Poemas sobre a Escrita
Amigo
Por mais que essa palavra seja escrita no singular, ela sempre será lida no PLURAL.
amigos são aqueles que por mais que você esteja sozinho, distante de tudo e de todos, você ainda saberá que sempre terá alguém com quem contar, saberá que por mais distante e incomunicável, seus pensamentos, idéias e planos se cruzarão num futuro. Amigo é a pessoa pela qual você em muitas vezes abre mão de si mesmo para ajuda-lo. Amigo é aquele que não te cobra, não espera troco e não faz pedidos, pois sua única intenção é ajudar, levantar, alavancar, impulsionar seu amigo…
E por ultimo, amigo é parte da família, pois é seu irmão POR ESCOLHA. FELIZ DIA DO AMIGO A TODOS QUE SABEM O QUE É SER E O QUE É TER UM AMIGO!!
Homenagem ao Brasil 500 anos.
(escrita em 1999)
Cante uma canção.
Canção de amor.
Quinhentos anos.
Nosso Brasil.
Unidos, juntos.
Vamos também cantar.
Ao nosso mestre.
Cristo Jesus.
E de mãos dadas.
A um mundo novo.
Pedimos paz e alegria.
Levando junto no coração.
O amor trazido por Deus Pai.
Agradecemos o sim...
de Maria.
Que trouxe a nós.
Cristo Jesus.
Para que e/ou quem escrevemos?
Dizem que...
É escrita reprimida, intrínseca e seca.
É catarse restrita e amoral.
decisão…
A palavra mais complicada da língua portuguesa é sem dúvida: “decisão” não sua escrita mas sua aplicação…todos os dias desde o abrir dos olhos é cercado de decisões. Que roupa vestir, que pasta de dente usar, que vou tomar no café…mas estas até são fáceis. A medida que o dia vai passando as decisões vão se tornando mais difíceis…que vou dizer, que vou fazer …que caminho vou seguir…O bom seria que todos os caminhos fossem como os de uma auto estrada, com 3, 4 ou 6 pistas e, que pudéssemos ficar trocando, andar mais rápido, mais devagar, com mais cuidado ou mesmo pisar fundo e ir colecionando multas…mas sempre decisão…Mas são decisões que temos que tomá-las e sempre com o cuidado de tentar acertá-las…isso é difícil para alguns até impossível mas, isso é decisão deles!
. A Escrita e o Tempo
Do traço na pedra ao código binário,
passaram milênios num gesto diário.
A mão que riscou o primeiro sinal
já ansiava romper o tempo banal.
Na argila impressa, no couro estendido,
a alma do povo ficou refletido.
Com penas e tintas, depois o papel,
a escrita alçou voo do chão para o céu.
Surgiram os livros, os tipos de chumbo,
o verbo se fez multidão e se espalhou no mundo.
Cada letra, um passo da mente que pensa,
cada frase, um eco da existência imensa.
Escrever é fundar um espelho invisível,
onde o homem revê seu ser sensível.
É gravar no tempo o que sente e crê,
é tornar o efêmero algo que se vê.
E hoje, nas telas de luz e silêncio,
a escrita pulsa com novo início:
não mais só na mão — mas na mente expandida,
seguindo a evolução da própria vida.
Mesmo não sendo indígena, aprendi que posso — e devo — usar minha voz e minha escrita para partilhar tanto a beleza quanto as lutas enfrentadas pelos povos indígenas. Eles têm uma voz potente, uma voz ancestral que resiste e pulsa há séculos, ainda que tenha sido silenciada e invisibilizada por tanto tempo.
Essa voz brota de suas culturas, línguas, ritos, danças, cerâmicas, culinárias e memórias vivas. Ela ecoa nas resistências cotidianas contra o preconceito, a injustiça e o apagamento histórico.
Meu papel é escutar atentamente, criar espaços para que essas vozes sejam ouvidas e amplificadas, e contribuir para que o mundo reconheça e valorize essa riqueza cultural e histórica que permanece viva e atuante.
QUEM DISSE QUE SOU POETA?
Quem disse que sou poeta?
Que tenho uma escrita boa?
Que a vida mantenho aberta,
Aos olhos de quem a destoa?
Quem disse que sou poeta?
Quem disse que poesia voa?
Talvez esteja em linha reta
Distante do mestre, Pessoa!
Quem disse que sou poeta?
E ando nas noites de Lisboa?
Saindo e entrando de festa
Seduzindo, seduzido, à toa?
(QUEM DISSE QUE SOU POETA? - Edilon Moreira, Setembro/2024)
O que mais doe, uma carta escrita, uma mensagem de texto ou uma palavra verbalizada?Quando analisamos com o coração todas essas maneiras de expressão, de uma forma ou outra, dependendo do que for escrito ou dito, trará um efeito de paz ou de dor.
Devemos analisar minuciosamente, com cautela e discernimento, tudo que iremos falar. Uma notícia boa alegra o coração, traz vida, traz paz interior, é nos faz querer ouvir novamente, o que conforta a nossa alma e alegra o nosso espírito porque foi uma palavra branda.
Já uma palavra fora do lugar, de derrota, de humilhações de desânimo influência todo o nosso ser, por isso tomemos cuidado quando verbalização é escrever nossas emoções, a bíblia afirma que uma palavra branda acalma o furor, a ira, mais uma palavra frívola incendeia a raiva, entristece corações, faz decair o rosto.
Já dizia o provérbio que a boca fala o que está cheio o coração.
E tão logo se esvazie de tudo que lhe traz dor, se encha da paz que o Espírito Santo lhe dá, e verbalize ou escreva com a doçura do seu coração.
Paráfrase por Bispo José Nildo Lima.
Aprecio a leitura e a escrita também,
um amor pela palavra que me retém.
Refletindo sobre o humano, em sua complexidade, cada qual com suas razões, sua própria verdade.
Livro: O respiro da inspiração
. A Lâmina da Palavra
Fragmentado — A Lâmina da Palavra
> A escrita é uma faca.
Que corta o falso, que expõe o oculto.
Purificação é a lâmina que sangra em cada linha.
Para os que sofreram calados, para os que foram quebrados,
para os que enfrentam o peso da verdade todos os dias.
Não há consolo, não há fuga.
Há apenas o grito que rompe o silêncio.
Contra os covardes que abandonam, contra os monstros que destroem,
contra a segregação que destrói a alma do homem,
há a resistência que escreve, que vive, que resiste.
Este é o começo de Purificação.
📘 3. Fragmentado — A Lâmina da Palavra
> A escrita é minha arma.
Não atira, não explode.
Mas corta.
Corta onde a sociedade esconde o pus.
Corta o discurso pronto que protege monstros e pune inocentes.
Escrevo com cicatrizes, não com tinta.
Não sou poeta da esperança.
Sou cronista da dor.
A cada linha, denuncio o abandono disfarçado de liberdade.
A cada frase, rasgo a hipocrisia que sufoca o homem que sente.
Não defendo covardes.
Quem levanta a mão pra bater em mulher, criança ou velho —
é lixo humano.
Mas também não aceito ser condenado por respirar.
Ninguém mais vai me calar.
Esta é minha voz.
Esta é minha lâmina.
E se incomoda, é porque acertou o nervo exposto.
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A escrita são como balas, acertam um conciênte ou um leigo, passando o que elas querem de forma perfurante, cravando cada virgula e cada verso em suas mentes
Somos poetas, que seguem nas linhas e entortam as canetas no papel
Seja em becos
Seja em predios
Sem pagar aluguel pra escrever, fazemos cada parcela do que escrevemos piscinas profundas, onde nadamos em pensamentos ou afogamos quem tenta nos parar
Em cada quadro escrevemos, desenhamos..afinal a pintura é um poeta que recita sem abrir a boca, cada rabisco, cada traço tem um sentimento, por isso somos arte, somos partes daquilo que nos constroi e nos destroi
Periferia, prefiria que todo beco fosse mar e não esgoto, sem dar desgosto, pra nossas mãe e nem pra mãe dos outros
Somos surdos que escutam as musicas
Somos mudos que falam nas palavras
Somos as escadas das vielas
Sempre subindo em busca de reconhecimento cultural, sem perder o astral vamos buscar nos mostrar, aqui no beco não se tem melhor ou pior, aqui no beco se tem direitos, "Opniões diferentes e tons diferentes" mas sem perder o respeito, vamos aceitar sorrindo o que a vida tem nos oferecer
Que cada poesia
Que cada melodia
Faça parte de tudo aquilo que queremos ser ou apenas o surto do submundo que tem em cada um de vocês.
Fórmula de vendas usada desde a invenção da escrita até os dias atuais.
Alguém:
1- Te convida para algo que você aparentemente quer, algo neutro, inquestionável, despretensioso, dissociado de bloqueios.
2- Você vai e vive uma experiência positiva isolada, que é transformada em escuta e atenção aos que estão próximos e envolvidos ( porém esses aproveitam dessa escuta e atenção para suavemente te apresentar alguma coisa com interesse específico), parece natural “parece acaso”, até quem apresenta acredita que foi um mero acaso (mas se trata de um modelo de negócio focado em captação de clientes em momentos neutros, pois em qualquer outro momento essa abordagem seria bloqueada).
3- Por consideração, por atenção e compra da ideia ou até mesmo por constrangimento a pessoa vai.
Resultado: Cria se a partir dali um bloqueio sobre o assunto/tema, um
Mecanismo de defesa para toda e qualquer palavra, imagem, som que faça lembrar da situação.
Assim são formados os bloqueios tanto emocionais, quanto relacionais.
Assim são formadas nossas preferências e ideias sobre coisas que achamos insuportáveis pelo resto da nossa existência.
Qual a problemática nisso ?
A) Perderemos muitas oportunidades/possibilidades pelo simples fato de uma ou algumas terem sido infrutíferas e invasivas.
B) Não somos muito bons em dizer NÃO. Seja por receio de magoar alguém ou de parecer grosso e insensível demais.
Solução: Quem faz convites estratégicos tem que parar de querer vender ideias 💡 para pessoas neutras que foram lá para outra coisa e quem passa por essas invasões tem que aprender dizer não.
Tiago Szymel
18 de agosto 2021
Cada pensamento,
É uma escrita,
Cravada na ponta,
Dos dedos que nunca descansam,
No seio sardento do papel,
"Não importa o que aconteça, nunca desista de mim".
Foi escrita como o último desejo na lápide daquele homem...
Que nunca desistiu!
DNA
É chegada a hora....
Na existência da escrita que prossegue...
Entre ela e a poesia...
São de DNA únicos...
Gêmeas inigualáveis....
Nascia-se naquele dia...
Uma única mente...
Encadernou-se com folhas brancas...
Duas almas latentes..
De olhos fechados...
Dois gritos foram dados...
Ao derramar a primeira lágrima...
Um real vida foi manifestada...
Na persistência encorajada....
Uma ação veio ao mundo...
O fôlego da vida....
Entre elas...
Duas vidas numa só vida...
Incontáveis dias...
A imaginação foram aumentando...
Espaços que eram vazios...
Foram se preenchendo..
Ah se eu soubesse...
Mas recém nascido não sabe de nada....
Mas como eu era gente decente...
Tinha meus olhos de inocente...
Não sabia que era gêmeo com a poesia...
Na verdade não sabia de nada...
Aliás...
Ainda não sei...
Mas estou aprendendo...
Não sei se de fato sou eu...
Ou ela que segue meu rastro....
Como brincalhão...
Vou brincando de ser escritor...
Vou sorrindo com a escrita...
A todo segundo...
Um riso e um choro diferente...
Se somos mesmos iguais...
Não custa nada inventar uma nuvem....
E voar junto com ela...
Fora ou dentro...
Da atmosfera...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Confissão.
Oh Senhor...
Oh todo poderoso...
Faço essa escrita...
Não só por mim...
Mas por todos ao meu redor...
Me separando de todo mal...
Me apartando de todas as trevas...
Perante a tua lei....
A SEPARAÇÃO É FORTE...
Abrindo meus olhos...
Das forças que tu tem...
Quero eu oh Rei dos céus e da terra...
Em todo amor que tu tens...
Nele quero me transbordar....
Na rasgadura de minh'alma....
Digo de voz fechada....
Porque minha voz se calou....
Ah se eu soubesse....
Ser diferente do mundo...
Não falaria palavras...
Não teria feito coisas erradas como eu fiz...
E sim...
Derramaria toda lágrima...
Tudo para te encontrar....
Pelo tempo....
Meu coração desbotou...
Ficou sem cor....
E pelos vales chorou...
Chorou sem saber os motivos...
Chorou chorando sangue sem risos....
E derramou pétalas sem odores...
Tudo foi....
Mais que podre....
Minha face...
Os brilhos se apagaram...
Megera foi...
A hora do erro que eu causei....
O tempo passou...
Sem saída fui ficando....
Amarguradas horas....
Nos tempos de hoje e em outrora....
Inevitável é essa confissão....
Tu oh Deus...
Gravou tudo...
E eu pequenino...
Esqueci e vivi...
Mas pequei e sofri....
E sem saber porque estava sofrendo...
Mas os anos passam....
Sofrendo ou não...
Tu me acordou.....
Nessa separação entre eu e as coisas ruins....
Assinei uma folha...
Faça oh Deus então...
Que essa assinatura....
Seja validada..
E não permitia jamais...
Que ela seja falsificada por mãos...
Que querem modifica-la...
Esse casamento....
Tão significativo....
Entre tu e eu...
Nessa terra que tu nos deu.....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Odeio aquelas almas onde encontro escrita
uma história que um outro antes de mim viveu dentro de um grande amor o amor próprio se irrita
encontrando um romance que não seja o seu
quero uma alma que seja inteiramente pura
simples e onde não haja escrita uma só linha
Onde possa ir deixar um poema de Ventura
aquela que procuro e que há de ser só minha
quero um amor de egoísta todo meu inteiro
que não traga um vestígio de afeição sequer
se pra ele eu não for o seu sonho primeiro
desde já renuncio a outro lugar qualquer
somente assim desejo e quero ser amado
e um grande amor somente assim posso sentir
hei de ser seu presente hei de ser seu passado
e a esperança feliz que doure o seu porvir
para um perfeito ideal pra encher minha vida
ser toda minha crença em meu viver de ateu
Não quero a alma que foi por outro amor possuída nem quero aquele amor que um dia não foi meu quero o amor em botão fechado pequenino e ao calor do meu beijo ha de florir então
pra ser a razão do meu próprio destino e a grandeza imortal da minha inspiração
Defendendo a escrita.
De posse de umas folhas....
Caneta na mãos.....
Dedos preparados.....
Garganta afinada......
Inspiração aguçada.....
Converso comigo......
Olhando-me no espelho......
Vejo uma imagem....
Cujo semblante....
De muita coragem.....
Com pontos e virgulas....
Nessa determinda viagem.....
Com minha bagagem.....
Vou caminhando nessa triagem.....
Ancorado por um espirito do amor...
Sigo com temor.....
Com autorização do Gande Criador.....
Escrevo sem razuras.....
Vejo imagens puras.....
De um sentimento....
E aproveito momento......
Garoa fina e fria.....
Começando meu dia......
Tomo um chá quente.....
Pra deixar o corpo aquecido....
Começo a mergulhar.....
Num mundo desconhecido...
Com meu jeito atrevido.....
As palavras gritam......
E elas me excitam.....
São escritas de qualidade.....
E falando a verdade.....
Em qualquer situação...
Temos que ter liberdade......
E muita privacidade......
Assim,se faz os poetas....
Não importa o que escrevam......
Somos sonhadores.....
Temos sim......
Os nossos horrores.....
Mas precisamos escrever.....
Sem causar dores.....
Não iremos calar......
Vivemos num país democrático......
Demócracia é igualdade...
E pra quem não sabe é Reciprocidade.....
Se somos filhos do pai...
Somos humanos....
E os Direitos são iguais....
Escrever versos.....
Isso não faz mal a ninguém...
Muitos querem ser o numero Um....
E isso pode acontecer.....
Cada um com seu talento.....
Vamos enfrentando ventos....
E versejando nesse mundo a dentro.....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
A magia da escrita permite ao autor fazer rodeios,brincar com as palavras e com a imaginação de quem ler. Faz
parte da escrita, falar das borboletas e dos sonhos que carregam, falar das flores do jardim e descrever o vento que faz cair suas folhas, faz parte da escrita falar de elementosque não existem ou existem implicitamente aos seus olhos.
Faz parte do escritor, inventar o que quiser para inserir ao seu texto. Eu inventei um lindo jardim. Faz parte do leitordar sentido as flores.
O sentido das borboletas nem sempre é o mesmo do jardim que beija. Não sei se é o jardim que possui asborboletas ou a elas ele pertence, só tenho certeza que elassão totalmente livres para voar e para voltar quandoquiserem, restando a ele o eterno ofício da espera.
