Poema em Linha Reta
... Ponto ao longe...
... No fim da linha da vida existe um ponto que brilha, como chegar lá! Nós mesmos definimos os caminhos a serem percorridos, as companhias que nos seguirão, os fardos que carregaremos , as alegrias, as tristezas..., tudo que adquirimos fixará em nossos conhecimentos, podemos até antecipar sua chegada! Dependendo dos atalhos que tomamos, ficam ao nosso critério, o que não podemos mudar é a forma final, pois ela já foi determinada e nos terrenos que passamos ficam as marcas daquilo que foi feito, talvez até olhar para trás para não cometer os mesmos erros, porém, só podemos mudar e avançar para o futuro... sivi-2016...
Para refletir 26/09/2016
Enquanto persistir em seguir uma linha imaginária em relação aos seus objetivos e metas nada conquistará, por mais que ela esteja sobrecoberta ou pouco visível precisa enxergá-la e acreditar que ela está ali, é ai que Deus entra e a torna visível suficiente para você seguir em frente com perseverança. Para isso é necessário pedir que ele lhe oriente.
A linha tênue entre sanidade e loucura perpassa pela história e se fundamenta em eixos complexos como a química(com seus psicotrópicos),a social (com suas desigualdades)e as ideologias raciais(com suas verdades impostas e suas convicções narcisistas)
A humanidade precisa do divã da psicanálise para se reconhecer,porém afunda-se cada vez mais em terapias fugazes,emergenciais, alimentadas pelo imediatismo dos psico-farmacos, alívios manipulados em forma de pílulas mágicas.
A grande onda depressiva que vem desolando a humanidade e cresce a cada ideologia ou aspirações frustradas é apenas tratada de forma paliativa, permitindo o controle da loucura e os esvaziamento dos manicômios,porém sem cura efetiva. Nesse intuito segue a humanidade a questionar-se do certo e do errado, e nunca obtendo resposta satisfatória para questões singulares como a capacidade de sobrevivência da humanidade e quais serão os povos futuros, quem sou não é mais a questão, a grande questão agora é quem serão.
Basta o tempo
Que bata a água
Será o tempo ou o vento
Que encrespa a linha d'água
Aquela linha
Continua e reta
Que marca a pedra
Limite d'água
Alí na areia
Morna e tenrra
Pedra líquida e cheia
Seca e molhada d'água
Naquela onda
Espumada e branca
Retumba o som
Arqueia a linha d'água
Molham os pés
Depois as mãos
Quando dispersos
Atravessam a linha d'água
Algumas atitudes de "segunda linha"
deveriam ser ignoradas por completo!
Quando nos prestamos ao trabalho de considerá-las,
de alguma forma, estaremos dando valor
ao que nada vale...
Aprendamos a valorizar os que acrescem
boas energias à nossa existência
e isso será mais que suficiente.
Cika Parolin 18 de outubro de 2016
toda linha nova é começo de história
As palavras que
aqui deixo
não são minhas
elas não tem
dono...
Toda porta que se
fecha a chave
é ponto final
Tramas são
impressões de
outros que
escrevem o
seu querer na
passagem em
minha vida
Para toda
linha escrita
existe um lápis
um escritor
que sequer
sei o nome
De tão
estranho
que se torna
A estranheza serve de borracha
O fio da minha palavra
Tece o teu poema.
Sendo quase uma linha
Procurando seu alinho.
O teu poema
Quando seguida da minha
Palavra, torna-se erguida
A sensação atravessada
De te sentir perto.
O teu poema,
Como bem sinto,
É uma mantra
Para os meus ouvidos!
A minha palavra,
Como bem vês,
É a tinta, que pinta
O teu desenho.
E a minha palavra
É a inspiração pra
Tua mente imaginária...
E realista!
21 gramas
Na vida, somos todos malabaristas nos equilibrando na tênue linha que divide a vida da morte, num profético ritual de passagem. Um dia inevitavelmente teremos 21 gramas. Nesse fatídico dia, o cíclico elo se fechará e, somente então, será aberto o portal para nosso verdadeiro lar, ou não...
Nasci poema.
Entre minha vida
Linha não é linha
Verso e poema
Porque nasci assim
Não procuro tristeza
Ah, mais se ela me acha
Me mata
Não procuro solidão mais se ela me encontra
Vamos uma madrugada no chão
Não procuro ser neutra
E não sou, não gosto de ser despercebida
Gosto de exageros , gosto de explodir
E ter intensidade
E sentir que o outro tem
Gosto de morrer em vida
E me sentir viva
Permito me sentir
Porque um poeta sem sentimento não existe
Gosto de ser notada
Gosto de ser reparada
Gosto de ser vista
Gosto de poesia
Sou feita poesia
Não consigo passar um dia sem fazê-la
Eu morro de amor
E amo estar vivendo
Gosto de expressar cada gota de sangue que sinto aqui dentro em verso
Gosto de universos
E eu sou mais um.
Nasci poema e não me faço igual
Odeio física , mais poesia é genial
Odeio matemática mais amo contar às vezes que te vi
Odeio história, mais amo a data que te conheci
Amo as datas
Porque nelas há tanta poesia
Amo as datas
Porque nelas há uma simpatia
Já tive depressao, e ela não se faz romântica
Salvei me dela graças a poesia
Nasci poema, morrerei assim
Plantando versos
E se eu morrer que me façam um jardim deles.
Nasci poema daquele que não se define de maneira alguma
Nasci poema como quem nasce de boa
Nasci poema como qualquer pessoa
Tem que estar ali na ponta da linha
o que você sonha em alçar
aos tempos noturnos, nas veias das borboletas.
O carretel
Ficar enrolada com o carretel não é o problema o problema é quando essa linha embola e não volta mais nunca mais volta da mesma forma para o carretel que só te enrolou.
"A minha procura continuará, até o fim da linha de tons cinzentos.
Sei que, lá, encontrarei as cores que farão valer a pena.
A espera nunca é demais, quando o que se espera não tem tamanho.
Que venha!".
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Quadro
Um ponto para existir,
um risco para sentir,
uma linha para coexistir.
Um desenho para sonhar,
cores para ver,
borrachas para apagar.
Linhas de coexistência,
sensações riscadas,
retornando a condição de ponto.
Pronto para morrer,
renascer, e começar um quadro novo...
A linha é tênue, como eu.
Os afagos não são gratos,
nem os amassos
apertados.
Ando em pedaços
descalços
no asfalto.
Escalo montanhas,
arrasto trilhos,
carrego ninhos.
E ao mesmo tempo
em que brilho,
me ofusco.
A linha continua tênue, como eu.
Na linha da vida
Onde o tempo é tudo
Onde o tudo é nada
Somos simples passageiros
Desta triste
E longa jornada
Já sabemos
Que o tempo é veloz
Devorador do amor
E da sorte
Carrasco da vida
E mestre na morte.
Linha do Horizonte de Nashville
Não vá
Procurando pelo amor
Na ilusão disso tudo
As respostas nos sonhos
Porque eu tenho estado no meio da lama e confuso
Eu sou livre
Tanto quanto eu posso ver
É a linha do horizonte de Nashville
Abaixo disso tudo
Você é livre
14 horas atrás
Eu estava vivendo um sonho
Eu estava vivendo por uma cena
Eu estava flutuando alto acima
Porque eu tenho estado no meio da lama e confuso
Eu sou livre
Tanto quanto eu posso ver
É a linha do horizonte de Nashville
Abaixo disso tudo
Você é livre
Flutuando alto acima
Da linha do horizonte de Nashville
E abaixo disso tudo
Você é livre
Você é livre
Eternamente é o amor que você precisa para acreditar
E você está lá
Flutuando alto acima
Da linha do horizonte de Nashville
CARRETEL DE LINHA (Carlinha)
Pele de lã, longe
(Branquinha, seja minha)
Enigmaticamente não chega
E tudo lhe faz rainha
Quando aparece, cega
E cego, navego na rede
Um pescador não nega
O que de fato lhe mata a sede
Carretel de branca linha
Tece o tecido da flor
Encarcera a vontade minha
De sentir do seu corpo o olor
Negros cabelos distantes
Percebo a avidez dos ventos
Por seus fios brilhantes
Quem sabe isso fosse um alento.
Quando se perde!
Me perdi,cruzei linha que não poderia cruzar.
cansada, desesperada e carente me deixei levar.
Foi aí que errei...
Não soube esperar...
Agora é preciso cantar!
É preciso dançar!
porque foi que eu errei?
Não posso eliminar o que me espera.
Eu ouvi várias vozes
e ouvi muitas vozes
Me deixei levar...
Torna me humana...
faça o céu chegar a mim
socorre me Mano, me perdi. Me perdi!
Eu ouvi várias vozes
me deixei levar
JMRD
Magia
Todos os olhos estão voltados para cima,
Quase não enxergam, aquela delicada linha,
E nela, a linda equilibrista parece flutuar, voar, pairar no ar.
Corações nas mãos,
Pensamentos, será que irá conseguir ou não?
Com sua linda roupa branca, guarda-chuva prateado,
Olhares assustados,
Será que irá cair?
É como quem não teme a morte,
E vive o momento na sorte,
Será que ela sabe,
Que seu grande amor está a lhe ver?
Somente esperando, para poder lhe ver,
E com flores te receber,
Será que ela ira conseguir equilibrar está paixão?
Não fará ela do coração, Picadeiro, linha e canção,
Como uma linda artista, vivendo uma paixão,
Conseguirá ela, pairar no ar, sem te ver,
Equilibrando mais um coração?
