Poemas de Lamento
Só lamento
Como é triste, quando você se doa tanto para uma pessoa.
E ela não retribui.
Como é triste, você dar a sua vida a essa pessoa.
E ela só te fazer sofrer.
Como é triste saber que ela poderia ser a pessoa mais feliz desse mundo.
Mas ela acha que não é.
E ela acha que sempre precisa de mais.
Quando o mais está do seu lado,e ela não enxerga.
E como vai ser triste quando essa pessoa só enxergar isso tudo,quando tudo for tarde de mais.
"Hoje você magoa, você maltrata, você desfaz , você ignora,vc destrata, você não enxerga, você humilha...
E um dia tudo isso que você tanto desprezou...
Vc não tiver mais??? aí sim vc vai querer dar valor , mas será tarde
Será muito tarde
Só lamento...😔💔
O ímpeto do clamor
Queria eu ser cada ato relativo a palavra que chamo, o quão lamento não ter consumido minha juventude na disciplina da ordem espiritual, e até no presente momento reclamo a mim não praticar assiduamente em primeiro lugar o meu altíssimo, tenho comigo que tais indagações são vãs observações, aconteceu tudo na devida forma de construir uma história, reformar o eixo que se perdeu, endireitar a fraqueza que se rendeu.
Mas hoje estou no sentido impetuoso, tenho vontade de falar, chamar, clamar, confessar, dialogar através dessa minha maneira de escrever ganhar atenção da amizade, da intimidade do senhor, desse Santo Espírito que muito ouço falar, o parâmetro de gozo de vida, a sensação de prazer firme na certeza, justificar a fé, eu creio e peço tua presença oh senhor, em nome de Jesus, seja eu, seja você, sejamos nós a vontade espontânea em sermos instrumentos para glorificar e honrar o altíssimo.
Giovane Silva Santos
Boa noite...
Na distinção de lamento pelas vítimas da doença não há sentimentos nas suas palavras...
Estranhamente poucos notam poucos tem alma.
Pois agora compreendo essas palavras
(Só quem compreende quem tem alma.
No percurso de todos atos poucos vêem a verdade pois a verdade liberta e aprisiona quem tem alma. Ter uma alma para poucos...
Pois alma foi feita do conhecimento.
Alma parte celestial no contexto é para reis.
E entre cordeiros se tem o lobo.
Nunca tiveram uma alma apenas os tens o espírito de rebanho e predador. Dentro da ausência alma morre pois não tem conhecimento. A alma como aço que é forjado com a alma do ferreiro. E conhecimento sobre o aço é o segredo da sua alma. /!/ Para um rei contexto de sua alma é humilde da verdade e abraçar o conhecimento e ter esperança e a força só um rei terá diante a terra. O controle/!/dos deuses para o contexto seja os domínios das sombras, como Aqueles os servem por não terem alma. Governante somente possuí o espírito que habita seus corpos vazios...
Num mundo de sombras e bonecos de cordas.
Conspirações são desdenho de gerações.
Dentro da ausência da compaixão a alma morre a ambição prospera e as cordas são puxadas ao prazer... Suas mentes são dominadas por escolhas não pela razão. /!/
Frutos apodrece nos pés e as sementes são envenenada para aja lucro... A alma desapareceu a muito tempo pois há o dever.
O dever é a cultivo da família... Contexto do cordeiro ganha o espírito familiar... O cordeiro é vazio conduzido pela felicidade suas cordas são fixas para sempre.
O lobo vive sem regras suas ambições são fisiológicas nada mais, sem alma revive com corpos das cordeiros... A dimensão de tudo observada com quem não tem cordas e sim as comanda... Suas mentes são manipuladas desde do dia que nasceram... As sombras são parte da fogueira feita para alimentar seu domínio... Só o rei tem o contexto sendo sua alma mais pura na verdade do conhecimento.
QUANDO EU PARTIR
Vou-me embora cantando
Cabelo comprido ao vento.
Não nasci para o lamento
E nem pra viver chorando.
O Céu é festa florida
Da alegria Deus tirou vida,
Alegria eu vou levando!
Grato ao ano anterior mesmo com o sofrimento
Mas não lamento
Naquele ano encontrei o meu amor
E não carrego mais a dor
Acabou o lamento
Agora vivo feliz com meu casamento.
A vida nos oferece alegria,
mas há quem vive de lamento.
Não podemos culpar a vida pelo nosso descontentamento.
O tempo, o que voa, como eco, ressoa.
O tempo, o que sente, a dor do lamento!
Tempo, o que vibra, com um bailar, com um sorriso.
Tempo, desperdiçado, parado, procrastinado.
Tempo perdido, ou, por outro lado, aprendido.
Tempo trabalhado, remunerado, burguês ou proletariado.
Tempo, dos amigos, dos abraços sinceros e confidentes.
Tempo, dos amantes, que contam o “tempo” da distância.
Tempo, das infâncias, das memórias primeiras e eternas.
Tempo dos primeiros beijos, desejado, apaixonado.
Tempo dos prazeres, dos desejos, da saciedade insaciável.
Tempo da saúde, do saudável, do exercitado.
Tempo da leitura, valorado, da mente ampliada.
Tempo dos extremos, do sonhado e do realizado.
Tempo em família, valor imensurável.
Tempo viajado, bem aplicado, de energia recarregado.
Tempo passado, desperdiçado, frustrado.
Tempo futuro, esperançado, melhor planejado.
Tempo de despertar, e de novo… e de novo… seguir, recomeçar.
Tempo para a fé, do norte, da esperança.
Tempo do amor, que pode ser toda a vida, em todo tempo.
Tempo, tempo, nobre tempo, passa tempo… ou não, pare um pouco…
Em todo momento que se desejar ser eterno.
Mas não tem tempo ruim ou lamento
Se tem praga pra cima de mim eu enfrento
Tou comigo e não abro mão
E tenho a sensação que não é coisa de momento
O que eu prezo é maior
Do que eu tenho de pior
Tenho quem a mim perdoa
Em balanço, credo e cor
MADUREIRA
Minha Madureira, além cerrado, lamento
Tê-la deixado, no passado, saudade havia
Em cada ideia, indo mais longe a cada dia
Silêncio, falta do agito, penoso detrimento
Para ti, então, voltar não mais alimento
Nem nos sonhos, nem na ávida fantasia
Certo de contar é envelhecer na agonia
Que há de trovar memória e sofrimento
De toda a dor, pudera eu em ti caminhar
Olhar, estar e sentir o movimento, enfim
Esperar é navegar na ilusão, eu bem sei
Porque por não te ver é que vivo a poetar
E nem a poesia é um conforto para mim
Pois, por tuas ruas, julgo, não mais andarei...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
21 maio, 2021, 15'15" – Araguari, MG
É tédio?
Não! Apenas um lamento
De ver a que ponto
Chegamos
Não há cumplicidade
Apenas protocolo
Só mais um momento
Saudade tenho da quele tempo
Tempo do qual eu lamento
Não ter dado de mim o melhor
Hoje aprendi e sei de cor
E vou lhes dizer com voz chorosa
Saudades eu tenho da menina do moletom rosa.
15 de novembro,
A ultima vez que nos vimos foi em Setembro,
Queria dizer o quanto eu lamento,
Eu carrego diariamente esse sentimento,
Tenha certeza eu me arrependo,
De ter te submetido a tanto tormento,
Talvez por um momento,
Eu tenha realmente acreditado que valeria a pena...
20 de dezembro,
Estou indo contra o vento,
Em uma porsche,
Vivendo de porres,
Me encontro em overdose,
As letras ainda fazem combinação,
Mas a mente e o coração não...
1 de janeiro,
Acabou o vigésimo isqueiro,
Sai e entrei em vinte puteiros,
E em todas elas,
o teu rosto eu vejo,
Vivendo a base de coca,
Onde já nada importa,
Já faz dias que não sei o que são as horas...
Hora da saída
Lamento pelo tempo perdido.
Lamento pelo não vivido.
Nossa vida – preciosa – só vai passando...
Nenhuma semente plantada, germinando.
Quanto tempo já se perdeu...
Quanto tempo não se viveu.
Passou.
Acabou.
Morreu.
De tudo perdi um pouco.
Vida ameaçada constantemente de extinção.
Talvez um esforço sobre- humano
deixe-me de empreender círculos na vida.
E não haja lamentos na hora da saída.
Viver é colecionar
cada acontecimento,
é juntar cada moeda
de alegria ou lamento.
Fica tudo bem guardado,
sem poder ser reusado,
no baú do esquecimento.
'SEM LAMENTO'
Não existe momento certo para declarar se o amor...
Quando o amor navega na sinceridade
Então ele se eterniza no coração sem murmúrios , sem lamento, no seu exato momento
E com calma sela se então o amor com um beijo na alma
Maria Francisca Leite
Direitos autorais reservados sob a lei - 9.610/98
Outra Mulher
Eu sou a outra mulher
Todo dia quando chego em casa
lamento por não te ter
Eu sou a outra mulher
Eu conheço todos os seus pequenos detalhes
e você nem sequer sabe a cor dos meus olhos
Eu sou a outra mulher
Só sinto desejo e inveja
e tenho ódio por ter alguém te esperando em casa
Eu sou a outra mulher
Eu nunca vou ser especial o suficiente pra te pertencer
SONETO DE INVERNO ...
Cai a madrugada fria, lá fora, sem lamento
E, cá dentro, hora em hora, indo a semana
Afora, uivando na janela o soprar do vento
Um cheiro úmido do chão e do chão emana
No cerrado e sobre o torto galho cinzento
O orvalho escorre, e da frialdade dimana
Sobre o vasto horizonte o nevoeiro lento
Sedento, é a invernada em sua total gana
Aí que frio! arde o fogão de lenha, a flagrar
No alarido da madeira chora o fogo doído
Como é bom nesta hora o agasalho do lar
Sob o teu olhar, teus beijos, ternuras feito
Coração aligeiro, abrasado, amor querido!
E, eu prazido, me aquento no nosso leito...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
18/04/2021, 04’57” – Araguari, MG
Consequência
Àqueles lamento
pois, vagueiam nos dias posteriores
como quem está a bordo de um barco
em água corrente
pois, assim são as coisas;
tudo que se tem
se esvanece
ficando a cargo da memória
que reflete como um lago à distância
visto com grande contraste
a beleza distante de um sol crescente.
Por tal se estende a saudade
como aurora rompante a escuridão
como sob chão e mar,
sob alma e corpo,
para uns, dolorosa e permanente
para outros, caridosa e confortante
a todos surge e urge.
Em combate; esperança,
cresce sob a luz, e pela luz
como grama ao sol
sonho, ao brilho produz
não espera o crepúsculo
inevitável, trazendo o vazio
de um sentimento infundado
nem saudade, nem esperança
apenas solidão.
A noite, tão funda e vazia,
resplandece sobe o astro
a luz de outrora
trazendo a tona
o sentimento passado,
seu criador.
Que refaz a saudade
de dias passados.
KNOCK, KNOCK, KNOCKING
.
.
Um dia, bati à porta do Castelo:
– Lamento, mas fui eu !!
Fui eu que venci o Dragão
Que atravessei abismos
Que enfrentei estrelas
Que derrubei destinos...
.
Mas a princesa esperava olhos verdes
Cabelos claros e músculos azuis
Cuidadosamente retorcidos na Academia
.
Esperava, ademais,
(pois isso confessou a uma das alcoviteiras)
um príncipe habilidoso
que a contorcesse na cama
.
[ – Mas porque não eu,
se também tenho meus truques?
Posso não ter dormido com princesas,
Mas levei camponesas às nuvens]
.
Tudo isso lhe disse, marejado
Enquanto lhe oferecia em brinde
– um cálice de Santo Graal
.
Por fim, mostrei-lhe um colar de pérolas
feito com olhos arrancados a doze dragões
[queria ofertá-los a ti]
.
.
Tudo em vão ...
.
.
A Princesa dormia
e sonhava príncipes ...
.
.
[publicado em Entrelinhas, vol.13, n.2, 2021]
Mimi...mi.
Me diz estou mini.mi.
Não porque,
Não lamento minhas dores no corpo.
Não lamento minhas dores na alma.
Não reclamo vida ,que não tem sentido .
Não falo pra vc.s Não tenho mais pressa viver, se eu adoecer não quero voltar.
Vida sem sentido de futuro
Vida real presente sem compreensão.
Vida de passado de mágoas.
Minhas dores são de minha alma da prisão vindo do meus medos de futuro sempre sonhei. Que este futuro ficou preso em decisões não são mais minhas mais sim dos meus erros.
Não deixei amar ninguém, que um dia possa ter cruzado minha vida.
Não quero nem espero ninguém carregue a culpa de minha morte.
Lamento em ser um péssimo filho.
Lamento ser péssimo marido
Lamento ter sido péssimo amantes.
Mais grave ser péssimo pai.
TTodo meu trabalho em vão, sem poder dar, conforto, estudos,e exemplo.
Vi meus filhos crescerem, de bebê a criança de muita arte. De criança a meninos espertos. De meninos a jovens sabe tudo….De jovens a homens em formação.
Sofro e choro .sempre que lembro fiz pouco Não suficiente.
Peso a Deus que sempre os olhei e os protejam de sabedoria atitude.
Meu erro tá ai….não cliei meus filhos redoma nem com mini.mi. Dei a eles as opção de escolha e hj de errar . Porque mais cedo era mais rápido aprende.
Mais doei ver bater as asas, e sentir o vento que nos faz ficar pra traz. Doei sentir que te culpam a mim a cada erro.
Doei não ver os olhos de quem vc ama e faria sempre seu melhor.
23.03.21 A.:T.:D Mesquini A13x
