28 poemas sobre a infância para reviver essa fase mágica da vida
Primeira Infância
Toda criança carece de aleitamento materno!
Porque faz bem a sua saúde e ao seu esquelético.
Também deve ser prioridade seu choro e sua alimentação,
e por ser um ser ainda frágil, exige da mãe total dedicação!
Toda criança tem direito a ser feliz na vida!
Deve ter proteção integral da família e de todo mundo!
Ser tratada com respeito e atenção e ser bem assistida!
Não pode ser maltratada e tampouco excluída!
Toda criança deve ser bem cuidada na primeira infância!
Precisa ter um desenvolvimento sadio em seu lar.
Não pode sofrer abusos de quaisquer significâncias,
deve ter seus pais presentes e nunca a distância!
Toda criança necessita de um amor incondicional!
Ser disciplinada e bem educada aos olhares dos pais.
Crescer num ambiente limpo também é fundamental!
Pois coopera para o desenvolvimento cognitivo e emocional.
Toda criança deve gozar do seu direito constitucional!
Ter acesso às políticas públicas com bom atendimento.
Viver sua liberdade na rua, com dignidade e moral...
Jamais sofrer constrangimento por preconceito social.
Rama Amaral
Do livro/ebook, O Rio e a Criança, disponível nas melhores livrarias.
"Até sete anos, direcionei meus filhos para uma infância feliz.
Dos oito aos quatorze anos, direcionei meus filhos para uma adolescência saudável e plena.
Depois disso, nada mais pude fazer...
A vida me fez sentar diante dela, e assisti-la.
Direcionando-os"
☆Haredita Angel
-Ainda na infância, me deparei com a violência moral da vida.
-E pedi a Deus para tal fato não violar meu caráter.
-Deus é bom.
Deus é muito bom!
☆ Haredita Angel
Amar, é qualquer coisa assim como estar sempre no jardim da infância...
Haredita
05.08.14(Facebook)
A infância, não foi o que eu quis.
A adolescência, não coube em meu querer.
A maturidade, essa é toda por minha conta.
Ontem fui o que pude, hoje sou o que quero!
☆Haredita Angel
Despedida!
Sempre vivi à minha maneira:
Na infância me estranhavam, até meus pais.
Na juventude me criticavam os "amigos" .
Na maternidade não me entendem, os filhos!
Mas hoje, no quase fechando as cortinas da vida, estou feliz!
Eu consegui ser leal à mim e aos outros;
-Sempre fazendo aquilo que queria que fizessem ou tivessem feito comigo.
Quem entendeu; sou grata!
Quem não entendeu; eu sinto muito, fica para a próxima. -Quem sabe!
-Parto tranquila, ciente de que fiz um bom trabalho cá na terra, pelo menos por mim.
Arrivederci!
(Haredita Angel-17.18-Facebook- Socorro Oliveira Vieira)
Armaria, banhos de chuva na infancia são que nem amor correspondido na vida adulta...
Socorro Oliveira Vieira - 22.03.15
(Facebook)
Haredita Angel
"Tudo na vida passa...
- A infância também passou.
- Mas aquela criança que lá brincava,
está sempre voltando... voltando...e voltando.
- Feito passarinho no ar,
só batendo as asinhas..."
Haredita Angel
21.03.22
Saudades de mim
Ando com muitas saudades de mim.
Dos banhos de chuva na infância;
Dos tempos de colégio;
Das amigas de calçada;
Do namoro no portão;
Da casinha de portas verdes com muro baixo de pedrinhas;
Do pé de jambo na frente da casa!
Da grande imagem de São José à porta como a saudar todos que lá adentravam;
Das borboletas coloridas que voavam alegres sob o jardim florido da minha mãe;
Do bolo de carimã da Nega;
Das festas de junho e das adivinhações;
Do bairro que me viu crescer e casar...
E da menina que virou mulher, e hoje só quer sentir saudades...!
Haredita Angel
29.04.17
Julho é a poesia para viver
com a infância e a juventude
por perto fazendo da alegria
a inspiração e da tranquilidade
a certeza e o endereço certo.
O som da Congada da Lapa
ainda soa na memória,
O doce da infância ainda
guardo na História,
Os heróis ainda vivem
em mim também,
O velho teatro não
saiu do coração,
Algo me diz que
vamos juntos até lá,
Só não sei quando,
Eu só sei que nós vamos.
A altura e o sabor
dos cocos dos Jerivás
contam a histórias
de quem experimentou
a infância com os pés
na terra e andou
de braços dados com
a verdadeira poesia,
Ficar contente só de rever
os Jerivás dançando no raiar
do dia remete que ainda
mantenho a original alegria.
Durante o período
da infância no interior
não existe ninguém que
foi criança feliz ou triste
que não tenha ouvido
alguma lenda ao redor
de um Mussum num rio,
Eis a nostalgia de uma Pátria
ingênua de um destino
que não volta nunca mais:
(Uma memória de quem viveu
na roça para que também
não seja apagada esta singela
história de um tempo que
éramos felizes e não sabíamos).
A memória de infância
estradeira ainda recorda
que em algumas paradas
o troco ou as lembrancinhas
eram pequenos cristais,
A memória de um pouco
mais de três décadas atrás
onde o país ingênuo decolava
rumo a um futuro brilhante,
Só sei que nada em mim
essa e outras memórias
consideradas distantes,
O importante é pensar
o quê todos nós podemos
fazer daqui para frente
porque tudo na vida
só depende mesmo é da gente.
Memória poética
de uma infância
com os dois pés
descalços no barro,
Desejo inocente
por doçura socorrida
por uma Mariola,
Talvez alguém
não tenha provado,
Quem provou
provalmente não
tenha reclamado,
Mariola do passado,
de hoje e de sempre
eu honro o seu legado.
Ciranda
Da Zaranda que virou Ciranda
lembro-me da primeira
dança da minha infância
que enraizou-me na terra
de tal maneira que virei poeta
que cirandeia com as letras
enquanto as pega emprestadas
com a Lua enquanto escuta
e canta as cirandas de Lia
protagonizando a interminável
com toda a possível Poesia.
Quem recebeu o privilégio
de compartilhar a sombra
de uma arvore durante
a infância jamais esquece,
A árvore emprestou o galho
para pendurar o balanço,
os gravetos para as brincadeiras,
o fruto ingenuamente "furtado"
e mora até hoje no coração
da nossa criança interior sempre
naquele sonho de fugir de tudo
para construir a sua casa na árvore
quando tudo estiver por um fio,
alguns até tiveram a sorte
de ter a sua casinha na árvore,
Eu mesma não tive uma casa
na árvore e o fato de existir uma
árvore por onde eu passasse
sempre me fez feliz e não mudei;
Quem não percebe o quanto
ela foi importante, ela é e seguirá
sendo não caiu em si que temos
que fazer tudo pelas florestas
se quisermos continuar vivendo,
Sei que ninguém nasceu sabendo,
sei também que não diferente
de uma árvore todos merecemos
continuar se desenvolvendo,
Porém, sei que sem florestas ou
sem a sombra de uma única árvore
estamos fadados a acabar morrendo.
Em tempos de infância
conheci a sua terra,
Por aqui temos
o Horto da Irmã Eva
que você poderá
um dia visitar
e se apaixonar.
A minha boneca
de Salvador
veste traje típico
com pano da Costa,
Memória de infância
amorosa deste tempo
que não volta,
E não há nada que
nos impeça de fazer
o caminho de volta,
A vontade abre
mais de uma porta
muito além
do que se imagina...
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