Poema sobre Pássaros
Ouça o vento tocando as folhas, o canto dos pássaros, o tagarelar das crianças. Descontraia e se divirta muito. Não deixe sua vida girar em torno de uma coisa só.
Marilina Baccarat de Almeida Leão
Na poesia não há limites...pensamentos voam como pássaros em liberdade, lua dança agarrada ao mar, beijos são trocados sobre o vento, eu e você rolamos sobre areia, corremos rio adentro, nos tocamos feito música...violão, piano, violino são testemunhas dos nossos desejos, das loucuras que sonhamos...verdes, campos...flores nos perfumam. Na poesia não há limites, tudo é infinito, nada é proibido...tudo acontece !
E ao longo desta estrada encontrei muitos pássaros mortos...eles já não balançavam suas asas, pois de tanto sacudi-las em vão, caíram sobre o pó de giz e de lá saíram acreditando ser apenas pó e só lhes restaram um soluço que ao cair da tarde vira lamento e arrependimento!
"Era de manhã. Não havia maldade. O sol tilintava. A brisa assoprava. Os pássaros cantavam. A água corria por entre as fontes e a nascente brilhava. Fixou-se em seus olhos. Como se nada acontecesse, como o vento, ou mesmo a brisa, como uma serpente, uma víbora, um pecado, um sinistro movimento, sobre as trevas do medo e do inconsciente, sob as luzes da vida, num acorde de instrumento... Lá estava. Um filete – marulhando. A tentação lhe invadindo... Sol após sol. Quando a lua surgia, encontravam-se de novo, desastrosamente, no quarto".
quebraram-se as nuvens, o chão ficou molhado de giestas, imóveis os pássaros no vidro quebrado dos meus olhos permanecem ainda na memória d'outras primaveras...
Ouvir o barulho da chuva, da cachoeira, o canto dos pássaros pode ajudá‑lo a ter melhores ideias. Logo, a natureza é a principal inspiração de criatividade humana.
"Mundo líquido: Hoje eu acordei mais sensível que nos outros dias, hoje notei que os pássaros podem voar."
Os pássaros cantando , livres nas matas; o vento soprando nas árvores, as ondas batendo na praia; o pio de uma gaivota; as rosas que embelezam os jardins...são manifestações amorosas de ALGUÉM muito superior a nós....
“Como é bom acordar com você sobre os raios do sol ouvindo os pássaros cantar, me perdendo nos encantos desse corpo que são tantos, que são tantos...”
Dario Nicolau
Desejo cantar nos teus ouvidos a canção produzida pelos pássaros matinais. Desejo falecer nos teus braços olhando-te profundamente nos olhos até minha alma ser arrancada de junto de ti. Invadir o teu corpo é o meu desejo último, assim como a faca rasga as vísceras de um corpo.
Nós somos como pássaros que vivem em gaiolas abertas, alguns já escaparam de suas grades, mas outros estão bem acostumados pelo tempo que passou nelas, que esqueceram de como se voa para a liberdade.
Amar é gostar dos pássaros e não mante-los presos; mas sim, deixa-los livres para poderem viver de forma que se sintam bem. Deixar ir, nem sempre significa desapego. Às vezes, é preciso abrir a gaiola, e entender que é possível apreciar de longe toda beleza daquilo.
Quer voar?
Que voe... Mas lembre-se que até mesmo os pássaros não voam sozinhos por muito tempo. Se suas asas um dia falhar, torça para que Deus lhe socorra, pois ao seu redor estará apenas o infinito céu e este, nada fará para lhe ajudar.
As madrugadas da cidade não se compara com as do campo, invés de ouvir os cantos dos pássaros o ouço o ronco dos motores, ao invés de sentir o cheiro do mato sinto o da padaria que e logo ali, a luz que vejo e a luz dos postes não a do luar lutando com a do sol que vem surgindo, o ser humano evoluiu mas essa evolução por completo não me agrada pois prefiro as madrugadas frias do campo do que as madrugadas aconchegante da cidade.
Somente quando os pássaros sobrevoarem sobre o meu teto é que saberei dar valor no ato de voar sobre o meu próprio infinito.
O canto dos pássaros o céu e as nuvens, as arvores e as rosas , o vento e também o sol em uma harmonia perfeita
No silêncio escuto a voz dos ventos, o canto dos pássaros, os velhos espíritos ancestrais, as árvores se falando. No silêncio ouço a voz das esferas onde habitam luzes de infinitas belezas. No silêncio sou um com o todo, somos uma voz...
Eu olho os pássaros e me identifico... Aceito as diferenças e daí descubro que eu posso voar também.
