Poemas sobre a Morte
Você vai esperar alguém que não te quer até a morte,
Porque o que sente e existe, é o inescapável e verdadeiro amor...
Não depende de dinheiro, de moda, de luxo ou de sorte,
Depende, da esperança, o sentimento forte, motivador e confortador...
A Arte da Morte
Olhei para a ampulheta
Com o tempo se esgotando,
Uma figura de luz clara
Se aproxima, serena, como se aquilo fosse de costume.
Quando o último grão de areia
Está prestes a cair,
Perguntei relutante:
"É o fim?"
Sorrindo, o ser vira a ampulheta
E diz, com voz suave:
"Sim, mas somente uma parte,
Bem-vindo a um novo recomeço."
Arthur Dias
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Sobre a morte:
A morte, para mim, é a mais inexorável das humilhações públicas, para outros, uma despedida. Contudo, ela se manifesta de diversas formas: como descanso diante de uma enfermidade incurável, comoção diante de fatalidades ou o colapso moral da traição que leva ao fim de casais e de suas vidas conturbadas. Na guerra, soldados são enaltecidos como heróis, muitas vezes sem justificativa, enquanto generais e políticos colhem honras em vida. No entanto, a morte se vulgariza, transformando o falecido em alvo de especulações e falações distorcidas durante o velório. O corpo, consumido pela lenta decomposição, traz lembranças vivas que se tornam apenas lamentos e choros. O funeral se revela uma convenção social desconfortável, à qual participo apenas com meus entes mais próximos.
Aos amigos que se foram, peço perdão. Prefiro guardar na memória seus rostos felizes e seus sorrisos alegres.
Aos que, covardemente, diante de dívidas e problemas pessoais que tolamente os levam a tirar a própria vida, sem esperar as coisas se resolverem, vejo isso como um estigma irreparável, deixando a família com a dor de uma perda irreversível e o peso do constrangimento social.
Pessoalmente, não gosto de velórios e, se pudesse, não compareceria nem ao meu, preferindo desaparecer sem deixar vestígios, ser consumido pelo fogo de uma pira ou, quem sabe, afundar nas águas do esquecimento do mar. Não desejo ser prisioneiro de uma lápide, pois, embora meu corpo se dissolva, meu legado e minha alma persistirão na memória daqueles que genuinamente compreenderam meus feitos e atitudes diante de como vejo o desprendimento da matéria.
Eu cura.
Eu morte.
Eu ajuda.
Eu castigo.
Eu aqui para você ou para os meus?
Eu sou para escolher ou para escolher fazer?
Vim te salvar de todos ou te jogar para eles.
Quando teremos nossa vida em nossas mãos?
Quando deixaremos de confiar no saber do outro?
Sejamos detentores do nosso bem estar.
Não podemos ser sós.
O legado da vida acaba com a morte,
o sorriso se vai, a dor se esconde,
no vazio que ficamos aos montes,
de lágrimas seguimos distantes.
O seu percurso foi encerrado,
amargo doído, lembrança eu trago,
bebidas ardentes, fumaças embriagado,
nada tirou a angústia, estou amarrado.
A vida perdeu seu mel, consta seu fel
até aqui minhas angústias me foram troféu
com amarras das lembranças me fiz fiel
jornada longa mas justo, firme para o céu.
Ainda vou andar muito sozinho
Estas ruas ainda não conhecem minha sola
A morte ainda passará bem mais de perto
Do que das outras vezes
Ainda vou dormir num cantinho
Verei o sol nascer no seu todo
Nesses dias não haverá nada sobre mim
Os que em outros tempos me viram dirão
Não pode, é ele!?, é ele?, não pode
E nesses dias, os meus ainda existirão
Perguntando-se, "onde ele estará ?"
Sem exatidão
Pois continuarei mudo e indiferente, como se com eles não me interessasse
Ainda serei uma vagabundo
Estarei em sítios
Que só por não saber não cito
Mas, dessa vocês devem se lembrar:
"Quando esses dias chegarem e eu me afastar, até desaparecer, se de mim essas terras, esse céu, esse universo. Tiver piedade e não me levar
Eu vou voltar
Lembra-te do que em tempos me pediste
Porque eu vou dar
Sim, eu vou dar
Porque até lá eu terei pra dar
E aqueles que ficaram, não me esqueci,
Lembrem-se vou voltar
Voltar e vos levar
Levar pra onde prometi
Pra onde em tempos pediste
Não sei se será assim
Mas sei que serão tempos negros
Tempos negros...
Ainda que não creias na vida após a morte, a escolha é tua!
Que legado deixarás: dívidas e sombras que não se dissipam na morte e pesam em quem fica,
ou marcas vivas nos corações de quem te ama e sempre amará?
Em Deus, amor, reconciliação
Humanos eternos, ternos em essência!
Dia 34
O romance da distância,
Sem a morte da esperança,
Vívido,
Como minha palavra empenhada,
Tu me visitas em sonho,
Todos os dias,
Ou meu inconsciente me leva,
Em troco de acalmar a tua ausência,
Resiliência é a palavra,
Conseguiremos,
Inteligentes e ferozes,
Acabar com tudo aquilo que antes nos afetava,
Viver em sobriedade,
Sem sair fora da realidade,
E ter um mundo de novas e belas possibilidades,
Então, fique à vontade,
Tome seu tempo,
Que seja nosso amigo,
Trazendo-nos de volta à dançar.
O maior e o mais temido confronto do líder em sua liderança, é com a morte. Que pode fazê-lo avançar ou recuar. No entanto, Paulo disse: Eu estou pronto para avançar!
José Guaracir
A Morte Pela Arte
Morri por passar noites em claro,
Bebendo vinhos
E fumando cigarros,
enquanto os traços do teu rosto,
sereno
com tom de arte e poesia
me martelavam o cérebro
…
Estou vivendo da tua arte
e com a que ainda consigo fazer, das pequenas coisas
que me matam
Então logo me apercebo
A morte não é triste,
triste é a vida
e o que imaginamos que ela seja
ou talvez
seja viver
longe da tua arte e poesia.
"Se, depois de ter vivido e em seu leito de morte, relembrando o passado, uma voz lhe perguntasse se gostaria de reviver tudo de novo, o que você responderia?
Se você sempre soubesse como iria morrer, faria tudo de forma diferente e viveria de maneira distinta?
Você acha que iria querer reviver da mesma forma?
Ainda assim, mesmo com todas as incertezas, continuamos a viver e vivendo da mesma forma."
O desejo é fadado à morte,
o amor é destinado à vida.
Satisfazer um desejo é matá-lo,
amar é, simplesmente, viver.
A morte é um evento inevitável e natural da vida. É o fim de todas as nossas experiências terrenas e o início de uma nova jornada, a qual muitos acreditam ser espiritual. Por mais difícil que seja lidar com a morte de um ente querido, é importante lembrar que faz parte do ciclo da vida e que devemos aceitá-la com serenidade e resignação. A morte nos lembra da nossa própria finitude e nos encoraja a viver cada momento de forma intensa e significativa. É um lembrete de que devemos valorizar o tempo que temos e aproveitar cada instante ao máximo. A morte pode ser assustadora, mas também pode ser vista como uma parte essencial da nossa existência, nos incentivando a refletir sobre o que realmente importa e nos conduzindo a um maior entendimento e aceitação da vida.
A morte é apenas um novo caminho que temos que seguir rumo ao desconhecido.
AS MÃOS
"Entre os escombros onde o tempo se perde e a sombra da morte espreita sem pudor, à espera do momento certo para fazer a sua entrada triunfal, desponta em mim o que nunca fenece.
O sonho que na vida é a mais vibrante flor.
Em cada ruína um novo horizonte se desvenda, onde a ilusão é sepultada, mas a esperança ergue-se altiva.
Pois a alma que sonha, jamais se rende à desolação, pois sua luz é infinita.
Assim, mesmo na penumbra da noite mais densa, nos vales mais tenebrosos da existência, as mãos que se erguem, jamais ficarão vazias, pois carregam o fogo duma fé imensa...
E, cada derrota fortalece o ser que as ergue.
E assim, entre as ruínas das ilusões e as muralhas da dura realidade, persiste a chama eterna dos sonhos que me guia,
Pois enquanto houver fé, vida e vontade,
Jamais as minhas mãos ficarão vazias."
Provérbios 18:21
"A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto".
Acorde bendizendo o dia e atrai a energia que você precisa para ter um dia leve e abençoado do início ao fim. Que seja lindo esse dia! Bom dia!
A vida é sua,
A morte é minha,
A paz é sua,
A guerra é minha,
A felicidade é sua,
A tristeza é minha,
Tudo é seu,
Mas você é minha.
Trecho do Blues Reticências...
Zero hora em ponto,
Sinto anunciar a hora da minha morte,
Vou tentar outro lugar,
Aqui já vi não tenho sorte,
Fui levado ao purgatório,
Onde ser bonzinho era obrigatório,
Ali eu era um réu,
E estava em um julgamento,
Com o peso de ter violado,
Todos os 10 mandamentos,
Longos foram os dias que cavei em brasas,
Sem que das trevas conseguisse fugir,
Uni todas as minhas forças,
Em nenhum só momento pude me distrair,
Incumbiram-me atentar alguém fora do inferno,
E o mau ao sentir-se ludibriado,
Quando deu por mim já voltara ao Reino Eterno,
E ao retornar aos Céus, desculpei-me
ao supremo pai pessoalmente,
Cantei esse Blues ao Santo Deus
e permaneci ao lado seu eternamente,
Cantei esse Blues ao Santo Deus
e permaneci ao lado seu eternamente...
Toda a experiência de vida passa por se estar com pessoas. A solidão
parece-se quase com a morte. No momento em que se afasta da
multidão, afasta-se igualmente da sua personalidade. Isso é muito
perigoso.
"Trecho do livro "O livro das virtudes para geração Z e Alpha"
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