Poemas de Lamento

Cerca de 970 poemas de Lamento

⁠O ímpeto do clamor
Queria eu ser cada ato relativo a palavra que chamo, o quão lamento não ter consumido minha juventude na disciplina da ordem espiritual, e até no presente momento reclamo a mim não praticar assiduamente em primeiro lugar o meu altíssimo, tenho comigo que tais indagações são vãs observações, aconteceu tudo na devida forma de construir uma história, reformar o eixo que se perdeu, endireitar a fraqueza que se rendeu.
Mas hoje estou no sentido impetuoso, tenho vontade de falar, chamar, clamar, confessar, dialogar através dessa minha maneira de escrever ganhar atenção da amizade, da intimidade do senhor, desse Santo Espírito que muito ouço falar, o parâmetro de gozo de vida, a sensação de prazer firme na certeza, justificar a fé, eu creio e peço tua presença oh senhor, em nome de Jesus, seja eu, seja você, sejamos nós a vontade espontânea em sermos instrumentos para glorificar e honrar o altíssimo.
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

⁠Boa noite...
Na distinção de lamento pelas vítimas da doença não há sentimentos nas suas palavras...
Estranhamente poucos notam poucos tem alma.
Pois agora compreendo essas palavras
(Só quem compreende quem tem alma.
No percurso de todos atos poucos vêem a verdade pois a verdade liberta e aprisiona quem tem alma. Ter uma alma para poucos...
Pois alma foi feita do conhecimento.
Alma parte celestial no contexto é para reis.
E entre cordeiros se tem o lobo.
Nunca tiveram uma alma apenas os tens o espírito de rebanho e predador. Dentro da ausência alma morre pois não tem conhecimento. A alma como aço que é forjado com a alma do ferreiro. E conhecimento sobre o aço é o segredo da sua alma. /!/ Para um rei contexto de sua alma é humilde da verdade e abraçar o conhecimento e ter esperança e a força só um rei terá diante a terra. O controle/!/dos deuses para o contexto seja os domínios das sombras, como Aqueles os servem por não terem alma. Governante somente possuí o espírito que habita seus corpos vazios...
Num mundo de sombras e bonecos de cordas.
Conspirações são desdenho de gerações.
Dentro da ausência da compaixão a alma morre a ambição prospera e as cordas são puxadas ao prazer... Suas mentes são dominadas por escolhas não pela razão. /!/
Frutos apodrece nos pés e as sementes são envenenada para aja lucro... A alma desapareceu a muito tempo pois há o dever.
O dever é a cultivo da família... Contexto do cordeiro ganha o espírito familiar... O cordeiro é vazio conduzido pela felicidade suas cordas são fixas para sempre.
O lobo vive sem regras suas ambições são fisiológicas nada mais, sem alma revive com corpos das cordeiros... A dimensão de tudo observada com quem não tem cordas e sim as comanda... Suas mentes são manipuladas desde do dia que nasceram... As sombras são parte da fogueira feita para alimentar seu domínio... Só o rei tem o contexto sendo sua alma mais pura na verdade do conhecimento.

Inserida por celsonadilo

⁠Grato ao ano anterior mesmo com o sofrimento
Mas não lamento
Naquele ano encontrei o meu amor
E não carrego mais a dor
Acabou o lamento
Agora vivo feliz com meu casamento.

Inserida por Afrodivo

A vida nos oferece alegria,
mas há quem vive de lamento.
Não podemos culpar a vida pelo nosso descontentamento.

Inserida por RemissonAniceto

⁠O tempo, o que voa, como eco, ressoa.
O tempo, o que sente, a dor do lamento!
Tempo, o que vibra, com um bailar, com um sorriso.
Tempo, desperdiçado, parado, procrastinado.
Tempo perdido, ou, por outro lado, aprendido.
Tempo trabalhado, remunerado, burguês ou proletariado.
Tempo, dos amigos, dos abraços sinceros e confidentes.
Tempo, dos amantes, que contam o “tempo” da distância.
Tempo, das infâncias, das memórias primeiras e eternas.
Tempo dos primeiros beijos, desejado, apaixonado.
Tempo dos prazeres, dos desejos, da saciedade insaciável.
Tempo da saúde, do saudável, do exercitado.
Tempo da leitura, valorado, da mente ampliada.
Tempo dos extremos, do sonhado e do realizado.
Tempo em família, valor imensurável.
Tempo viajado, bem aplicado, de energia recarregado.
Tempo passado, desperdiçado, frustrado.
Tempo futuro, esperançado, melhor planejado.
Tempo de despertar, e de novo… e de novo… seguir, recomeçar.
Tempo para a fé, do norte, da esperança.
Tempo do amor, que pode ser toda a vida, em todo tempo.
Tempo, tempo, nobre tempo, passa tempo… ou não, pare um pouco…
Em todo momento que se desejar ser eterno.

Inserida por Jossana_Rocha

⁠Mas não tem tempo ruim ou lamento
Se tem praga pra cima de mim eu enfrento
Tou comigo e não abro mão
E tenho a sensação que não é coisa de momento

O que eu prezo é maior
Do que eu tenho de pior
Tenho quem a mim perdoa
Em balanço, credo e cor

Inserida por pensador

⁠MADUREIRA

Minha Madureira, além cerrado, lamento
Tê-la deixado, no passado, saudade havia
Em cada ideia, indo mais longe a cada dia
Silêncio, falta do agito, penoso detrimento

Para ti, então, voltar não mais alimento
Nem nos sonhos, nem na ávida fantasia
Certo de contar é envelhecer na agonia
Que há de trovar memória e sofrimento

De toda a dor, pudera eu em ti caminhar
Olhar, estar e sentir o movimento, enfim
Esperar é navegar na ilusão, eu bem sei

Porque por não te ver é que vivo a poetar
E nem a poesia é um conforto para mim
Pois, por tuas ruas, julgo, não mais andarei...

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
21 maio, 2021, 15'15" – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

É tédio?
Não! Apenas um lamento
De ver a que ponto
Chegamos
Não há cumplicidade
Apenas protocolo
Só mais um momento ⁠

Inserida por marcos_amaro_1

Saudade tenho da quele tempo
Tempo do qual eu lamento
Não ter dado de mim o melhor
Hoje aprendi e sei de cor
E vou lhes dizer com voz chorosa
Saudades eu tenho da menina do moletom rosa.

Inserida por AlanCezar

⁠15 de novembro,
A ultima vez que nos vimos foi em Setembro,
Queria dizer o quanto eu lamento,
Eu carrego diariamente esse sentimento,
Tenha certeza eu me arrependo,
De ter te submetido a tanto tormento,
Talvez por um momento,
Eu tenha realmente acreditado que valeria a pena...
20 de dezembro,
Estou indo contra o vento,
Em uma porsche,
Vivendo de porres,
Me encontro em overdose,
As letras ainda fazem combinação,
Mas a mente e o coração não...
1 de janeiro,
Acabou o vigésimo isqueiro,
Sai e entrei em vinte puteiros,
E em todas elas,
o teu rosto eu vejo,
Vivendo a base de coca,
Onde já nada importa,
Já faz dias que não sei o que são as horas...

Inserida por mayara_de_araujo

Viver é colecionar
cada acontecimento,
é juntar cada moeda
de alegria ou lamento.
Fica tudo bem guardado,
sem poder ser reusado,
no baú do esquecimento.⁠

Inserida por RomuloBourbon

⁠'SEM LAMENTO'

Não existe momento certo para declarar se o amor...
Quando o amor navega na sinceridade
Então ele se eterniza no coração sem murmúrios , sem lamento, no seu exato momento
E com calma sela se então o amor com um beijo na alma

Maria Francisca Leite
Direitos autorais reservados sob a lei - 9.610/98

Inserida por mariafrancisca50leit

⁠Outra Mulher

Eu sou a outra mulher
Todo dia quando chego em casa
lamento por não te ter
Eu sou a outra mulher
Eu conheço todos os seus pequenos detalhes
e você nem sequer sabe a cor dos meus olhos
Eu sou a outra mulher
Só sinto desejo e inveja
e tenho ódio por ter alguém te esperando em casa
Eu sou a outra mulher
Eu nunca vou ser especial o suficiente pra te pertencer

Inserida por rinacari88

⁠SONETO DE INVERNO ...

Cai a madrugada fria, lá fora, sem lamento
E, cá dentro, hora em hora, indo a semana
Afora, uivando na janela o soprar do vento
Um cheiro úmido do chão e do chão emana

No cerrado e sobre o torto galho cinzento
O orvalho escorre, e da frialdade dimana
Sobre o vasto horizonte o nevoeiro lento
Sedento, é a invernada em sua total gana

Aí que frio! arde o fogão de lenha, a flagrar
No alarido da madeira chora o fogo doído
Como é bom nesta hora o agasalho do lar

Sob o teu olhar, teus beijos, ternuras feito
Coração aligeiro, abrasado, amor querido!
E, eu prazido, me aquento no nosso leito...

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
18/04/2021, 04’57” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Consequência

Àqueles lamento
pois, vagueiam nos dias posteriores
como quem está a bordo de um barco
em água corrente
pois, assim são as coisas;
tudo que se tem
se esvanece
ficando a cargo da memória
que reflete como um lago à distância
visto com grande contraste
a beleza distante de um sol crescente.

Por tal se estende a saudade
como aurora rompante a escuridão
como sob chão e mar,
sob alma e corpo,
para uns, dolorosa e permanente
para outros, caridosa e confortante
a todos surge e urge.

Em combate; esperança,
cresce sob a luz, e pela luz
como grama ao sol
sonho, ao brilho produz
não espera o crepúsculo
inevitável, trazendo o vazio
de um sentimento infundado
nem saudade, nem esperança
apenas solidão.

A noite, tão funda e vazia,
resplandece sobe o astro
a luz de outrora
trazendo a tona
o sentimento passado,
seu criador.
Que refaz a saudade
de dias passados.

Inserida por Rorel

⁠KNOCK, KNOCK, KNOCKING
.
.
Um dia, bati à porta do Castelo:
– Lamento, mas fui eu !!
Fui eu que venci o Dragão
Que atravessei abismos
Que enfrentei estrelas
Que derrubei destinos...
.
Mas a princesa esperava olhos verdes
Cabelos claros e músculos azuis
Cuidadosamente retorcidos na Academia
.
Esperava, ademais,
(pois isso confessou a uma das alcoviteiras)
um príncipe habilidoso
que a contorcesse na cama
.
[ – Mas porque não eu,
se também tenho meus truques?
Posso não ter dormido com princesas,
Mas levei camponesas às nuvens]
.
Tudo isso lhe disse, marejado
Enquanto lhe oferecia em brinde
– um cálice de Santo Graal
.
Por fim, mostrei-lhe um colar de pérolas
feito com olhos arrancados a doze dragões
[queria ofertá-los a ti]
.
.
Tudo em vão ...
.
.
A Princesa dormia
e sonhava príncipes ...
.
.
[publicado em Entrelinhas, vol.13, n.2, 2021]

Inserida por joseassun

⁠⁠Mimi...mi.



Me diz estou mini.mi.

Não porque,

Não lamento minhas dores no corpo.
Não lamento minhas dores na alma.
Não reclamo vida ,que não tem sentido .
Não falo pra vc.s Não tenho mais pressa viver, se eu adoecer não quero voltar.

Vida sem sentido de futuro
Vida real presente sem compreensão.
Vida de passado de mágoas.

Minhas dores são de minha alma da prisão vindo do meus medos de futuro sempre sonhei. Que este futuro ficou preso em decisões não são mais minhas mais sim dos meus erros.

Não deixei amar ninguém, que um dia possa ter cruzado minha vida.

Não quero nem espero ninguém carregue a culpa de minha morte.

Lamento em ser um péssimo filho.
Lamento ser péssimo marido
Lamento ter sido péssimo amantes.

Mais grave ser péssimo pai.

TTodo meu trabalho em vão, sem poder dar, conforto, estudos,e exemplo.

Vi meus filhos crescerem, de bebê a criança de muita arte. De criança a meninos espertos. De meninos a jovens sabe tudo….De jovens a homens em formação.

Sofro e choro .sempre que lembro fiz pouco Não suficiente.

Peso a Deus que sempre os olhei e os protejam de sabedoria atitude.

Meu erro tá ai….não cliei meus filhos redoma nem com mini.mi. Dei a eles as opção de escolha e hj de errar . Porque mais cedo era mais rápido aprende.


Mais doei ver bater as asas, e sentir o vento que nos faz ficar pra traz. Doei sentir que te culpam a mim a cada erro.

Doei não ver os olhos de quem vc ama e faria sempre seu melhor.

23.03.21 A.:T.:D Mesquini A13x

Inserida por Alexmesquini

⁠Solidifico meu ser e em versos escrevo do meu lamento
harmonia de afinados sons olvides tão doloridos ainda que distantes devagar meu medo me leva a tumba e na lapide meus versos e que recebes efusivo
A noite medonha vem naufragar o dia
Os raios solares aranhando me os olhos
carregando o outono a ápice das horas mais doída
Os ventos sopram os doces botões das flores
O sol lança seus cálidos raios verso pelo adorno, meu amor era tão puro inscrita fiel
Mas as sombras arrastou em um grito abafado riscando o céu
Manchando meu coração
Removida com a uma tenaz colocado na haste e sobre pináculos escupidos de Mamoré pedaços do coração.

Por Charlanes Oliveira Santos

⁠Sobre mima alma pesares a dor
Lamento e carrego a sina de um amor cruel será meu carma arde nos lençóis do averno
Minha vida aborrecida sem meu amor
O sussurros da noite tem voz da morte que ecoa ate meus ouvidos agravados
Morro agora uma vez mais nas escuma do meu sangue as veias são como cordoes me puxando para baixo
O seu amor jogado aos ventos ar envenenado não respiro me sufoco lentamente
Ah como desejo a morte que me leve e sobre os montes faço morada antes de se sugado e condenado por adis
Antes que meu corpo seja consumido pela geena e queimo torto no tártaro lançarei ate ti uma ultima vez mais
Peço as estrelas que em seu jubilo sela meu corpo e que entre as eras não morra meu amor
Vejo que é romântico me matar por amor onde a vida não tem mais graça sem ti oh amor
A areia da ampulheta conta meus últimos dais
O som da madrugada e soprada pelo vento ninguém percebe mais esta é diferente
O cheiro do vinho não é notável e coberto pelo cheiro do sangue que escorre
Os olhos ainda consegue derramar as ultimas lagrimas

⁠Não é um lamento amigo,
é uma apreciação
…se toca a gente sente
e se sentimos manifestamos.

Ta vendo, sem querer
fiz um poema amigo.

Inserida por dianarios