Poemas para Vovó
(26 de Julho, Dia dos Avós)
Vovô e Vovó
Eles tem nomes...
e um espaço enorme em nossos corações!
Eles tem história...
Eles tem memória, carinho, afeto, sabedoria!
A alegria é sentida por todos, netos, pais, avós,
e todos os do nosso redor.
“No meu tempo”…
eles contam de outros tempos
enquanto tornam fabuloso aquele momento.
Os netos prestam dedicada atenção, e os tratam com muito carinho.
Quanto afeto! Meu neto! Minha avó! Meu avô!
E quando se vão, deixam tanto dentro de nós…
Um dia eles, outro nós.
Com amor,
Netinha 💙.
Coisicas de Vovó e Vovô
Dia dos avós é o ícone de pessoa querida, nos transporta para momentos inesquecíveis vivenciados por tão ilustres seres amadurecidos de amor.
Minha vó é da época desse desenho, quituteira, prendada e carinhosa. As avós de antigamente eram lindas enrugadas, com voz aveludada, cheiro de alfazema, batas ou vestidos estampados com fita na cintura, colocavam sua dentadura dentro do copo para descansar durante o sono. Batalhadoras desprovidas de preguiça, rainhas do lar e parideira, minha vó teve 13 lindos filhos. A profissão de uma avó de antigamente era CASAR.
Meu avô se preocupava com o sustento da casa, era o único provedor, trabalhava muito e ajudou a fazer os filhos supracitados. Tinha uma maneira rígida de educar, não impunha respeito e sim medo, os 13 filhos tinham medo do meu atual meigo vovô.
Falar de vó e de vô é sentir saudade, sentir cheiro de infância, sentir vontade de voltar ao tempo, valorizar com juros e correção cada momento vivido, cada emoção.
É lembrar de superstições que você acha engraçada, mas impossível esquecer: ao ver um chinelo emborcado, porque alguém vai morrer; um garfo, colher ou faca que cai no chão, porque tem gente chegando; a vassoura atrás da porta para sintonizar a visita de que é hora de partir.
Tudo se curava com chá, com ervas, com remédio caseiro, com copaíba, andiroba, crajiru, com garrafada, ninguém ia no ortopedista antes de ir no senhor que põe os ossos no lugar, ou na rezadeira.
Os avós de hoje são jovens, bonitos, antenados e internautas, lutam, buscam, materializam seus sonhos e comemoram conquistas. Os avós são mães e pais açucarados, com receitas inéditas de mimos, paparicos e proteções.
Feliz Dia dos Avós
Doce matéria
Pudim de passas
vovó já fazia
quando nas férias
para sua casa eu ia.
Pudim de passas
eu ouvi na escola
que um cientista Thomson
resolveu batizar
o nosso querido átomo
que já não era mais
uma bola de bilhar.
Eu com mente de criança
lembrei daqueles contos para dormir:
João e Maria
e a casa de doces...
Imaginei a matéria
como um pudim grande e doce.
Mas não sou criança mais.
Voltei a prestar atenção
no que o professor estava a falar.
A matéria deixou de ser doce,
agora é conteúdo para estudar.
Conteúdo sério,
desses que podem cair no vestibular.
Mas eu ainda fico me perguntando
se naquele tempo
Thomson andou se baseando
no conto de João e Maria
para a doce matéria
poder explicar,
criando assim sua teoria.
Eu as vezes misturo
ciência e fantasia...
Vai ver que é por isso
que me ocupo escrevendo poesia.
NO QUARTO DA VOVÓ
Lembro-me daquela penteadeira
Em frente um banquinho
Forrado de veludo vermelho
Na parede um grande espelho...
A mesinha toda forrada
Com tecido de seda rosa
Um porta-retratos com os dois
Potinhos com pó de arroz,
Batom e esmalte não podiam faltar
Estojo de madrepérola
Onde guardava as joias
Pente e escova para se pentear
Frascos de colônia para se perfumar
Vovó era muito vaidosa.
Ao acordar se maquiava
Ruge para corar as bochechas
Cabelo preso num coque caprichado
O vestido tinha que está bem engomado.
Só depois de se olhar no espelho
Dirigia-se a cozinha
Tomava café, dava as ordens do dia,
Sentava-se na máquina para costurar
Estica o pano, ponto aqui e ponto ali,
Logo o vestido pronto para engomar.
Irá Rodrigues
Vovó ou vovô
Não me chame de travesso
Mas o que mais aprendi com vocêS
Nenhum livro ensina
Valores tão puros
Que chamais esquecerei
E onde eu estiver carregarei vocês
No coração repleto de sorrisos
Pedindo abrigo no lar de vocês
Pois é lá que tudo vira magia
E até mesmo poesia ...
O último hino do vovô
Quando cantaram um hino, foram ao Monte das Oliveiras. - Mateus 26:30
Como nosso Senhor enfrentou a terrível perspectiva de morrer na cruz, Ele concluiu o primeiro culto de comunhão com o canto de um hino. Com isto Ele mostrou que os crentes podem encontrar o “último inimigo” com confiança pacífica quando eles têm fé em Deus e em Sua graça sustentadora.
Lembro-me de ouvir meus pais contando sobre os momentos finais do vovô Bosch nesta terra. Ele havia ficado aflito com um grave problema cardíaco e, apesar dos melhores esforços do médico para aliviar sua condição, ele piorou constantemente. Depois de três dias e noites, ele percebeu que a morte estava próxima.
Chamando seus filhos para o lado dele, ele amorosamente falou com cada um deles. Então ele disse: “Vamos nos separar de um hino”. Sua voz fraca tremeu enquanto ele cantava essas palavras familiares de Edward Mote:
Minha esperança é construída sobre nada menos
que o sangue e a justiça de Jesus.
Seu juramento, Sua aliança, Seu sangue
Me apóie na inundação esmagadora;
Quando tudo ao redor da minha alma cede,
Ele é toda a minha esperança e permanece.
Em Cristo, a rocha sólida, eu permaneço -
Todo o outro chão está afundando areia.
Depois de uma palavra terna de admoestação espiritual, vovô fechou os olhos e foi para o Senhor.
Se confiarmos em Cristo, nós também teremos esse tipo de paz quando chegarmos ao fim de nossas vidas.
Na vida e na morte, Cristo, a Rocha, é a nossa esperança certa. Henry G. Bosch
26 de julho - Dia da vovó
Quando todas as desculpas por você não ter feito dieta falharem, tente essa: acabei de voltar da casa da vovó! É infalível!
AO VOVÔ
Lembrança forte
Presente e pulsante
Cheiro sertanejo
Camisa de linho branco
Cor igual ao seu cabelo.
Sorriso guardado,
Olhos azuis, pensamento distante...
Sem mais, meu avô,
Chicó do Retiro
Deixou uma marca registrada
A identidade que carrego.
Ser forte, é ser nordestino.
Clécia Santos
A casa da Vovó
A casa da vovó era tão grande, lá eu me sentia Latifundiário em vinte metros quadrados, lá eu subia no muro que parecia o de Berlim , lá eu subia nas Goiabeiras, nas pitangueiras e não tinha medo de subir, de cair, de sussuarana e nem tão pouco de perder a hora do almoço porque eu sabia que meu anjo envelhecido ali estava para me lembrar ,carinhosamente , que meu prato preferido estava na mesa.
A casa da vovó era tão grande , lá , no quintal, tinha uma enorme pedra, que hoje, diante de meus olhos nem tão grande era assim!
Lá às formigas eram gigantes, as flores mais coloridas , o suco mais doce e os biscoitos mais crocantes. Lá tudo ficava gostoso, até a couve que mamãe fazia e pedia pra vovó colocar em meu prato. Lá verdura era carne tenra.
A casa da vovó era meu itinerário preferido e ela a guia turística mais fantástica que eu já conheci .Meu passeio preferido, meu colo preferido, meu abraço mais quente e meu sim constante.
A casa da vovó era tão grande e se tornava maior por tanto carinho, tanta generosidade, tanto amor. Não cabia em suas intenções tanto carinho, expresso em apenas um olhar, um aconchego ou um sabonete e um talco quando ela ,de mãos dadas comigo, íamos receber sua pensão.
Assim a casa da vovó era uma mansão , tamanhos cantos que tinha, tamanha a vontade de agradar, tamanho o tamanho daquele envelhecido coração.
A casa da vovó, a casa da vovó era minha esperança de crescer , crescer e encontrá-la , envolver meus bracos pequeninos em seus bracos envelhecidos, ou o contrário ou ,simplesmente falar baixinho:
-Vó pede pra minha mãe deixar eu ficar aqui hoje? Pede vó , pede!
E ela com aquele sorriso conivente me abraçava e dizia:
-Pode deixar, ficaremos juntas mais um dia.
E eu simplesmente ,hoje envelhecida na saudade, falo:
- A casa da vovó era tão grande! Mas o amor da vovó era bem maior.
O pão que mofou lembrou
O vovô que morreu
E o menino que não comeu.
O cheiro que exalou deixou
Tristezas no menino que não tem
A fórmula mágica desse bem.
Menino curioso investiga
Descobre o segredo do pão
Trocando a tristeza pela emoção.
Árvore do vovô
Aquele que iniciou uma boa obra em você a completará até o dia de Jesus Cristo. - Filipenses 1: 6
Escritura de hoje : Filipenses 1: 1-11
Quando vi pela primeira vez a árvore de Natal torcida, desejei que meu avô estivesse vivo para consertá-la. Ele poderia deixar qualquer árvore bonita. Não importava o quão ruim parecesse quando o entregássemos, era lindo quando ele devolvia.
Ele pegava suas serras e tosquiadeiras e começava a cortar e modelar. Quando ele terminou, a árvore parecia ter sido cultivada em uma estufa onde um jardineiro cuidadoso a regara, podava e a protegia de tempestades, secas e insetos desagradáveis.
Então o vovô entregava a árvore ao resto da família para terminar o trabalho. Adicionamos luzes, ornamentos e guirlandas, e a árvore imperfeita estava pronta para uma celebração perfeita. Que transformação!
A vida é como aquela conífera torta. Cada um de nós vem a Deus curvado e deformado dos efeitos do pecado. Mas quando colocamos nossa fé em Cristo como Salvador, Deus começa amorosamente Sua obra em nós, transformando-nos de dentro para fora (Filipenses 1: 6). Então, Ele nos coloca aos cuidados de Sua família, da igreja, e eles continuam Seu trabalho, acrescentando as luzes da verdade (Efésios 4:15), os ornamentos da paciente repreensão (2 Timóteo 4: 2) e as guirlandas de amor (1 Pedro 4: 8). Que trabalho em equipe!
A mensagem da árvore do vovô é esta: Sob o cuidado amoroso de Deus, uma vida marcada pelo pecado pode se tornar bela!
Refletir e orar
Deus vê em nós uma obra-prima
Que um dia será feito;
Seu Espírito trabalha em todas as nossas vidas
Para nos tornar como Seu Filho. —Sper
Que pecado torceu, a graça de Deus pode endireitar. Julie Ackerman Link
Na família:
Meus 15=54
Seus 15=35
Meus Quinze da vovó!: Faz 15 Quézia também começa com ¨Q"
com saúde eu Quero Que você venha a crescer com QI elevado eu Quero ver Quem é Que vai te vencer,isso é oque neste momento eu posso te oferecer essas palavras da vovó ,Que está Muito Feliz de te ver crescer...FELIZ ANIVERSÁRIO!!!!!!
O mundo é uma bola já dizia vovó
Gira, gira
Quem tá de pé senta
Quem tá deitado fica em pé
Cuidado com as giradas
Puxe as cadeiras
Guarde os saltos
Que tal andar descalço
A queda é menor
Arranque as roupas do egoísmo
Jogue fora
Não se ache melhor
Um dia o teto desaba
O tapete afunda
E se tropeçar ?
Vai que caia
E ai,
Serão poucos
A te levantar.
Vejam só!
"Gente pequena" vira gente grande...
Será pajem de sua própria madrinha!
Vovó fica aqui de longe
querendo ser uma formiguinha...
Pudera eu estar bem pertinho
Para ver este momento único
Onde a pureza de uma criança
Colabora na beleza de um novo ninho...
Vóvó e vôvô merecem ser lembrados também quando ainda vivos...
Depois será tarde demais...
LEMBRANDO VOVÓ E VOVÔ...
Marcial Salaverry
Recordar é viver...
Como é gostoso esse reviver,
através das lembranças de um passado
tão querido, tão amado...
Suas reminiscências tão queridas,
de pessoas no tempo perdidas...
Enlevados, ouviamos suas histórias,
bebiamos sua sabedoria,
ouvindo sua doce voz até dormirmos...
Agora, resta a saudade
de toda aquela felicidade...
Daqueles doces momentos,
e como são lindos os sentimentos,
não soam como lamentos,
pois são lembranças felizes e amadas,
que serão sempre guardadas,
dentro de um saudoso coração...
Marcial Salaverry
Vovô, não cruze os braços
nem seja escravo da internet,
pare de contar fracassos,
sendo feliz, ninguém se mete.
Ivone Boechat
Poema da vovó.
O dia é para clarear o universo, que legal!
Eu estou apaixonada e isto não é normal,
Pergunto será excesso de reposição hormonal?
A ESPERA
levar docinhos para a vovó?
Dane-se a "vovózinha"
Onde esta o meu Lobo Mau que não chega
Para tornar minha vida mais interessante?
A menina escorpiana da vovó
Raquel, Raquel, Raquel...
A nova versão da família.
Quem não entendia a antiga,
Passa a conhecer,
A garota deste novo século.
Menina garota faceira,
Mas dócil, meiga, intensa e sorridente também.
Tal qual a água cristalina.
Quando das suas brincadeiras intensas,
Vovó tenta por freio...
Adivinha o que ela faz?
Olho no olho se põe a sorrir...
Descobriu a fragilidade da vovó
O sorrir, não existe outra maneira de ser!
Me pergunto outra vez
Se alguém acredita no amor
Se existe de fato uma luz
Como tanto vovô me ensinou
E por que toda a dor que se sente ao perder quem se quer
Vai tornar-se moeda cruel no cassino das religiões
A bondade do amor procurou a pureza da fé
Mas só achou verdade na dor de quem só faz o bem por fazer
Eu não quero cansar de enquanto viver procurar
Alguém que cante ou fale do amor sem intenção de lucrar
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