Poemas sobre a praia onde o mar inspira versos
GOSTEI...
Fui a praia no domingo
Sem ter nenhum compromisso
Joquei bola, caminhei
Fiz tudo que foi preciso
Depois sorrir e falei
Gostei de ter feito isso.
Viajei para Lisboa
Nunca me senti omisso
Fui ao museu, belas artes
Assim abrir meu sorriso
Depois falei pra quem vi
Gostei de ter feito isso.
Voei para a Argentina
Nunca fui de andar liso
Fui um passeio em Górdoba
Fiz ali um compromisso
Voltei, sorrir e falei
Gostei de ter feito isso.
Não olhe para trás
Não cutuque a ferida.
Não afogue na dor
Não morra na praia .
Tenha coragem
Seja forte.
Sempre, sempre
Siga em frente .
Sempre estará ali
No seu coração
Que te motiva
E um dia, segurou sua mão.
Comprei um par de cadeiras de praia
Na sala vazia, sem propósito, caiu bem seu lugar no cenário
Fiz o convite.
Elas vieram, sentaram-se confortavelmente, sem cruzar as pernas, e…
tomando banho de lua, no reflexo da porta de vidro,
decidiram deitar ao chão.
Lunáticas que são, era de se esperar.
A conversa deu lugar ao silêncio que escutava a música
Minha playlist "23:45" ecoava na sala cheia de vazios
Elas, as cadeiras vazias, os corpos no chão, o brilho lunar invadindo a sala…
Contemplamos, existimos, sem função, a sala não tinha propósito
Da gente, só se esperava existir…
livres, descruzadas, juntas, deitadas e enroscando as mãos em nosso cabelos
Elas foram embora.
Comprei uma poltrona caríssima para duas deitarem
A poltrona se acostumou, e eu me acostumei com seu conforto vazio, também sem propósito
Era ela para nada.
Para o mesmo que as cadeiras de praia
Mas para ser nada, custou muito e fiquei brava.
Comprei uma luminária, para iluminar seu costume na sala.
Agora existia um propósito…
a luminária, clarear a poltrona
a poltrona, ser iluminada
Mas também era para nada
Comprei uma vitrola, e era para ecoar sons na sala que já não estava vazia.
E percebi que também era para nada se não houvesse nela um vinil cambaleando
Comprei o vinil, e este era para alguma coisa.
Era para fazer funcionar a vitrola e dar a ela propósito.
E, cambaleando, percebi que também me acostumava.
Comprei um vinho para encher a taça
E enchendo a taça, a esvaziava em mim, que agora cheia dele, via alguma proposta
Eu é que estava iluminada, mesmo sem ligar a luminária na tomada.
Olhando para a sala, desci os degraus saindo de casa.
Deitei na rede, e olhando para a sala cheia, percebi que não me cabia lá.
Era tudo para nada.
Todos nós estávamos acostumados.
Tudo era para nada.
Então, desistindo de ter, existi!
Amar
O mar
O par
A maré
Na praia eu gosto de ficar a toa
No mundo eu gosto de ficar a tona
Na vida eu gosto de ficar
Esse negócio de partir, esse negócio de morrer não é bom
O bom da vida é o mar, é amar é seguir a maré
_Na praia onde o azul do mar beija a areia dourada,_
_O sol no céu alto, uma cena _encantada,_
_Duas pessoas apaixonadas,
_caminhando devagar,_
_Com a pitbull leal, a fiel companheira a brincar._
_O mar, um espelho reluzente, reflete o seu amor,_
_Enquanto a pitbull brinca, saltitando com fervor,_
_O tempo parece parar, nesse cenário de sonho,_
_Emoções profundas como o oceano, sem fim e sem tom._
_Sob o abraço do sol, a história se desenrola,_
_Você ao meu lado, o amor que cola,_
_Duas pessoas, um amor especial,_
_Na praia do amor, nossas vidas se torna genial._
Diego Bosso
Na praia em um sábado, sob o céu cinzento,
Um cão e seu dono, juntos, sem tormento,
Nas nuvens que escondem o sol com seu véu,
Eles encontram a beleza, um amor fiel.
As ondas quebram com um suave suspiro,
O cão e seu dono, lado a lado, a sorrir,
Passeiam na areia, sem pressa, sem medo,
Nesse dia cinzento, é o seu próprio segredo.
A amizade entre ambos, um laço profundo,
Nem o cinza do céu pode tirar desse mundo,
Pois na praia em um sábado, o que importa afinal,
É o amor partilhado, que supera qualquer temporal.
PRAIA VAZIA
Seus cabelos dançando, na calmaria ensolarada da praia vazia;
Deixando nas areias pegadas desconhecidas;
Sob o céu azul, o vento suave acaricia sua pele macia, enquanto seus pés tocam nas águas frias;
Os raios dourados pintam um quadro de alegria, nesse cenário idílico, onde a paz é companhia;
O sol se despede, pintando o horizonte de Laranja e magia, e a noite estrelada é pura poesia.
Vem ser
Vem ser minha praia,
Deixa eu em ti mergulhar
O amor é a nossa asa,
Vem me fazer voar.
Vem ser minha arte,
Deixa eu te admirar
Desenha o teu amor em meu papel,
Vem, me leva no céu, com teu jeito de amar.
Vem ser minha estrela,
E em meu coração vem brilhar
Te almejo serenamente,
E simplesmente vivo aqui a te esperar.
Vem ser meu porto seguro,
Me faz me sentir bem
Você é o amor que procuro,
Pra amar daqui até o além!!!
RASTROS DE ILUSÃO
Lembro bem daquele mês de janeiro,
daquela praia em recanto sem par,
do desejo insano de a encontrar
e, enlaçar seu corpo, esbelto e faceiro!
A brisa, trazendo o aroma do mar,
mais parecia um sussurro agoureiro
dum adeus previdente e derradeiro
praquele amor de verão, singular!
O tempo avançou, porém, o desejo
de tê-la inda ficou, ardente e pleno
pois, na paixão a loucura norteia!
Então, prenhe de ilusão, num lampejo,
Quis ver de novo a praia, o mar sereno,
Mas, só vi rastros de beijos na areia!
poema a-t-i
voce e como o amanhecer em uma praia,calmo e aconchegante
voce e como o por do sol em uma cidade pequena,que traz paz e calmaria
voce e como o vento que arrepia toda a minha pele,que me faz querer sempre mas
voce e como o cada batida que acelerado o meu coração,que me faz não querer parar de pensar em voce!
a ti eu entrego todo o meu amor
a ti eu entrego todas as minhas fraquezas
a ti eu entrego todos os meus medos
a ti eu entrego tudo oque ha de bom em mim
por voce eu poderia escrever milhares de musicas
por voce eu poderia sair gritando que te amo a cada canto
por voce eu poderia simplesmente explodir por te amar tanto
este e um dos meus piores e melhores lado
vai de voce qual o lado voce vai querer escolher!!!!
Na praia, sob o sol ardente,
Ela surge, um vislumbre pungente,
Em seu biquíni vermelho e preto,
Meu coração acelera, sem segredo.
As ondas beijam seus pés delicados,
Ela caminha, graciosamente, em passos medidos,
Seus cabelos dançam com o vento,
E eu, hipnotizado, me perco no momento.
Seus olhos, profundos como o mar,
Refletem o sol, um brilho singular,
Ela sorri, e o mundo se ilumina,
Como se só existíssemos nós na areia fina.
Seu corpo esculpido pelas mãos do tempo,
Curvas suaves, um convite ao desejo intenso,
O vermelho e o preto se entrelaçam em harmonia,
Como se a própria paixão tivesse escolhido a sintonia.
Eu a observo, sem palavras, sem fôlego,
Cada detalhe dela é um verso, um enredo,
E ali, na praia, sob o céu azul e aberto,
Eu sei: ela é o meu eterno porto seguro, meu amor completo.
PRAIA
Queria poder sentar na beira do mar
Ver as ondas e teu pedido de namoro
Repleto de carinho ouvindo um forrozinho
Sentir teu abraço sentir teu carinho
Dizer que é loucura
E que na verdade seria só mais uma aventura
Mas tentaria com muita alegria
E sem olhar pra trás .
Um/Uma
Um Simples Gesto
Um Café da Manha
Uma risada sincera
Uma aventura na praia
Uma família à espera
Um jogo qualquer
Um almoço corrido
Uma noite de jogos
Uma surpresa agradável
Uma virada com fogos
Um abraço apertado
Um conselho gentil
Uma viagem inesperada
Uma sessão de cinema
Uma bela morada
Um rapaz tímido
Um paizão incrível
Uma pequena linda
Uma mãe perfeita
Uma família unida
A Brisa Perfeita do mar,
Na Beira da Praia a Soprar,
Sua Pele Vejo arrepiar,
Eu logo quero Abraçar.
Eu Vou te envolver, em meus braços,
E te aquecer, em meu abraço,
Com amor sincero, Por você tudo eu faço.
Sinto o Vento a Soprar no vale
E o cheiro do seu Perfume, no ar,
Na colina vejo o despontar,
A luz do Sol que brilha, igual ao teu olhar,
Te amo, te quero, não dá para disfarçar,
Quem olha para mim,
Da pra ver no meu olhar,
Amor da minha vida,
Eternamente vou te amaaar,
O amor é como uma praia
Os teus olhos são azuis como o céu refletido no mar que me deixo levar pelas ondas apaixonar.
Os meus olhos são negros como o cego e mais profundo oceano que me deixo encantar.
Cabelos da cor da areia,
Sinto me uma sereia.
Com ondas altas e baixas,
assim é o amor a praia do nosso coração.
Arrastas-te os meus sentimentos como um peixe mísero sem ação atacado por um pescador burlão.
De tanto que tentei segurar a onda mais alta do teu coração,
no topo não aguentei a exaustão.
E eu fiquei à deriva no mais escuro e profundo do oceano onde os sentimentos se rasgarão.
Amor na praia
À beira do mar, onde o mundo se apaga,
Um casal se encontra, em paz se embriaga.
Com pés na areia e o vinho ao alcance,
Selam o instante num eterno enlace.
Eles trocam olhares, faíscas e sonhos,
Com sorrisos leves, carinhos risonhos.
Entre tragos suaves e goles de vinho,
Se perdem, famintos, no mesmo caminho.
A brisa sussurra promessas no ar,
O toque é macio, no vai e vem do mar.
Ele oferece o peito, ela, o seu riso,
Cada gesto um pedaço de paraíso.
Planos murmurados, segredos trocados,
O futuro é vasto, como o céu estrelado.
Cada palavra, um pedaço de chão,
Onde constroem, juntos, a própria canção.
No toque das mãos, no calor do abraço,
Se devoram inteiros, num doce cansaço.
E ali, onde a onda se encontra com a areia,
Selam o amor, como quem nunca anseia.
Na praia deserta, ele é dono ela é musa,
Bebem do desejo, a noite confusa.
Entre o vinho e o cigarro, no seu vai e vem,
Amam-se, livres, como ninguém.
Basta uma fração
― um instante ―
para imaginar-me
à beira-mar,
na obscura solidão
da praia esquecida.
O instante se desfaz
sem temores.
Escuto o vento,
distante,
soprando amores:
Voa, alma,
vá com a ventania!
Queria dar-te adeus,
mas nessas horas
as palavras
flanam, empacadas.
Em meio à devaneios, minha alma pôde descansar em uma praia de ventos álgidos que faziam do meu sangue, gelo.
Meus pés puderam passear pela areia quente e solitária, não havia ninguém ao meu lado.
Era um privilégio escutar a canção das ondas, era um privilégio a ausência de voz que não fosse a minha.
A boa solidão, como eu digo, é um privilégio.
Pegadas na Areia
Na imensidão da praia a me acolher,
Vejo pegadas solitárias a caminhar,
Marcas suaves, que vêm e vão,
Como um sussurro do tempo a passar.
Cada passo guarda um pensamento,
Um sonho perdido, uma prece ao luar,
Histórias deixadas no chão efêmero,
Rastros que a onda insiste em apagar.
Mas há pegadas que o vento não leva,
Gravadas na alma, em eterno lugar,
São passos dados com quem se ama,
Que nem mesmo o mar pode apagar.
E ao seguir por esta trilha serena,
Na companhia do céu a me guiar,
Entendo que a vida é breve e tão bela,
Como pegadas na areia a se desenhar.
