Pessoas Pobres

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Que culpa eles têm? (...) Quem cuida deles? Quem os ensina? Quem os ajuda? Que carinho eles têm? (...) Roubam para comer porque todos estes ricos que têm para botar fora, para dar para as igrejas, não se lembram que existem crianças com fome...

Jorge Amado
Capitães da areia. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

Entre as politicas publicas de educação vigentes o estado assistencialista propõe as universidades estaduais e federais criadas para colaborarem com a inclusão social, cultural e educacional das populações de baixa renda a oportunidade de adentrarem no sistema profissional de trabalho, reduzindo, assim, as desigualdades e proporcionando aos jovens uma educação superior gratuita e de qualidade. No entanto, na pratica não é isto que acontece, ainda. Pois as grandes partes destas vagas são preenchidas por jovens das classes medias e media alta que tiveram a oportunidade, tempo e meios para cursarem um ensino médio privado de altíssima qualidade bem distante da realidade da pedagogia publica ofertada de forma gratuita pelo estado. A exemplo disto temos um desfilar de sobrenomes muito famosos e conhecidos das classes acadêmica, artística, militar, estatal, politica, governamental e empresarial nacional. Quando o problema não se agrava, pela entrada compulsória de grande parte da população da base da piramide social pelos sistemas de cotas, que deriva na curta vida acadêmica e o expurgo natural dos beneficiados por uma inexistência de politicas publicas de educação, cultura e de trabalho, que possam criar oportunidades para a população estudantil cotista se manter nesta difícil plataforma em que muitas vezes são por períodos de tempo integrais dentro do sistema de ensino universitário gratuito. Uma resultante, por conseguinte é padrão. A maior parte dos profissionais do mercado nacional de todas as regiões trabalhistas são originários das universidades particulares que de uma forma meio que oportunista promovem formações a distancia, facilidades de tempo e períodos, pagamentos parcelados e cursos cada vez mais deficitários.

Inserida por RicardoBarradas

Quem faz a sua entrega?
Não é patrão, nem empregado.
É alguém à margem dos direitos trabalhistas.

Inserida por roberto_fortuna

HUMANIDADE PERFEITA

Sem defeito?
Ou todo perfeito?
Explique, se és humano!

O melhor do mundo?
Como se saber?
Se há muitos recantos ocultos!

Todo poderoso?
É um deus?
Têm-se habilidades incomuns!

Têm-se diferenças
Têm-se deficiências
Têm-se carências...
Mas, em alguma coisa se é doutor!

Inserida por REGISLMEIRELES

CHEIO DE MIM MESMO

Quanto mais evidência quero,
Mais vazio sou e fico.
Quanto mais busco salvar o mundo,
Perco-me, engano-me!
Reencontro-me ao amar o meu próximo,
Mais próximo... Quem?

O mundo é feito de vácuos.
Espaços proibidos, esquecidos;
Negociados, só então permitidos,
Que se tornam buracos negros.
Que as vezes nos engolem.

Se é feito de gestos, dos jeitos.
Das emoções que se carrega;
Das coisas que nos constroem.
Daquelas que vivemos todos os dias...
Das geridas, das engolidas ou remoídas...
Das meias verdades,
Das mentiras acreditadas,
Das verdades omitidas;
Das conquistas e das perdas.
É isso...isto é a vida!

Inserida por REGISLMEIRELES

O simples facto de confiarmos cada vez menos na "palavra" de alguém e de quase ninguém confiar na nossa "palavra" faz-nos cada vez mais tristes e mais pobres de espírito.

Inserida por AntonioPrates

Oremos pelos criminosos sem colarinho e com colarinho. Tenhamos compaixão. Deus tenha misericórdia da humanidade.

Inserida por Todeschi

Assistir à TV dá-me ânsia de vômito, meu estômago embrulha, ao ver tantas mentiras; que têm a simples missão de colocar os mais pobres contra eles mesmos.

Inserida por Althielis

O ultimo poema

Perdido, como uma ovelha levada ao matadouro, preferiu o esquecimento.
Não consciente de si, percebera que já alcançara o que pretendia.
Na calada da noite bateram em sua porta.
Quem seria? Quem teria tamanha ousadia de importuna-lo?
Era a solidão pedindo guarida,
e chorava tanto, que ele chorou com ela,
dançou sua música, bebeu de sua taça.
Lágrimas, a cicuta dos pobres.
Todavia ela o abraçou, o embalou.
Fê-lo entregar-se pouco a pouco
ao frio de suas palavras.

Era uma noite comum,
mas a solidão deu-lhe um
fim.

Inserida por Poetika

Nós e os Anos

Eu acho que não existem anos velhos,
nós é que ficamos velhos com a passagem
dos anos.
Os anos são dias continuados.
Por eles, várias gerações passam.
À nós pobres mortais, resta saber vivercada dia,
saber fazê-lo diferente dos demais.
Dia após dia, continuadamente, até atingirmos
uma compreensão maior, temos de saber entender
os "nãos" que ouvimos; saber dar de nós àquele
que de nós precisa,e renovar-se a cada minuto,
pois a vida é rápida e passa logo.
O tempo de Deus não espera, precisamos entender que,
"novo, temos de ser nós".
Os anos nos são dados para evoluirmos, e dessa evolução,
deixarmos amor, caminhos e exemplos aos que virão, novos
anos viver.

Roldão Aires

Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E

Inserida por RoldaoAires

O CLAMOR D'OS SEM TRABALHO

As fábricas encerradas,
Fechadas as oficinas;
Só estão escancaradas
As mil bocas pequeninas,
As mil bocas adoráveis,
Dos filhos dos miseráveis!

É o trabalho um dever
A que o Homem foi sujeito?
Nós julgamo-lo um direito.
Qual será maior pesar:
Pedir pão e não o ter,
Ou não ter onde o ganhar?

Inserida por COSTAMACEDO

Na polêmica sobre as biografias não autorizadas parece que alguns ficaram preocupados (ou voltados) apenas para os grandes nomes da música. Esqueceram de grupo muito mais importante! Deixo aqui minha singela sugestão. Que tal os biógrafos começarem a fazer biografias de si próprios ou entre si? Hein? E indo fundo, sem restrições! E doando todo o lucro pela vendagem aos pobres! Que tal? Puxa, gente, é tudo em nome da liberdade de expressão! | 00644 | 11/10/2013

Inserida por HhorlandoHhaleRgia

Pobre sempre fez isolamento social.

Gente honesta, que não enriquece explorando ninguém e tudo o que ganha é somente pelo próprio trabalho (muitas vezes sendo explorada e mal remunerada), já faz isolamento social naturalmente.

Tudo o que ganha é, exclusivamente, para sobreviver. Pagar contas básicas e comer. Na maioria das vezes, a grana acaba antes de acabar o mês.

Gente assim, já vive numa quarentena constante.
Não vai ao cinema, teatro, shows... Se vai ao shopping, uma vez por mês com a família pra comer fora, é puro luxo! Viajar nas férias (que férias?) de avião, ficar em hotéis, fazer cruzeiros? Não, isso é coisa de classe média-alta. De solteiros sem grandes responsabilidades, de casais sem filhos...

Pobres já praticam o distanciamento social. Não recebem convites para nada, e se recebem, geralmente não podem ir; porque possuem prioridades que as pessoas em realidades diferentes não entendem. E uma utilização errada do dinheiro em um só dia, pode prejudicar o custo de todo o mês.

A verdade é que nesta pandemia os ricos estão experimentando, um pouquinho, a "prisão" que os pobres vivem normalmente. Com a (enorme) diferença que não precisam ir pra rua buscar o pão de cada dia e podem se dar ao luxo de ficar em casa sem passar necessidade.

É ruim ter dinheiro e não ter onde gastar, né meu(minha) filho(a)?

Inserida por ketantonio

O único indicador econômico da vida do pobre que está sempre vigendo é o custo-sacrifício.

Inserida por SAINTCLAIRMELLO

Aos que estão em meio a sociedade mas vivem como mendigos e aos mendigos que vivem como afortunados!

Inserida por russo_mp

Como pode um Estado com tantos recursos e muito para dar aos cidadãos, dê um pouco aos milhões de pobres e muito aos poucos privilegiados?

Inserida por NSabino

Aos sábios orgulhosos que são donos de grande conhecimento no mundo material e que rejeitam a existência de um ser supremo, lembrem-se de que a humildade e simplicidade de coração são atos de submissão a Deus e o orgulho um ato de revolta, portanto, para nossa evolução espiritual e nossa felicidade futura vale mais ser pobre em espírito e rico em qualidades morais do que rico em conhecimento material e pobre em virtudes.

Ser caridoso com a riqueza dos outros é uma delícia. Arregaçar as mangas e produzir por conta própria aquilo que você quer ver distribuído já é um pouco mais trabalhoso. Mas seu amor genuíno aos pobres servirá de estímulo todas as manhãs.

Inserida por Colecionador19

Quanto mais riqueza você produzir, mais você poderá distribuir. Você tem liberdade de escolha. Em vez de folgadamente defender o esbulho da riqueza alheia, crie você próprio a sua riqueza e então a distribua para os pobres

Inserida por Colecionador19

O Brasil vive um momento crítico de sua história. Sinais da corrupção arraigada em vários setores da sociedade estão vindo à tona com uma intensidade tal que envergonha a muitos.
Quem paga pela corrupção? "Certamente não quem paga o suborno. Na realidade, os pobres pagam pela corrupção, são os mártires da corrupção" (Papa Francisco).

Inserida por OswaldoWendell