Poemas sobre a Morte
Se for amor, não tem como separar.
Como separar a vida? Só a morte separa
Vou morrer te amando. Por que te amo, por que te amo.
Nem a morte Matará nossos amores,
Que renascem na ilusão febril e mansa;
Se eu morrer te levarei nas minhas dores,
Mas te guardando em minha última lembrança...
Viva e não tenha medo da morte...
pois a morte não existe.!
Morrer não é o fim é apenas uma mudança de vida!!
Não estrague a sua vida a pensar na morte!
Que ela venha com serenidade e confiança.!
Esperar a morte ou a eternidade.!!
A realidade é que você só saberá se existe vida após a morte depois que morrer e, só, se você estiver vivo e consciente para dizer que você estava certo.
De qualquer forma, ainda que exista, você não terá outra oportunidade de viver esta vida.
Então pense na única oportunidade que você terá de ganhar na loteria.
Pronto. Você acaba de ganhar. Aproveite.
À Vida No Morrer... Na Morte Do Viver...!
A vida se sorve em moles goles
A se deixar vivente no teu ventre a se estender
Alimentando-se de se, a se fazer na sede do nascer... Renascer
Na imensidão do instante, não mais tão constante
No tudo de tudo que se tem no que tem a se conceder
À vida no morrer que se tem na morte do viver
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Aceito a morte... não a sala de espera... se havemos mesmo de morrer, por que a morte não vem sempre antes da "desexistência"?
Eu prefiro a morte e não aceitei morrer,
Pois as pessoas precisam de mim.
Pois, embora seja nobre viver pelos outros,
É injusto para mim,
Deveria desejar a vida para mim,
Não para o outro.
Matar a fome é vida
Morrer de fome é estatística
Nutrição balanceada é vida
Morte por desnutrição é balanço
Globalização rompe fronteiras
Fronteiras interrompem imigração
Não usar o cinto de segurança.... multa, infração
Recolher lixo pendurado por fora de um caminhão em movimento... profissão.
Ônibus lotado, pessoas em pé ... Seguro é o corrimão.
Roubar pra comer... ladrão
Roubar de quem tem fome.... fraude em licitação.
Delatar um criminoso comum... cagueta, x9....Prêmio: violência e repressão.
Denunciar comparsas de crime e participação.... Delação, premiada
Mentira e falsificação, estelionatário... prisão
Estelionatário de eleição.... mandatário
Carreata, carro de som, comício, promessas, agitação... Campanha
Passeata exigindo direitos e cumprimento das promessas de eleição.... Apanha
Meritocracia explica e justifica as diferenças... Posição
Injustiça e indiferença explicam e justificam o mérito ... Por imposição.
Quando a vida não mais viver e passar pela primavera visualizando a morte quando não quis morrer;
Aí, se arrependeram da maneira de quando não quis viver!
Mas de nada adiantará, viver as margens da vida... Quando a morte rodear;
Será que é sorte não morrer em um mundo de escarnecedores?
Ou será pecado falar que a morte é o prêmio da guerra?
Pois o talento de nada serve se as oportunidades não aparecem ou não ter entendimento para aguarra-la...
As palavras também cansam se elas não alcançam e/ou atingem certo nível de admiração;
Então por que o anonimato insiste em não querer ir embora?
Eu não nasci para ser esquecido!
Mas para influenciar mentes perdidas a entender pelas palavras... De que a vida tem um propósito para todos que vivo o estão;
Eu sei que devo seguir as regras do caminho:
Nascer, agradecer, estudar, compreender, cultivar as boas e belas palavras, ter o melhor discernimento, ser sábio, ter paciência, lutar, ter bom coração e sempre orar;
Com essas regras não mais me perderei da vida!
Se eu morrer durante uma forte tempestade. Com chuvas relâmpagos e trovões; terei uma morte regida pela mais bela Orquestra Sinfônica.
Algo menos; será somente um momento fúnebre cotidiano.
(Nepom Ridna)
PARA VIVER É PRECISO MORRER
A vida é uma doença
que só a morte cura.
A vida é uma ferida aberta.
Visceral.
Viver é um vício universal.
Sem viver
é como provar comida sem sal.
Mas o que é viver?
Não é só respir(ar)...
Talvez seja negar a si mesmo,
esvaziar o ego,
amar o outro,
desinflamar o “eu”.
Talvez viver seja isso:
deixar de ser dono,
e começar a ser dom.
Abandonar a velha mania
de dizer pra morte:
“sai, sai...”
quando, talvez,
é ela quem nos abre
a porta da verdade.
A vida
uma ferida aberta.
Só a morte cicatriza.
Mas qual morte?
Vivemos febris de existência,
e só o silêncio da morte
nos arrefece.
Sim, eu digo:
a existência é um mal crônico,
e a morte seu único alívio.
Que morra o “nós” do ego,
e vivamos à semelhança
do Cristo
o Eu que se fez
ninguém,
pra amar
tudo. Jesus!
ALÉM - TÚMULO:
Falar de morte é utopia!
Nós não morremos. Apenas...
Morrer é tão somente uma cedência
Ao JAVÉ!,,,
À uma incumbência
Às vezes,
No prelúdio de nossa aurora.
O que muitas vezes destroça
Entes queridos
Na incompreensão de breve reencontro
Quiçá, na proclamação do Além - Túmulo.
Morte te faço um pedido
Peço pra morrer em serviço
Desprezo o dia e a hora
Suplico apenas pela forma.
Que seja heroicamente!
Afogado numa enchente
Socorrendo minha gente
Asfixiado por fumaça
Doando oxigênio de meu recipiente
Soterrado nos escombros
Buscando sobreviventes
Queimado num incêndio
Protegendo inocentes
Sou Bombeiro
Pelo destino forjado
O pedido já foi feito
Esperando apenas o chamado.
Infinitamente é a capacidade de Jesus
de morrer
de ressuscitar
de vencer a morte
e de retornar um dia para nos buscar
Jesus veio com uma única finalidade
De nos libertar de nós mesmos
Nem a morte valeria
Hoje eu poderia morrer, morrer pra te punir
outrora já pensei que minha morte
seria também morte para ti.
contudo, agora não é bem assim,
creio que nunca fui tão importante
como erroneamente imaginei
não vejo mais paixão nos teus gestos
nem desespero em tuas reações
quando sofro a angústia mortal do abandono.
há um egoísmo cruel em tua liberdade recente
quando por amor te dei alforria
não tenho mais parte contigo em teu paraíso
nem no teu inferno.
e aquele encanto do amor da juventude
inexoravelmente se apagou
como estrelas na eternidade cósmica
no apogeu vigoroso do meu querer, da minha empatia,
hoje não somos nem metade do que fomos um dia
mesmo se poeta eu fosse, como Dante, jamais saberia
descrever a tua atroz indiferença em poesia.
Procuro um rosto (Gláucio)
Procuro um rosto na multidão
Procuro um rosto que seja então,
Aquele que não vejo há muito
E que me faz recordar
Momentos de ternura e mansidão
Um rosto amigo e confiável...
Procuro seu rosto em todas as pessoas
Tento transplantá-lo
Para os corpos dos passantes
Imagino vê-lo vir ao meu encontro
Com passos firmes e voz pausada,
Sorriso sincero,
Confundo sonho com realidade
Somo o tempo
Multiplico a saudade
E divido a dor comigo mesma!
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