Poema Passei para Deixar um Beijo
Poema encarnado
Na cachoeira dos meus olhos...
Vejo a mixagem de uma canção...
Ela se mistura...
Entre o amor e os acordes...
Sinto então...
Um poema encarnado...
Olhos meus...
Imaginação minha...
Inspiração da minha visão...
Sinônimo da esfera completa...
Sem fragmentos...
Sem tormentos...
Sem contratempos....
Na face...
Escorre a água que banha o lajeado...
Nuvens de águas mansas seguem sua rotina...
A gema e a clara são incolores...
Divina é a frase....
No meu sonho...
Um possível querer sem saber...
Sofro em meditar..
Sofro até em calcular....
Oh paixão....
Atravesso a mata até chegar no sertão..
Um foco...
Uma luz...
Uma possível recordação....
Criança inocente...
Apenas escreve o que sente....
É uma Raiz...
É um berço...
De onde venho...?
Não sei...!
Mas também não me submeto no que descrevo...
Até onde posso ir...?
Realmente não consigo saber...
Se é isso que me atreve..
Sou escritor e tenho asas...
E são elas que me levam...
Nesse horizonte desconhecido...
E não sei também como responder...
Tudo isso que vem em mim...
E me faz escrever...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa
Poema: Meu coração apaixonado
Meu coração esta te amando
Bate sem parar por você
E não pode dizer que te quer
Mas te amo te amo te amo
Não posso declarar o que sinto
Mas quero que tenha conhecimento
Que te espero meu amor
Sei que vai voltar pra meus braços
Não posso falar a onde me achar
E nem quem sou onde moro
Mas quando estiver em qualquer lugar
E achar uma pessoa que faça
Recordar de tudo que aqui foi escrito
Terá encontrado seu único amor verdadeiro
Escritor : Eri Gomes
Poema: O sol a brilhar
Como e bom acordar de manhã
E ver o sol a brilhar e ouvir os pássaros cantar
Sinto uma imensa vontade de cantar
Como e bom amar pelos quatros cantos da cidade
Mas você aparece não entender o que e amor
Que bom está comigo para espantar minha tristeza
E fazer meu mundo mais feliz em teus braços
Como e bom te amar e sentir meu coração bater forte
E meu corpo entrelaçados no seu
Vivo por ti em minha vida está em suas mãos
Sinto seu coração me amando nossas juras de amor
Não pode se quebrar eu preciso de você
Hoje e sempre pra me amar amor
acabei virando prisioneiro desse amor
Porque te amo agora e sempre vou te amar
Escritor: Eri Gomes
Amor idólatra...
Condiz com a ausência...
Amor perpétua.
Fugaz no teor do desapego...
Mero poema que queimou o espírito...
Nas brasas acesas da ternura...
Envolto no suicídio... Da paixão paranóica.
Término da vida perdida para sempre...
No caos sou o solo fértil.
Arrancando sensações,o poema parido
entre catarse e emoções.
Uma alma num berço ferido.
A morte do ego,
da personalidade que veste
e decora meu espírito sofrido.
Minha roupagem é essa carne,
que se rasga com facilidade
e jorra sangue morfético,versos,
canções num universo poético.
Um casamento de palavras,rimas,
poesias e aflições.
passeio
minha gaveta aberta cheia de poemas
passou o vento
voaram à janela
meu poema está na rua
eu não caibo mais no quarto.
Poema pra tempos de pandemia
A pandemia distanciou a quantia:
- de abraço, de estar ao lado
e nesta clausura fria
então, fizemos do fado compassado
na solidão, silenciosa melodia
porém, tudo passa tudo é passado
e nesta desafinada romaria
falante ou calado
tenhamos paciência, fé e calmaria
olhar diferenciado
pois, logo mais teremos autonomia
e nova tendência no dia a dia...
A quarentena fez valer a pena
revimos a formula da alegria
e que a valia não é pequena
quando a alma é amor e poesia!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
30/12/2020, 08’37” – Triângulo Mineiro
Ilustre...
O desejo encarnado pelo prazer...
Mero poema que morre em teus lábios.
As sombras parecem dançar..
Nas mãos do sentido ambíguo.
Poema
Interior
A beleza que salta ao olhar
Muitos deixam a desejar
Mergulhando em seu interior
Nada se ver
Se faz perceber
Sua imensa futilidade
Traços simétricos
Contornos incorretos
Aonde está a beleza
Se pode ver?f
Em um olhar?
No fundo da alma está
Em seu interior
Segredos
O verdadeiro conceito de beleza
Toda sua pureza
Se ver com os olhos os traços
Que não segue seus passos
Não se ver o coração
A verdadeira medição da beleza
Não está na superfície da pele
E sim por debaixo dela
És que se esconde
Toda sua natureza
Verdadeira beleza
Qual seu parâmetro
O que julgas
Por quais linhas vais
As linhas do rosto, do corpo
Esposto
Ou as linhas da alma
Onde está a verdadeira essência
Em sua transparência
De seu carácter
Onde está toda a verdade
Joyce Souza
Poema
30/12/2020
Uma rosa-vermelha
da doce cor encarnada
da paixão uma centelha
poema d’alma enamorada
O amor com uma rosa-vermelha dada,
não carece de mais nada.
Oie, fiz esse poema pra descontrair, tomara que goste, quem saiba te faça sorrir, sei que terei muita sorte se isso conseguir!
Já te disse que gosto do seu sorriso? Bem acho que cansou desse elogio ouvir, então vou falar que gosto do seu jeitinho, quem saiba isso possa te atrair, também como seus cabelos são lindos e como seria bom te ter por aqui!
Desculpe a minha forma de ser ou talvez até de insistir, a verdade é que gosto de você e nem sei como agir, afinal até agora estou sem entender como Deus te trouxe até mim.
Olha, peço que não se assuste com as palavras que acabei de redigir, pois por mais que eu lute o poema sempre fica assim, as frases tem vida própria, acho que, de certa forma, é o coração querendo se exibir...
04/01/21
Poema que queimado dia após..
Nas suas declarações de paixões de feras feridas...
A cada gota do veneno da minha vida apenas arranhões de um simples sentimento...
As palavras ardem no peito...
Profundezas que não tem cura...
Dentro da ausência de culpa...
As labaredas queimam livros e palavras fogem da minha mente...
Rodeios de ausentes nas palavras no fluxo da imensidão...
Poema bom
Hoje eu tropecei por ai nesse poema que eu já conheço há tanto tempo, mas hoje olhei para ele de uma forma diferente ou foi ele que olhou para mim, não sei. Segundo Quintana bom é o poema com o qual nos identificamos. E isso que ele disse, eu acredito que não sirva só para a poesia, mas para a música, o teatro, cinema, a literatura, as artes em geral. Mas nos identificarmos com algo será que é suficiente para classificá-lo como bom ou ruim? Nós só conseguimos enxergar o que já têm dentro nós e muitos de nós têm o mundo interno bastante reduzido. Não porque sejamos piores, mas porque a vida não nos deu as mesmas oportunidades que deu a outros. Logo, dizer que algo é bom ou ruim só porque nos identificamos é no mínimo superficial e simplista. Claro que nos identificarmos com algo nos dá aquela sensação gostosa de acolhimento, de conforto e prazer e, essa sensação que nos leva a adjetivar o que nos proporcionou esse sentimento é a mesma que usamos para classificar algo como bom ou ruim e, ao meu ver insuficiente.
Boniteza de amar
Essa boniteza de amar
É poema de Deus
Versos de bem querer
Afagos e mimos
Nada mensura
É o amor
Na sua condição mais perfeita
É a intensa ternura
Sentimento que perdura
Seja razão ou loucura
Tudo saberá aquietar
Nada de metades
Esse amor é por inteiro
Absoluto
Imenso
Divino
Verdadeiro
Poema-crônica de presente para Yara Drumond
Simplesmente Yara
Victor Bhering Drummond , 22/01/2013
Ela vem sempre assim
Pra você e pra mim
Olha, quanto sol-verão
Em seu cabelo dourado
Que requebra e desenha
Curvas de belos sentimentos
Ela vem com seu perfume doce de menina
Sua voz meiga e forte
Se faz criança, se faz mulher
Mas muito mais: requebra o intelecto
Para nos ter sempre por perto
Pois gosta de ter no coração um cafuné
Yara, espécie tão rara
Quanto às mais azuis das araras
Pedaço da natureza
Da borboleta que voa colorida
Na imensidão de flores e jardins
Yara Jasmim
Pra você e pra mim
Provando que é possível colher
Coloridos das pedras
Yara mãe das águas de nossos olhos
Pois os comove de alegrias
E compartilha as tristezas
Como forma de empatia
Com-paixão
Voz de flauta doce
Ritmo de violão
Yara que cuida e se faz presente
Para Marias, Nazinhas e Nanás
Para Kikas, Valdis e Cristianes
Para Victors, Flávios e Joões
E rodopia, roda, roda
Como um carrossel
Ou como a simplicidade dos peões
Soltos ao chão e deslizando em mel
Yara brisa nas tardes geladas
Yara bonequinha
De Maria Chiquinha
Yara pura química
Alma do mais puro dos farmacêuticos do passado,
Que colecionava frasquinhos e ervas
Para a cura dos problemas da cidade
Nos faz olhar para escorpiões sem medo
E desvenda os seus segredos
Como o doce veneno capaz de trazer vida
Quando só enxergamos o óbvio de nossas lidas
Ela é irmã, amiga, tia, filha, parceira, cúmplice
Amor de e para todos
Cantinho de ternura e acalento
Com seus cabelos ao vento
É bom que também voe
Para que espalhe aos quatro cantos
O pode e a força do seu encanto
Obs. Para veres este poema, na sua forma natural, clica no final deste texto, em: ver imagem. Para veres a “engraçada” fonte [sic notícias] notícia que este poema fundamenta, vai à minha cronologia ou página de poesia do Facebook. Bom proveito!!!
Estórias em plena pandemia covid-19…
Afinal sempre há vida para além da morte!
Inda dizem que a morte é o fim;
Mas não é o que aqui noticiado;
Nos relata desse pobre coitado;
Que se calhar também pensava assim!
Quem sabe se foi por assim pensar;
Que com sua mulher se distraiu;
Quem sabe até se a essa mesma traiu?
Levando-a a desta vida o dispensar!
Vamos, pois, cuidar bem de todo o agir;
Que neste viver nos cabe escolher;
Não vá algo connosco assim se dar!...
Pois quem neste morrer não acreditar;
Seja em nós, pois, cá homem ou mulher;
Pode um dia a tal não poder fugir.
Com tristeza no humor;
A LIBERDADE D´ÁFRICA FORA VENDIDA.
I POEMA
No dia em que a liberdade foi embora,
Longos navios de silêncio encheram a casa, tão grande, tão vasta!
Todos os gatos da vizinhança lacrimejaram rios caudalosos,
Comiam cogumelos e varriam as cascatas dos cemitérios
Com agudas lâminas de tédio, sobre a presença de uma mão partida.
Foi preciso perder de vista as crianças que brincam: liberdade do querer.
A cobra branca passeia fardada à porta das nossas cubatas,
feitas para perecer.
Derrubaram as árvores de fruta-pão, e sempre que uma ave parte:
nunca sei para onde.
Para que passemos fome vigiam os caminhos
receando a fuga da autonomia do fazer.
Quando a liberdade é vendida pelo tio, oh!
A tragédia já a conhecemos: a cubata incendiada!
O telhado de andala flamejando e o cheiro do fumo misturando-se,
Ao cheiro de andu e ao cheiro da morte prematura imediata (...) vi a liberdade.
Minha poesia é sua
Sem rima ou métrica
Meu poema é seu
Sem o inverno
Nas veias
Quando escrevo sou você
Aquele que não sabe a próxima palavra
Mas meu tédio é seu
Meu óbvio sua incerteza
E os caminhos
Que trlhamos ...
Ah isso faz parte de nós dois !
Cacá Carlos Gomes.
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