Poemas sobre Livros
Livros deveriam ser os brinquedos preferidos das crianças. Mas filhos preferem os brinquedos dos pais.
"Não seria maravilhoso se os papéis mais valiosos fossem os que estão nos livros e não os papéis que os compram?"
A meu ver, não existem livros maus. Basta que, em milhões de palavras, centenas de páginas que abriguem nefastos conceitos, haja um apenas que traga, em seu bojo, uma mensagem sincera, humana, inteligente e válida, e ele, o livro, já terá cumprido sua missão na terra.
Os livros são o espaço do sem-limite. Leia Gabriel García Márquez e você vai entender do que eu estou falando.
Os livros, objetos geradores de sonhos, que da imaginação florescem vida e inspiração para aqueles que necessitam de esperança.
Todos os livros são um pedaço de tudo aquilo que a gente vai se tornando ao longo da vida, e no fim nos tornamos um livro inteiro.
Ah se o mundo fosse como nos livros,nos contos onde tudo pode acontecer sem te deixar preocupado porque o fim é belo é maravilhoso,diferente dessa realidade tão hipócrita.
Gostaria, que o que dizem os livros, desde os mais sagrados até os mais profanos, fossem verdade...porém, sei que estou só numa intrincada floresta de astros e estrelas, que chamam de universo, e só tenho verdadeiramente a se interessar por mim, apenas eu mesmo...
odair fllores
Você quer armas? Nós estamos em uma biblioteca. Os livros são a melhor arma do mundo. Este quarto é o maior arsenal que poderíamos ter. Arme-se!
Não sinto fome ou sono. Não sinto vontade de falar ou de fazer algo. Sinto-me triste. Compro livros e não sinto vontade de lê-los. Sinto-me mal. Eu queria fazer algo, mas só em pensar nisso, sinto-me deprimida. Eu só queria ficar no meu quarto e chorar. Parece que tudo vai dar errado se eu sair, porque sempre dá. Eu sempre faço tudo errado. Eu sinto dores pelo meu corpo todo. Eu sinto minha alma chorar. Sinto meu espírito triste. Não sinto vontade de lutar.
"E é de pequenos momentos, que escrevemos livros inteiros!
Fazendo de cada dia um novo capítulo." - MCA
Mentalize a ideia de que estava andando sozinha com uma pilha de livros, na verdade muitos, e você veio correndo, me esbarrou, jogou tudo no chão, se assustou, agachou e começou a pega-los, colocou-os nas minhas mãos. Mas na verdade, ao invés de livros, minhas mãos abrangia meu mundo, despedaçado, enquanto tentava equilibra-lo, você veio, me encostou, o jogou longe, fez uma baderna pior do que já estava. E aos poucos, juntou os pedaços, o ergueu, me entregou, mas não só isso, o segurou, para que não aguentasse sozinha o peso. Se você quiser soltar, aguentarei, pois, não terei outra escolha, porque antes já aguentava, era inacabado, mas era o mesmo, você chegou tudo nos eixos, e pra mim já é o suficiente, pode partir, mas o que você fez por mim vai ficar pra sempre aqui...
O meu pai só pensava em livros (livros e mais livros!), mas a vida não era da mesma opinião, a vida dele pensava noutras coisas, andava distraída, e ele teve de se empregar. A vida, muitas vezes, não tem consideração nenhuma por aquilo que gostamos.
Há quem ame colecionar. Colecionam moedas, livros, quadros, papéis de carta. Os mais ousados até colecionam coisas estranhas como calcinhas, mechas de cabelo. Tem quem colecione e se apaixone por todo tipo de coisa. Porém, numa infinidade de escolhas, consegui ser a pior: me apaixono por sorrisos e coleciono amores impossíveis.
Li bons livros, mais, apenas um, me ensinou a ver a vida, senti-la, e vive-la. As sagradas Escrituras que nos apresenta, o autor da vida.
"Deus".
"Eu costumo ver publicações por aí do tipo 'livros que acertaram previsões do futuro'. O que eles não sabem é que somos nós escritores que pré-criamos tudo que chamam de futuro, que tecemos a linha do tempo, que batizamos imaginações de crianças, jovens e adolescentes que, quando crescem sonhando nossos sonhos, já tem um ponto fixo no universo. Não para inventar, mas para materializar o eterno de nossas palavras, o ideal e impossível de nossas mentes, outrora chamado meramente de ficção".
Todos os dias leio os jornais, livros e revistas a procura de algo novo... de uma notícia nova, mas na verdade, procuro algo que está no passado. reviro gavetas, leio histórias, contos e nada faz sentido. De repente ouço uma voz, uma voz distante que quase sussurrando diz: deixe o que está no passado enterrado. Mas, isso não faz sentido... eu não concordo com isso, mas, de súbito me recordo que o que está no passado me fez mal, me tirou a coragem, me fez deixar de ser quem eu era, me tirou do chão e me tirou o chão. Então não é bom. Deixe o que está no passado enterrado. Pra que desenterrar o que está errado?
Não adianta escrever lindas palavras de grandes autores, ler vários livros, estar atualizada ..... e não saber simplesmente ouvir ao próximo.
A palavra conhecimento não vem somente dos donos da razão, vem da simplicidade das palavras, saber ouvir o que querem lhe dizer e mais que ouvir, entende-las.
