Poemas sobre a praia onde o mar inspira versos
Sua esclera era branca como areia da praia
Sua pupila era castanha,mas não era do pará
Sua pele é negra, como noite estrelada
Apenas teu sorriso iluminava a noite em tua pele
Seus cabelos emaranhados se enroscavam em meus dedos
Em um desleixo de te olhar dê fronte, me ceguei com o brilho dos teus olhos
Naveguei por rios de pensamentos, que ali era posto a desaguar
Era um rio fundo, mergulhei de cabeça naquela imensidão
Me afoguei em minha paixão.
Sophia está na beira da praia,
A praia quer enterrar Sophia.
Sophia só quer poder nadar,
Logo Sophia, que é expulsa do mar.
Mas Sophia é insistente e se atirou no oceano sem saber nadar.
Bela Sophia, insistiu tanto que pouco a pouco ganhou o mar.
Volta querida!!!!!
Estou sentado a beira da praia
Olhar fixo no horizonte
Encontro do céu com o mar azul e infinito
Penso em ti.
Meus olhos perdidos na imensidão
Veem navios movendo-se lentamente
Parecem parados na linha do infinito
E continuo pensando em ti.
Penso em nosso amor, em nossos momentos
Na triste separação de nossas almas
Nas noites em que te amei loucamente
E lagrimas descem dos meus olhos copiosamente.
Saudades! Saudades!
Quando lembro de ti parece que o tempo para
Parece que meu coração sangra
E minha alma clama por ti.
Onde estás?
Não te encontro ao meu lado
Nem nos meus sonhos
Estou triste nesta espera interminável.
Volta amor, vem me abraçar
Vem me beijar
Teus braços são meu aconchego
Teu corpo minha perdição!
Te amo sobre todas as coisas querida!
Volta!!!
Sentada na areia da praia,
observava o mar, a luz do sol reflectia nas águas cristalinas, fazendo-as brilhar...
E no silêncio do momento, ouvia o suave bater das ondas nos meus pés. Aí fiquei sem querer ir embora.
Tô confuso:
Uma hora quero filhos, praia no domingo, cinemas nas terças.
Na outra quero viajar o mundo, respirar, sorrir, só.
Num dia quero água, café, coragem.
No outro apenas um vinho suave, o pôr do sol, alguém pra me proteger.
Tô confuso, parece pouco será? Será que é só comigo que acontece de um dia querer o aconchego de um abraço e no outro a liberdade de voar.
Tô confuso em uma folha de papel ou em 200 impressas de um livro.
Talvez eu quisesse ser amado, precisado, tocado, devorado.
Talvez eu quisesse apenas aquela música, os olhos fechados na beira de um lago,
você do lado.
E quando ela me olha, me curte, me encanta eu fico confuso, tenho medo de querer atrapalhar tudo com essa minha pressa em dizer o que sinto ou medo de perder pela minha paciência em esperar um sim.
Ah, enfim, dá pra desconfundir pra mim?
Pode deixar claro tá! Eu gosto de coisas claras.... ou ... incertas.
Aprendi a não esconder mais meus sentimentos. Tô aprendendo que é no caos que a gente se encontra.
Bem, tá claro que eu te quero se você me quisesse?
Ou tá claro que eu me quero mesmo você não me querendo?
Afinal de contas, a gente está sempre só, cheio de gente ao redor.
A gente talvez seja confuso mesmo por natureza.
Estar “desconfuso” talvez é que não seja o natural então.
Ê lua cheia que brilha no céu
Refletindo nas ondas do mar
Iluminando a praia Iaiá
Na roda vamos jogar
Quando ela chega
Na roda de capoeira
Sente o corpo arrepiando
Com essa luta brasileira
Chega sorrindo
Olhar desafiador
Canta e toca berimbau
Com alegria e muito amor
A lua cheia
Lá no céu esta brilhando
A menina tá jogando
Livre no chão e no ar
Joga ligeiro
Ela solta o movimento
Rápido que corta o vento
Cuidado pode matar
Praia do cedro
Estou numa bela praia deserta
E o dia está lindo com esse sol
Que brilha intensamente nessas
Águas deixando as cristalinas
Essa praia tem uma energia muito forte
E uma conexão muito profunda
Como se ela estivesse se comunicando
Com você através de pensamentos
Ela me faz se sentir em outro mundo
Com sua maravilhosa paisagem
E seu aroma de natureza pura
Essas águas purifica sua alma
Liberta sua mente
E faz com que seu coração volte a brilhar
Essa é verdadeira praia dos sonhos...
Eu acho lindo o amor entre casais que se amam. Acho lindo demais aquele senhor na praia com a sua mulher mais nova. Ou aquela mulher madura beijando o seu jovem amado. Acho foda quem admira, sem julgar. Sem especular.
Afinal, jogo de interesse também existe nas relações convencionais.
É preciso muito amor e muita coragem para embarcar naquilo que foge dos padrões aceitos por uma sociedade nascida na hipocrisia e mergulhada em preconceito.
O amor não tem nem tempo pra essa confusão que as pessoas fazem no amor dos outros, gente. Nem tempo para regras que a gente quer impor a quem se ama.
O amor pode acontecer em frações de segundos e durar uma vida inteira. Ou pode ser construído durante anos e, simplesmente, acabar. Por descuido. Por acaso. Por um detalhe.
Vida longa aos casais que se amam. Que eles sejam eternos enquanto duram. Viva a quem se expõe, mesmo. A quem grita ao mundo que amar vale a pena.
O amor é atemporal. Está fora do domínio dos ponteiros de um relógio. Por sinal, o amor não usa relógio. Nem anda com pressa por medo dos atrasos. No fundo, ele sabe que só chega na hora certa, independente dos contratempos do caminho. Independente da diferença no ano fixado no RG.
O amor não pergunta nada a ninguém. Ele simplesmente acontece.
Que a gente aprenda a ligar o foda-se e a amar sem medo. A viajar sem destino ao lado de alguém que nos faz bem. A escutar os críticos e continuar caminhando. A escutar as piadas e gargalhar na cara de quem conta. A escutar o ‘eu te amo’ de quem a gente ama e suspirar fundo.
Cada dia mais amando mais.
Sem nada
Eu caminho com os pés descalços na areia da praia
Pensando sobre a vida e as coisas que não valem nada
Cheguei a conclusão que estou sozinho no mundo
Estão tudo e todos tão longe de mim
Não tenho amor próprio, só tenho ódio e muito mau gosto.
Eu quero viver, eu quero morrer, mas no final quero mesmo é sobreviver...
Dos gases às águas
Dos ares às algas
Da areia à praia
Da flor à mata
Dos peixes aos primatas
Da fome à caça
Do fogo à prata
Da fala à arte
Da roda à máquina
Do amor ao ódio
Da dor ao ópio
Sou
Transbordo a expressão do ser no tempo
Sou essa interação, esse senso
Sou essa liberdade, esse contato integrado
Uma hora quero filhos, praia no domingo, cinemas nas terças.
Na outra quero viajar o mundo, respirar, sorrir, só.
Num dia quero água, café, coragem.
No outro apenas um vinho suave, o pôr do sol, alguém pra me proteger.
Tô confuso, parece pouco será? Será que é só comigo que acontece de um dia querer o aconchego de um abraço e no outro a liberdade de voar.
Tô confuso em uma folha de papel ou em 200 impressas de um livro.
Talvez eu quisesse ser amado, precisado, tocado, devorado.
Talvez eu quisesse apenas aquela música, os olhos fechados na beira de um lago,
você do lado.
A novela da vida sem crítica
Baby, Baby.
Meu amor.
A floresta.
A praia.
A curva dela.
Pássaro cantador.
Na verdade se mata.
Águas poluídas.
Arregaço de madeiras.
Ave derradeira.
Mulheres suicidas.
Eu vivo clandestino.
Não posso comentar na globo.
A novela da vida sem crítica.
É assim desde menino.
Um cansaço descomunal.
A ignorância se aloja.
Ditado maneiras várias.
Ela moça envolve se com a fúria.
Esquece da sensibilidade.
Uma maneira covarde.
Tudo vira lamúria.
Aruanas em lutas.
Tietê em febre.
O peixinho não resiste.
Os miseráveis insistem.
A amargura de uma lebre.
Não há terreno que suporte o grito.
Os campos estão aflitos.
Eu me calo nessa poesia.
Mas é o cotidiano que revela.
A transa do brio e a injúria.
Até quando as mazelas?
Giovane Silva Santos
Quero Andar
de mãos dadas
Com a Felicidade.
No campo,
Na rua,
Na praia,
por toda cidade.
E o sorriso teu?!
Ah! A mais bela imagem...
Um Paraíso meu
é Contemplar, sim,
toda sua Preciosidade.
Eu, você.
Praia.
Canga na areia.
Esperando o pôr do sol.
E só o que venho desejando.
Faz falta sabe?
Mulher de cinquenta
Mulher de cheiros
Mulher de cama
Mulher de letras
Dama
Mulher de praia
Mulher de raia
Mulher que ri
Mulher que canta
Mulher de lua
Nua
Mulher de mesa
Mulher de marcas
Mulher de rua
Mulher poema
Mulher de noites
Dona
Mulher de cinquenta
Mulher de música
Mulher que pira
Rimas
Mulher de sonhos
Amores
Mulher Pecado
Sedução
Mulher de cinquenta
Coração !
06/02/2020
Eu Só Queria
Olhar o mar, a praia, pisar na areia;
Ver o dia passar a minha maneira;
Sentir o sol deitada na esteira;
Mas aqui estou: em pé na madeira.
Modelando... igual sereia
Pra ter uma foto, pra que você creia
Que veja além, além da poeira,
De ironia e sarcasmo somado à bobeira.
Moral da proza: sereia que gosta de areia
Um dia vira prisioneira.
A vida tem sentido?
Não sei...
A chuva,
O gato,
As ondas na praia a quebrar,
Um quero-quero a querear?
Talvez.
Um sussurro.
Um murmúrio.
Um zunido.
Uma fala ao pé do ouvido?
Talvez.
Um ir e vir.
Um passear.
Um medo de amar.
Uma lágrima a rolar?
Talvez.
Talvez seja a vida só uma encenação
de uma mente maluca, excêntrica... vazia...
desesperadamente querendo preencher seus infinitos dias.
Talvez.
Aquela lembrança
Retornou como um antigo erro aquela lembrança.
Corri pela areia da praia para esquecê-la.
Coloquei óculos escuros para não vê-la
Mergulhei no mar para afogá-la.
Redimensionei-me.
Fiz-me pequena...
Corpo decomposto...
Fiz tudo o que podia pra daquela lembrança não sentir mais o gosto.
Retornou... simplesmente retornou.
e fustigou-me.
Aquela lembrança
Retornou como um antigo erro aquela lembrança.
Corri pela areia da praia para esquecê-la.
Coloquei óculos escuros para não vê-la.
Mergulhei no mar para afogá-la.
Redimensionei-me.
Fiz-me pequena...
Corpo decomposto...
Fiz tudo o que podia pra daquela lembrança não sentir mais o gosto.
Retornou... simplesmente retornou.
e fustigou-me... de-va-ga-ri-nho
FUSTIGOU-ME... DE-VA-GA-RI-NHO...
(Mergulho)
Olhar para você e não querer te abraçar
É como ir à praia e não nadar
Te abraçar e não querer te amar
É como nadar sem mergulhar
Mergulhar em você e não querer se perder
É como viver sem conhecer.
Weberson Domingues ----
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