora do que ri.
As pinturas e rosas me deixam maravilhado
O aroma preenche o meu ser
Por uma noite assim tenho rezado
Aqui poderia ficar até o amanhecer
Mas nada aqui é mais belo
Do que Alice por trás do balcão
Com uma tolca cobrindo o cabelo
E seu corpo como um violão
Sorrindo ela se aproxima
Com uma bandeja em sua mão
Com uma voz amabilíssima
E um belo sotaque alemão
De sua mão pego a caneca
E meu café estou a tomar
Dou uma mordida na panqueca
Talvez eu esteja a amar.
Eu tentei encontrar em outras rosas a beleza, o perfume e o brilho próprio; percebi que quando os primeiros raios de sol surgem e lhe tocam, conseguem revelar, descrever com precisão toda a sua grandeza e que és a única no jardim entre milhares, que me causa admiração.
Ricardo Baeta
Néctar
O nectar que corre em sua boca, impressiona.
A poesia canção faz mágicas com as rosas.
Sobrepõem letras emocionadas das flores.
Anjos falantes voam e estende sobre si Impressionada,falas no cenário assim;
Deliro-me com pólen em sonhos reais
Sem intervalo me dou ao teu luxo.
Uma viajante e um amor sem fim.
Em tua alegria eu vejo colírios.
Pois delirante é isso para mim.
E inspirado em minha boca
És o beija flor que suga
Tudo que tem, em mim.....
-Ouvindo isso fico eu,
Feliz.......
Autor:Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Sempre segui em voltas
com flores e rosas.
Tranças, bordados
e laços.
Uma existência
de sentir, sem querer demais.
Me condenem
por meu
Ser Exigente de menos.
Há quem diga
que não se pode
ser feliz assim.
Abro o sorriso
em frase solta
Você…
Não vive em mim!!
A tristeza folga a minha alma com uma bala que acerta no meu coração de cheiro de rosas aí cheiro da pólvora.
Tudo se transforma em nada, consideração quê nada, essa vida magoada , eu não espero mas nada.
Yan Produções
Rosas e Cravos
Vivem no mesmo jardim e se nutrem do mesmo adubo. Quando a chuva cai, as gotas molham os cravos e as rosas, assim como o orvalho surge pela manhã em ambas as flores.
No entanto, por natureza, a rosa é diferente do cravo, seja por seu perfume, seu toque aveludado e por seus espinhos.
De tudo isso, vale pensar que, sejam rosas vermelhas, brancas ou amarelas, ou ainda, cravos rosas, amarelos ou brancos, cada flor escolhe quando irá desabrochar.
O amor
Somos feitos de sentimentos, expectativa, ilusões, obsessões. O amor é como rosas vermelhas, mas ao longo do tempo essas rosas elas ficam murchas e sem cor, sem beleza. O amor ele vem e vai, a parte mais difícil é saber a hora de ir, e deixar a pessoa que acendia uma chama em seu coração, mas talvez essa chama nunca existiu. Pessoas são artificiais, uma hora uma coisa te significa tanto, na outra só virou momentos do passado, sentimentos momentâneos, nunca dourador.
A Morte -
A morte é um campo de alfazema e alecrim,
um canteiro d'açucenas, rosas brancas,
traz um cheiro de malvasia e jasmim,
pairando triste de amargura, sobre as campas!
A morte é um anjo que esvoaça pelos Céus,
é um lírio, é um grito de vingança,
é a porta que nos leva um dia a Deus,
o silencio d'um adulto ou um choro de criança!
A morte é o claustro denso d'um convento,
a tela d'um pintor, pintada ou em branco,
o espaço que viaja, cada átomo do tempo,
é a pauta que se lê e dá suporte ao canto!
A morte é apenas o silencio da passagem,
destino que nos espera, ali, mais adiante,
todos a seu tempo, não é miragem,
verdade que nos despe, mais perto ou mais distante!
Rosas Proibidas -
Meus olhos já cansados
num rosto adormecido
parecem mortos, calados
num destino perdido.
Tantas rosas proibidas
há na dor de cada olhar
tantas lágrimas perdidas
em meus olhos a bailar.
E em lençóis de solidão
numa cama sem ternura
estão as rosas que me dão
os teus olhos de amargura.
Nos Braços d'outro -
Já não trago nos meus olhos
o calor do teu olhar
somos rosas entre escolhos
somos noite sem luar.
Esperamos sempre o que há-de vir
há-de vir mas nunca chega
somos nada no por-vir
na luz de cada estrela.
Já não somos o que fomos!
Um do outro não me lembro!
Só me lembro de quem somos
neste dia de Setembro ...
Afinal não somos nada!
Não chegou a mais que pouco!
Eu tão só na minha estrada
tu feliz nos braços d'outro ...
pétalas de rosas e flores destruídas
amassadas em um vão sem fim, em vão
à procura de um sol que não raie por mim
esperando do inverno um eterno verão
Oque é a vida?
mar de rosas,
ou mar de sangue
Clichê ou romântico
choro de mágoa,
ou felicidade arrastada.
Talvez por quem ama,
ou outrem sem importância
Essas coisas
Superficiais e insanas
completamente instantânea
como uma sensação
momentânea.
Violão ou viola,
choro da gaita ou da sanfona.
É assim que vivo,
e assim que me assombra.
Talvez o aflorecer mude minha rosa
talvez as pragas sejam
a melhor ESCOLHA.
"Minha vida não é um mar de rosas, tampouco de espinhas!
Adoço a vida de acordo com meus sentimentos."
Um Pouco de mim -
Minha vida nunca foi um mar de rosas
onde o rio dos meus cansaços pudesse desaguar,
mas sim, um vendaval de ondas furiosas,
onde, no mar alto, só vi sonhos naufragar!
E nunca estive à mesa onde se come,
nunca fui capaz de ter ou dar amor,
nunca fui à cama onde se dorme,
nem senti o balsamo de uma flor!
Que inferno colossal o destino me entregou!
Pobre vagabundo com roupas de jasmim
que alicerça nos poemas a revolta que o gerou ...
E levo aos ombros o peso desse desdém ...
Nos versos d'Alguém, há sempre um pouco de mim,
pois o que sou e não sou, tantos foram também!
