Poesia sobre Choro
Ansiedade
Uma dor no peito
O choro entalado, pensando o quanto poderia ser o estrago
Sua mão treme
O medo vem, penso por que isso tudo me convêm
Choro descontrolado
A mente a mil, por que todo esse vazio
O corpo fala
O estômago doí, todo esse silêncio me corrói
Pensamentos excessivo
Coração acelerado, todo esse medo tem que ser acabado
Minhas mãos suando
Finjo sorrir demais, por quanto tempo vou ter que aguentar mais.
I got the power
Às vezes choro, às vezes rio nessa montanha russa chamada vida, e essa bipolaridade imensa nela, é bom, mostra como tudo na vida tem de ser batalhado para ser conquistado para ser adquirido, também mostra como és incrível poder ver o resultado é poder sorrir com ele.
Por tudo na vida acho que hei de passar, hei de passar por inovações, quem sabe viagens à lua ou Marte, hei de passar por guerra, comigo mesmo, ou não, hei de mudar de pensamentos também, e essa é a vida, como o artista, sempre muda de pensamento, ideologia, caráter, amores, gostos e jeito.
Os momentos difíceis vão te amadurecer.
Os dias de choro vão te fazer pensar.
Os dias de dor vão te moldar. Os dias de angústia vão te ensinar a perseverar.
E todos esses dias vão peneirar quem de fato permanecerá em sua vida e ao seu lado.
"Vi morrer, vi morto.
Vi choro, vi lagrimas, vi dor.
Vi uma foto envelhecer até não fazer mais sentido.
Vi passando, vi passado.
Depois, vi morrer, vi para morrer.
Vi o início, vi o fim.
Enxerguei a mim mesmo na foto e depois."
Se eu choro por sua causa?
Lógico, você é quem mais amo
Se eu choro quando te vejo?
Lógico, meu coração acelera quando vejo esse rostinho lindo
Então não diz que eu choro no banho,
Por que perder você não está nos meus planos...
"Adeus "
Eu vou me lembrar
Vou me lembrar da dor
Das noites inteiras de choro
Da sensação de agonia
Da espera incessante
Que nunca acabava
Do meu coração sangrar
Sem saber o porque
Da minha pele fria
Da perda da falta de apetite
Da dor , da minha própria companhia
Do pânico , da falta constante
Do assoprar do vento
congelando as lágrimas do meu rosto
Em todo caso
Eu sempre vou me lembrar.
Passados
Choro os ventos as mágoas que tempero...
Lutas amargas,sinais de outrora...
Sorrisos iguais a quem chora...
Dores de ontem,dores de agora...
Passados ricos,sonhos de outrora...
Caminhos nublados,com atropelos...
Falta de tempo para vivê-los
Erros erronios
Assim como os impulsos do impulsivo e o choro do depressivo assim é a vida "meu amigo"
Amigo aquele que te deixa na pior hora
Aquele que fala que te adora
Mas o verdadeiro amigo(a)
Estara na pior hora
Hora qual você pede ajuda por que esta prestes a se aruinar ele(a) estara la
E então você encontrara o verdadeiro amigo(a)
Tais erros erronios
Que te acalsarao a União
União forte como a de sansao
Aquela que pega na sua mão e te chama de irmão
Irmãos por conexão
Conexão mas que fisica mas mental
Assim como as nossas almas se completaram
Esse poema te faço
Com todo amor que te trago
eu precisava chorar, precisava colocar em dia todo o choro reprimido,
todo choro que guardei nos momentos em que precisei me conter e demonstrar uma força que estava além da minha existência. e
especialmente hoje, choro por qualquer coisa, choro muito, mas esse
choro não me dói, não há tristeza ou agonia em minhas lágrimas. se me
perguntassem por que choro, não conseguiria apresentar apenas um
único motivo, mas diria que é por causa de todas as coisas,
especialmente hoje, parece que todas as coisas estão atravessadas por
uma partícula de dor, uma dor leve, nostálgica e elegante, que nos deixa
percebê-la aos poucos, pois ela sabe, que se chegasse de uma só vez,
nossa estrutura não a suportaria, e elegante como é, ela chega
lentamente, se acumula com o passar dos dias, e quando se cansa da
gente, desaparece junto com as lágrimas, tal qual o refrão de uma canção
triste que vai sumindo na parte final de um domingo.
LIBERTO ...
Não choro mais! Irei por este fado seguro
Cantar em outro peito, um soneto nobre
Adeus! Levo o teu cheiro, meu amor pobre
Na alma a sensação vazia e encanto escuro
Levanta-te sentimento, exitoso, desdobre
As asas da poesia, escreva teu verso puro
Declame todo sempre o afeto que venturo
Assim, um dia, a sorte especial o descobre
Então, cada verso o versar do meu sonho
Fanar-se na raiz, ir em frente, fé criativa
Ferindo e parando o devaneio enfadonho
Tu não finjas a inspiração tão figurativa
Não! Respeita cada um verso tristonho
Agora liberto! E cheio de emoção viva! ...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
26/01/2021, 20’30” – Triângulo Mineiro
E eu?
Que Sofro
Choro
E me magoou
Com uma pessoa que
Se quer, fica online
Ou responde minhas mensagens...
"Somos mensageiros levando a palavra
Fazemos sorrir e fazemos chorar
Mas o nosso choro é daqueles breves
Que só quem se eleve pode provar."
Choro contigo , brinco contigo
Riu contigo, amo contigo
Mais um amanhecer
Que contigo quero festejar
Mais um anoitecer
E contigo quero acordar
Amo-te hoje e sempre
Várias Madrugadas Perdidas
Choro Todos Os Dias
Não te tiro da minha mente
Não consigo esquecer como mente
Onde vamos parar?
Meu perdão nunca vou te dar.
Ao ouvir música triste,
choro sem ter depressão.
Fico na melancolia
mesmo sem desilusão.
Eu até sinto um frio
mesmo sem estar vazio
o meu forte coração.
Brasil Em Prantos
Tantas vozes silenciadas
sob os cuidados da pátria amada.
É o choro da mãe que abraça
o corpo do filho sem vida,
vítima de balas direcionadas e não perdidas.
E não importa se seu escudo
é da esquerda ou da direita.
O sangue derramado é vermelho
mas a dor, a dor é preta.
É o amor que agoniza.
É o ódio que mata.
Onde está a liberdade nesta pátria democrática?
Ser, amar, existir não é proibido
mas por que ainda há vidas sendo interrompidas por isso?
É uma floresta que queima, um povo que chora
vendo a sua história indo embora.
É uma ancestralidade humilhada,
cansada de ser atacada
por uma ganância cega que não acaba.
E ai daqueles que recusarem toda essa opressão.
Nesta terra onde quem fala,
onde quem luta é engolido pelo chão.
De Chico Mendes à Marielle Franco.
Quantos se foram?
Quantos ainda irão?
Mas que ecoe a certeza
de que nenhuma luta foi ou será em vão.
No choro, faz escorrer às lágrimas...nas lágrimas, lubrificam os olhos...
nos olhos nos dá o bem estar de enxergar...
O choro, às lágrimas e os olhos,
Todos se completam naturalmente
viva de forma natural em sua maneira de viver.
Entre a sombra do teus olhos
De algum jeito avistei a tua alma
Sombria
Teu amor doente
Choro recorrente
Alma incerta e vazia e vaga e obscura
Ao mesmo tempo tão pura
Que é cura para a vida
Que almeja ser vivida
Vivida com liberdade
E sinceridade
