Poema Senhora
Na fila do supermercado uma senhora foi surpreendida pelo vizinho que perguntou se ela estava com o cartão de crédito. Ela disse que estava e ele tirou algum dinheiro do bolso e disse para ela completar, caso faltasse dinheiro para finalizar o pagamento das compras da sua cesta.
Ela observou a cesta e perguntou:
- Por que esta quantidade de pó de café e pacotes de bolachas?
Ele explicou que gostava de comer bolacha com café, de manhã, de tarde e de noite.
Ela mostrou uma garrafa de vinagre que estava entre outras coisas na sua cesta e explicou que era para fazer gargarejo, sua garganta estava irritada.
Ele observou bem e respondeu:
- Venha tomar café comigo e garanto que sua garganta vai ficar boa. Às vezes, tudo o que precisamos está numa boa xícara de café fumegante.
Ela sorriu confiante no "remédio" oferecido por seu vizinho.
Alvorecer
Conceição...
que esta se transforme em bem maior!
Exclamou o homem
A senhora do sol talhou uma fenda
Nas sombras habitam almas em expiação
na luz os homens de fé e razão
Conceição…
pela sacratíssima paixão!
Exclamou o homem
A senhora do sol entalhou um anjo
Nas trevas habitam demônios
na luz os arcanjos e serafins
Ouve-se revoadas de pássaros
os pardais entoam cânticos
para o primeiro alvor do dia
Conceição sorri, o homem sorri junto
Te amo, minha mãe, eu disse pra senhora que teriam milhões
Que tentariam me derrubar, tirar meu pódio na força do ódio
Mas o Deus é pai, eu sou fiel
Se você quer ter esse papel, minha Rapunzel,
Cachorrão, eu sou cruel, se ela sorrir, eu sou rei
Ela é minha, não é de vocês
Nossa Senhora Aparecida
Apareceu para os pescadores e fez acontecer uma pesca milagrosa.
Ajudou a menina a enxergar.
Zacarias a se libertar.
Com um aparo de uma oração, o menino não morreu afogado.
O cavalo, realmente teria sido paralisado.
Que nossa senhora nos cubra com seu manto sagrado.
Nos livre do mal que não vemos.
Das coisas erradas que fazemos.
Acabe com a crueldade do mundo.
E pedimos sua proteção sobre tudo.
A solidão é senhora
Solidão apavora,
O novo assusta.
Não compreendemos o nosso tempo,
Não damos tempo para as coisas.
O tempo que dói,
O tempo que trás paz.
A solidão é senhora,
Nos acompanha durante o caminho.
Chamo ela para tomar um café,
Quem sabe assim resolvemos nosso conflito.
De ir e se afastar,
Paralisar e me defender.
Vem solidão,
Não se demore.
Quero seguir mas antes, preciso te encontrar.
18/08/2024
Toda vez que o homem diz Sim Senhora, ele está automaticamente dizendo Não Senhor!
"Não se pode servir a dois senhores."
Mateus 6:24
Poema
À Nossa Senhora D' Africa
À te tesouro de espontaneidade suntuosa e benfazeja,
dama de irradiante luz, essência e excêntrica venustidade, beleza.! Dádiva concedida do Pai, teus
títulos são que afagam os âmagos, diferenciados e apreensivos corações. És bendita e escolhida dentre todas as nações.
O indispensável, imprescindível à te foi dado,
mesmo que o exorbitante queiram te ofuscar,
Mãe Rainha " Nossa Senhora D' Africa, só tu podes nos ajudar!
Maria fostes a favorita. escolhida dentre todas para que pela intercessão de teu filho possa nos beneficiar! Solange Malosto
Luminária à Senhora da Orada -
Na aldeia é noite escura,
não se vê quase ninguém.
Mas no adro da Igreja,
vai de negro vestida, Marianita do Outeiro,
que junto à porta da capela
se ajoelha p'ra rezar
profundamente por alguém!
À porta da Igreja
põe um pote com azeite
com um trapo embebido,
qu'ilumina as tristes preces,
orações, rezas, pedidos,
da pobre viuvinha
com tantos anos já vividos.
E o adro da capela fica todo iluminado
parecendo um Sol de Primavera
qu'ilumina o tumulo
de Nosso Senhor Ressuscitado.
"-Oh Senhora da Orada, vinde abençoar,
proteger, encaminhar, este vosso povoadao!"
E de pé frente à capela
um'Alma simples, boa,
pedindo à virgem esta graça!
Que a Senhora da Orada se lembre dela
como o brilho d'uma estrela
que brilha no seu manto e nunca passa.
"-Oh Senhora das novenas,
oh Senhora dos pregões,
vinde ceifar todas as penas,
vinde salvar os Corações!
Acudi ao meu pedido,
ouvide minha oração,
escutai o meu gemido,
escutai o meu pregão!"
Marianita do Outeiro
cai por terra fervorosa,
rezando, frente à porta da capela
com tal força, devoção,
que ao longe, se escuta um trovão!
Assustada, nem se mexe!
De mãos postas, olhos fixos na Igreja, pede,
"-Nossa Senhora nos proteja!"
Abrem-se as portas de par em par!
A Senhora da Orada, sobre o altar,
de roxo vestida, de Luz adornada,
surge risonha, de manto a esvoaçar ...
E erguendo os olhos, levantando o braço,
sobre o Outeiro, traça no espaço,
o doce Sinal da Cruz!
E p'la madrugada fora
lá fica a luminária,
de Marianita do Outeiro
à Senhora da Orada,
junto à porta da Capela ...
(Recordando com Saudade a "Ti" Mariana Paias que, tantas e tantas vezes, durante a minha infância, pelo cair da noite, vi iluminar o adro da Igreja da Senhora da Orada no Outeiro (monsaraz) com as suas luminárias ...)
Magnificência da Senhora * Santíssimo Sacramento*
Afagada sobre o sopro do vento,
o encanto tomando conta de te,
grande admiração, sensação a tua,
perfeita sintonia, nostálgico sentir!
Brilhas qual lindíssima luz da lua,
filtrando pela abertura da janela,
envolvida em teu enigma, mistério,
E o lindo véu que envolve teu rosto!
Candura do matiz azul - verde jade,
Invadindo, integrando, todo o teu ser,
o fascínio brilhante da Mãe Natureza
unidos com o fascínio próprio da alva,
casta e singela, brilho natural sentir!
Te retém, envolve, penetra e possui,
O eco detectado em te, ressoa, tange,
entrelaçando-a com paz profunda,
És ilibada a mais bela do Planeta!
Tua é a insatisfação, o desconsolo
pela mórbida puerícia, criações,
do extremo, limite humano, de outrem...
É a nostalgia, do nostálgico sentir!
Aninhada sobre as asas do vento,
luminescência, tomando conta de te
brilhas qual lindíssima luz da lua,
perfeita sintonia, nostálgico sentir!
História dos Missionários Sacramentinos de Nossa Senhora*
Segundo o escritor Padre Demerval Alves Botelho, escvendo a história dos missionários sacramentinos de Nossa Senhora, todo povo, toda instituição, toda família tem a sua história, tecida de fatos e tradições. enriquecida pelo seu patrimônio cultural, afetivo e mesmo espiritual. Esses valores é que constituem aquela mística forte que leva à união, à luta, à conquista, ao trabalho.
O povo , como a família e uma instituição, que não tem história ou a des-
conhece, acaba perdendo sua memória, suas raízes, suas tradições e, consequentemente, a mística. Deixando desaparecer esses suportes, desaparecem, juntamente suas características próprias, sua identidade e a unidade, e caminha a esmo ou perde a direção da caminhada e se desintegra.
Com essa perda, lá se vai o amor à terra, como berço e herança que lhe legarem os seus antepassados. Povo, sem esses predicados, é povo que não vibra, que não se orgulha de sua gente, que vê esvair-se o sentido de ser povo e se esfacela. Pe Demerval Alves Botelho SDN
Lua
Senhora das minhas certezas
O sol a terra te apresenta
Com a certeza exemplar
Que fase mais bela
Parceira dos poetas
Fiz com a lua um contrato
Ela me inspira
Devolvo a inspiração
Em forma de poesia
E tem dado muito certo
Essa parceria.
Nossa Senhora Aparecida,
rogai por nós.
São Patrício, intercede por nós,
que venha a vós, São Patrício e Nossa Senhora Aparecida.
Amém!
A lenda do lendário Poeta continua.
Que beleza!
As flores, minha senhora!
Minha senhora?
De onde é? De muito longe.
Porquê pensar separadamente nesta vida e na próxima, quando uma nasce da anterior.
Fala-nos da ânsia, de uma alma que implora por outra.
Senhora de si
Ela é autônoma e independente,
comprometida com seus próprios ideais,
e com a realização dos seus sonhos.
Empreende as suas próprias ideias,
vive um cotidiano repleto de propósitos,
impulsionada por sonhos e projetos viáveis.
Esta disposta a sair da zona de conforto,
e batalhar para sobreviver,
sem depender de ninguém.
Ela enfrente a dura realidade
com consciência das suas dificuldades,
sem se lamentar ou sucumbir ao fracasso.
Ela não discute por coisas banais,
não se ilude como os elogios vazios
e não se deixa abater pelo assédio.
Em síntese, ela é empreendedora
ou apenas protagonista da sua história e
será reconhecida por seu próprio nome.
Avé Maria, Senhora do Advento
Senhora da misericórdia
Bendita és entre as mulheres
Rogai por todos nós doce Mãe
Neste tormento que atravessamos
NOSSA SENHORA
Nossa Senhora do Sim
Nossa Senhora de Fátima
Nossa Senhora do Carmo
Nossa Senhora do Rosário
Nossa Senhora da Boa Hora
Nossa Senhora do Ó
Nossa Senhora do Bom Conselho
Nossa Senhora das Dores
Nossa Senhora do Paz
Nossa Senhora da Boa Morte
Nossa Senhora da Imaculada Conceição
De joelhos no chão ouvi-nos
Nossa Senhora, minha Mãe
No teu regaço acolhedor
Quero estar
Minha querida, Mãe do céu
Cobre-me com o teu manto
Tira-me a dor e livra-me do pecado.
Nossa Senhora, Virgem Mãe
Sussurra aos meus ouvidos
Canções de amor e felicidade
Numa sinfonia angelical
Embalando o meu sono
Nossa Senhora dona de mim
Protege as nossas dúvidas
Que possamos
Através da oração
Partilhar um pouco
Do amor que recebemos
SENSAÇÃO
Sagaz e singular, a saudade é sombria
e, senhora sanha, sufocante. Saboreia
ser saudosista, uma sovina que serpeia
a satisfação. Serelepe. Ao ser surrupia!
Sempre súdita e sorumbática, semeia
sobretudo severidade, no sofrer sangria
sangra ao sentir, sente o que não sentia
sacode a sabedoria e ao saber saqueia
Sopro sucinta sopra o súbito que suspira
sacode solenemente a solidão suprema
sinistramente, numa sinistra segregação
Sobre o semblante, sombra, susto e sátira
suplica a soluçar no sentimental sistema
socando o surreal na sabatinada sensação...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
06 dezembro, 2021, 11’14” – Araguari, MG
Parafrase José Rodrigues Pinagé
Nossa Senhora, Mãe divina
Ampara todos os doentes
Dá a vida eterna aos mortos
Vitimas desta Pandemia
Que rodeia o mundo
Amém
