Perigo
O perigo mortal do moralismo tem se tornado uma constante tentação para a igreja e um sempre-conveniente substituto do Evangelho. Claramente percebemos que milhares dos nossos vizinhos pensam que o moralismo é a nossa mensagem e somente a mais ousada pregação do verdadeiro Evangelho será suficiente para corrigir essa impressão e levar pecadores à salvação em Jesus.
O inferno estará cheio de pessoas “bem criadas”. Os cidadãos do Céu serão aqueles que, pela completa graça e misericórdia de Deus, estarão lá pela justiça de Jesus Cristo creditada a eles.
Moralismo não é o Evangelho.
Filhos de hoje 90% desejam a morte dos pais,
Se os pais possuir alguns bem então ele corre perigo.
Os jovem de hoje esta dando nojo,
A maioria come ,bebe,dorme de graça e ainda quer ter razão.
Pai e Mãe tem que aguentar calado a falta de educação desses filhos podres, que só quer viver pendurado sugando sangue dos pais feito parasita.
Querem tudo de graça se a lei não mudar o mundo ficara afetado de parasitas ,drogados e vagabundos.
Calamidade publica.
Antigamente se criava filhos hoje se cria vermes ..
Já perdi o medo, perdi a noção do perigo, sem você já até consigo viver por viver, só vivo por você, meu coração bate sem te ter.
O muito procurado tá muito perdido.
O muito calado traz muito perigo.
O muito amostrado nunca é bandido!!.
O Perigo do Julgamento e a Verdadeira Fé
Não devemos julgar as outras pessoas, pois nossos próprios olhos podem nos enganar. Podemos ver o que é errado como certo e o que é certo como errado. Cristo mesmo foi julgado injustamente, estando correto, para que não venhamos a incorrer na mesma sentença que foi dada a Ele e aos Seus servos.
Muitas vezes, Cristo nos envia ajuda por meio de alguém de uma denominação diferente da nossa, e nós, sem ouvir uma única palavra, rejeitamos essa ajuda.
Não é preciso estar em uma "igreja errada" para se desviar. Basta não seguir os caminhos que Cristo pede. Frequentemente, a verdade está na doutrina da nossa igreja, mas essa verdade não reside em nosso coração. Assim como os fariseus, corremos o risco de rejeitar a Cristo mesmo dentro do templo.
Às vezes, ela ansiava por um pouco de perigo. E era por isso que tinha um clube do livro.
A importância da crítica e o perigo do puxa-saquismo.
Por Aline Caira
Nem sempre é fácil ouvir críticas. Elas nos desconcertam, nos confrontam, às vezes doem. Mas é justamente nesse incômodo que mora a chance de evolução. A crítica verdadeira — aquela que nasce da observação honesta, da coragem de apontar erros com responsabilidade — é um presente que poucos sabem oferecer e menos ainda sabem receber. São as críticas que nos obrigam a refletir, a rever posturas, a enxergar o que antes passava despercebido. É dos críticos, ainda que duros, que tiramos os maiores ensinamentos sobre nós mesmos, sobre nosso trabalho, nossas atitudes e nossos limites.
O puxa-saquismo, por outro lado, é o veneno da estagnação. Alimenta egos frágeis, constrói castelos de ilusão, mascara incompetências e transforma o ambiente em um teatro de falsidades. Quem vive cercado apenas por aplausos vazios se perde na própria vaidade e não evolui. O puxa-saco não ajuda, adula. Não aponta o erro, esconde. Não deseja o crescimento do outro, mas sim a sua própria conveniência.
A sociedade precisa reaprender a valorizar a crítica honesta e parar de premiar o bajulador. O crescimento real não nasce da aprovação constante, mas da disposição de encarar os próprios defeitos e transformá-los em força. É necessário ter humildade para ouvir e maturidade para mudar. Quem só se cerca de quem aplaude tudo o que faz, está fadado a repetir os mesmos erros — com plateia.
Por isso, celebro quem me critica com respeito e verdade. Essas pessoas são raras, mas fundamentais. Porque não são as palmas que nos moldam, são os toques sinceros da realidade que nos forjam. E é nesse confronto com a verdade que deixamos de ser versões superficiais de nós mesmos para, enfim, nos tornarmos melhores.
Viver é o único perigo que não se deve ser evitado. Muito pelo contrário, viver é um risco que todos deviam dar-se o atrevimento de correr.
"Aquele sagaz"
te incentivo e intenciono
a ser do seu estilo
um perigo
para momentos tão intensos
pouco propensos
charmosos até pomposos
notórios
deveras sólidos
as vezes notórios
só o desgosto
de um sentimento fosco
com um coração de ouro
envolvido com o desgosto
no pranto de ser manhoso
a medo de ser grosso e ter mal gosto
porém sei que sente
a mente desprende da corrente
que o prendia a ser ciente
agora tende a ser envolvente
em linha entre acordar
e relaxar
só os segundos
a passar
a voar
pensar e lembrar
deixar para trás
és capaz?
sagaz com um cartaz
na promoção sagaz
atrás
do que nunca serás
a esconder
o que nunca irás tentar
nem pelo medo de errar
nem pelo fato de chegar
algo entre perder e recorrer
vencer sem se vender
não envolver
pois nunca vai o ter
muito menos entender
A CHAPADA
Quero sempre olhar o mundo
Como quem está na chapada.
Lá do alto dá pra ver
Se há perigo de emboscada.
Também posso dar a mão
E ajudar o meu irmão
A subir na escalada.
Memória de filha
Mãe,
palavra tão profunda
soa como abismo,
mas de perigo não tem nada.
só imensidão.
Se desloca entre universos,
um amor poético
que nunca será entendido por inteiro.
Penso, mãe,
que não voltaria no tempo porque
você já o traçou perfeitamente.
costurou minhas linhas,
inventou minhas feições
e me concedeu seu corpo pra eu morar.
Às vezes, mãe,
só penso em querer voltar.
depois que a gente cresce,
sai do teu ventre,
acaba esquecendo de como era.
Fica querendo voar.
Enfim, lembro do teu rosto
das risadas e da saudade.
daquilo que foi me ensinado,
muitas vezes,
sem nem você perceber.
Porque sua força é quem te entrega,
sua magia, sabedoria
o bem querer.
De tudo eu duvido, mãe,
menos do seu amor.
Sei que moveria tudo pra me ver bem,
feliz e moça.
Mas de moça, mãe,
hoje não sou.
Só uma mera criança,
feliz por você existir
e fazer parte da minha vida.
De simplesmente estar aqui
e ser você.
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