Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac
Eita poeta sensacional!
Gaba bom nas poesias,
Cada rima é um "carinho na alma"
No coração de quem as aprecia.
Um excelente cordelista
Que encanta por todo canto,
Alegrando quem está em pranto,
Acalmando quem se estressa
Como admiro Bráulio Bessa,
O Nordestino de Alto Santo!❣️
eu,
mulher e menina,
desvio das esquinas
a me enganar!
sim...
suspiro aos lábios
que os dedos ousados
estão em mim
sempre a tocar...
caio...levanto...
ignoro ou encanto
a quem souber o encanto para
me encantar!
que delícia a inconstância...
ser um rascunho a caminhar
Seja você!
Eles mentem.
Eles julgam.
Eles priorizam tudo..
Menos você!
Então faça por você!
Seja por você!
Viva por você!
Acredite em você mesmo,
e no seu potencial.
Você pode fazer tudo
o que você quiser.
Você pode ser quem
você quiser ser.
Então viva o hoje!
Viva o agora!
Viva e aproveite cada momento!
Porque o ontem já passou.
E o amanhã pode ser tarde!
Continuamos
Vivo nessa solidão,
um sentimento que me consome.
Que me traz aflição
e ás vezes tira minha fome.
Este mundo tão cruel...
Eu não entendo.
Cada um fazendo seu papel
sem nenhum sentimento.
Oh sociedade titubeante
que me traz loucura.
Será que mais adiante
serei uma alma pura?
Nossas vidas,
tão irrelevantes,
parecem causas perdidas
procurando algo significante.
Medo de ser,
de causar.
De morrer,
de cansar.
Oh meu caro amigo,
não fique assim;
Um dia encontramos um motivo
de continuar nesse mundo ruim.
Só lhe peço paciência,
continuaremos sofrendo,
mas tenha persistência,
mesmo que estejamos morrendo.
Desconexo
Oh, lindo mundo, tão profundo.
Andamos desistindo da vida.
Será que no fundo somos particularmente suicidas?
Estou me afogando,
tenho um pouco de sorte.
Não estou implorando,
venha linda morte.
Universos diferentes,
nenhum tão ruim.
Rangendo os dentes,
implorando pelo fim.
Meu sangue brilhou,
eu sei.
Não me salvou,
meu rei.
Não fique triste,
sorria.
Será feliz no dia seguinte,
ou talvez algum dia.
O Senhor da Guerra
Acastelado em seus palácios
O senhor da guerra decide invadir e conquistar
E não se importa com o órfão abandonado
E não se importa com a viúva do soldado
Na segurança de seus palácios
O senhor da guerra ordena destruir e atirar
E não se importa com o sangue derramado
E não se importa com o menino mutilado
E quem vai ouvir o clamor do inocente?
Quem vai se levantar contra esta guerra?
Quem vai cuidar de toda essa gente?
E reconstruir de novo essa terra?
Quem se colocará como instrumento do Senhor
Pra restituir a justiça e a verdade?
Quem ouvirá esse imenso clamor
Que sobe aos Céus, e clama por piedade?
A Mulher
A mulher
Incrível aonde estiver
Tão guerreira e batalhadora
Uma mãe gentil e acolhedora
Mulher que nós da a vida
Mulher que se torna parte de nossa vida
Com uma paixão sempre movida
Mulher é a perfeição de Deus sendo vivida
Diante a um poço de emoções
Encantando sempre nossos corações
São nossas eternas paixões
Sua companhia afoga solidões
A mulher sempre batalhou
Já caiu mas sempre levantou
Hoje tem o direito que conquistou
A mulher e a perfeição que Deus criou
*Ansiedade*
*Introdução do poema*
O que é o que é, aquilo que não tem cor, não tem cheiro, não é sólido e pode te matar de algum modo?
Opa pelo que eu percebi você pensou água, que pode causar afogamento, mas tinha me esquecido de um detalhe, ele também não é líquido, Sim, essa é a famosa ansiedade...
*Poema*
Ansiedade, é como uma brisa que passa pela sua mente e te deixa levar pelas fantasias, como uma criança de mente fértil percebendo o que é a noite, e o que é o dia, sem ter explicações sobre aquilo, começa a desenvolver euforia, fazendo recorrer ao colo da sua mãe. Nada mais se define a ansiedade como uma emoção, como uma angústia ou como uma frustração, de algo que você se esforçou, e no final foi em vão, fazendo suas perspectivas cair sobre o chão. Tendo em mente tudo aquilo que você deveria ter feito, que causa uma enorme dor no peito e uma vontade de voltar atrás. Ah a ansiedade… pode ter pontos positivos ou pontos negativos, mas não deixar de ser um sentimento que pode te deixar aflito, fazendo você ter atitudes sem sentidos, que no final faz você se perguntar "por que eu fiz aquilo" em procura de uma explicação. Mas não devemos nos preocupar, é só pensar em uma maneira que você possa controlar, fazendo sua mente e coração se acalmar, para uma nova ansiedade que daqui a uns vinte minutos pode voltar.
quando me vejo no banheiro
é quando percebo o quão sensível sou
eu faço de pequenas pedras
enormes montanhas caindo sobre minha cabeça
as vezes me esqueço de quem sou
de tanto me lembrar de quem eu fui
me perco em magoas passadas
que nem se existem mais
me pego pensando por que fui escolhido
escolhido para carregar esses pesos
que aumentam o peso de minhas culpas pelo dobro
que anseiam pela minha desgraça continua
Essa, que em mim floresce,
Que nutriu as raizes
E espreguiçou os braços
Que atingiram o céu,
Para depois
Se curvarem numa prece,
Contrapondo-se veemente
A tudo o que à alma entristece
Ao Observar as crianças
Brincarem com seus,
Amigos imaginários percebi,
O quão ser, solitário não te,
Faz sentir-se sozinho.
Cansei de sentir-me culpado pelo Fracasso finalmente compreendi que relações são mútuos encontros
Laços de companheirismo
Até chegarem ao fim.
Entre milhões de olhares reencontrei-me:
Dentre o oposto
No meu eu, feminino
Ali congelado e obcecado
Me, mantive.
Lhe Olhando feito um jovem
Nascido no interior,
Deslumbrado pela companhia
De teu amor próprio.
"Bruxas são divas que se perfumam
Com essência de terra e canela
Que cantam e cozinham
Dançam e fazem poesia
Poucas vezes elas praguejam
Mas, quase sempre,
São incompreendidas..."
VIAJEI E PASSEI DO PONTO
Da janela do busão
Ao som de música retrô
Rostos de todo mundo e de ninguém na multidão
A cidade segue seu ir e vir no modo robô
Oferecendo a dádiva da invisibilidade sem sermão
Longe da ditadura dos "modistas" de plantão
Com seus olhares de fita métrica sem perdão
Distante de toda aquela indagação:
Já fez seu mestrado? Será ao menos alfabetizado?
Vai ser mãe um dia? Ou vai ficar mesmo pra Titia?
Já conquistou aquele emprego tão sonhado?
Ou continua a viver de auxílios sociais "acomodado"?
Julgamentos rasos, sem empatia, sem com a realidade do outro nenhum cuidado
A proeza do anonimato
Nos oferta um encontro com a liberdade
Pra ser o que se é de verdade
Já que aos olhos do outro, na Intimidade
Pode ser mais complicado!
Se autorizar a "Ser" sem pedir licença
Não pra ser aceito
Sem filtro...ou frase de efeito
Sem o apontar de dedos... sem ofensa
Pensa!
Dormindo acordada...
Acho até que passei do ponto!
A SERVENTIA DA JANELA
Janela aberta
Para o debruçar da namoradeira
Com olhar de doçura ela flerta
Com a liberdade que a imaginação desperta
De ao menos em seus devaneios poder viver a sua maneira
Janela fechada
Para lembrança guardada
Escolha a adequada fechadura:
Uma velha tramela desgastada
Ou cadeado, trancafiado de forma segura?
Escancare!
Ou se recolha.
Se proteja ou encare!
O modo de usar vai ser sempre uma escolha
OS ENCANTOS DA SIMPLICIDADE
Chinelo de dedo...
Branco de correia azul claro
Pra calçar anonimatos e humildade...
Pra experimentar esse momento raro...
Que é lembrar quem a gente é de verdade!
Sem medo!
Coador de pano para o café
Feito de afeto encorpado
Expresso de fé
Pra se manter de pé
Mesmo pra aquele dia puxaado...
E Gargalhar...
Tem sensação mais deliciosa?
Sorrir solto... sem preocupar com nada!
Mas com essa vida ocupada...
Estamos sem tempo pra muita prosa...
O simples hora ou outra vai aparecer
Como um lembrete, um resgate
Do automatismo, das crises do “ser”
Pra que se possa saber
Um pouco mais sobre o que é “autenticidade”
Mulher
Mulher, que você seja sempre heroína
Que lute pelo seu direito
E encontre força onde nem imagina.
Que você seja tratada com primor
Que todos reconheçam
O seu verdadeiro valor.
Que não lhe falte o respeito
Que nessa busca por seus objetivos
Seja livre de qualquer preconceito
Que você seja o que quiser
Seja dona de casa, modelo, jornalista
Ou simplesmente ser mulher.
Que nesse dia tão importante
Seja protagonista de sua história
E não figurante.
Um poema é estrada desconhecida.
Por mais que se deseja conhecer
Tem-se apenas uma leve impressão
dos caminhos
Biblioteca
Entre gritos abafados
no silêncio da Babel
Pensamentos empilhados
entre sonhos de papel
Ideais catalogados
deuses, reis empoeirados
Um inferno! quase céu...
