Perigo
Madre Solidão -
Há um tecto muito antigo
naquela casa onde vivi
testemunha do perigo
da infância que sofri!
Um tecto com goteiras
como os olhos que sofreram
sem limite nem fronteiras
para as dores que me deram!
Naquele tecto outrora feito
por mãos que a morte acarinhou
estava posta ao seu jeito
uma Madre que o tempo consagrou!
Uma Madre escusa e fria que no leito
em solidão tantas vezes me tapou!
(À Madre do tecto da casa da Quinta do Malhão em Évora onde passei parte da minha infância.
Casa hoje inexistente. Fica a memória e a saudade...)
Cabelos Desarrumados...
Vejo, com olhos ainda dúbios
O desejo e a gratidão do perigo,
Deste olhar certo em minha direção.
Sorri observando seu conturbado
Tentar de seu esoterismo, até hilário,
Adivinhar o que estaria por acontecer.
Foi neste beijo na chuva
Que sua boca ficou muda,
E meu coração redeu-se sem pudor.
Desculpem-me aos apreciadores da beleza comercial,
Mas uma mulher com cabelos molhados
E desarrumados é tudo de mais sensual.
Jorge Jacinto da Silva Junior
Em resposta a qualquer indireta, meu silêncio é uma arma. E quem se submeter a este perigo, estará confrontando com a letalidade.
O perigo mortal do moralismo tem se tornado uma constante tentação para a igreja e um sempre-conveniente substituto do Evangelho. Claramente percebemos que milhares dos nossos vizinhos pensam que o moralismo é a nossa mensagem e somente a mais ousada pregação do verdadeiro Evangelho será suficiente para corrigir essa impressão e levar pecadores à salvação em Jesus.
O inferno estará cheio de pessoas “bem criadas”. Os cidadãos do Céu serão aqueles que, pela completa graça e misericórdia de Deus, estarão lá pela justiça de Jesus Cristo creditada a eles.
Moralismo não é o Evangelho.
Filhos de hoje 90% desejam a morte dos pais,
Se os pais possuir alguns bem então ele corre perigo.
Os jovem de hoje esta dando nojo,
A maioria come ,bebe,dorme de graça e ainda quer ter razão.
Pai e Mãe tem que aguentar calado a falta de educação desses filhos podres, que só quer viver pendurado sugando sangue dos pais feito parasita.
Querem tudo de graça se a lei não mudar o mundo ficara afetado de parasitas ,drogados e vagabundos.
Calamidade publica.
Antigamente se criava filhos hoje se cria vermes ..
Já perdi o medo, perdi a noção do perigo, sem você já até consigo viver por viver, só vivo por você, meu coração bate sem te ter.
O muito procurado tá muito perdido.
O muito calado traz muito perigo.
O muito amostrado nunca é bandido!!.
O Perigo do Julgamento e a Verdadeira Fé
Não devemos julgar as outras pessoas, pois nossos próprios olhos podem nos enganar. Podemos ver o que é errado como certo e o que é certo como errado. Cristo mesmo foi julgado injustamente, estando correto, para que não venhamos a incorrer na mesma sentença que foi dada a Ele e aos Seus servos.
Muitas vezes, Cristo nos envia ajuda por meio de alguém de uma denominação diferente da nossa, e nós, sem ouvir uma única palavra, rejeitamos essa ajuda.
Não é preciso estar em uma "igreja errada" para se desviar. Basta não seguir os caminhos que Cristo pede. Frequentemente, a verdade está na doutrina da nossa igreja, mas essa verdade não reside em nosso coração. Assim como os fariseus, corremos o risco de rejeitar a Cristo mesmo dentro do templo.
Às vezes, ela ansiava por um pouco de perigo. E era por isso que tinha um clube do livro.
A importância da crítica e o perigo do puxa-saquismo.
Por Aline Caira
Nem sempre é fácil ouvir críticas. Elas nos desconcertam, nos confrontam, às vezes doem. Mas é justamente nesse incômodo que mora a chance de evolução. A crítica verdadeira — aquela que nasce da observação honesta, da coragem de apontar erros com responsabilidade — é um presente que poucos sabem oferecer e menos ainda sabem receber. São as críticas que nos obrigam a refletir, a rever posturas, a enxergar o que antes passava despercebido. É dos críticos, ainda que duros, que tiramos os maiores ensinamentos sobre nós mesmos, sobre nosso trabalho, nossas atitudes e nossos limites.
O puxa-saquismo, por outro lado, é o veneno da estagnação. Alimenta egos frágeis, constrói castelos de ilusão, mascara incompetências e transforma o ambiente em um teatro de falsidades. Quem vive cercado apenas por aplausos vazios se perde na própria vaidade e não evolui. O puxa-saco não ajuda, adula. Não aponta o erro, esconde. Não deseja o crescimento do outro, mas sim a sua própria conveniência.
A sociedade precisa reaprender a valorizar a crítica honesta e parar de premiar o bajulador. O crescimento real não nasce da aprovação constante, mas da disposição de encarar os próprios defeitos e transformá-los em força. É necessário ter humildade para ouvir e maturidade para mudar. Quem só se cerca de quem aplaude tudo o que faz, está fadado a repetir os mesmos erros — com plateia.
Por isso, celebro quem me critica com respeito e verdade. Essas pessoas são raras, mas fundamentais. Porque não são as palmas que nos moldam, são os toques sinceros da realidade que nos forjam. E é nesse confronto com a verdade que deixamos de ser versões superficiais de nós mesmos para, enfim, nos tornarmos melhores.
