Poesia com Rima
E o amor em mim se aconchega.
Faz rima com meu olhar.
É aquele amor infinito que transborda e deságua…
Em mim.
Em ti.
Faz - nos sorrir.
Faz - nos florir.
Não importa as estações, o tempo, os ventos.
Importa estar lado a lado, contando cada ponto de luz no céu e deixando- nos iluminar por tanta luz.
Fachos de amor que adentram a alma e permanecem.
Força nos dá tanto amor.
Alegria nos dá em querer viver, em segurar as mãos, ouvir uma canção de Chico, Gil ou Bethânia e fazer amor até cada ponto de luz no céu se apagar.
Daí então, raios de sol nos despertarem de mansinho, com carinho e a gente fazer amor outra vez…
Depois te aconchego em meu coração, enquanto a gente sorve aquele café quentinho com sabor de carinho…
E o amor se aconchega…
Permanece.
Tem raiz forte.
É árvore que dá frutos bons.
Pois de bons sentimentos somos feitos.
E um bocado de sonhos também…
MINHA RIMA
Você para mim é uma flor perfumada
É o perfume em meu corpo
O arrepio no pescoço
É minha boca sendo beijada
É o calor e o suor
É abraço apertado
É emoção e paixão, amor apaixonado
É magia e alegria
Felicidade de verdade
Em rimas de poesia
Sem você não vivo mais nem um segundo.
Me perco em tudo
Viro um mundo de terra sem nada
Conjugando o verbo amar
Conjugando o verbo amar, em cada verso e rima,
Desenho um mundo onde o amor é a nossa sina.
No presente, amo-te com toda a intensidade,
No passado, amei-te com a mesma verdade.
No futuro, amar-te-ei com ainda mais fervor,
Pois o amor é eterno, não conhece o temor.
Amamos nas manhãs de sol e nas noites de luar,
Amamos nos momentos de riso e nos de chorar.
Amar é verbo que se conjuga no olhar,
No toque suave, no desejo de cuidar.
É sentir o coração bater mais forte,
É encontrar no outro a nossa sorte.
Amar é verbo que não se cansa de ser dito,
É o sussurro doce, o abraço infinito.
É a promessa de estar sempre ao lado,
É o sonho compartilhado, o destino traçado.
Conjugando o verbo amar, construímos nossa história,
De momentos simples, de vitórias e de glória.
Amar é verbo que nos une, que nos faz viver,
É a essência da vida, é o nosso bem-querer.
VERSO & REVERSO:
O poeta expressa seu sentimento lúdico
Buscando a rima e a simetria,
Para muito ouvir o que não devia
Deixando cândida a linha da harmonia.
Se a réplica antecede a tréplica
A métrica embeleza o verso
Criando frases enriquecendo a guia.
RIMA DO PÉ QUEBRADO:
Revirando-me pelo avesso.
No reverso do meu verso.
Versa não me envergonhar
Do reverso de ideias
Por não me aviltar
Do fato de raciocinar
O poeta criou o verso pois sabia que em dado momento a vida ficaria sem rima.
by Elmo Writter Oliver I
Onze anos de saudades
De Ronaldo Cunha Lima
Esse nome que dar rima
Com a história de Campina.
Advogado e poeta
Que muito nos ensinou
Na política ele deixou
Um legado de amor.
Com Ronaldo a Paraíba
Teve um governador diferente
Com uma gestão eficiente
Que cuidou de nossa gente.
O Brasil se encantou
Com o deputado decente
Um senador competente
Que muito nos orgulhou.
Esses versos de homenagem
É pra guardar na memória
Os feitos e a história
De Ronaldo boa gente.
Olinda é rima no meu verso em prosa
Carnaval das cores, brilho e magia. É pura a alegria da liberdade que fantasia os dias de folia. É lindo o festival do povo no passo do frevo, um convite para o mundo inteiro dançar e tirar os pés do chão. O ritmo que leva a multidão a cantar em cada ladeira de Olinda num cortejo repleto de glitter e emoção.
É bloco de rua, é agremiação, é troça que une cada personagem na mesma canção. É o desfile popular da felicidade que invade como um arrastão o íntimo de todo folião. Olinda é tradição. Do alto da Sé a Pitombeira, do Bonfim a Guadalupe, dos Quatro Cantos ao Mercado da Ribeira, é para quem sabe brincar de dia e a noite inteira. Além das prévias, seis dias de alegoria.
Abertura na sexta, sábado de Zé Pereira, domingo de momo, segunda e terça gorda até quarta-feira de cinzas. O patrimônio vivo do misto lírico carnavalesco rural e urbano. É o canto da felicidade a entoar a beleza da vida como se não houvesse amanhã. É para quem tem a manha e o molho, subir e descer, pular e se arrepiar com os shows, apresentações até os blocos de samba.
É a mulher do dia, o menino da tarde, o homem da meia-noite. A troça mais antiga do mascate Cariri, o ato político do dragão vermelho e amarelo do Eu Acho é Pouco (é bom demais), o folguedo do mítico e brincante Boi da Macuca, o samba verde e rosa da Mangueira Entra, o Elefante exaltando sua tradição, o encontro dos bois, maracatus, do coco, dos caboclinhos e dos passinhos.
É o maior evento multicultural, irreverente, político e social. É a raiz de todos os estandartes e baluartes da manifestação cultural popular pernambucana. Oxe, é massa demais essa festança.
Ah se a poesia cantasse
e a melodia da alma
em rima
Tocasse
Seria em tom maior
o ritmo romântico
em cântico
Sinfonia
No solfejo do sentir
a partitura do desejo
em música
Clássica
A entoar o dom de amar
na batida do coração
em escala
Composição
Aqui dentro uma canção ♥︎
Você é poesia
Que não precisa de rima.
Você é poesia
Que não precisa de poeta
Pra ser bem escrita.
Você é ímpar
Como poesia.
Rima sobre Rima
(ou a Monografia Senil
de um Inovador Ultrapassado)
Do barulho infernal,
Ao brilho cegante,
Energia estridente,
Dissipada em instantes.
Nós somos as massas
E as minorias,
Saboreamos o bônus
E as consequências.
Fomos barbárie em harmonia,
Trouxemos uniformidade e conflitância.
Regamos os buquês floridos da melancolia,
Eufóricos desenfreados, anatomistas.
Portamos as causas e as epifanias.
Éforos da argumentação,
Baboseiras intimistas,
Infinitas.
Estratagemas, pilherias,
Ardis e trapaças,
Emboscadas, astucias,
Arapucas, ciladas.
A rima, o verso e a nota
3 de janeiro de 2012 às 22:31
Como perdemos tempo com coisas que não lembramos,
Com coisas que não rasgamos...
Como a rima, o verso e a nota...
Semeando campos de circunstâncias inferidas...
Além do que diz certas palavras caminha de cor letiva a curetasse os embotados...
A fim de torna-se menos cortante, menos sensível com coisas que não nos fere...
Atenuar a ociosidade enfraquecendo o ânimo.
A força com que perdemos nos lembrou que esquecemos...
A nota, o verso a rima como rima o verso e a nota...
Descobrimos palavras no quadro embutido pelo botão direito...
Capazes de atenuar o tempo de coisas que rasgamos, esquecemos, findaram ou enlouquecemos...
Enlouquecemos, enlouquecemos... Não sentimos não nos lembramos de coisas que perdemos ou coisa que não rasgamos.
A nota que esqueceu, lembramos da rima e não sentimos o verso...
O verso, a nota e a rima...
Simplesmente esquecemos... Por que enlouquecemos!
Kadu Costa - Alma Livre
Em um tanto lhe desejo
Eu quero me motivar
Venho com coragem
E certezas para te amar;
Sou a rima do teu corpo...
Sem medida e sem noção;
Sou distâncias na saudade
Loucura e imaginação...
Meus sentimentos absolutos
Faz me pensar somente em ti
Com a tua imagem inspiro a vida
E com o meu querer te guardo em mim;
~~LADRÃO DO AMO(_)~~
Me roubaram a rima que estava aqu(_ )!
Procurem o ladrão, pois eu não o v(_).
Neste poema havia muitas rimas de amo(_).
Iria entrega-lo para mais linda Flo(_).
Agora estou em desespero com esta situaçã(_)!
Foram rimas feitas de alma e coraçã(_).
Como mandarei um poema de amor incomplet(_)?
Com o roubo das rimas o poema ficou em abert(_)!
Talvez o ladrão esteja apaixonad(_)?
E quem sabe ele pegou somente emprestad(_)!
Para a sua amada uma poesia presentea(_).
E uma noite de amor de sua amada poder ganha(_).
Vou esperar até o dia amanhece(_)!
Quem sabe minhas rimas ele venha me devolve(_)?
E assim poderei a você lhe entrega(_).
Esta poesia que fiz para o seu amor também ganha(_)!
~~ANJO ARREBATADOR~~
No coração
Inspiração
Rima repetição
Rima repercussão.
O tempo em palavras
A vida em palavras
A fotógrafia da vida
Presa no tempo da poesia.
Vou desfazer o poema
Arrancando a rima
Tirando a métrica
Palavra por palavra
Tudo para fora
Assim despejo o meu sentimento
Que não me convém
O que quero esquecer
Vai tudo embora.
Sad, sad, sad, sad, sad, sad, quase um anjo,
Chapa, chapada diamantina
Diamante rima com eternamente,
Meu olhar ausente, uma caverna
A guardar o sol e a dor eterna
Das luzes que na tarde
Arde a cair nos canyons;
Quase anjo, sad, sad, sad. sad, sad
Quem há de mudar o imutável
A não ser o tempo
O tempo de recolher as pedras,
De reconhecer as perdas
O tempo de colher as pedras preciosas
O tempo de descer a mina
De guardar o horizonte
Na silhueta feminina
A caçar mamutes como borboletas
Com a leveza e o romantismo de libélulas
A se espelhar no lago
Triste triste triste quase existe
A impossibilidade de poder
Buscar no tempo o olhar de ternura
No momento que por um instante de loucura
Aquele olhar me fez acreditar em anjos.
nada é puramente poesia
entre uma rima e uma estrofe
existe a despedida, a dor, o tempo
o sentimento, o ressentir e a morte
