Poesias que falam de Olhos
De ciscos nos olhos alheios a traves nos seus próprios olhos, o intolerante sabe bem o que é colecionar.
Até que ponto somos realmente inteligentes. Será inteligência ou ignorância? Tudo depende dos olhos que vislumbram. A ignorância da maior parte das pessoas é tão grande que as oportunidades se tornam quase impossíveis de serem percebidas. E como viver em um mundo onde a única mudança é a da roupa do corpo e a única decisão é que pizza pedir. Um mundo bolha, tão previsível que cansa os olhos futuristas daqueles que abraçam os desafios com paixão, correm riscos de tirar o fôlego e não aceitam viver uma vida repleta de restrições e limitações. A pior miopia que pode existir é permitir a si mesmo acreditar que se é soberano, único, intocável e que pode passar por cima de tudo e de todos. As pessoas que se dão bem em meio a toda essa turbulência são aquelas que aceitam as pessoas e realmente entendem que é impossível ser feliz sem aceitar as diferenças, os conflitos e os erros que a vida humana induz.
Ouvir o que não foi dito, enchergar o que nos olhos ainda não refletiram , identificar antes de ter surgido. São dádivas que ao longo da vida, vamos adquirindo.
Se por ventura, eu me desventurar aos olhos de quem não tem ventura nenhuma, não digam que eu me espalhei ao comprido, apenas porque em parte alguma um homem pode ser ofendido, por se aventurar de modo emancipado ao horizonte que nos é imposto. Mas que, por suposto, ou por uma hipotética altivez de nos aventurarmos todos de uma só vez, seria uma patética atitude por parte de muitos daqueles que exercem o direito de todos não exercerem o direito de ninguém. E para não chamar desventurado ao procedimento de alguém, nem tão pouco me meter onde não devo ser chamado, limito-me a fazer desta minha desventura o que um fado faz de uma aventura num engraçado entretém. Se me excedi, convém juntar todos os vocábulos daqueloutros retirados dos estábulos antigos, onde se fazem mais amigos, nos retábulos ecuménicos, onde os anjos académicos aparentam as dores que não têm, demonstrando que as mesuras convêm às dissimuladas aventuras nesta arte de viver…
Fecho os meus olhos e vejo o brilho de seus olhos, sinto seu cheiro, sinto o toque de seus lábios nos meus, sinto meu coração pulsar mais forte, sinto me encorajado para continuar segundo em frente para te sentir o mais rápido possível.
O futuro inda virá, mas podia vê à luz dos próprios olhos o presente, já que o passado existe agora tão somente na mera lembrança da memória.
Prefiro reconhecer as pessoas pelo que elas são por dentro, prefiro enxergar no fundo dos olhos a me contentar com a superfície do olhar, prefiro decifrar o sorriso a admirar os lábios que sorriem, prefiro enxergar as atitudes a me deter nas palavras... Prefiro a verdade das coisas, pois é ela que me cativa da maneira mais plena, ela me mostra o que de fato é real e me livra da penumbra das aparências...
Se o "amor existir" com certeza ele tem a curva do teu sorriso, o brilho dos teus olhos, e a intensidade do teu calor.
E quando Jesus o filho de Deus passou por mim, Ele olhou direto através de meus olhos, e a escuridão não pode mais se esconder.
Eu fecho os meus olhos e imagino a toalha de banho, qual levanta-se ao toque muscular de seu intrínseco libido e então; uma insana fome me vêm.
Fossem os meus olhos lestos para se arredarem de cena... deixando o teu olhar em palco, livrando-me da dura tragédia que foi amar-te.
Sinto falta de quando as pessoas ainda tinham tempo para olhar nos olhos, mesmo nos dias mais corridos... Sinto falta de quando o que importava era a presença de alguém ao nosso lado e de como sabíamos aproveitar esses momentos... Sinto falta de quando as pessoas ainda se ocupavam com sorrisos e conversas descontraídas pelo simples fato de que isso era o bastante para preencher os vazios do dia... Nessas épocas, as pessoas importavam-se em cultivar com todo carinho o lugar que ganhavam no coração alheio... Ah, que tempos bons...
Nunca cheguei a beija-lo, porém, nunca senti algo tão avassalador que era quando nossos olhos se cruzavam, porque tinha que ser assim, um toque proibido, um sorriso despercebido, um amor que não era e nem podia desabrochar, era injusto, mas o coração nunca entendia e quando seu nome ouvia, queria sair de dentro do peito, atrapalhava as demais funções, faltava até o ar, tremia as mãos, por que tinha que ser assim, por que quando eu corria de ti, como um imã eu voltava, nossos caminhos se cruzavam, nossos olhares, ai meu coração, não exploda ai dentro, ele não pode ser seu, não corresponda a esse sentimento proibido, fuja enquanto há tempo, por mais que doa, porque tinha que ser assim.....
Eu gosto do jeito que você sorrir com os olhos, me fazendo acreditar num mundo melhor, mesmo quando lá fora é tudo caos e dor.
Os dias, as horas, os minutos e os segundos... diante dos meus olhos passam desenfreadamente, sem nenhuma pausa. Indevidamente quis me atrever a impedi-lo, tão simplório esse meu desejo de parar o tempo, sem correr o risco de o perder, mas me conformei com o fato de que ele não me espera, à ninguém ele espera, pois seu dever é simplesmente passar, ele não é meu inimigo, o que me trás danos é o que eu faço com ele.
Quem me dera poder dormir. Mas não podia. Se descansasse - se fechasse os olhos - era como se perdesse pedaços de mim. Como é que podia ser? Como é que podia estar a perder-me?
A poesia é a transformação dos olhos moldando a alma:é nada mais do que o reflexo filosófico rascunhando a vida diante dá luz,transformando e redesenhando a esperança de dias que seguem tempestivamente ...
Sou invisível para o mundo, pois vejo com o coração não com os olhos. Minha alma é que me supre e as vezes sou o famoso lobo solitário e bobo apaixonado
