Poemas sobre Árvores
SAUDADES DE TI
Se perguntarem por mim
Diz que estarei
Onde os ramos das árvores
Partem com o vento
Se não me encontrarem
Diz que me perdi
Pela floresta na serra
Entre os lobos
Com saudades de ti.
Árvores
quando -beijadas- pelo vento
chovem folhas dos galhos,
que se plantam no solo, como
flores na erva fresca...
-- josecerejeirafontes
Desnatado Natal
Vagarosamente os flocos brancos
vestem as árvores e as ruas.
Pulam sorrisos nas mãos das crianças.
Casas adornadas de esperança
com pisca-piscas de mil cores
estampadas em portas coroadas de azevinho.
Fazem-se partir milhões de pedidos
aos confins da Lapónia,
sonhos embrulhados de inocência,
alarvemente aproveitados
pelo incessante consumismo.
À medida que o vento faz o playback da harmonia,
o Mundo fantasia-se de bondade.
A solidariedade incentiva a humanidade
a um consoado cessar-gelo,
comovem-se corações e Invernos
num calor humano que não aquece a verdade.
E a vocês, que fazem da rua a vossa cama,
das estrelas o vosso tecto, não têm sonhos,
[mas sabiamente observam
esses sociais mendigos corações
nos seus costumes no desnatado Natal],
abro as portas da minha casa,
ofereço-vos a minha mesa,
o calor do meu abraço,
e o sentimento deste poema:
o Natal é uma camuflagem
passageira no coração das civilizações.
Despi o Teu Sentimento
Na alameda da tua tela
estavam árvores a murmurar.
Entregues ao lampejo das tuas mãos,
deslizando nas tonalidades das estações
da imprescindível paixão.
Despi o teu sentimento: e desnudo fiquei.
Amar-te Torrencialmente
Estou a amar-te
como as árvores
amam a terra.
Estou a amar-te
como os oceanos
amam as luas.
Estou a amar-te
com a racionalidade da loucura.
Estou a amar-te com os olhos
cheios de chuva.
Estou a amar-te torrencialmente.
Nos dourados
outonos
as árvores
cantam as
canções das
borboletas
que voaram
no estômago
do verão.
Hobby
Num hobby de plantar muitas árvores,
Percebi que se regasse as plantas
As suas raízes se acomodariam na superfície
Esperando pela água mais fácil, vinda de cima!
Se não regasse, as suas raízes migrariam para o fundo
Em busca de água e das várias fontes de nutrientes
Encontradas nas camadas mais inferiores do solo.
Assim, suas raízes profundas as deixariam mais resistentes...
Num hobby de pescar vários peixes,
Ensinei ao marinheiro de primeira viagem,
Uma teoria para que ele desenvolvesse sua a pesca
E assim resistisse aos momentos de escassez...
A solidez de uma pesca responsável,
Resiste as adversidades na função apresentada.
O efeito dessa dedicação vai sempre beneficiar
E trará um modo de conforto jamais antes visto.
A vida não é nada fácil como parece,
Desde uma simples árvores com suas raízes profundas,
Até uma atividade tão antiga como a pescaria,
Revelam a suas particularidades divinas.
Natal que se aproxima
Todas as árvores estão montadas
As luzes iluminam as cidades
Que estão enfeitadas de bolas coloridas
Eu vejo felicidade por todas as partes
É mais um Natal que se aproxima
Alegria estampada em todas as faces
Noel representa a entrega que anima
E Jesus a esperança de um reino
Entre os embrulhos que se abrem
Trazendo os pretendidos presentes
Não há esperança de vida eterna
Para um povo que tem acreditado bem pouco
Não sabem ou ignoram o tempo vindouro
São imediatistas e sem cuidados
Irreconciliáveis por tanta descrença
Erram por não lerem a palavra – coitados.
As árvores são a alma do mundo. As árvores dominam tudo, elas provém da natureza global, é a inacabável fonte de vida, fantástica com suas cores reluzentes, mantendo o seu vagaroso movimento de dança ao vento, algumas de doce perfume, e outras de leve brisa. A árvore é compositora do que nós seres humanos dificilmente procuramos evoluir..O Equilíbrio. Mas dispõem de sua imensurável energia de paz e harmonia.
Sinta a energia e se banhe com ela, você é capaz!
De uma mente sagaz.
“Ali estava eu, construindo árvores com suspiros, girando na órbita errada e tendo espasmos dos sentimentos mais variados possíveis. Bukowski, com profunda certeza, estaria me fitando com uma mão na testa e certo ar de desapontamento do outro lado da praça. E ali estava você. Daquilo que não temos controle, senti dores musculares como se tivesse carregado um peso de cem quilos nas costas, mas, na verdade, apenas fiquei lendo os seus pensamentos em posições desconfortáveis. Estranho, você tem cheiro de poesia mansa que me dá a motivação errada para fazer a coisa certa. Tem cara de gente que dá carona no guarda-chuva, que não dorme com o barulho da tempestade. Olhar incisivo, rugas cansadas, expressão vacilante de quem soletra os clichês de trás pra frente. O rosto descarregava pieguice na escrita e frieza nas ações. Será que estaria disposto a compartilhar um silêncio confortável comigo? Tinha cara de quem aparecia, parecendo até que gostava que ficar, daqueles que gosta quando a pessoa chama pelo nome como se fizesse carinho nele. Então vamos numa apresentação de circo, num bosque de ecos convictos e alívios imediatos conversar e “sentimentar” sem compromisso, sem descaso. Ne me quitte pas dançando com a saudade, não deixe a solidão sem par. Vamos compartilhar dessas motivações que renascem do nada, vasculhar gavetas, estantes, instantes, coisas que a gente pode empilhar. Dormir para adiar dores, quem sabe até amores.
Vale a pena, não vale a pressa.
Olhei dos pés à cabeça e disse: “Moço, até que você é abraçável.”
E ele sorriu de volta.
Minha alegria naquela tarde me embalou num sussurro e não queria soltar mais.
Calmo,
passa o vento, entre árvores e casas
Cantando em silêncio, a canção de uma só melodia
Tão leve e tão lento, que nem parece vento
Trás inspiração, deixando poesia
Calmo,
passa o vento, levando um sorriso que quase existiu
Mas não se completou naquele dia
Calmo,
passa o vento, secando a última lagrima, que daquele olhar triste caiu
O Equilíbrio é a autossustentação de fluxo.
As árvores que produzem para elas,
Mas isso não é o suficiente,
Então elas produzem sempre mais do que podem,
Para assim dividir seus ganhos.
O Equilíbrio pessoal é igual,
Se você não produz, você morre.
Se você produz só para você, estagna.
Mas se você produz para suprir a ti e ainda mais para dividir,
Você tem o equilíbrio.
Mas para equilibrar você precisa crescer,
E quanto mais você cresce, mais responsabilidades tem.
Lutar contra a chuva é besteira,
Aceita-la sendo flexível e persistente à ela, é sobrevivência.
Respire e relaxe,
Preste atenção no Agora,
Outrora não existe hora,
Ame, produza e encante!
Numa área de natureza verdejante com lindas árvores frondosas, vi o seu sorriso charmoso florescendo, demonstrando um contentamento admirável, contagiante de tão sincero, deixando todo aquele lugar iluminado e o dia ainda mais belo.
Nesta ocasião, senti como se o tempo tivesse parado, enquanto o meu coração estava alegre, os meus olhos bem atentos e eu refletindo no meu imaginário, satisfazendo o meu lado poético, imerso em um sonho acordado, mesmo sendo bastante passageiro.
Naturalmente, fiquei despreocupado com o restante a minha volta, a realidade daquele cenário era muito mais interessante, principalmente, por estar diante dela, sendo inspirado, dando vida a um simples poema, cujos versos foram formados com toda a presteza.
Ninguém e nada desagradável apareceu para atrapalhar esta tamanha bênção num misto de intensidade, romantismo e simplicidade de uma cena apaixonante entre este poeta e esta inspiração abençoada, pertos e distantes, uma conversa respeitosa e sem palavras.
Lua Sonhadora.
Já é noite no céu.
Os pássaros e as árvores estão dormindo.
E o que tiver de mais bonito.
Talvez já esteja dormindo.
Sonhando com as estrelas ou tendo bons sonhos.
É mais uma noite em que muitos sonhos de alguma forma cumprimentam o anoitecer.
E a luz da Lua retorna.
Com um equilíbrio fantástico nos seus suspiros.
Noite amiga dos seus sentidos.
Na luz branca que prevalece enquanto além desse céu estrelas cintilam.
Uma Lua acordada e dedicada.
Trazendo grandes inspirações.
Que reluz sobre as noites que já a esperavam.
Com sorrisos retocados pela luz do seu luar.
Que predomina sobre o silêncio que muitas vezes se faz quando metade da fauna e da flora adormecem.
E outros que a veem se compadecem.
Dos seus corações lhe dedicam um uivo,um sussurro ou algo profundo e sincero.
Como aquele brilho esbranquiçado que se sobressai nas noites.
Desde as noites antigas é assim.
Como essa noite que voltou.
Bela face lunar.
Bela das feições únicas e emotivas.
Mostrando um caminho iluminado até o seu lugar.
Para poder sonhar também.
Porque se outros pensamentos,corações e vozes sonham,a Lua que é o motivo desse sonhar também fecha os seus olhos e se deixa acreditar com uma criação parecida com a sua.
Deslumbrante em verde e azul.
E que antes de dormir ou não,olha através da sua vida e pede entre o silêncio noturno e as estrelas que não dormem que mais um desejo seja realizado. Tendo naquela bela e inegável face o seu sonho mais bonito e interminável.
Olho pela janela
e o mundo respira devagar.
O vento conversa com as árvores
e o tempo parece pausar.
Há silêncio no céu cinza,
há promessa no raio de sol,
e aqui dentro,
uma alma que aprende a enxergar.
Não vejo só ruas e nuvens,
vejo memórias, vejo paz.
Vejo a vida dizendo,
com doçura: “ainda é capaz.
Anoiteci muito cansado
Então chovi bastante para o rio alagar
Quando ventei pude as árvores balançar
E relampejando risquei o céu de energia
Trovejei tanto que ensurdeci
E assim amanheci raiando
Poema: O Meio Ambiente
O meio ambiente pede socorro
Árvores gigantes sendo derrubadas
Rios sendo poluídos
Estão incendiando as matas
O meio ambiente quer ajuda
Cultivar sementes
Cuidar dos animais
Cuidar da gente
Somos parte desse meio ambiente
Estamos no meio das matas e florestas
É preciso cuidar com bastante pressa
Não temos tempo a perder
O que você pode fazer pelo meio ambiente?
A resposta está nas atitudes da gente
Basta prestar atenção pra perceber
Preservar as árvores
Economizar água
E tudo começa na sua casa
Na sua cidade
Cuide do meio ambiente
Você faz parte dessa diversidade
Poeminha: “ O meu bairro”
No meu bairro tem árvores onde mora bem-te-vis
Tem Mariana que mora próximo ao supermercado
João mora pertinho de mim.
Eu moro aqui, na rua Principal.
Na minha rua tem sorveteria, igrejas e um hospital.
No meu bairro tem de tudo; Banco, padaria e banca de jornal. Ah, tem parquinho para crianças e rampas para quem é especial.
Meu bairro tem um nome bem bonito; Capanema. Nome indígena que tem oito letras.
A casa da vovó e do vovô fica numa rua bem estreita. A rua estreita se chama Leveza.
Eu amo andar pelo meu bairro. Fico tão feliz que até esqueço que aqui existe tristeza.
