Poemas de Infelicidade
Temos medo de ser infelizes, tememos a angústia, tememos até mesmo perceber que somos frágeis, que somos passageiros, que tudo e todos um dia terminarão de existir (neste mundo). Assim tentamos distrair essa angústia, essa aflição, correndo o tempo todo atrás de alguma coisa que desvie nossa atenção, atrás da “injeção de felicidade imediata” que nos traz acalanto e paz interior, mesmo que somente aparentes.
O coração com defeito
confunde as letras e forma nomes, que se transformam em pessoas erradas na sua vida.
Quando você me deixou, tudo parou, nenhum som, nenhuma brisa de vento... A vida nos observava, o coração batia profundamente. E quando nos soltamos, folhas caíram e o vento nos rodeava, e lentamente nossas mãos se soltavam uma da outra, nos afastávamos lentamente com o coração despedaçado de um amor calado!b
Fuga Frustrada
Constantemente pessoas buscam a felicidade, elas mudam de emprego, mudam de lugar, mudam seu visual, seus amigos não são mais os mesmos. Não é de surpreender que continuem infelizes e superfíciais. Não me interpretem mal, a mudança é fundamental em nossa vida, o problema é que tornamos a vida banal, preocupados com o próximo carro, o próximo sapato. E esquecemos que a felicidade não é comprada, ela está onde você menos procura, num sorriso de um bebê, no barulho das ondas do mar e no ouvir de nossa canção preferida. Aquele que não é feliz, não será feliz em lugar nenhum, você anda procurando nos lugares errados. A felicidade vem de dentro.
Quando o homem-ego pretende fazer mais do que o homem-Eu permite, o desequilíbrio é infalível – e o desequilíbrio é a infelicidade do homem. O homem deve, em tudo, ser universificado, agindo de dentro para fora.
"Quão doentio é o espírito daqueles que pronunciam palavras somente para ferir. Antes de passarem pelo céu da boca, elas vieram do inferno que habita a infelicidade da alma.”
Ter todos os motivos para ser feliz sequer é um indicativo de felicidade. Há quem não tem nenhum dos supostos motivos para ser feliz, mas assim se considera.
Os seres humanos se dividem em dois grupos de animais: Os consequentes e os inconsequentes. Os consequentes sofrem por saberem que tudo o que acontece com eles, é só uma reação dos atos cometidos por eles mesmos, baseado no efeito de ação e reação, já os inconsequentes sofrem por não aceitarem o fato da reação e passam pela vida procurando culpados para as consequências dos desastres nas suas vidas.
Pessoas infelizes sao como insetos... veem na felicidade alheia a luz que precisam para serem seduzidos , sao capazes de qualquer coisa pra sair da sua propria escuridao..
Descobri que não estou feliz com minha vida. Sempre tive em mente um tipo de vida, e as coisas acabaram acontecendo de um jeito muito diferente.
As ilusões sempre estão recheadas e rodeadas de infelicidades. A realidade também, mas, isso, podemos mudar algo.
O tempo mental da felicidade é menor. Quem desejar ter a sensação de existir por mais tempo, deve optar pela vida infeliz.
Sou, sem dúvida, a pessoa mais infeliz que já existiu. Isso não é opinião — é constatação. Vivo todos os dias interpretando um personagem que sente repulsa por tudo. Odeio as pessoas, mas continuo me aproximando. Amo o silêncio, mas grito cada vez mais alto. Penso no futuro com frequência, e por isso destruo o presente. Admiro pessoas, e por isso me afasto. Amo animais, e por isso os abandono. Gostaria de ser amado, mas só sei amar. Vivo cada minuto, cada hora, me destruindo um pouco mais. E embora deseje a morte, continuo vivendo.
porque as pessoas com depressão são as mais tristes do mundo? Porque são elas que procuram por uma resposta de tudo mas nunca encontram, são pessoas que andam sem rumo e sem fim.
meu interior esta caindo aos pedaços, completamente vazio, e aquele barulho alto me fazendo em enlouquecer com meus próprios pensamentos exagerados e sem sentido, não me vejo curado disso, mas eu queria mt me livrar disso...
Com efeito, é preciso dar um basta a pessoas e a situações que chegaram a um limite, porque nos anulam. Porém, isso não funciona apenas ligando um interruptor simplório, fazendo parecer que tudo ocorreu em função do outro, e que nós seríamos apenas o passivo. Isso nos coloca em condição de vítima, que nos infantiliza e fragiliza. Se chegamos a tal ponto de infelicidade é porque nossos hábitos e concessões assim permitiram. A mudança verdadeira parte para um olhar primeiro a nós mesmos e, em segundo plano, a uma mudança sincera de hábitos e vícios. Não os hábitos e vícios dos outros. Os nossos!
