Poesia os Dedos da minha Mao
Em minha análise, pedi ao analista que me ouvisse imediatamente e fiquei pensando: há algo mais sábio para tirar o máximo proveito da minha impossibilidade inconsciente?
Pergunto-me de onde viria minha coragem para escrever
se não fosse a minha dor, as minhas lágrimas e o meu clamor
Dentro da minha mente é como um mar totalmente agitado em um dia de tempestade , e eu estou tentando nadar , quando sinto que estou chegando perto do raso a correnteza me puxa para trás e em seguida vem uma onda enorme e me afoga . Gostaria de saber quando foi que ficamos assim o mundo está cheio de pessoas que não são confiáveis, todos estão estressados e preocupados com eles mesmo , que não enxergam como o futuro do país ta ferrado emocionalmente .
Eu nunca quis estar aqui , e as únicas coisas que eu sinto são solidão, culpa pela minha mísera existência, descontentamento comigo mesma , sinto como se eu estivesse nadando em meio a uma tempestade , e a cada onda eu me afogo mais uma vez me pergunto quando será a última onda?.
QUERO AMAR-TE SENTIR O TEU ABRAÇO
Quero sentir o teu forte abraço
Encostar a minha cabeça no teu ombro
Sentir o teu calor, encher minha alma
Que muitas vezes está vazia de palavras
Quero amar-te e estar contigo esta noite
Como se não houvesse mais ninguém
Vou dançar na praia e navegar no teu corpo
Até ao por do sol
Vou passear contigo entre as estrelas
De abraços dados ao luar
Quando os meus lábios tocarem nos teus
A saber a sal e o cheiro da maresia na tua pele
As ondas sagradas vão chamar pela lua e pelos ventos
Dos teus desejos e dos teus sussurros
Que os teus lábios não conseguem
Guardar com o som do mar
Soltarás a nascente do fogo e da vida
Estenderás os teus braços para que eu adormeça
Sentirei o beijo da noite
Ouvirei as ondas e sentirei a brisa fresca
E assim sei, que fiz amor contigo meu amor.
Bom dia, amor da minha vida! Espero que o seu acordar seja doce e lhe encha o coração de energia para enfrentar mais um dia. Aconteça o que acontecer, eu estou aqui, sempre pensando em você, sempre desejando o melhor. E por isso não se esqueça de me levar também em cada passo que hoje der.
Te amo ❤️
Ana Luiza
Dor mesma que escurece minha alma, conduza-me à segura morada - onde os fracos contemplam o sagrado-profano,
belo mar de mentiras mal-contadas.
sádicos lugares que habitam minha alma, cripta que abriga desespero - tormento, dor, desalento, furor - nada escapa, sombrio nevoeiro -
que privando-me da visão, floresce ódio/rancor - mar de tanta dor, tormento, sofrimento, horror!
Ébrio, moribundo - destino oportuno, amor que consome esperanças, que desalenta, que faz-me as mais impuras cobranças, de modo que eu não consiga lutar.
Minha Rainha.
Minha Mãe.
Essa inspiração que escrevo,
Não é um embrulhado de letras,
Muito menos uma maleta de frases,
É uma poesia sonhada,
E nela contém laços de ternura e amor,
Tão especial que bate forte o coração ao escreve-la,
É de um valor incalculável,
E não tem dinheiro que pague,
São segredos bem guardados numa partição que somente eu posso enxergar,
São sonhos gravados e bem escondidos,
Na hora certa,
E no tempo certo será tudo revelado,
Nas estampas coloridas,
Contém prova de fogo e de vida,
É uma obra de arte bem engenhada,
Que não vejo a hora de entrega-la,
Para quem me trouxe ao mundo,
Minha Rainha...
Minha querida Mãe.....
Autor:Ricardo Melo..
O Poeta que Voa.
AMOR PRÓPRIO
É me amando que me encontro, que mim sinto plena.
É dentro de minha imperfeição, que celebro minha essência.
Não me compare à ninguém, tenho luz e opinião própria, e não permito réplica.
Eliane Moraes
Tem alguma coisa coisando minha cabeça
Por mais que pareça
Que o que não se queira, aconteça
É fardo pesado que o dia amanheça
E,sem que o bem (a verdade) prevaleça... Anoiteça.
Não que o que façam me aborreça
Não que o que faço alguém mereça
Mas antes que eu me enfraqueça
E, enquanto houver o que favoreça,
Quero que o mal (a mentira) desapareça...Pereça.
Para Minha Mãe
Nao vejo nada,
Mas já te sinto
Meu coração em sua direção anda
E por você no meu mundo luz surgiu
Herdei grandiosos ensinamentos
Mas jamais esquecerei os sentimentos
Que no meu coração ecoam
Desde o meu nascimento
A sua tristeza
É a minha fraqueza
A minha felicidade pode parecer discreta
Mas saiba que em seu sorriso ela se expressa
Mulher, guerreira e protetora
Abrigo de amor e carinho e imenso carinho
Eternamente te amarei.
Odebrecht.
O que restará de mim e de minha existência?
Não crendo mais em meu próprio ser.
Pela sagacidade dos dias.
Dos vossos lírios prateados.
Em vossos templos consagrados.
Velados, a sombra de honrarias?
Ah, céus!
Que espécie de engenhoca mecânica sou eu?
Boneca de carne e dentes!?
Não crendo mais em minha própria humanidade.
E no vigor da minha gente?
Carne educando carne.
Civilizando carne.
Que saboreia da própria carne?
Carne vossa de cada dia, exposta no mercado dos desejos...
O que restará de mim e de minha consistência?
Da carne da minha carne.
Da vossa carne!
De toda vida selvagem influenciada pelo ‘id’ da violência!?
Das mortas almas soterradas pelo fundo, de um fundo.
Pela projeção fantasma do mundo.
Que só valoriza a casca da divergência?
O que restará de mim e de toda existência...
Na lista dos mais “ajuizados” ditadores da história?
Em nome da ética.
Do moral.
Da soberania.
Na lista dos melhores condutores de bons exemplos.
Entre todas as lutas, derrotas, vitórias.
Eis aqui, a estrutura de vossas almas, em nome do orgulho nacional.
Sem nunca sequer permitir-se ser um ser em sua totalidade.
Se não, um meio ser esquartejado pelo antigo gancho das velhas fábricas da vulgaridade.
Eis aqui, humanidade!
A carcaça e sua essência:
Um fígado, um pulmão, um coração...
Enfim, o todo - inconsciência.
Arranca-os e toma os para ti!
Em nome dos direitos humanos e de todos os ideais de liberdade.
Ó, humanidade!
Betel sempre será minha casa
Djalma sempre será meu Lar
Assim onde ele estiver
Eu sempre vou me sentir em casa
Terei sempre pra onde voltar.
Deixei muitos por apenas um
Mas com apenas um ganhei milhares
Meu amor meu lar
Meu peito chora, meus olhos agem
Meus sonhos somem, minha mente invade
Meu coração doi e minha boca se abre.
Maldita solidão que não me deixa
Bendita as rosas que não se deitam
Maldita flor que não me beija
Bendito amor que me desleixa.
Tenho em
minha frente
O Leão de Judá
Tolo é aquele
Que ousar
me enfrentar
Cairá por terra
Os que vierem
me assustar
Me unges
Me sondas
Me guardas
O Leão de Judá
Correntes e laços
Não vão
me amarrar
A força audaz
em meu caminho
É Jesus Cristo
O Leão de Judá.
Eu vós digo
O meu luto é infinito,
As pessoas não acreditam
Na minha lamentação
Porque estão acostumadas
A esquecer e tá bom
O meu luto não dura um dia
Eu não consigo esquecer quem eu amo em uma semana
Vocês estão acostumados
A esquecer uns aos outros
Mas eu não.
As vezes quando eu escrevo
Sobre minha dor
Nem sempre a dor é real
Mas é como se fosse
É como se eu criasse um amor
Dentro de mim e fazer com que
Ele possa doer de verdade
Nem sempre eu estou apaixonada
Eu gosto de ver doer
É daí que vem minha inspiração
De escrever.
Aldeia da minha ilusão.
Na aldeia da minha ilusão,
Oh! Ilusão calorosa e desconhecida,
Dentro desse vilarejo,
Existem palhoças cobertas com folhas verdes,
Um telhado extra natural,
Em uma delas eu durmo e me refaço,
Um aconchego que me completa,
É um paraíso inimitável,
Ao redor contém uma lagoa,
Água limpa que reluz com o prateado do luar,
A euforia lá prevalece,
Uma sensação de liberdade,
Um sonho que tanto desejei,
Com sabores do campo que me trás felicidade,
Um presente que me deram,
Uma vida de paz de verdade....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Sempre tive um incomodo mental quando o assunto são as orações.
Vêem na minha incompletude mental, uma espécie de cegueira, ao ponto de não perceber um egoísmo pleno ao orar.
Onde estou o tempo todo a pensar e pedirao Divino coisas e proteções.
"Protege-me e aos meus Senhor !"
"...dai-me Saúde e Paz."
Seguido de contínuos clamores e rogos.
Silenciosa viagem.
Ah! A luz fugaz...
Minha primeira refeição do dia:
Uma taça de vinho da garrafa vazia.
Água da vida para um vagabundo?
Sopa de pedras para o jantar!
Maldita libido!
Antes um cigarro, agora um lago.
Grito mudo na porta de luar!
Amor? Mais amor!
A viajante solitária no encontro de si mesma.
Página a página.
Ei-los: A rosa - O vento (No jardim íntimo, onde cada solilóquio é confessado).
Harmonia e confusão.
Balão suspenso.
Bocas seladas, casas desabitadas.
Piada ou conto de fadas?
Aquele mofo por trás das cortinas.
O pó mágico que entorpece a língua.
Anestesia para as narinas cansadas.
Sem cheiro, sem pelo, nenhuma cor.
Amor e ódio na tela da TV.
Amor e ódio no jornal, na varanda e no quintal.
Na cama sempre é doce!
Meias verdades calçando sapatos de lã.
Ou será essa também uma laranja inteira?
A mulher piano certa nas mãos do pianista errado.
Mais uma folha de papel timbrado, amassado e rasgado.
Um mar de silêncio do quarto, grito mudo outra vez.
Loucura, remédio sem cura, lixo, fumaça, embriaguez!
Juízes equilibristas.
Deputados malabaristas.
Sorrisos de elástico vomitando dúvidas.
Alimentam bocas pela certeza.
E as calçadas estão repletas deles.
O vento que afaga meus cabelos, ele também me beija.
E a morte me belisca a cada nova piscada.
Ah! A luz fugaz...
Amor, mais amor.
Grito mudo na porta de luar!
Como Dizia Minha Avó
Na imensurável essência da vida busque aquilo que lhe refaça,
pois diante das horríveis crises,
não se dá ouvidos às falácias.
Como dizia minha avó:
“nesse mundo há tudo de ruim”, violência não cura ferida,
e não há dor que não tem fim!
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