Poemas de Borboletas
As borboletas são almas..
em cima de uma violeta!
Que andam perdidas no ar...
sentem o vento a gemer!
Da minha janela vejo lindas borboletas.!
Vejo os Pássaros que cantam pela manhã,!
As borboletas são como anjos,as asas....
são frágeis que pousam sobre as Orquídeas!
Suaves borboletas,suaves lembranças.!
A borboleta parece a flor que o vento levou.!
Passa uma borboleta por diante de mim.
Assim como as flores têm perfume e cor.
As asas das borboletas têm varias cores.!
As borboletas gostam do perfume das flores.
As borboletas são anjos do céu...
que amam as flores e a sua violeta.!
Petalas
As borboletas voam sobre o meu jardim
São cores vivas, pousam sobre às onze horas
Nas rosas claras, violetas e jasmins
Um beija-flor traindo a rosa amarela
Beijou a bela margarida infiel
Papoula e dália estão cravadas de ciúmes
E o beija-flor beijando flores a granel
Pétalas, asas amareladas
Pétalas, espinho seco
Folha, flor, lagarta
Pétalas
As flores voam e voltam noutra estação
Só serei flor quando tu flores no verão
Borboletas são seres portadores de extrema sabedoria
Sendo primariamente lavas, arrastam-se
No casulo aprendem a se aquietar
Por fim, voam, bem sabendo o valor de ter asas
Palavras borboletas:
Às vezes, as palavras me seguem;
Me perseguem, me encontram,
E me encantam como pequenas borboletas
Sobre flores.
Chegam assim, de repente,
Em meu jardim de sonhos.
E, borboletando, travessas, elas pousam
Em minha mente.
Solitárias às vezes…
Às vezes aos pares, similares…
Casadas… Iguais… Confusas…
Como imagem no espelho refletidas.
Às vezes, atrevidas
Chegam em bandos,
Coloridas… Agitadas…
Brancas… amarelas… azuis…
Ensolaradas e belas. Cheias de luz!
Então, abro todas as janelas
De minha imaginação despovoada
E deixo que repousem cansadas,
Dobrando suas pequenas asas,
Na poesia empoeirada de meus versos.
Parei de ouvir as vozes dos anjos cantando em minha cabeça...
E as borboletas não estão mais em meu estomago.
Parei de sentir aquele sentimento que me consumia
totalmente mas ainda assim me preenchia e me
fazia o ser mais feliz!
Admiro as borboletas.
Elas voam apressadas, bailam alegres, beijam as flores, cobrem a vida de cores, e duram tão pouco.
Acho que as paixões são efêmeras, como as borboletas.
Sapucaia
Em meio aos pés de criulis,
Na areia da vertente
Vendo as lindas borboletas,
Ouvindo o cantar dos bem-te-vis!
Saudade da Sapucaia!
Terra que me criou!
Terra das belas estórias,
Que contava meu avô!
Sapucaia querida!
Ah se eu pudesse ao tempo voltar!
Pra nas tuas terras correr,
Brincar à luz do luar!
Pescaria na vertente;
Farinhada na casa da madrinha;
Só quem viveu é que entende,
Essa epopeia minha.
Ás vezes
não é amor.
É só uma paixão
que foi consumida
pelas borboletas em seu
estômago, e transformada
em uma sensação de plenitude.
FESTA NO MEU JARDIM.
Todos os dias, borboletas pousam no, meu pomar vêm extrair o néctar das
flores e espalhar perfumes pelo ar, todos os dias, há festas no meu jardim
com o canto suave dos pássaros entoando seus versos.
Todos os dias, a mesma emoção os, pássaros cantam as mesmas canções
alegrando meu coração, e é por isso que não deixo meu sertão.
Todos os dias, olho para o universo, os cantos dos pássaros ecoam meus
versos, todos os dias, os pássaros vão embora, mas voltam à tarde
cantando suas canções.
Trazendo alegria ao meu coração.
sede de sentimento,
as borboletas só estão no meu estômago
porque eu tenho as engolido,
pois periodicamente não sinto nada.
dizem que isso só melhora com umas ficadas na noitada
mas nem me chamam mais pra nada,
visto que nunca estou presente,
não preciso pedir mais nada,
nem pra cupido, nem pra fada.
sou o futuro à caminho de um azul
onde só brilham resquícios do que um dia já foi escrito,
sentindo o vento dos aviões sobrevoando ao meu lado,
passageiros me assistindo nos televisores sincronizados.
subindo cada vez mais perto do céu,
olhares me seguem
e mesmo sem falar nada, os fiz descer.
é difícil olhar e me querer?
mas não é só um que quer me prender.
me denominam como a maior estrela,
como astro, como rei,
como um graffite que vai eternizar a sua arte pro resto da vida:
tudo roda em meu mundinho,
eu já sei de tudo isso,
portanto de mim, eles só ganham um simples selinho.
sempre fui mais azul,
apesar de um dia ter sido breu.
hoje sou edição limitada, peça única do museu,
quem deixou de falar comigo foi quem perdeu,
bebendo cada lágrima de quem por mim sofreu.
de boca em boca, de ouvido em ouvido,
me aumentam mesmo sem eu ter percebido,
o príncipe deixou de ser plebeu (se é que um dia foi).
prontos para polir cada troféu meu?
graças ao talento que me cresceu,
por todos os dias que o mundo a mim perdeu,
todos os dias que minha alma mudou e reviveu:
até concordo com eles,
entre todos de mim, também escolho eu.
Panapaná
Essas borboletas têm mania
de carregar o verão nas asas.
Se vestem de vento e claridade,
vão aonde a cor inventa o ar.
Gosto delas porque sabem
se miudarem no céu — só ou em bando —
como se o céu fosse coisa de brincar.
Coleciono-as em álbuns soltos.
Ali, no meio do sol,
são mais tintas que matéria,
mais riso do que bicho:
elas são coisa e não são.
Dizem que vivem pouco
— mas pouco pra quê?
Pousam na eternidade das manhãs,
ficam suspensas no que não dura,
deixando rastros de voo
que só o invisível sabe ver.
E eu as celebro com meu olhar ralo,
que aprende, com elas,
a gastar a vida
no que não sobra.
De como me inventei
Passei meus dias em meio às coisas miúdas.
Aprendi com as borboletas a carregar nas costas o mundo,
e com os pingos da chuva, a fazer serenata no chão.
A torneira aberta dos céus
jorrava horas inteiras de poesia,
e eu, menino sem bicicleta,
inventava que as palavras tinham rodas.
Brincava de crescer pelos olhos,
onde cabia o universo e um pé de grama.
Ensinava o absurdo a se acomodar no meu quintal:
uma pedra virava amiga,
uma nuvem, brincadeira de adivinhar.
Enaltecer os ordinários era meu jeito
de me desconhecer um pouco por dia.
As frustrações, eu punha no varal.
Torcia minhas tristezas até o último soluço
e pedia ao sol que secasse tudo antes da próxima chuva.
Porque a chuva sempre volta,
mas as tristezas, se bem secas, viram outra coisa:
lençol para embalar sonhos
ou sombra fresca para esquecer o calor.
Assim fui me criando,
com as faltas vestidas de beleza
e com os vazios repletos de poesia.
Nunca esperei o fim chegar,
porque quem vive de esperar
não interage com o presente,
nem cresce pelos olhos.
Escolhi viver assim:
de mãos dadas com o invisível,
sendo mais do que sou.
Ou sendo menos.
Afinal, quem precisa de muito
quando tem o céu inteiro dentro de si?
“AMOR,
a vida é FLOR.
Linda,
breve,
frágil.
Precisa
de sol,
de àgua,
de borboletas
pra continuar
a existir.
Não
desperdice
AMOR.
A vida
é flor.
Qual razão
AMOR
da vida,
da flor.
Senão ser
sol,
àgua
e borboleta
pra que outra
flor
continue...
a ser VIDA,
linda,
breve,
frágil."
Dentro do vidro, a alma se debate,
Entre nuvens e borboletas, busca escapar.
A vida é um voo, um sonho a alcançar,
Pressa os limites, mas sempre a se libertar.
Alguns veem na dança das borboletas
A liberdade que em cores se revela.
Outros, na ânsia de tê-las tão quietas,
As prendem em quadros, mas perdem sua bela.
No jardim da vida, as asas em festa,
Batem ao vento, sem temer o amanhã.
Mas na prisão de vidro, a beleza resta,
Morta a essência, só resta a façanha.
Que seja o voo, não o prego, a escolha,
Para que na memória, a borboleta voe.
E na natureza, onde tudo se entrelaça,
A beleza verdadeira, livremente, ecoe.
Vida verde.
Quero ver no meu jardim em flores,
borboletas com sua cores,
numa manhã de primavera,
a despertar amores.
Vê a mente a viajar,
num passeio ao passado,
sem sair deste lugar,
sem perder seu floreado.
Hó! vida verde em formosura,
um instante em seu regaço,
em um lacônico segundo,
esqueci minhas agruras.
Autor: Cícero Marcos
Eu me derreto em flor, por uma simples razão.
As flores me trazem borboletas!
Eu me derreto em amor, pois o amor me trás muitas flores para meu jardim da vida!
Amor calmo
Eu não quero sentir borboletas no estomago ao te ver
Eu quero sentir paz ao te ver.
Eu não quero me perder em meio ao seus olhos
Eu quero me encontrar nos seus olhos.
Eu quero um amor calmo
Eu quero me encontrar em você e não me perder em meio a você.
Eu não quero um amor que me deixa confusa e com medo
Eu quero um amor aonde eu me acalmo e me transbordo.
Eu não quero um amor com joguinhos
Eu quero um amor aonde deixe as cartas em cima da mesa.
Eu quero um amor aonde me mostre oq é ser amada.
Eu quero um amor que segure na minha mão e não solte nunca mais.
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