Poema na minha Rua Mario Quintana

Cerca de 93562 frases e pensamentos: Poema na minha Rua Mario Quintana

Caramba! Ajudei uma pessoa na rua, mas esqueci de tirar a "selfie"... E agora?

Inserida por ofrancopensador

Amando eu o meu próximo, como posso dormir tranquila, sabendo que muitas pessoas não fizeram refeições? Não tomaram um banho, não têm um lar, dormindo nas ruas em situação precária?

Inserida por WillianeCamara

Aprendi desde muito novo que, sempre que nos fecham uma porta, devemos sair airosamente pela janela da rua.

Inserida por AntonioPrates

As vezes tenho vontade de chegar en alguem bonita e aléatoria da rua e perguntar; "até que você é bonitinho e ja olhou muito pra mim... então para de enrolar e me pergunta, pelo amor de deus meu numéro." Mas lembro que não tenho nem coragem de por o "autor" aqui...

Há muitos escravos livres e muitos livres, escravos. Há muita gente prisioneira nas ruas e muitos libertos, na cadeia. O cristianismo necessita de olhos especiais para percebê-lo como a religião da libertação. Nem todos estão aptos para enxergar a grandeza da proposta de Cristo.

Inserida por carlosmachado67

Eu não preciso dar a volta por cima, porque não devo na rua de baixo. Tá entendido?

Inserida por carlosmachado67

“Quer-se aprender a falar adequadamente com gente as convencendo de alguma coisa, não fique sentado na cadeira de uma universidade, vá para a esteira das ruas, é lá que está o movimento das pessoas.”

Inserida por BatistaBenson

Um dia você vai encontrá-lo na rua, dar um sorriso amarelo e, como num passe de mágica, vai entender por que nunca deu certo. E você, que sempre se culpou tanto, vai perceber que o problema não era você. Não era ele. Vocês simplesmente não eram compatíveis e o destino se encarregou de mostrar isso a tempo. Ainda bem.

Inserida por anapaulazandona

Quantas não foram as vezes, que você cruzou com um espirito desencarnado pela rua, ou um demônio sem perceber? Cuidado ele te viu!

Inserida por wallleal

Não peguem cães para acorrentar... Melhor a liberdade da rua do que a prisão no lar.

Inserida por ketantonio

é larga a rua dos anos onde me sinto descalça, onde nem a esperança incendeia a vida...

Inserida por nataliarosafogo1943

Somos a história: poetas, meninos, meninas, contadores de HISTÓRIAS, fazedores da HISTÓRIA. Podem escrever: a poesia está solta, na rua, ninguém mais consegue prendê-la em pedestais, em estantes polidas, está na boca do povo!

Inserida por valdeck

É larga a rua dos anos, onde a luz pouco existe, o amor nos esquece, onde se sobe e desce e a morte nos apanha e nos acolhe em triunfo.

Inserida por nataliarosafogo1943

Eu queria que você morasse do outro lado da rua. Assim, eu veria o seu sorriso todos os dias.

Inserida por tainacrz

Durante o dia tomei todas as providências para ter uma boa janta numa noite de frio como esta de 18 de julho de 2017. De repente, os vizinhos aparecem com uma panelada de arroz, macarrão e frango. É comida em abundância. Fui dividí-la com os cuidadores de carro numa das ruas da cidade. Amanhã será outro dia e a abundância também outra.

Inserida por Acirdacruzcamargo

Perdi-me em minhas próprias ilusões mentais, misturo você em milhões de sonhos que tenho enquanto caminho até sua rua.

Inserida por GabrielDorr

Parece-me que passeatas,batendo panela na rua,pedindo ao bandido para não me matar,não funciona.Paz é silêncio,jejum e fuga.

Inserida por Kllawdessy

Pombos de rua não aprendem, querem só diversão, escolhem lá de cima a quem adubar a cabeça, mira invejável. É mais um jogo lúdico.

Inserida por Kllawdessy

Pombos de rua não aprendem a procurar comida, pois tem sempre quem lhes jogue milho na praça. E este acha que está ajudando.

Inserida por Kllawdessy

Sentados na calça, ainda meio terreiro, limpo e preparado para passar a noite ali. Uma roda ia se formando, velhos, crianças e cachorros.
De tudo se falava. Falava-se da filha da Maria que saiu de casa roubada pelo filho do Francisco. Comentava-se acerca do vestido da Joana, que não tinha necessidade de usar roupa nova antes da missa da quaresma. Os meninos ficavam a roubar pela rua, a roubar bandeira, brincadeira essa que fazia todos ficarem molhados de suor. Depois, sentavam-se todos aos pés das velhas senhores que contavam histórias assustadoras de seres encantados, assombrados e enfeitiçados. Até que se ficava tarde, já era hora de cada qual ir ao seu lugar. Nesse tempo, todos moravam perto. Não era preciso telefone para se comunicar. Se fosse necessário chamar alguém, bastava da porta gritar: “Fulano, é hora dormir”. A rua inteira ouvia, e prontamente o fulano corria para cama. Esse tempo era bom, era intenso e cheio de boa intenção. Tudo hoje mudou, queria eu poder voltar ao tempo que a rua era o lugar de reunião.

Inserida por Jerclay