Frases pés no chão

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Olhos nos objetivos e pés 👣 no chão.

..e que mesmo diante de um abismo,
nós possamos ser fortes,
pés fincados no chão
para que nada nos
derrube.

O grande problema de alguém ter os pés muito no chão é que corre o risco de desaprender a andar.

"A felicidade é como o vento: vem e vai, leve, inquieta, efêmera. Já a paz é o chão onde os pés descansam depois da tempestade. Há momentos em que escolher a paz é renunciar ao brilho momentâneo da alegria para abraçar o silêncio sereno de quem sabe que fez o que precisava ser feito. Nem sempre o coração sorri, mas quando a consciência repousa tranquila, a alma agradece. Porque a felicidade é emoção; a paz, é sabedoria.

Deus não apenas caminha contigo, Ele prepara o chão antes mesmo que teus pés o toquem.

Com os pés de menino
tentei correr a distância do vento
o chão brasileiro é meu amigo
terra que nasce verso feito grão.

Foi então que naquele instante, o chão cedeu sob meus pés, e a escuridão pareceu me engolir. Todas as certezas, todo o conhecimento que eu julgava possuir sobre o amor e sobre nós, desmoronaram. Não foi o bastante, percebi com a amargura da verdade. Não fui o bastante, ou talvez, o bastante simplesmente não era o que você buscava. As ruínas do que fomos se ergueram ao meu redor, um monumento silencioso a um amor que não resistiu ao tempo e a própria natureza rezou antes do adeus.

Às vezes, tudo o que você precisa é parar um instante, sentir o chão sob os pés e lembrar que o tempo também trabalha a favor de quem não desiste.

"Só consegue lavar os pés do próximo aquele que já não teme o chão; a nossa resistência em servir revela o quanto ainda estamos presos à ilusão de uma falsa importância."


-Dr. Diogo Sena

Estou deixando a lama secar: os pés ainda sujam, mas já sinto a firmeza do chão.

⁠Normalmente aquele que se abaixa para receber carinho, encosta a cabeça no chão ao beijar os pés daquele que o afagou

Caminhada


O chão não prometia facilidade,
ainda assim, eu fui.
Os pés cansaram cedo,
pediram pausa,
não rendição.


Parei à beira da estrada,
bebi água morna,
olhei pro nada
até o nada responder
com um canto manso.


A noite veio longa,
o sabiá insistia,
e o sertão, em silêncio,
seguia bonito
sem pedir prova.


Peguei o violão
e cantei com o passarinho.
Era amor queimando baixo,
chama viva
no meio do caminho.


Quando cheguei,
não havia aplauso —
havia braços.
Abracei minha família
e agradeci pela caminhada.

​"Antes dos seus pés tocarem o chão, a graça já pavimentou o caminho. Respire gratidão: o Arquiteto da sua manhã não comete erros."

Quando eu virar um anjo,
não será fuga — será encontro.
Deixarei no chão as dores que me pesaram
e vestirei leveza feita de eternidade.
Helaine machado

Caminhada


Caminhar, caminhar. Como é bom caminhar. Os pés se ajustando ao chão, se distendendo ao abranger a zona de equilíbrio do corpo. Era assim que eu pensava ao caminhar em círculos pelo meu quarto. O quarto não é grande mas tem uma saída, a janela. Lá enxergo os pombos asejando de topo a topo dos prédios. Logo ali as caturritas fizeram um ninho na parte alta do pinheiro. Ficam na altura da janela. Levam galhos para a rústica construção. São como eu, voltam para casa o quanto podem e se abrigam das feras. As feras estão em toda parte, menos no meu ninho. Há uma porta, um computador, um rádio, uma janela e um telefone. São canais que me ligam ao exterior. Eu vejo as feras no computador. É quando aparecem mais assustadoras, se pavoneando, mostrando os dentes e tentando ser sedutoras. Eu nunca me manifesto: que não saibam que eu existo. À noite tomo um chá. Queima a boca, eu gosto. Ontem o telefone tocou e eu estava tomando um chá. Respondi com uma voz fumegante. Fiquei com medo que não ligassem mais. Não tenho amigos, mas aí a ter inimigos, não dá! Eu não tomo remédios, mas alguém me indicou o Oxalato de Escitalopram. Mas para comprar só com receita. Então fui ao médico. O homem me examinou, mediu, dissecou. Descobri que eu era um doente, crônico, um neurastênico, quase oligofrênico. E com pressão alta. Observei as pombas da janela do médico e perguntei-lhe se ele gostava de caminhar. Ele me olhou desconfiado e eu imaginei as neuroses que ele estava descobrindo dentro do meu cérebro inocente. Fui saindo de mansinho enquanto ele escrevia alguma coisa. Deveria ser uma sentença. Um diagnóstico. Um epitáfio. Cheguei à farmácia com a receita. Os nomes dos remédios pareciam fórmulas químicas e eu, assustado, não comprei nada. Voltei para o meu quarto e fui ouvir uns discos. Essas coisas modernas não têm cheiro, nem vida. A música do vinil fluía junto com o som da agulha correndo pelos sulcos. Havia ruídos, estalos e uma sonoridade sofisticada e quente. A Wanda Landowska e o chá de capim cidró, isso combinava, mas queimei a boca de novo. O toca-discos era um mecanismo, mas não era uma criação que produzisse um som fantasmagórico como o do CD. Manifestação dos elétrons do micromundo. Já sonhei com os espíritos e mesmo já os ouvi. Ficam sob a minha janela cantando para mim para que eu fique louco. Serei um louco que acha que é médium, ou um médium que ouve espíritos loucos? Uma vez eu comprei uma tartaruga chinesa de pelúcia e dei de presente. Não gostaram. Então eu pedi de volta e nas noites quentes sonho em nadar nos trópicos com a tartaruga em evoluções fantásticas à luz da lua cheia. E também com as minhas bonecas espanholas ao som da salsa e do merengue. Ontem me lembrei de um tio, já morto. Já foi tarde. Como é bom envelhecer e ir ficando livre das malas. Haverá um dia, depois da guerra, da peste e da fome, em que eu estarei sozinho. Tão só que eu não vou ter mais motivo para não me conhecer profundamente. Depois de muitas décadas não haverá gente no caminho e eu vou poder me encontrar comigo. Vou estar em cada esquina, em cada bueiro, em cada ninho de pomba. Vou me enxergar como eu sou, não como agora em que deixo partes invisíveis. Vou me desejar sem a interferência de toda essa poluição humana.

Prisão


No caminho para casa, as lajes do chão sobem para sustentar os meus pés, conforme a minha crença e o meu desejo. Eu quero chegar logo e não presto a atenção em nada que possa aumentar o tempo que me leva ao destino. Uma moto passa raspando por mim, é algo que inventei para apimentar a noite. Não há medo, os meus passos são suaves, eu nem os noto. Aqui em casa se juntou o desejo do conforto com a certeza tola de ter atingido o objetivo. A magia do mundo termina quando eu tenho medo. O medo me faz pobre, velho e mesquinho.

Quando sinto que dentro de mim há um descontrole, procuro manter os pés firmes no chão e a cabeça em equilíbrio.

Em algum momento, é necessário tirar os pés do céu, e voltar a pisar no chão. Não que sonhar seja errado, não é. Mas ás vezes um pouco de razão não faz mal algum.

Inserida por PamellaFerracini

Quando você salta obstáculos, seus dois pés ficam fora do chão... Então, a insegurança é natural. Para esses momentos, o único remédio é a fé.

Inserida por PLER

Os pés firmes no chão, sentindo que eles estão no chão, é sinal de que você está descalço.

Inserida por GilNunes