Poemas de Lamento
Andei léguas
Buscando sonhos que sonhei só
Me perdi pelo caminho
Não lamento o que busquei
Buscaria mil vezes
Não fosse o desalento
Andarilha,
caminharia outras mil léguas
Só para ter comigo a realidade.
LAMENTO
Oh, Urandi, minha terra querida;
tão benevolente, mas ressentida;
tão acolhedora, mas agredida;
és uma sobrevivente enaltecida.
Esse Oásis do Sertão, já teve dia feliz!
com seus lagos e rios, inclusive o Raiz.
nada sobrou, nem mesmo a igreja matriz.
e as nossas nascentes estão por um triz.
Urandi era nosso orgulho, nos seus tempos de glória;
mas depredaram até o jardim, guardado na memória;
demoliram os patrimônios, que fizeram nossa história;
porque tem quem pensa, que o novo é que a faz notória.
Urandi sobreviveu da colônia até o momento.
quem viveu por aqui, é grato pelo acolhimento.
devemos tratá-lo melhor, porque tem sentimento
e no seu aniversário de 100 anos, não sei se digo:
meus parabéns ou meus sentimentos.
Becco do Cotovelo Silenciou!
Cala-te Becco por um instante, sem murmúrio e sem lamento, mesmo por um tempo, mas, já tornarás o que é e sempre serás.
Meu coração bate forte por tua vivacidade...
Deus está te dando uma benção que vc a muito tempo tem pedido, ele ouviu o teu pranto e lamento, ele sabe da tua necessidade. E ele te diz, seja fiel a mim, e tudo te darei, permaneça na minha graça e te farei próspero sobre essa terra, e viverá em alegria. Mas não retroceda do caminho que já percorreu, afaste se do ímpio, que é como a moinha que o vento vem e espalha.
Vc pediu e eu te dei, seja fiel e eu te darei muito mais...
-
A paz de Deus seja convosco.
Compreensão
Hoje a tarde vai,
Em mim, como há muito
Não sentia, a tarde vazia.
Lamento, se meu intento
Foi mal resolvido,
Faz-me falta, e essa me dói.
Talvez depois eu consiga,
E se não, assim,
Como a tarde vai,
Poderá soprar uma brisa,
Que encanta e suaviza
E, quem sabe, ameniza,
Este triste sentimento de
Não ter compreendido tua dor.
APELOS
Lamento
Além no infinito
Sufocas teu grito
Caminhas aflito
Em densa montanha.
A cada esbarro
Te prendes no sarro
Enquanto um escarro
Enfim te acompanha.
A noite é assim
Um eco sem fim
Alguém que diz sim
Depois se esquece.
O cantinho escuro
Sem jeito, inseguro.
Um beijo obscuro
Alguém que padece
A vida se aplica
Na voz que replica
E se multiplica
Em outros prazeres.
A noite esfria
O tempo vigia
A vida de orgia
Aumenta os seres.
A cada momento
Um vago lamento
Perdido ao vento
Fumaça se esvai.
Sem queixas, sem luta.
Na dor que oculta
Nessa força bruta
Um corpo que cai.
Expresso
Marca, estilo e moda.
Abduzindo o seu jeito,
a se tornar comportamento!
Eu lamento, ao que você se torne,
um produto atrativo, para seduzir o seu público!
BN1996
19/07/2029
Piro, Suspiro, Respiro, Sugiro....
Volto a caminhar, como quando nem se quer pensava, lamento, mas tento retomar de onde pirei.
Suspirei mas retomei, chorei mas alcancei, batalhei, guerreei mas retornei, orei.
Agradecido por não ter desistido , abatido mas nunca vencido, ferido.
A vida é um pulo, um pulo no escuro, de cara no muro, no fundo do mundo.
Cansar é normal, tudo bem não faz mal, o que faz mal é ser mau, ferir o amigo e tal, feio, nada legal.
O mundo é círculo,a vida é um ciclo, hoje vai depois volta, de nada vale se vai com revolta , o que fica é valor, geralmente é amor ,aproveite o calor, de um pai um avô.
A experiência perdida, vale muito pra vida,nem se trata de grana,muito menos de fama, gostoso é ter cama , um sofá, uma dama.
Apesar das tristezas , tudo tem sua beleza , as vezes não vemos , achamos que nem temos, só vemos no outro o que pra nós sempre é pouco.
O que pra nós hoje é pouco, pra alguém somos é tolo , mas se quer ter valor, procure o amor, nem que seja na flor, porque nesta vida, que se quer é comprida.
Cumprida ou não, só o que temos é caixão, do nada nós vamos, sem saber quais os planos , para os dias ou para os anos
Um dia do nada já era, perdemos tudo o que nunca tivemos, se quer iremos para onde quisermos , mas no máximo para onde coubermos.
Esta reflexão me deixou foi sem chão, só de lembrar que amanhã tudo volta ao normal, reclamar até do pão isso já é opção.
Vou nessa agora, já passou foi da hora, de Deus nos ouvir, de novo eu piro, toda hora suspiro a falta de algo, que não consigo ouvir .
Escuro, vasto, rico em lágrimas, tristeza e dor
Um dia de lamento, saudade e tormento
As lembranças vem e a falta do que era o porto seguro aperta ainda mais
Uma confusão generalizada nessa família que era tão apegada
Cada um na sua casa
Os sonhos sonhados, destruídos
Me escondo por trás de um sorriso
Um dos piores dias,
4 de junho.
Que desse deserto, nasça uma flor
Lamento não estar com você todos os dias pequenino,
você era apenas um menino quando foi me dado a missão,
A missão mais linda de todas.
Protegê-lo do mal, cultivar ideias, apontar o caminho e principalmente ensina-lo a fazer seu próprio destino.
Um destino que é só seu,
Está lá e você sabe,
Embora lhe custe enxergar algumas vezes, você sente que está lá,
aguardando você chegar e quando chegar sabemos que não ira soltar, pois tu fizeste o teu caminho,
Eu fui apenas a tocha que o guiou na noite escura, o grito que dissipou a neblina em seu caminho, o escudo que te protegeu enquanto estava sozinho.
Não estarei aqui para sempre, muito em breve temo que irei partir, mas não fique triste pequenino, pois não importa onde eu ir, eu sempre terei tempo para vê-lo sorrir.
Como a certeza do clarear do dia após a vinda da noite,
Do arco-íris após a tempestade,
Você não sabe nem a metade,
Mas posso lhe deixar a seguinte mensagem,
Cuide bem de sua luz, e não deixe de nenhum outro apagar, pois pelo vale das sombras vocês irão passar,
um caminho que só os corajosos escolhem trilhar.
Sabendo que nenhum mal os alcançará,
Uma vez que juntos vocês tendem a brilhar.
E quando esse dia chegar, saiba que você estará pronto para assumir o meu lugar.
Lamento sua inconsolável tristeza,
Aceite meus sinceros sentimentos...
A morte é sempre uma infeliz surpresa,
Resta lembrar com amor, de quem segue outras etapas da vida com certeza...
Lamento Sertanejo...
Uma canção
Para se ouvir silente
Sem entender o que sente
Essa gente sofrida e vivente
Sobre o solo rachado... seco
Hora, entre a sede e a fome
Outra, entre a fome e a sede
Sertanejo de bravo coração
Aguerrido na lida do roçado
Que fiel e crente, suplica em cantiga
Que a chuva lave a caatinga
O Sabor do Pesar
Solidão ao Vento
Noites de Lamento
Tristeza no Olhar
Fechos olhos e Vejo
Lembro-me Do toque do beijo
Dolores era um Buquê de flores
As Rosas morreram no Vale das dores
A Rota com destino à felicidade
É esburacada e cheia de curvas
Estrada do Amor é Via de mão dupla
caminho é a Afetividade Reciprocidade
Segredos Velados e selados
Pronunciados em voz alta
Manjas em corações frustados
Ilusões e marcas da Vida Adulta
Amores e Recomeços
Olhares e Desejos
Conexão de Sentimentos
Acordados em Sonho Intenso.
Autor : Will Educador
Tema : Marcas da Vida Adulta .
LAMENTO as AÇÕES!
Sou um pecador.
E vou confessar!
Peco por amor.
Sou obcecado a amar!
Sou um sofredor.
Eternamente vou sofrer!
Meu coração e só dor.
Sinto que logo vou morrer.
Sou obcecado pela vida!
E minha alma chora!
Uma presença, talvez extinta.
Óh solidão que me é notòria.
Minhas forças se acabando!
Morrerei talvez; para o mundo! Óh Deus!
pois meu amor parece estar secando.
So me resta dizer! Adeus!
Mas creio que posso ter rendenção.
E pedirei a Deus com esmero!
Salve meu coração!
Pois! Deus; é a Ti que eu quero.
Me desminto e sinto que te amo loucamente,
e disfarço e acho que estou bem sem você,
mais lamento e até tento ti tirar dentro de mim e não consigo,
mais necessito você perto de mim...
mais você se foi, e essa história nunca mais vai se repetir,
só não esquece uma coisa eu nunca amei ninguém como amo a ti.
Se pra te fazer se sentir feliz
você precisa me ver triste...
Só lamento pela eterna
tristeza em sua vida!
quero morrer com todas as manhãs que me pertencem
quero que o mundo escute o meu lamento e festeje toda minha alegria
quero ainda te ver numa tela colorida de cinescope
quero que você que ainda queira que eu queira o que de um que porquê qualquer.
onde que há o que do o quê
quero
por mais que fosse absurdo este o quê
quero que você olhe ao lado e veja o que lhe posso oferecer
quero que você queira este mesmo o quê
o querer que doe um mundo em que este querer seja tão breve. soturno e lúdico como o fim.
Sinto-me incompreendida.
Mas não lamento por isso.
Há algo de esplêndido em ser um enigma aos olhos do mundo, desde que eu mesma saiba decifrar quem sou.
E eu sei.
Há momentos em que minha consciência de mim mesma se torna tão nítida que beira a liberdade.
Uma liberdade estranha, que não se prende ao tempo nem ao espaço.
Ela apenas paira sobre mim, dentro de mim. Como uma presença que observa em silêncio.
Por vezes, essa liberdade se afasta.
E quando percebo, estou presa outra vez.
Correntes invisíveis, não sei de onde surgem, tentam me conter.
Mas eu resisto.
Penso: será que parar me faria bem?
Talvez.
Ou talvez me arrastasse de volta para os becos escuros da minha mente, onde me perco de mim mesma.
Por isso sigo.
Não interrompo os sintomas da liberdade, deixo que ela se manifeste, mesmo quando assusta, mesmo quando me desorganiza.
Sei que sou incompreendida por olhos comuns.
Mas isso não me entristece.
Afinal, diante dos meus próprios olhos, reconheço: há beleza na minha excentricidade.
O Peso da Pele
Carrego na pele o peso de um tempo,
Onde ser negro é fardo, dor e lamento.
Na sombra do racismo, sigo o meu trilho,
Enquanto os olhos julgam o meu brilho.
Viver em um mundo que me nega o direito,
Como se a cor fosse crime ou defeito,
Eles não entendem, ou fingem não ver,
Que o meu sangue é igual, que eu também sei viver.
Eu não quero migalhas, nem falsa igualdade,
Quero o que é meu, de fato, em verdade.
Direitos de andar, de sonhar, de existir,
Sem que a cor me impeça de simplesmente sorrir.
Ser negro é lutar todo dia, em cada olhar,
Em cada esquina, onde tentam me calar.
Mas minha voz ecoa, firme e altiva,
Porque sou história, sou força, sou vida.
E um dia, quem sabe, hão de entender,
Que o direito é de todos, basta querer.
Não sou menos, não sou mais, sou parte inteira,
Sou filho da Terra, a luta é verdadeira.
A MESA
Mesa que apoio meus braços
Por laços a tenho há anos
Mogno maciço curado
A pena, lamentos e prantos
