Poemas Brisa
Alimento
Viver sem expectativa é uma morte mal resolvida, subdividida, uma vida sem brisa que não se realiza e as moradas celestiais são feitas de toda justiça praticada, bem como de toda injustiça sofrida. Na vida, mesmo quando encontramos a felicidade, sofremos por imaginar perdê-la.
A brisa gelada sopra
e balança a Grandiúva,
A seda do nevoeiro
a envolve com doçura
e te envio este poema
para quem sabe conseguir
que você me queira só tua.
A brisa fria deste
mês de Junho
traz o perfume
das flores afetuosas
do Chá-de-Bugre,
o Louro Silvestre
verdejante esplende,
todos os dias
tenho uma poesia
que é em silêncio
uma homenagem
a sua existência
que celebro sempre,
e quando chegar
o nosso dia haverá
de ser brinde, amor
e celebração perene.
O Sol nascente se ergueu,
as begônias alagoanas
floresceram e a brisa
roçou nas suas pétalas,
Não me faltam inspirações
poéticas para exaltar
os seus lábios e teus olhos
que os meus sonhos
secretamente prestam culto.
Quando passar por você
a primeira Avoante,
A brisa fresca da Primavera
tocar a sua adorável pele
de um jeito diferente
e te fazer mais disposto
É um sinal que você
está pronto para viver
com entrega potente
um romance entre a gente.
Ondula carinhosa
a Bracatinga-de-Arapoti
com a brisa matutina,
Eu estou por onde você
está levando harmonia
e você está por onde
estou com toda a minha
incalculável poesia.
A brisa antilhana
balança mansa
a Black-eyed Susan
em flor nesta Saba.
A sua presença
provocam efeitos
e tens a consciência
e poder sobre mim.
Com o teu amor
tenho escrito a nossa
rota todos os dias.
A tua vida não é mais
a mesma e na minha
tem feito toda a diferença.
DEVANEIOS:
Sozinho, em meu quarto estou
A janela entre aberta seduz a brisa fria
A entrar
Sobre a platina está
O cálice já embriagado com o licor
Que faz acalmar
O orvalho da madrugada fria
Sucumbe em meu corpo nu
E me faz despertar
A aurora já adentra
As frestas da janela que não mais
Entre aberta está
Meu corpo ainda moribundo
De uma noite ébria
Me faz delirar
Procuro-te ao meu lado
Não tenho teu corpo febril
A me deleitar
Assim desperto
Para mais um dia em devaneios
Me embriagar.
A VOZ DO VENTO:
A brisa fria da noite
Bate levemente ao meu rosto
Levemente sem toca-lo!
Sem toca-lo... Levemente fria,
Fala ao meu ouvido incompreensivo.
Porque o vento,
Ao vento fala.
Entre outros amores,
Estava à deriva
desfrutando da brisa do mar,
quando a tua Paz
emanou como um farol
e logo meu amor
conseguiu conquistar.
Quando estamos diante de um Mar de Incertezas,
Uma brisa de conforto pode vir ao nosso encontro,
Soprando as tristezas e, aos poucos vamos recuperando o fôlego,
Sem calmaria, é mais fácil desistir,
mas qualquer sinal de alegria nos fará persistir.
Rodeio Serena
A paz que tanto você
busca vem da brisa
que sopra as matas
do Médio Vale do Itajaí,
nesta Rodeio serena
o meu peito bate por ti
que meu favorito poema.
Capturando com jeito
assim serena Rodeio
sobre o nosso descanso
para que renovemos
os votos e os sentidos
de caminhar unidos.
A paz que tanto você
busca tem a ver com
as auroras e os poentes
sobre a nossa amada
Santa Catarina e toda
essa poesia que mora
em nós simplesmente.
Despertando o céu
sobre nossos passos
vou traçando por dois
o roteiro carinhoso
para que cresça forte
só o quê é amoroso.
Abrindo e fechando
estão as flores azuis
do tempo novamente,
o tempo está mudando
e só não muda o meu
doce sentir desde o dia
em que eu bem-te-vi.
Nostalgia profunda embalando
a inspiração feito a brisa
balançando a Yellow Elder
em floração poética.
Despossuída de linguagem
subjetiva para alcançar
mais rápido outro coração,
e assim para fazer a reconexão.
Para abrir a porta do seu coração
para ficar e em ti morar
e como a preferida canção tocar.
Para levar para qualquer lugar,
para ouvir sem cansar
e quando sentir a minha falta cantar.
Novembro de Jacarandá
Ondeante pela brisa
Vitória da vida que haverá
Em nós a poesia
Mensageira de amor
Bem feito que nos fará
Risonhos e satisfeitos por
Onde o destino nos levar.
09/11
Sussuros delirantes
com a mesma leveza
da brisa ao mar,
Você vai se entregar
e por cada um amar.
Acordar cedo em Rodeio
Acordar cedo em Rodeio
é sentir a brisa fresca
do Rio Itajaí-Açu na pele,
Ler o tempo e viver o Poema
no embalo do cantos das aves
e esquecer que o mundo mal
existe por um instante
ao perceber a rosa beijada
pelo orvalho deste amanhecer.
Meladinha
Brisa gentil soprando
na Costa Brasileira
Meladinha gentil
sobre a duna
florescendo poesia,
A paz que durmo com a Lua
é a mesma que levanto
na companhia do Sol,
E assim continuo sempre tua.
BORBOLETAS <3
Voem, vão embora livres borboletas,
Voem, vão deslizando nas ondas da brisa borboletas.
Leves feito plumas ao vento, lindas e coloridas feito o brilho das estrelas,
Voem, flutuem no ar belas borboletas, emitam a pureza das tuas asas,
enebriem com seu charme e elegância.
Azuis, rosas, tricolores, as mais incríveis que os olhos podem ver desde a infância.
Flores são seu lar, a brisa o passear, a calmaria o seu cantar,
lindas borboletas pairando no ar.
Vão, voem borboletas, busquem sua liberdade em todo lugar,
respirem a beleza do mundo, a graça de voar, o dom de amar.
É do nascer a beleza de dentro para fora, da prisão do casulo,
da vida no escuro, querem se libertar.
Balançam, enlaçam, debruçam, camuflam até o rasgar...
Cresçam belas borboletas, definam suas cores, suas idas, suas vindas,
seus amores, seu findar.
Nascem as borboletas, dos lugares mais escondidos, dos casulos mais humildes.
Logo, abrem suas asas no mais perfeito refletir, no absoluto do brilhar.
Voem borboletas, busquem seus caminhos pelo céu, pelo vento, pela brisa,
pelo cheiro das rosas, pelas ondas do mar.
Voem, vão ao longe em ressoar,
Sua beleza de serem borboletas leves, vivendo livres a voar!
Sol... Chuva!
Calor... Frio!
Brisa... Tempestade!
Inverno... Verão!
Branco... Preto!
Amor... ódio!
Sorriso... Lágrima!
Cruz... Espada!
Alegria... Tristeza!
Emoção... Razão!
Eu... Você!
Paixão... Solidão!
Um dia, um momento, uma chance.
É a brisa que me toca, é o sol que me ilumina,
E o céu que me recobre com seu manto me fascina.
É o cheiro desta terra, é o sopro deste vento,
É o canto da ave branca, é a voz que por mim chama.
É o dia, novo dia, renasceu a esperança,
Viverei cada momento, correrei feito criança.
Olho ao longe vê claro, vejo branco como a neve,
Abro um sorriso, pro teu sorriso que verei quem sabe em breve.
Dia claro, dia belo, de falar do que é meu,
De dizer do amor que sinto, de falar do que sou eu.
Viva o dia que rebenta, viva o momento qual estou.
Dia com cheiro de perfume, momento agora, oportuno.
Se vierem as dores deste instante, não quererei então chorar,
Enxugarei as lágrimas antes mesmo que venha aos olhos e...
Correrei “pra” encontrar....
Meu amor que se aproxima, com seu cheiro de romã,
Com seu jeito de me olhar.
Admirado feito fã!
Tudo em volta é outra imagem,
O que é feio belo será.
Este dia que me jogo, em teus braços para amar.
Inesquecível, inebriante, envolvidos e tontos de amor,
A bebida deste dia será forte para lembrar.
Viva o dia que hoje vivo,
Vivo a hora o momento,
Vivo o agora, vivo a vida,
Vivo o dia que é “pra” sempre.
(a relembrar o filme “A sociedade dos Poetas Mortos”)
