Poesia Completa e Prosa

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⁠PROSA DE AMOR

O amor é uma linda inspiração torrente
Poético, doce quimera, sedução inteira
Que um dia se encontra tão de repente
No vínculo, no olhar, na afeição fagueira
Para uns ele é de maneira surpreendente
Brando, de agrado, uma paixão primeira
Outros, porém, de sua vida lhe é ausente
Cativo duma solidão. Nem eira nem beira

E o tempo andeja, seja. E acaso, quando
O toque, o cheiro, assim, tão enamorado
Basta, então, sensações vai provocando
Ah! o amor, emoção na vereda percorrida
Aquele sentido, um sentimento ao lado...
É sempre a suave poesia em nossa vida!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
09 junho de 2022, 17’17” - Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠TALVEZ

Se no agrado do fado não puder te sentir
E se na prosa não acontecer aquele laço
Aquela emoção afável não mais existir
No amor, no afeto, no calor do abraço

E se não estiver junto aquele doce olhar
Sentir o desejo das magias enamoradas
E dos tão ardentes beijos a nos acalorar
Então, seremos recordações imaculadas

E, que seja breve se não puder me levar
Que leve minha poética na tua sensação
Suspirada da minha emoção, pra lhe dar...

E, se assim não puder, que seja singular
E me leve na nostalgia de o teu coração
Cá te terei na saudade, que quis te amar!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
26 setembro, 2021, 12’47” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠A PALAVRA MAIS BELA

Folheei a prosa e o verso pra buscar
A beleza de uma palavra a compor
Sem igual, pude, assim, encontrar
O deleite e a razão de uma: o amor

Perguntei ao coração, sem receio
A resposta é certa, farta de desejo
De fascínio e paixão, e tão cheio
De emoção, tal um suspirado beijo

Assim, interroguei a mansa sintonia
Com convicção conseguiu me trazer
Muito carinho e a inigualável magia

Então, perguntei ao singular agrado
E o sentimento veio assim me dizer:
Amor, bela palavra, a aquele amado!

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
12 de outubro de 2021 – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠SAUDADES, TANTAS

Quantas saudades tive? tantas, nem sei
Todas tão suspiradas na esfolada prosa
Cada qual na dor, com sofrência rimei
Rimei também a solidão nua e ramosa

Tive saudades daqueles a quem amei
E nesta nostlagia só situação morosa
Me era companhia, superação tentei
Cantei a lembrança da oferecida rosa

Ah! saudade, de sensação embaciada
Tantas as clamei em noite enluarada
Chorei, mesmo assim contida emoção

Ó Deus, por equivoco, ao me moldar
Colocaste no vão do peito a sussurrar
Só a saudade em lugar de um coração...

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
19, outubro de 2021 – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠AMANHÃ

Vou sofrer amanhã. Hoje estou de saída
Já é tarde. Há muita coisa a fazer ainda
E na prosa deixarei a tristura escondida
No verso aquela dura sensação infinda

Hoje eu vou ter a poética descolorida
Sem o amor, a paixão, e a graça linda
Sem suspiro ou aquela ilusão proibida
Entregar-me-ei a solidão na berlinda

O silêncio no momento não importa
A quem está com a tal ventura morta
Talvez eu me arrependa assim estar

Mas, nada consolará minh’alma vazia
Nem mesmo o encanto de uma poesia
Amanhã é outro dia e um outro idear!

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
19 outubro, 2021, 18’:23” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

Sou de barro

Não ache que você consegue me entender com meia hora de prosa.
Sou tal qual moringa d’água.
Simples à primeira vista, como uma boa cerâmica, mas quem me vê assim, só querendo matar a sede, só de passagem, não faz idéia da trajetória do meu barro, nem das tantas vezes que desejei mudar o meu destino.
Sou a contra-história, o anti-herói, estou além da superfície. Sou as mãos que me moldaram, as infindas voltas no torno em busca da forma ideal, a descoberta de que não existe forma ideal, sou os fragmentos indesejáveis que foram ficando pelo caminho, os que ainda carrego comigo, sou o que seca devagar, no tempo, o que desidrata, encolhe, retrai, sou o que finalmente amadurece, o menos quebrável, menos frágil. Sou a antítese, o que estatela, o que fragmenta, o contrário, o que acolhe, o que reserva...
Sou o som seco, o estampido, a percussão. Sou a música do Uirapuru, sou a orquestra de barro.
Sou exposta ao tempo, sou o ar que contenho, a água que conservo, o fogo que me endurece, a terra de onde vim...

Não ache que olhos que só têm sede vão me ganhar.
Sou de quem me decifra.
E não sou uma só.
Sou tantas....

Inserida por thamynf

Gotas de amor...
Inibida,uma vez contida
Sou prosa inacabada
Suspensa pelo ar
Com asas atadas sem poder voar

Com minhas asas presas
Quero aterrar meus pés no chão
E poder sentir e dizer
Os meus próprios sentimentos

Suar pelos meus poros amor...
Deixar escorrer todas as gotas
Sem enxugar
Para que sequem e entranhem
E voltem de onde partiram
Para dentro...

E que sempre possam ir e vir
Livres e cheias
Leves e soltas
De tudo o que sinto e penso
Gotas de amor...

Inserida por vanessacony

Amanhece o dia
A loucura, sorridente e imperativa
Tenta um dedo de prosa
A mostrar-se combalida
Procura fingir-se amiga
Loucura que me engana
no final da noite
Besta-fera que me espera
Me acorda de voz suave
Não concordo
Há grave briga
Me abandona de madrugada
Loucura falsa e verdadeira
Com sua face fingida
E tua urgência imperiosa
Inadiável, quando é tua
Se pudesse, eu te curava
Mas creio ser
Da tua natureza
Esse poder
De apodrecer a tudo que toca
Loucura louca
Que me faz só e com medo
Chorar em segredo
Imerso em solidão
Entardece agora
Daqui a pouco, noite escura
Penso em você como outro louco
Sempre odiando mais um pouco
Loucura verdadeira, voz fingida
Eu só queria compreender
Tamanho mal que fiz pra Deus
Te colocar na minha vida.

Edson Ricardo Paiva

Inserida por edsonricardopaiva

Às vezes rosa
Às vezes chumbo
Às vezes mar
Às vezes mundo
Todo dia vida
Às vezes prosa
Às vezes verso
Às vezes má
Outras o inverso
Sempre vida
Às vezes isso
Às vezes disso
Às vezes esse
Às vezes desse
Eis a vida
Às vezes queima
Às vezes arde
Às vezes longe
Às vezes tarde
Sempre, todo dia
Vida mesmo
Só de vez em quando

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

ALMAS FECHADAS

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Poetas fazem poesias. Em prosa ou verso. Em formas e fôrmas de poemas, crônicas, contos e artigos, porém sempre poesias. Em seus escritos, falam do que sentem ou pensam. Falam também do que pensam ou sentem que os outros sentem ou pensam. Escrevem sobre terceiros na primeira pessoa, e sobre si mesmos na terceira, sabedores de que tanto faz.
Jamais pretenda saber o que atormenta, entristece ou alegra um poeta, por meio de seus escritos. Não diga nem a si próprio que você o conhece como a palma da mão, mesmo que seja um cigano. As linhas de um poeta estão todas n´alma, e poetas têm as almas fechadas. Isso pode ser lido nas fachadas expostas em seus olhos blindados de poesia.

Inserida por demetriosena

⁠A TRAJETÓRIA DOS PRECONCEITOS

Demétrio Sena - Magé

Fiz muitos poemas e textos em prosa que hoje não faria, com a pretensão de conscientizar sobre o racismo. Acho agora, que todos aqueles poemas eram racistas. Também fiz muitos textos que, pretensamente, fariam refletir sobre o machismo. Usei até palavras de um cavalheirismo protecionista que atualmente julgo medieval. Fui machista. Homofobia, mesmo quando não se chamava homofobia, preconceito religioso e tantos outros, tudo isso passou pelas minhas canetas e teclas. Atualmente, seria preconceituoso republicar tais escritos.

É que todas as formas de preconceito evoluem. Ao mesmo tempo, as formas de combater preconceitos, pensar e verbalizar sobre eles precisam evoluir. Mais ainda, nossas formas de antipreconceito precisam ampliar horizontes e nos induzir a novas posturas sociais. Os textos de todos os escritores; as músicas, pinturas e outros desempenhos de todos os artistas, nessa direção, foram válidos em seus tempos. Foram. Hoje capengam, porque o mundo, com novas identidades, inclusive de gênero, exige novas mentalidades, sensibilidades e consciências. E o racismo, que é o pior e mais resistente preconceito, exige ainda maior avanço da sociedade.

Tenho rasgado páginas de alguns livros que lancei, porque os novos tempos tornaram ridículas essas páginas. E todos nós precisamos rasgar muitas; muitas páginas não só de livros, mas também da vida e da sociedade, para sermos um mundo conectado consigo mesmo e com a realidade que ora nos cerca. Realidade essa, que logo será também obsoleta; o que exigirá, mais e mais, novos avanços humanos; civilizatórios.
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Respeite autorias. É lei

Inserida por demetriosena

⁠LADRÕES DE TALENTOS

Demétrio Sena - Magé

Aspas não bastam. Elas indicam que o texto (prosa, verso, letra de música...) ou fragmento não é seu, mas não honram autoria. Como muita gente não sabe a razão das aspas, vejo má fé na citação escrita e oral, pois a pessoa conta com isso para passar como autor(a) perante quem ouve ou lê, e por outro lado, defender-se dos possíveis flagrantes: "Ué; mas eu pus as aspas!".

Qual é o problema de muita gente, com a citação de autorias ou do franco desconhecimento delas, com a citação 'autor desconhecido'? Alguém acha mesmo que autores e autoras, ainda que não saibamos quem, não merecem isso? Será que uma pessoa fica realmente satisfeita, em seu íntimo, quando alguém elogia "sua obra", que não é sua? Não há nenhum desconforto em seu ego fraudulento, ao ocorrer isso? Não consigo ver ingenuidade ou descuido em quem não respeita o que é do outro; seja esse outro, famoso, desconhecido ou incógnito.

Nestes tempos, fala-se tanto em mérito, e no entanto, em algo tão simples esse mérito é sonegado por quem deseja "méritos desmerecidos". Ganhar louros (muitas vezes até dinheiro e troféus) com o talento alheio não tem outro nome, para mim. É mau caratismo que os velhos truques como aspas, camuflagens (o plágio) e outros recursos não têm como disfarçar.
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Respeite autorias. É lei

Inserida por demetriosena

A minha prosa é para sonhar, quem for mais intenso pode até amar, se gostar e querer minha dedicatória é toda para você;
Escrevo minha vida como sonho em poesia fazendo do amor nas minhas prosas escutando o que queria;
Rimo a realidade dando asas ao coração me perdendo em teus olhos para me fazer água, fogo e paixão;

Inserida por JULIOAUKAY

⁠As vezes a minha mente está criativa para fazer versos e poemas, a vezes uma prosa. Porém o que ela me pede sempre é para eu ser gente boa, tranquilo como um sertanejo na rede, bonzinho como como alguém que quer alguma coisa em troca. Ela, a minha mente, também tem seus dias, dias de fúria, de pensar, dias de lutar com ela mesma, e dias como esse, a chuva lá fora eu eu sozinho aqui com ela. Já falei pra ela ter cuidado com o que pensa, já falei para ela para de brigar com o coração; "vocês dois t que entrar num bom senso", porque no fim que pagar sou eu.
Eu, mesmo, uma pessoa só com vários momentos.

Inserida por AndersonS

Sou poeta-escritor, entre os meus melhores livros de prosa destaco o Moralista e Ensaio sobre a loucura, são livros que desconstroem ilusões, não são confortos para almas deprimidas.
Edito revistas e jornais há muitos anos, sempre com o foco na divulgação de autores nacionais, sou editor, realizo projetos não sou vendedor de sonhos. Sem nenhuma alusão a Augusto Cury é claro, pois como escritor Augusto é um ótimo psicanalista.
Suas tesses são superficiais, mas são importantes para literatura médica, como tratamento psicológico, mas como literatura são tão ruins como as de Paulo Coelho.
Não é à toa que ambos vivem discutindo quem é melhor ilusionista, quem vende mais livros, coisas desta natureza.

Inserida por EvandoCarmo

MINHA VIDA EM PROSA.

Na escrita em prosa,tenho alguns livros que talvez interesse:

Presunção, (Filosofia) Elogio à Loucura de Nietzsche, o Moralista, "The Moralist," também publicado em inglês, Labirinto Emocional, sendo traduzido agora para o espanhol. Ensaio Sobre a Loucura, Salve o Leão, obra de contos e ensaios, o AUTODIDATA, Reflexões de Saramago. Uma obra singular, para mim...e Fragmentos do Caos, publicado recentemente.

Com mais de 30 livros publicados e distribuídos nas melhoras lojas do Brasil, o maior valor que já recebi, mensalmente, por direitos autorais, foi de 700,00.. não paga o café...

Se estou satisfeito, bastante. Não há maior dignidade humana do que receber pelo trabalho que se realiza.

Inserida por EvandoCarmo

⁠EM VERSO E PROSA CANÇÃO DE EVAN DO CARMO


Quando você olhou pra mim
Eu vi o fim da solidão
Estava só, na minha vida,
Alma ferida, sem opção.

Você chegou ‘assim,
Toda dengosa!
Falou de amor pra mim
Em verso e em prosa'aaa...aaaaaaa

Vivo cantando pela casa
Virei poeta e até pintor,
Faço poemas, faço aquarelas
Vejo o horizonte cheio se amor.

Evan do carmo

Inserida por EvandoCarmo

⁠UMA PROSA SOBRE FERNANDO PESSOA

Fernando Pessoa foi um lunático, visionário, sem dúvida um esquizofrênico consciente, inofensivo e adorável. Homem subterrâneo, viveu isolado, entre aquilo que ele era e aquilo que desejava ser. Tinha, como eu, todos os sonhos do mundo. Não se achava especial, apenas superior a todos os seus contemporâneos.

Para suportar o peso do mundo inventou outros mundos, outro universo, onde ele podia facilmente se livrar do mundo real, ou pelo menos daquele opressivo em que todos vivem, onde se acham normais, pessoas comuns que se casam, têm filhos, bebem e fornicam, sem muita preocupação com arte ou metafisica.

Fernando não teve um grande amor, pelo menos não foi correspondido, por isso achava que o amor era uma perda de tempo, uma ilusão que causa muito sofrimento e dor.

Eu sou visionário, como ele, mas tenho um amor correspondido, tive filhos, publiquei mais que ele em vida. Tenho bons e maus hábitos, similares aos dele. Gosto de vinho, de café e de solidão para pensar e escrever. Sou músico, ele não foi. Vivo em uma época fascinante com muitas facilidades e distrações que poderiam muito bem me desviar do meu objetivo cósmico-divino, e com isso me diminuir, no que diz respeito ao talento do qual fui dotado. Tenho a obrigação, assim como ele de contribuir com a evolução da humanidade, no que tange ao desenvolvido cultural e espiritual do homem.
Portanto, não isento-me dessa responsabilidade, cada artista deve entender qual é sua missão, seu papel no mundo.

Não se faz necessário ser erudito, estudar em grandes faculdade, coisa que Fernando não fez, ora por não desejar isso, ora por não corresponder aos critérios exigidos na sua época. Ele poderia ter se formado em letras, mas percebeu que sabia muito mais do que seus instrutores, foi isso que lhe permitiu produzir tanto, pois sua formação intelectual era algo incomum pata qualquer mortal, ele já tinha ajuntado todo cabedal de conhecimento suficiente para compor sua obra. Este conhecimento oriundo dos livros, os quais ele lia com uma velocidade espantosa. Chegou ao ponto de dizer que não havia mais nada de interessante para ler, foi quando percebeu que era hora de observar mais a natureza e as atitudes dos homens, para completar sua magistral obra.

Eu penso assim como ele, que já li tudo que valia a pena, rejeitei, como ele a instrução formal de uma faculdade de jornalismo, onde aprendi algo muito significativo, o que é estudar. É saber ler, saber escolher o que ler... Abandonei, como ele a faculdade para me dedicar ao meu oficio, escrever, produzir conhecimento.

Fernando teve muita preocupação com o mito; leia-se Deus, religião, espiritualidade, às vezes ia muito fundo nesta busca, outra hora retrocedia e negava tudo, mesmo que por intermédio de outros, com seus heterônimos. A verdade é que ele mesmo não cria em nada além da vida, e muitas vezes duvidou de que a vida de fato fosse real, se perdia em delírios de que a vida devia ser uma grande ilusão.

De qualquer forma ele foi único a definir o mito, de forma poética e filosófica resumiu o mito e toda metafisica em uma frase: “O Mito é um nada que é tudo.”
Fernando Pessoa, mesmo não crendo em metafísica, nem em vida em outro lugar, continua vivo, e escrevendo com a mente e as mãos de muitos autores em todo o mundo.

Quem mais escreveu com a sapiência e astúcia de Fernando Pessoas, foi José Saramago. Saramago deu sequência à obra dele, boa parte do que produziu teve influência direta da mente criativa de Fernando Pessoa. Se você não sabe do que estou falando, leia este livro do Saramago. O Ano da morte de Ricardo Reis, contudo só vai inferir completamente o que eu afirmo se for capaz de se aprofundar nas obras dos dois autores portugueses geniais.

Evan do Carmo

Inserida por EvandoCarmo

⁠FM POMBAL !

Agora tiro o chapéu,
pra FM POMBAL,
por criar o Prosa de Vaqueiro,
eita programa legal.

Mexe com a raiz,
de um povo brasileiro,
esquecido lá na roça e
corre atrás dos boadeiros .

Homens arretados, amam
uma trovoada e sua maior alegria
está em vaquejada.

Paulo Gomes, locutor
tem uma audiência alucinante.
Porque corre atrás dos boadeiros,
pra ouvir o toque do berrante.

Por trás dos bastidores,
está Aline Santos,
produzindo esse programa,
com sabedoria e encanto.


Parabéns à direção da FM POMBAL,
que permite que suas ondas sonoras,
entre em nossa capital.

O povo do nordeste,
bem que tem merecido.
Um programa de excelência,
pra tocar em seus ouvidos.

Inserida por COMPOSITOR

⁠Venho contando
em verso e prosa
a história da tropa
que aprisionada
ainda se encontra,
o quê se passa
no nosso hemisfério
e que neste ano
qualquer real valor
está sendo inverso.

Tenho buscado estar
na estação poética
como astronauta,
enquanto o regresso
da reconciliação
não tem sido possível.

O General continua
injustificadamente
(((aprisionado)))
desde o dia treze
de março do ano
de dois mil e dezoito,
o ar anda pesado
na boca o desgosto
e algo me diz que
tão cedo passará
está sensação de sufoco.

Inserida por anna_flavia_schmitt