Frases pés no chão
MEU PAI...
Quando falta o chão sobre meus pés,sinto a imensidão de um abismo como dragões tentando me devorar senhor me cerque com seus exércitos de Anjos não permitas que meu coração sejas dominado por essa Magoa que corrói minha Alma...
SOU ASSIM..
Mesmo de pés firmes no chão as vezes um tornado de pensamentos devastam a noite calma,roubam de mim a paz de minha alma......
Não tenha medo de sonhar,
tenha o cuidado de ter os
pés firmes no chão.
Não são os elogios que dirão
se você está no
caminho certo.
É sua certeza interior.
Não queira que os outros
entendam seu sonho,
pois foi pra você
que Deus falou.
Nunca construa seus sonhos
esperando sinais extraordinários.
Eles existirão!
Mas são os pequenos sinais do dia a dia
que será o alimento cotidiano para
viver seu sonho.
Um sonho divino não se faz
e nem se realiza
com grandes estruturas.
O material para realizá-lo
é o amor.
Os maiores sonhos foram
vividos assim...
Você tem o direito de desanimar...
De chorar... de não compreender... de murmurar...
Porém tem o dever de acreditar.
Pois se você não acredita no seu sonho,
quem acreditará?
Como saber se o sonho é de Deus?
Se ele lhe leva a acolher o outro!
Se ele lhe traz a cada renúncia e morte
a Paz Interior!
Se ele gera vida!
Portanto não queira ver além
daquilo que Deus está mostrando.
Com certeza você terá medo e desistirá.
Por fim não esqueça que a obra
não é sua! Ela é Divina!
Portanto a caminhada precisa
ser radicalmente espiritual!
Só sua alma e Deus saberão
O quanto é importante
Não desistir nunca!
Ainda uma última observação:
Faça sociedade com Deus!
Ele é Fiel!
Se vai valer a pena?
A sua felicidade dirá!
AMBROZIO, REI DOS QUILOMBOS DO RIO GRANDE
Pés descalços que levantam a poeira na estrada de chão batido
Vaga sem rumo no poente da terra seca pelo serrado da solidão
Fugiu das chibatas do cativeiro em busca de nova estadia
Quilombola tentará na fugidia rota do capital do mato que o perseguia
Derrama pelo caminho o sangue de sua raça agrilhoada na senzala
Seus pés descalços, suas costas riscadas, suas mãos rachadas
Seu coração chora pelos que deixou abandonados na clausura
Preferiu o risco da morte ao jugo da servidão a que fora obrigado
Seu ímpeto de liberdade era maior que a tirania de seu dono
Vagou por léguas sentindo fome, frio, medo, mas tomou cuidado
Nas noites estreladas se entregava aos sonhos em leve sono
Nas manhas seus olhos radiavam a esperança de encontrar socorro
Mas este não vindo, criou ele mesmo o abrigo que a outros oferecia
Nas margens do Rio Grande ergueu seu reino africano de solidariedade
Fugiu, deixou saudade irremediáveis, mas abrigou milhares em seu congado
A liberdade, ainda que tardia, não alcançou o seu terreiro protetor
A maldade dos brancos o alcançou, e em poucos dias seu reinado dizimou
Jaz na memória esquecida dos que vieram depois dele, virou lenda
Sofreu uma vida de crueldades, e hoje, retribui com amor o mau que o matou.
Quisera
Estou chegando ao fim da estrada
Com as mãos vazias pendidas para o chão,
Com os pés cansados da longa caminhada
Com o desapontamento e a desilusão.
.....Quisera voltar ao ponto de partida
Encetar de novo a caminhada,
Rever aquela gente boa e amiga
Onde eu fui feliz, onde eu fui amado.
......Quisera ver o riacho a correr,
Ver o moinho da fazenda trabalhar,
A casa de farinha repleta de gente humilde e simples
Mas feliz a cantarolar.
.....Quisera na relva fresca outra vez pisar,
Subir nas árvores gigantescas e frondosas,
Ouvir de novo dos pássaros o cantar
O mogir do gado ao acordar
.....Quisera poder voltar a te ver debruçada na janela
Olhando na mesma direção que eu
Olhar silencioso e forte
Onde o primeiro amor bateu
Sincronizado, calmo e puro
Quisera eu voltar a ser feliz de novo
Com os pés fincados no chão e a cabeça nas nuvens, eu inicio um passeio pela estrada da imaginação. Meus pensamentos percorrem córregos e mares. Correm pelo planeta em busca de compreender a essência de minhas escolhas nem sempre acertado, frequentemente equivocada. Numa velocidade inexplicável, é possível mudar os rumos que os próprios ditados desarrumam contextualizando o cenário que me encaixo. Imagens refletindo os dissabores que na inconstância dos sentimentos acrescentam sabores me fazendo beirar o abismo da desilusão; companheira constante na viagem por estradas solitárias, e, às vezes pegando carona pelos atalhos, me frustrando aos poucos, quase me fazendo desistir da procura pela trilha certa que finalmente me conduzirá de volta ao Caminho. Ainda passeando pelos devaneios do meu “Eu” quase estático, devido à frieza da alma que por culpa do coração insensato deixou-a descoberta a mercê do frio que se faz nas montanhas do incerto percurso, as nuvens parecem aproximar-se mais rapidamente da realidade dos meus conceitos, transportando-me de repente para a lucidez de um ser humano que sempre está procurando a porta de saída da caverna que amordaça o calar do amor sufocado; prensado, negado. Sem perceber muito da realidade que se faz recente, é provável que a probabilidade de encontrar naquele deserto uma canoa para cruzar o lago da tristeza seja quase nula, entretanto, há uma sintonia da razão e emoção que despertam para a mesma direção; vai passar por ali, sem data prevista e horário marcado, o barco que transportará meu ser para o outro lado da civilização sentimental, onde certamente o amor e eu nos encontraremos... Esperar é preciso, pois o amor quer ser amado.
Hoje não sinto meus pes tocarem o chao.
Não sinto as lagrimas deslizarem pela minha face.
Não sinto a dor que me acompanha, não escuto meu grito
A te chamar. Hoje so vai ser mais um dia em que eu
Não sentirei nada por este mundo, por essa vida que
Habita meu corpo. Quem sabe amanha eu reviva
Para amar-te. Agora adormecerei e somente amanha dispertarei.
Não consigo conceber alguém que queira mesmo viver e consiga manter os dois pés sempre no chão. Viver é se aventurar; não combina com precauções, nem previsões.
É exatamente quando se chega no fundo do poço que os pés tocam o chão e nos dão apoio para levantar e continuar a cair.
Ao meu amor serei atento
Ao por do sol e à brisa levemente paira no ar
Pés descalços no chão
Mente a navegar
Suas mãos fervorosas acariciam meus dedos
Rogo-te as mais belas poesias feitas por mim mesmo
Afinal, conheces bem a fonte de toda minha inspiração
E de toda emoção, ao meu amor serei atento
Embora não pareça
E tu talvez desconheça
Mas revelo-me com clareza o meu amor por ti ...
📝♥
Seu olhar profundo
Curioso, intrigado com o mundo
Seus passos pesados
Pés firmes no chão
Cabeça ao vento, pensamento mirabolantes
Um eterno furacão
A maturidade de seus movimentos
Escondem a insegurança de todo momento
Sábio, inteligente, meigo, gentil
De forma branda e suave esconde a inquietude à mil
Menino bom
Homem de Deus
Seu nome prova e testemunha você
Grande por fora
Grande por dentro
Meu pequeno homem, menino sentindo o vento
A brisa suave da manhã
A certeza da mente sã
Uma benção
Um grande amor
Uma gratidão
Um querer bem sem dor
Amar é isso? Sentir sempre que o chão faltará debaixo dos seus pés? Há quem diga que o amor é a segurança, é quietude, é paz...
Como pode ser?
Se a partir de quando se ama, há um tsunami de sentimentos incompreensíveis e incapaz de serem traduzidos em palavras... Já se dizia a respeito do amor, que "é dor que dói sem doer..."
Não importa com quanta força você pise no chão, seus pés sempre ficaram na superfície, não importa o quão grande seja seus pulos, você nunca vai alcançar o céu.
Perante Deus, você é uma das menores obras que ele criou porém, é uma das mais valiosas pra ele.
O rei da barriga chega a
sair pela boca.
Assim os pés ficam distante
para alcançarem o chão,
pois há um orgulho que sempre
conduziu os reis e
rainhas para o seu aposento.
Afinal ,no seu próprio reino a superioridade REINA.
Eu sempre preferi olhar mais para as estrelas do que para o chão .
Eu sempre molhei os meus pés no mar para sentir a temperatura da água.
Eu sempre achei mais prudente olhar para a frente, seguir fazendo a minha história, esquecendo os fracassos e agradecendo as vitórias.
Os pés bem fixos no chão como árvore de cerrado, nunca foram suficientes pra sustentar a leveza da cabeça dela que como nuvem passageira se perdia pelo céu.
