Poemas Brisa
Os sonhos são como pássaros,
que preenchem o vazio na alma,
a esperança é como a brisa,
que alivia os corações dos desvalidos...
ETERNIDADE
A noite ouço sons de violino,
passarinhos e a brisa abre meus caminhos
há muito tempo eu fui livre...
tipo de ícaro e astronauta
tocando flauta...
um dia empunhei a espada,
peguei meu escudo, montei raio de luz,
alazão branco, romântico...
eu galopei e de tanto sonhar
eu aprendi que eternidade é esta fantasia
que só dura um instante,
então acontecem todos os nascentes
e todos os poentes,
os pássaros cantam a profusão de luzes
ao tom de tua silhueta, sons de violinos...
REVELAÇÃO
Não demora ...
A noite chora uma neblina,
A brisa fria espalha uma melancolia,
Ecoa a ladainha ...
Os sinos já dobraram uma chamada;
A igreja relampeja a fé,
O amor abraça e beija,
E a esperança pra essa dor é a esperança...
Não demora,
Gótica, a catedral ordena...
Badalam os sinos,
Os meninos abalam,
Nossos destinos baladam,
A gente dança e a dança demora,
Não demora o tempo urge,
Acorda a urbe,
O tempo voa,
A solidão povoa
Demônios, fantasmas e monstros,
A certeza dessa incerteza apocalíptica não demora...
ONTEM
quando não for mais hoje,
quando não for tão breve,
me leve nessa brisa lisa desse teu sorriso,
eu não preciso de nenhuma teoria
que explique o tiquetaque do relógio,
nenhuma teologia que explique o que é divino,
eu sou menino e a paixão carrega na tormenta
o que me atormenta depois do que... foi ontem
eu posso ser melhor do que ser só,
eu posso ser solitário...
mas lugares comuns me afligem...
eu posso ser bonito,
contanto que manhãs ensolaradas
me lembrem ofegantes as tuas narinas;
como é belo fazer poesia
porque amor foi o que fizemos ontem...
O SUSSURRAR DA BRISA
O silencio é tranquilizante
E conduz a tarde com o sussurrar da brisa
Não chove meteoros, não há nada apocalíptico
Mas a ansiedade ocupa a tua ausência ;
Um dia o mundo será mais belo
Que a beleza propriamente dita;
Mas tua presença é mais serena que as acácias
E propõe mais cores que a primavera,
Se eu pudesse entender esses tons
E os sons dos teus passos ao compasso do meu coração...
Plutão morrerá de frio com a tua ausência
Mas o que será de mim?
Sonho...
Às vezes eu sonho;
A brisa entra pela porta do quarto
E areja o meu sonho...
O café ferve e cheira
Alimentando o meu sonho
O sol invade pela manhã
O meu quarto e acorda o meu sonho,
Mas a brisa continua arejando,
O sol aquecendo,
O café cheirando,
Ela esfrega os olhos...
E me fala de sonhos...
O sol reflete nas folhas da goiabeira, enquanto a brisa passa lentamente.
Teu rosto amoroso repousa na esteira, com palavras soltas na mente.
As delícias do paraíso de outrora transformam-se em devaneios de agora.
O sol reflete nas folhas da goiabeira.
A brisa passa lentamente.
Teu rosto amoroso em esteira.
Palavras soltas na mente.
Delícia o paraíso do ontem.
Delírios nos devaneios do hoje.
De ti não encontrei mais nada!
Uma brisa corre rasteira, sussurrante
Medi o alcance do horizonte, para além do amor
Há sempre o vazio numa esperança imensa
Estou cansada dos passos nesta estrada...,
E sempre esboçar o perdão...e nunca encontrar nada!
O que seria do azul do Oceano sem o ósculo do céu
e ainda vereis todos os dias o por do sol...
Ele não morre se põe...
Chamejam devaneios neste caminhar
em mim os anseios, guias, quereres ocultados
Na vida, surgiram ao meu embate, mágoas e louvores...
Sufoquei um grito dentro de mim
E em estrondos abrandei a minha dolente alma
eu fui sincera...despi meus anseios e falei pra ti...
Inquiri ao vento quem sou, por que estou sempre aqui?
Respondeu-me que a calmaria e a doce noite
Eram apenas mais um sonho ...um sonho longo talvez...
Tem sonhos que são feitos para torturar...
procurei por ti dentro de mim...
Já era uma ave sem voo... De ti não encontrei mais nada!
UM OLHAR PARA ALÉM DA NOITE
E vejo o mar... e sinto a brisa a afagar meu rosto...
e o aroma das flores na minha varanda... E beijo o silêncio
Qual se fora folhas de outono a volitar na tentativa de
Alcançar o tempo que se foi...
Ah! E as nuvens viajam no palato celeste
Cruzando as alturas...
Em meu peito ardem as lembranças que sorvo
E viram estrelas que brilham nas noites dessa profunda solidão...
E arde em meu peito esta saudade... Que incendeia e sangra a minha alma solitária
E fantasio com sonhos que se eternizam em meus versos...
... inquieta lanço um olhar para além da noite
À espera de ti!
Ainda vejo
Aquele sorriso singelo
Na brisa fria e desejo
Que esse tempo se torne belo
Tempo de despertar
Para o novo mundo
No coração desejar
O nobre segredo profundo
Quero me entregar
A Deus com toda a sinceridade
Para os irmãos anunciar
O seu Reino da Verdade
O Reino da Verdade
Para quem honesto for
Lá não entra falsidade
E muito menos gente sem amor!
O meu cupido te flechou...
O amor a gente não escolhe
Ele acontece, Ele vem como uma brisa
E como uma tempestade desaparece.
Se o seu coração dispara,
Os seus olhos brilham,
Você mexe os cabelos,
Balança os braços,
Bate os pés,
Ou muda de cor.
Quando me ver,
Atenção!
Isso é amor...
O meu cupido te flechou.
Não adianta fingir, nem se esconder
Você diz que não me quer,
Mas dentro de você
Seu coração chora e grita:
EU QUERO VOCÊ!
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
Um sentimento...
O amor é um sentimento,
Suave como uma brisa
E devastador como o vento.
Cuide da sua brisa
E fuja do furacão.
A felicidade é sua,
E ela está na palma
Das suas mãos!
Edvan Pereira "O Poeta"
E que a gente siga sorrindo, florindo e acreditando...
Que o amor seja calmaria.
Brisa mansa que acaricia.
Que a gente seja poesia.
Que rima.
Que enxerga.
Que colore.
Que perfuma...
Os dias.
A vida.
Brisa mansa.
Mar calmo.
Ao longe, canto dos pássaros.
Você e eu caminhando de mãos dadas.
O tempo está uma delícia...
Há sol.
Há amor.
Há desejo.
Há sorrisos.
Há esperança.
Há dois corações que se abraçam, se olham, se entendem.
Quer riqueza maior que essa?
Caminhar de mãos dadas, ouvir o canto dos pássaros e sentir a brisa acariciar a pele fazendo arrepiar de felicidade!
E a gente segue.
Tem fé.
Tem luta.
Tem vitória.
Tem amor...
Felicidade
Flores na janela,
brisa perfumada.
Tarde ensolarada,
riso frouxo.
No céu azul
o canto da passarada.
Na simplicidade,
imensa felicidade.
Se eu pudesse
Se eu pudesse estaria sentindo a brisa do mar, o canto dos pássaros, os pés na areia
Se eu pudesse pisaria na grama todo dia, ouvindo os cachorros brincando enquanto o sol bate no meu rosto, impedindo que eu abra os olhos completamente
Se eu pudesse não teria dúvidas, medos, bagunças na mente
Seria só certeza, coragem e organização exemplar
Se eu pudesse, não estaria agora com esse aperto no peito, lágrimas no rosto e dúvidas sobre onde é o meu lar
Esse lugar que me traria calmaria, aconchego, cheiro de amor da minha vida e sabor de desejo
Ah, se eu pudesse…
Não estaria nem escrevendo, mas apenas vivendo a mais profunda paz de onde eu osaberia o que é o amor verdadeiro.
Kimberly na brisa fresca e o aroma delicado dos matizes
Rendendo as persianas
Poeirentas e espessas,
Que obstruíram
Nossos raios singulares.
Do conforto aconchegante
Nas torrentes violentas,
Pincelamos três ou quatro
Ladrilhos memoráveis,
Que a cada metro cúbico
Enquadrado,
Compôs em tons instáveis
Teu mosaico.
Colorações, tonalidades,
Entretons e gradações,
As encrencas contrastadas,
Por simplórias ostentações.
Olfato, tato e paladar,
Tentativas intrincadas,
De vistosas tentações.
Estupenda
Plantação
De equívocos,
Triunfos e deslizes.
Kimberly
Na brisa fresca
E o aroma delicado
Dos matizes.
Quando vejo mar,
deixo o barulho das ondas em pensamentos levar
a olência da brisa, me faz imaginar.
