Paris
A loja de brinquedos velhos em Paris não é limpa há séculos. Bonecas encardidas de roupinhas remendadas, comboios com seus vagões amassados. Dolentes e suaves assombrações. Companhia de crianças que há muito desapareceram. Por que paro e olho a vitrine?
"Se eu sonhasse (E sonhar eu posso!)
No meu sonho você seria perfeita...
Você seria Paris.
Embora Paris não tenha o teu maior trunfo!
Em ti não explodem bombas de terroristas
PAZ é a tua bandeira...
E por mais que se queira,
Destruir-te é improvável, porque pessoas passam...
Mas você fica.
Há vinte anos eu cumprimento tuas manhãs
Na esperança de que o teu entardecer seja dourado!
Que Deus permita chuva e sol na medida certa
Que os teus campos floresçam e produzam
Conforme os sonhos que Ele mesmo tem pra ti.
Uruará, o teu povo precisa de ti.
Vê se te cuida... E não roubas o fio de esperança dos teus filhos".
As lembranças de um Agosto em Paris, teu rosto me diz que não vai mais voltar.
A saudade de um eterno aprendiz, pelos muros do país; visão do teu luar.
Permanência
Com a força do pensamento podemos
Escalar o Himalaia sem equipamentos
Voar à Paris em segundos
Sem precisar de passaporte
Mas há que se pensar em uma ação real
Que promova nossa sustentação física e moral
Para experienciarmos nossa missão e
Permanência no Planeta Azul
Estávamos em paris;
Nos embriagando por pouca coisa;
Eu pensei "Uau, eu poderia ter uma vida melhor";
Eu digo de novo;
Estávamos em Paris.
Em Madri, falo espanhol
Em Paris, é o francês
Em Berlim, o alemão
Em Lisboa, português
No Brasil, vai depender
Se é Nordeste, vou dizer
A língua nordestinês
HENRI EINE
Paris, 1863
3 – Jesus amava a simplicidade dos símbolos. Na sua vigorosa expressão, os trabalhadores da primeira hora são os Profetas, Moisés, e todos os iniciadores que marcaram as diversas etapas do progresso, continuadas através dos séculos pelos Apóstolos, os Mártires, os Pais da Igreja, os Sábios, os Filósofos, e, por fim, os Espíritas. Estes, que vieram por último, foram entretanto anunciados e preditos desde o advento do Messias. Receberão, pois, a mesma recompensa. Que digo? Receberão uma recompensa maior. Últimos a chegar, os Espíritas aproveitam o trabalho intelectual dos seus antecessores, porque o homem deve herdar do homem, e porque os trabalhos e seus resultados são coletivos: Deus abençoa a solidariedade.
Muitos dos antigos revivem hoje, ou reviverão amanhã, para acabar a obra que haviam começado. Mais de um patriarca, mais de um profeta, mais de um discípulo do Cristo, e de um divulgador da fé cristã se encontram, entre vós. Ressurgem mais esclarecidos, mais adiantados, e já não trabalham mais nos fundamentos, mas na cúpula do edifício. Seu salário será, portanto, proporcional ao mérito da obra.
A reencarnação, esse belo dogma, eterniza e precisa a filiação espiritual. O Espírito, chamado a prestar contas do seu mandato terreno, compreende a continuidade da tarefa interrompida, mas sempre retomada. Vê e sente que apanhou no ar o pensamento de seus antecessores. Reinicia a luta, amadurecido pela experiência, para ainda mais avançar. E todos, trabalhadores da primeira e da última hora, de olhos bem abertos sobre a profundidade da Justiça de Deus, não mais se queixam, mas se põem a adorá-lo.
Este é um dos verdadeiros sentidos dessa parábola, que encerra, como todas as que Jesus dirigiu ao povo, as linhas do futuro, e também, através de suas formas e imagens, a revelação dessa magnífica unidade que harmoniza todas as coisas no universo, dessa solidariedade que liga todos os seres atuais ao passado e ao futuro. O Evangelho Segundo o Espiritismo. cap. 20
"A Paris turística é demasiado padronizada aos gostos da cultura mediática e instagrammer. Mas Paris real, parece ser incrível. Fiquei num bairro qualquer na periferia de Paris, quando la fui, e amei a dinâmica daquelas comunidades e da forma como se organizam - mas aí está, isso foi o único vislumbre que tive de Paris para lá dos postais de visita"
Assim como Páris em sua busca fora do normal
Quero buscar-te, bela, culta e intelectual
Mesmo que eu tenha que lutar ou roubá-la
Mas a sensação de tê-la junto a mim, será especial
Assim como a mais bela das mulheres
Nos relatos filosóficos tenho com quem te comparar
Helena, a mais doce tentação que existiu
Que Tróia por sua culpa, teve um alto preço a pagar
Não esperarei por dez anos
E como Menelau eu terei que traçar uma missão
Para conquistá-la, buscá-la e tê-la
E para sempre ter seu puro e doce coração
Não quero perder a oportunidade de apreciá-la
Ó garbosa, cintilante e galante sedutora
Deusa filha de Afrodite no meu pensar
E do meu ingênuo e sincero coração receptora
Nessas voltas que a vida gosta de dar, podia fazer umas paradas em Nova York, Dubai e Paris de vez em quando...
Não se sabe ao certo
Se esta longe ou perto
Em paris ou no deserto
Em equilíbrio ou agonia
Não se sabe ao certo
Se é alma ou carne
Mentira ou verdade
hipocrisia ou simplesmente vaidade
Não se sabe ao certo
Se é por do sol ou nascer
O meu mais bem querer
É na verdade
Tudo aquilo próximo
De mero mistério
Não se sabe ao certo
Se deve ir ou ficar
Tentar se aproximar
Para em algum momento da vida
Poder desfrutar
De um futuro próximo
A nos abençoar!
Período de chuvas em Paris.
Eu lendo alguns comentários aqui. Não sei se compro uma bicicleta ou vou para Paris.
Nem tentem diminuir, é puro charme até nas adversidades!
Decidi. Vou de bicicleta para Paris!
Tróia
A vitória não foi de Tróia, nem da Grécia,
Não foi de Aquiles, nem de Heitor, nem,
de Páris nem de Helena, linda porém.
A vitória não foi de Atenas, que crescia.
Não foi de Roma, nem antes do Egito,
nem de Canaã ou de Babilónia ou da Assíria.
A vitória foi de Deus, que livrou o mundo aflito,
depois da queda de Tróia, mudou tudo assim.
Começou a falar ao mundo, pel'o povo de Israel.
Ao povo de Israel por profetas como Samuel.
Finalmente nos deu a vitória, por Jesus Cristo,
que derramou seu sangue, sem ser em vão isto.
A vitória não é das cidades antigas, nem dos reis,
mas de Deus e do seu grande e forte amor...
Que está em Jesus Cristo nosso redentor.
Que aos povos deu as do amor leis!
A batalha final será no Armagedom, contra o mal.
E em uma outra de Gog e Magog, no fim do reino milenar.
Aceitai isto vós, dos povos que me ledes, sim homens,
ouvi, vós todos, que sois de várias ordens!
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