Poesia sobre Cidade
Sabe do que eu preciso ? Preciso mudar de cidade , estado ou país e assim ir para algum lugar distante em que não exista ninguém para mencionar seu nome e acabar com meu dia . Preciso limpar a fuligem que ficou nas beiradas do meu coração , conhecer gente nova , reaprender a rir e lembrar da pessoa incrível que eu era antes de você entrar na minha vida e deixar tudo bagunçado .
Foi engraçado olhar para a cidade e para os lugares e ver que tudo está exatamente igual apesar de parecerem tão diferentes! Na verdade as ruas, as casas, os prédios, tudo está exatamente igual. Quem mudou fui eu.
O céu da cidade é claro demais para conseguir deslumbrar a beleza dos astros, os encantos das estrelas e do universo.
Deus não disse que vomitaria a cidade de Laodicéia da sua boca, mas sim as pessoas mornas que lá viviam. Por isso, vigiemos o nosso próprio coração para não sermos também vomitados por Deus, como os de Laodicéia foram.
Ainda na cidade do Rio de Janeiro como em todas grandes cidades injustas culturais consumidoras e socialmente sufocadas pelo mundo, existe uma conexão cultural magica entre o que aparece na televisão, principalmente nas novelas e os novos hábitos de consumo espalhados nas favelas e periferias. A moda quando explode, pega, agrada e minimamente se transforma em semelhante de baixo custo mas conservando o impacto visual e a identidade, mesmo que por um período efêmero.
Barrabás vem do aramaico: Bar Abbas, que significa "filho do pai" nasceu na cidade de Yafo, ao sul da Judéia. O que poucos sabem, é que o verdadeiro nome dele é como afirma Orígenes, um escritor cristão do século III, que o seu nome próprio também era, curiosamente, Jesus. A Bíblia, lê-se: “quem quereis que vos solte: Jesus Barrabás, ou Jesus, chamado o Cristo?” (Mt 27, 17).
A cidade do Rio de Janeiro gerenciada sem investimentos nas festas, no carnaval, no turfe, nos jogos legais de cassinos, nas artes e na cultura, passa a ser mais uma bela cidade brasileira com atrativos naturais de hospedagem.
A politica do "Pão e Circo" continua atolando na cidade e no estado do Rio de Janeiro. O prefeito e o governador, fazendo os cariocas e fluminenses de palhaços. Contratando shows milionários desnecessários, com uma infra estrutura municipal e estadual caótica, na saúde, na segurança, nas águas fluviais que vitimará inúmeros inocentes da camada mais pobre da população, na próxima grande chuva.
Feliz de todo aquele que vive na cidade e não pensa e nem interpreta a vida, as noticias e os movimentos, como a maioria.
Os eventos, as festas, os shows internacionais milionários nas áreas mais nobres em todas as cidades, só se justificam se forem atreladas as politicas sociais, educacionais, artísticas e culturais, com as múltiplas periferias da grande cidade. O poder publico, toda vez perde uma boa oportunidade de reajustar valores para as famílias e os trabalhadores que vivem longe como dormitórios e no pé da subjugante grande pirâmide social e econômica. Falta em si, a inclusão social e o exercício de cidadania como plataforma, toda vez estes grandes eventos acontecem, ora por parte dos governos, das empresas publicas e dos patrocinadores.
O termo comunidades avançam pelos bairros nobres da cidade do Rio de Janeiro. Um resultado simples, onde o poder publico não investe com politicas publicas de qualidade a criminalidade cresce e opera livremente.
Acho que concurso de Miss tem que ser a mulher mais bonita da cidade ou do país, é concurso de beleza e não de conhecimento, parem de exigir inteligência e diploma porque tem muita moça linda e pobre. Devem parar com esse papo furado de inclusão que na realidade é só fachada.
O que os administradores da cidade do Rio de Janeiro ainda não querem entender que a cidade só vive por uma produção artística, da industria cultural do entretenimento, da festa, esportiva e da própria cultural sendo elas constantes e contínuas. A economia principal e vocacional com sustentabilidade da cidade carioca é e sempre foi o TURISMO.Fora isto são só desastrosos desacertos.
A reconhecida capital mundial do samba, a cidade do Rio de Janeiro por falta de politicas culturais de verdade vai constituir em pouco tempo o declínio e a descontinuidade da festa e do entretenimento do carnaval.
Mais um corpo de um morto estendido na calçada, atrapalhando a manhã da grande cidade. Quem foi não sabemos enfim, onde foi o começo e este breve fim. Quem sabe sera mais um afortunado de uma vida inteira de enormes buscas e alguns encontrares por diversos lugares, onde foi confundido como filosofo social e permitido ver com profundos olhares e incendiados efusivos sentimentos. Por tudo isto, agora não é mais nada, não tem documento vai como indigente, um corpo perdido que se expõe ao tempo, pelo mau cheiro fétido de carniça que espalha o vento.
Corajoso mesmo não é aquele que destrói uma cidade com bombardeios, é aquele que reconstrói honrando sua história.
Se permita mudar de idéia ,mudar de emprego,Cidade, Amizades, negócio, sociedade etc.como sou uma pessoa observadora tenho visto pessoas ficarem 5 Ano 10 Ano no mesmo emprego,na mesma função cem evoluir na vida,se permita e vai ver outra realidade Abrir diante de seus olhos
quando você está ne uma cidade grande sua mente fica barulhenta,, quanto está numa cidade pequena reina a paz interior.
Diz que ama o Brasil, o Estado e a Cidade onde mora e é o primeiro a destruir até com a imagem de quem procura enaltecer. Definitamente não entendo a lógica de gente assim.
Se alguém encontrar um travesseiro perdido pela cidade...não de ouvidos ao que ele vai dizer, pois ele vai estar embriagado, pois ronquei nele a noite toda. (Patife)
