Poesia Lírica

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É de uma profundidade tão superficial,
esse melancólico afogamento
é de uma natureza tão fugaz
que me faz perceber que,
não se entende o que se sente,
não se sente o que se entende,
e de um viver mal pra viver bem
outros se privam pra viver mal também
a quem diga que a resposta esta no além
mas após partir esses males já não cabem
porém você se afoga no próprio anseio
assim a logica finita as emoções, proponho
que tudo não passará de um sonho.

Inserida por Alexandredevil

Se você achar que eu falo merda,
pense a respeito do que eu penso
sobre as coisas que você fala.

Inserida por Alexandredevil

Exilado de Capela,
nasci pra quebrar regra,
um bandido, banido,
rápido e destemido,
Robin Hood, o ladrão,
Leal, justo e amigo,
roubando corações,
alimentando paixões,
vagabundo vira-lata,
apenas um anjo caído.

Inserida por Alexandredevil

O passo já se encontra escasso
descompasso, torto está o laço
devasso, já não mais fracasso
agradecemos a cinzentos abraços

gemidos desnudos em corpos falsos
honestos mistérios de lindos lábios
maldosos méritos de longos mimos
negros ninhos, opostos em pedaços

novos não só seguidos por sentidos
vivos em versos sós de sonetos sedentos
vós e seus robustos roubos, sábios santos,
tantos turcos unidos por talentos troianos

limos e sândalos, em parcos pedaços ricos
conceitos otomanos, os rios poluímos
ratos em atos heroicos, mamelucos minutos
nos tangos imaginários de irmãos guelfos.

Inserida por Alexandredevil

O cair do sol, só faz sentindo ao seu lado,
observar o céu cair, faria sentindo ao seu lado,
ouvir um som, fez sentindo ao seu lado,
um do bom já foi sentindo ao seu lado,
mas eu não mais faço sentido, ao seu lado.

Inserida por Alexandredevil

Nasci e vou morrer um demônio, a maldade sigo elevando,
a sua maldade e pouca vai acabar se machucando.

Inserida por Alexandredevil

Sonetilha Existencial

O homem lúcido me espanta
mas gosto dele na lírica
A verdade metafísica
modela o verbo e a garganta.
O homem lúcido verifica
que a existência não se estanca
põe a baba ao pé da planta
eis que a planta frutifica.
O homem lúcido como quer,
seja lá onde estiver
ele está, sem aquarela.
Sabe que a vida é viscosa
sabe que entre a náusea e a rosa
foi que a ostra faz a pérola

⁠Ciência do Extermínio,
Dialética Inadmissível,
Aleatória e retilínea.
Lírica da Infantaria.

Inserida por michelfm

⁠Lírica da Infantaria

Debelado pelas brasas,
Premiado pela academia,
Diploma de exterminador,
Primeira classe das anomalias.

Ciência do Extermínio,
Dialética Inadmissível,
Aleatória e retilínea.
Lírica da Infantaria.

Dezenas determinam,
O entrave de milhões,
Novenas estáveis,
E instáveis gratificações.

Gatilhos de um cano sem mira,
Destinatários do insulto,
Frustrado aquele que suspira,
O calvário é teu salvo-conduto.

Ciência do Extermínio,
Dialética Inadmissível,
Aleatória e retilínea.
Lírica da Infantaria.

Inserida por michelfm

⁠Longe dos teus olhos
vivo no teu coração
como a tua Lua lírica
em meio a escuridão.

As estrelas instruíram
que as noites seriam
longas como todos
estão testemunhando.

Rocha em silêncio
inabalável no peito,
ciente que a paixão
nasceu anunciada.

Lua junto a Mercúrio
Júpiter e Saturno,
a tua espera no porvir
do Equinócio de Outono.

Do sequestro das meninas
da Nigéria o mundo cala
o nó na garganta sufoca,
e sem nada saber: tudo desespera.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Uma voz lírica e oriental
cantando "Katyusha"
no Teatro de Mariupol,
Talvez sem saber
dos que foram assassinados
pelo míssil
sob a ordem do maldito.

Mal sabe ela que dele
nem mesmo escapou
o pó do que restou
de alguns dos wagneritas
que tiveram o próprio
cemitério asfaltado,
e outros ainda estão
combalidos sem direito
a Cruz Vermelha
e sem absolutamente nada.

Mal sabe ela que
para o maldito não existem
pessoas boas ou ruins,
Para esta alma atormentada
só existem objetivos e mais nada.

A Inteligência Ucraniana
ainda não tem certeza
se o Parsifal dos mercenários
foi morto igual aos demais
na tragédia do avião,
Sem querer acabei
mergulhando no oceano
do concretismo existencial
e do romantismo poderoso
em companhia sobrenatural
de Brodsky e de Pavese.

Enquanto esta guerra
não chegar no seu final
que é a Ucrânia e a Crimeia
libertadas definitivamente do mal,
Estarei devolvendo com
meus poemas cada ataque brutal.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠deusa lírica dos meus pensamentos platô
Te prometeste todo este amor
Tão forte e profundo amor
Amor maior do mundo desejo e eternidade juntos
Um calor veemente como o demais ninguém
palavras que elogiava te noite e dia sua essência em mim
Eu te amava assim e de repente um dia teve fim
O encanto não suportou a magia... agora lembranças de um mar eterno chocando se com as rochas destes meus pensamentos emoldurados...

Minha lirica memoria
so guarda um nome : o teu
os outros muitos que soube
quando te viu:esqueceu

nome quase perfumado
rima dificil do meu
disse-o tanto em tua ausencia
que ate o vento aprendeu.

Inserida por juanaigatu

O coração já não suporta mais
Essa fantasia lírica
Me arrancando os impulsos das entranhas
E me jogando na vida
Esfacelando-me a certeza colorida
Lançando-me numa realidade crua
Da qual me dispo dos encantos
Das puras suposições minhas
Caio patinando a esmo
Por não encontrar fantasias
Da maneira que sinto
Neste mundo hostil
Preciso me reinventar
Buscando o que aqui não vim procurar
Meu mundo não é daqui
Não posso reinventá-lo
Então vou reinventar a mim...

Inserida por mfpoton

Quando a gente olha pra vida
Com olhos de amor
Enxerga uma coisa lírica
Onírica, mágica e linda
Poética, mecânica, estética perfeita
Refeita a visão do eremita
Existe o tempo triste
Entra em pânico
Quando a beleza se dissipa
Perante o egoísmo do mundo.
E se a gente procura buscar
Só a ótica da esperança
Firmando aliança com a fé
Finca os pés num lugar melhor
E acredita em tudo e em todos
Vivendo a ilusão
Fadada ao engodo
Pois logo isso passa
Dissipa igualzinho à fumaça.
Se olha o mundo
Com ódio e desconfiança
Buscando alcançar somente
O que venha somar
Sempre um pouco mais
Fica doente por dentro
Sem paz,
Infeliz e incoerente
Sozinho ou talvez
Em companhia de outros
Que sejam iguais a gente.
E se todos conseguíssemos
Buscar ter a mesma visão
da criança que um dia fomos
E, quem sabe,sejamos ainda
Talvez enxerguemos
O Mundo e tudo mundo
Sob o prisma da realidade
Pois a vida jamais foi linda
Impossível fugir à dor
Pois, quando em criança, também doía
Mas a gente não perdia a esperança
No dia que raiava
Acreditava no amor
Sem ódio, rancor, desconfiança em demasia
Prudentes como serpentes
Simples corações de pombos
Sempre se reerguendo
E rindo dos próprios tombos
A vida não é só amor
Ou glória, vitória ou cinismo
Olhemos pra ela do jeito que é
Tendo fé nos seus defeitos
E talvez a gente consiga
Fugir um pouco mais das brigas
Aceitar as coisas
Do jeito que elas são
Tristes, felizes e confusas
Perfeitas na imperfeição
Tudo depende somente
da lente que a gente usa.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Quando a gente olha pra vida
Com olhos de amor
Enxerga uma coisa lírica
Onírica, mágica e linda
Poética, mecânica, estética perfeita
Refeita a visão do eremita
Existe o tempo triste
Entra em pânico
Quando a beleza se dissipa
Perante o egoísmo do mundo.
E se a gente procura buscar
Só a ótica da esperança
Firmando aliança com a fé
Finca os pés num lugar melhor
E acredita em tudo e em todos
Vivendo a ilusão
Fadada ao engodo
Pois logo isso passa
Dissipa igualzinho à fumaça.
Se olha o mundo
Com ódio e desconfiança
Buscando alcançar somente
O que venha somar
Sempre um pouco mais
Fica doente por dentro
Sem paz,
Infeliz e incoerente
Sozinho ou talvez
Em companhia de outros
Que sejam iguais a gente.
E se todos conseguíssemos
Buscar ter a mesma visão
da criança que um dia fomos
E, quem sabe,sejamos ainda
Talvez enxerguemos
O Mundo e tudo mundo
Sob o prisma da realidade
Pois a vida jamais foi linda
Impossível fugir à dor
Pois, quando em criança, também doía
Mas a gente não perdia a esperança
No dia que raiava
Acreditava no amor
Sem ódio, rancor, desconfiança em demasia
Prudentes como serpentes
Simples corações de pombos
Sempre se reerguendo
E rindo dos próprios tombos
A vida não é só amor
Ou glória, vitória ou cinismo
Olhemos pra ela do jeito que é
Tendo fé nos seus defeitos
E talvez a gente consiga
Fugir um pouco mais das brigas
Aceitar as coisas
Do jeito que elas são
Tristes, felizes e confusas
Perfeitas na imperfeição
Tudo depende somente
da lente que a gente usa.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

A culpa é sua
(versão lírica de O gato)

A culpa é da lua
por eu te encontrar.
A culpa é sua —
que sabe o que é amar.

Mas não entende,
vem se preocupar...
Nem sei o que é isso:
beijar no meio do mar.

A culpa foi minha
quando te olhei.
Mas não existe culpa
só porque chorei.

Ninguém tem culpa
por querer amar —
às vezes, só vem
num simples olhar.

Quando tento parar
de me culpar por você,
lágrimas descem,
e eu sem saber por quê.

E me fazem notar,
sem mesmo querer —
que quanto mais o tempo passa,
mais amo você.

Inserida por WalyssonLima

⁠Introdução Lírica. 🍂
.
O vento cantava
como uma pessoa alegre
Não era uma canção para as pedras
Não! Era um verso
Para as flores do campo.

Inserida por AllamTorvic

Me adubo com minha própria química
Abuso da dopamina lírica
Vivência é empírica
No meu organismo vivo
Aqui estou
Se eu me organizar consigo
Pois tudo posso
Pois tudo sou
E tudo passa
Mas nem todo som
Transpassará
O coração
Não disfarçará
Quer progredir?
Então faça já!

Inserida por ReSsOoU

VAL OU VEM

Dito ou inscrito
Na nuvem

Dito ou bendito
Pela lírica

O que é, o que é:
VAL ou vem?

Com jeito e arte,
Melhor fica!

Com sol e sorte,
Parece rica!

O que é, o que é:
VAL ou verso?

Com amor/a
Descomplica!

Com/paixão
Intensifica!

O que é, o que é:
VAL ou prosa?

Com ritmo e rio,
Simplifica!

Inserida por voualivoltoja

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