Poemas de Borboletas
Capaz!
Que eu seja isso tudo mesmo que disseram e dizem...
Faço borboletas de papel que voam longe
como vôo de galinha garnizé ou garnijack,
É preciso encarar com clareza essa bifurcação que aparece
toda vez que ouço Roda Viva, já tão velha
quanto eu pensava que nunca seria.
A vida tem essa incerteza dos vaga-lumes que esperam
você dormir pra ficar entre o pisca não pisca quando na verdade a noite corre solta
Não há fusquinha benzido ou com motor envenenado
que resista a uma contra-mão.
Preciso ter essa consciência do linho amarrotado, tão lindo quando sai da mesa de passar e veja o coitado no fim do dia, pede um canto pra se ajeitar, mesmo que seja um chão frio como esse que acabo de pisar.
Tudo meu caro é tudo tão vário e tão comezinho, falta um arremesso de ovo de pata que custa a gente achar, ovo e jogador de beisebol, até nas caixas de sucrilhos não aparecem mais
@machado_ac
E se
E se borboletas nunca tivessem sido lagartas
Elas saberiam o valor de suas asas?
E se nenhum dia fosse tempestuoso
O sol seria tão esplendoroso?
E se naquela pedra nunca tivesse tropeçado
Saberia desviar do caminho errado?
E se em sua vida nunca uma lágrima houvesse caído
Você entenderia quanto valor tem um sorriso?
o que o amor vira quando chega ao fim?
cultivava há uns três anos borboletas
no estômago e elas estavam morrendo.
sorria todos os dias e sem nenhum motivo aparente,
pouco a pouco,
meu sorriso ficava mais escasso.
aos domingos ia a igreja depois de um sábado inteiro de descanso...
semana longa e eu precisava ter força para encarar mais uma vez.
acontece que as terças já acordava me perguntando porque estava
tão exausto.
três meses antes eu teria perdido aquela moça, em uma mesma noite
de terça feira, com algumas palavras que recordo até hoje:
você é maravilhoso demais,
mas não te amo o quanto você precisa
e merece ser amado.
caraca, como não tinha entendido
isso antes?
assim teria tentado não ter pulado
de ponta e daria todo meu amor um pouco mais
devagar.
faria tudo para que isso tivesse sido
um susto ou alguma espécie de surto.
duas noites depois, queria vê-la mais uma vez.
hoje, três meses depois, me pergunto
o que o amor vira quando chega ao fim.
ela já pode estar saindo com um outro cara,
e continuo aqui com essa mania
estúpida de escrever uma cartinha
toda semana falando o quanto
fui feliz,
mas sei que nunca vou enviar.
é isso que o amor vira quando chega ao fim...
para ela,
pois para mim parece só o começo.
Um dia me falaram sobre borboletas no estômago
Ouvir aquilo deu desânimo
Como ouvir de quem se gosta, que as borboletas querem voar em outros cantos?
Feliz Aniversário Luzia !!!
O dia está radiante
Passarinhos sorrindo
As borboletas contentes
Os beija-flores curtindo
O universo quer se expressar
A natureza quer te dizer
Que o dia hoje é de festa
Porque existe você
Quem vive com simpatia
Quem sabe expressar alegria
Quem faz da vida uma arte
Quem conhece Luzia
Quem vivifica as flores
Quem aprecia a natureza
Recebe de volta o carinho
Com toda sua grandeza
O dia hoje é dia de festa
De comemoração
Da família e dos amigos
Te devolver gratidão
Hoje é o seu aniversário
Comemore a sua vida
Parabéns especial
Nesta data tão querida
Parabéns Luzia! Feliz Aniversário !!!
Se eu soubesse que esse teu sorriso largo iria mim causar borboletas no estômago que iria acelerar meu coração
Não teria ido ao teu encontro
Mas tbm não saberia quanto o teu abraço e bom
O quanto teu beijo é maravilhoso
Eu iria mim arrepender depois
Por não ter acordado do teu lado
Feito carinho no teu cabelo
Ter conhecido os vizinhos fofoqueiros ou até mesmo ter visto as luzes da cidade
Ou ter dado altas gargalhadas na sacada da tua casa
E se mim perguntarem se eu faria tudo de novo eu diria que sim
Eu daria tudo pra te conhecer de novo
Te beijar de novo
Te abraçar de novo
Sentir o teu perfume
Oh meu menino de outubro
E contigo eu te deixo o meu
melhor sorriso
Meu melhor beijo e
Meu melhor abraço
Irei ao teu encontro
embora haja tanto desencontros pela vida.
Não se questiona se as borboletas são exageradamente belas,
nem se elas se expõem,
apesar da aparente fragilidade, cabe apenas admirá-las,
à distância.
Colecionava
boas intenções,
virgulas e borboletas
que já não lhe
voavam pelo estomago.
Sabia que amor-perfeito
era somente
o nome de uma flor.
Que a fragrância da vida tinha
perfume de bondade.
Que podia fugir das dores
como um girassol em busca de luz.
Sabia que a vida podia ser tão confortável
quanto um velho pijama.
E que o ponto final poderia também ser(...).
Meu caso complicado
Já tinha muito tempo que eu não sentia borboletas no estômago, mas bastou o meu olhar cruzar com o dele para eu sentir essa sensação novamente, ele é tão alto que eu tenho que olhar para cima para poder falar com ele, o cabelo dele é lindo, a boca dele é um pecado que eu não teria medo algum de cometer, eu imagino as mãos dele percorrendo meu corpo, tento ocupar minha mente sempre que lembro dele, mas quando eu percebo, já estou imaginando todas as loucuras possíveis que eu poderia fazer, ele é um cara complicado, me lembra muito um quebra-cabeça da noite estrelada de Vincent Van Gogh de 500 peças que eu comprei e ainda não consegui montar, o olhar dele é profundo e marcante, eu não consigo entender por que ele me afeta dessa forma, ninguém me interessa, mas ele, ele não, me faz sentir um misto de emoções, ele me deixa nervosa, me faz não saber o que falar, ele é tão confiante, eu adoro como ele fala sem receio e sem medo, a forma como ele se expressa me cativa, mas ainda sim é um cara complicado, então eu sinto que preciso me afastar pois eu sei que se eu entrar no mundo dele eu vou me perder, mas admito que ele é irresistível e eu adoro me meter em problemas, e cá entre nós, ele é um problemão (duplo sentido).
Como sempre, borboletas no estômago, rosas na barriga e joaninhas na cabeça.
Seria tão bom se isso não acabasse com água nos nossos rostos, com raiva nos nossos corações e decepções.
Queria fazer parte do nosso conto de fada.
Onde tuas assas eram minha morada, onde teu sorriso me alegrava e qualquer eu te amo me arrepiava , queria fazer parte desse conto de fadas...
S•E•N•S•A•ǕՕE•S
Quando fecho os olhos,
Vejo o reflexo do teu ser,
Borboletas dançam em meu estômago,
Um êxtase difícil de entender.
Coração acelerado,
Pele arrepiada pelo toque,
Sensações que se entrelaçam,
Numa dança de amor e choque.
Entender a vulnerabilidade,
É aceitar o amor como é,
Um sentimento tão complexo,
Que nos faz perder o pé.
Paralisada diante da tua essência,
O mundo parece congelar,
O coração bate num ritmo intenso,
Um eco do amor a ecoar.
“Eu te amo” sussurra a alma,
Mas será que compreenderás?
O medo nos impede de avançar,
E encontrar a nossa paz.
Então, te pergunto com ternura,
Será que sentes esse medo a vibrar?
Ou preferes viver no desamor,
Sem arriscar o coração a amar?
A JUDITE
Tinha um nome, uma história e sonhos que flutuavam como borboletas ao sopro suave do entardecer. Mas a violência, esse monstro devorador que se esconde nas sombras da sociedade, não conhece nomes nem sonhos, devora vidas, destroça esperanças, deixando apenas cicatrizes na alma dos que ficam para contar a história.
O cacto, o girassol e as borboletas
Quem diria
Que um dia
O cacto e o girassol
Fosse se encontrar
E até se apaixonar
Mas como pode um cacto e um girassol?
Isso não é normal
Muito menos o ideal
Logo o girassol percebeu que o cacto tinha espinhos
E pensou que não ia dar
Como posso suportar?
O cacto às vezes era seco e de poucos amigos
Mas não tinha inimigos
Mas por sua vez, tinha força e resistência
Também tinha persistência
Capaz de suportar ecossistemas muito áridos
Como deserto, caatinga e cerrado
Já o girassol
De frente para o sol
Em busca de luz
Mesmo com os espinhos do cacto
Resolveu encarar com lealdade
Entusiasmo e vitalidade
Também houve felicidade
Até que um dia uma borboleta roxa surgiu
E foi a primeira a pousar
E o cacto até riu
A segunda borboleta foi a azul
Para a roxa fazer companhia
Nossa que alegria!
A terceira foi a vermelha
A mais espoleta
Apesar das dificuldades
Do cacto, do girassol e das borboletas
Houve muita lealdade
Que só o amor é capaz de suportar
E permanecem juntos sem desgrudar
E todo dia o cacto fala para o girassol
Você é o meu raio de sol!
BORBOLETAS
Parti leve como as borboletas.
Deixando memórias pelo ar.
Agora danço entre os jardins.
"Onde a liberdade é meu lar"
ASAS DE LIBERDADE
Parti leve como as borboletas.
Deixando memórias pelo ar.
Um sussurro doce, uma despedida.
Que o vento insiste em carregar.
Nos jardins onde a vida floresce.
Entre cores, perfumes e luz.
Minha alma agora repousa.
Onde o tempo não me conduz.
As asas levam sonhos antigos.
Pintados em tons de esperança,
E cada voo traduz o desejo.
De reviver a eterna dança.
Se me buscares, olhe o céu.
Ou sinta o perfume a soprar.
Pois eu danço entre as flores.
Onde a liberdade é meu lar.
Doce descoberta
Uma mistura de medo e desejo que me fazem sentir borboletas no estômago. Ai que ridícula, logo eu, sendo a emocionada.
Cansada de viver de medos lancei-me num princípio chamado paixão torcendo para que o chão nunca chegue. Agora pego-me aqui com sorrisos bobos a cada notificação, a cada ouvir o seu nome, a cada momento bobo que me recordo da sua presença.
Não sei se pelas borboletas no estômago que a sua presença traz-me ou pela doce descoberta que você me despertou.
Mesmo quase, certa que terei de juntar os meus caquinhos no fundo desse princípio não consigo deixar de agarrar-me a improvável esperança de ser recíproco.
Como posso não lhe ter beijado e consigo sentir gosto dos seus lábios e imaginar que é tudo que eu precisava?
É um desejo inquietante quase uma obsessão.
Eu só sei que me sinto como já dizia o saudoso Lulu Santos: Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber.=
Enfim querida desejo-te
Com carinho, Hellen
Borboletas e Casulos
Então,
a Borboleta resolveu sair do casulo.
Pintou as Asas,
vestiu se de alegrias
e foi conhecer novas Flores.
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